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Aline Mariano confirma disputa a Federal

Por Nill Júnior

Vereadora do Recife por quatro mandatos, ex-secretária municipal Aline Mariano oficializou sua pré-candidatura à Câmara Federal pelo Republicanos.

A filiação aconteceu na sede do partido e contou com a presença do presidente estadual da sigla, Silvio Costa Filho.

“Aline é aguerrida, combativa e tem uma trajetória marcada pela seriedade e pelo compromisso com as pessoas. Ela chega para fortalecer ainda mais o time do Republicanos nessa disputa por uma vaga na Câmara Federal”, afirmou o dirigente.

Aline reforçou seu compromisso com a ampliação da representatividade feminina e com a construção de políticas públicas que impactem diretamente a vida da população.

“Tenho com o presidente Silvinho uma relação de sintonia muito forte. Ele é um quadro político nacional que orgulha a todos nós pela sua capacidade de liderança e de enfrentar grandes desafios. Entro nessa disputa confiante no trabalho que já realizamos e na certeza de que há espaço para renovação na Câmara Federal. Defendo a ampliação da presença das mulheres em todos os espaços de poder e seguirei atuando com firmeza na Região Metropolitana e no Pajeú, levantando bandeiras que melhorem, de fato, o cotidiano das pessoas.”

Outras Notícias

PF conclui inquérito e aponta corrupção de Ciro Nogueira

A Polícia Federal afirmou, hoje, ao Supremo Tribunal Federal que reuniu indícios de que o atual ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), cometeu crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As informações são do g1. A PF concluiu as investigações abertas em 2018 e apontou que o empresário Joesley Batista pagou propina ao PP […]

A Polícia Federal afirmou, hoje, ao Supremo Tribunal Federal que reuniu indícios de que o atual ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), cometeu crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As informações são do g1.

A PF concluiu as investigações abertas em 2018 e apontou que o empresário Joesley Batista pagou propina ao PP em troca de apoio para a reeleição da então presidente Dilma Rousseff.

Em nota, a defesa de Ciro Nogueira diz estranhar o relatório da Polícia Federal, “pois a conclusão é totalmente baseada somente em delações que não são corroboradas com nenhuma prova externa”. “A Defesa tem absoluta confiança que o tempo das delações sem nenhuma fundamentação já está devidamente superado pelas decisões independentes do Ministério Público e do Supremo Tribunal Federal”, afirmam os advogados.

Segundo o depoimento de Joesley à PF, o pagamento de propina envolveu a entrega de uma mala com R$ 500 mil ao então senador Ciro Nogueira, presidente do PP desde abril de 2013 (atualmente, licenciado para exercer o cargo de ministro). A PF também diz ver indícios de crimes de Gustavo Lima, irmão de Ciro Nogueira; Edinho Silva, então tesoureiro da campanha do PT; Joesley Batista e Ricardo Saud, ambos executivos da J&F à época.

Com a conclusão da investigação pela PF, a relatora do caso, ministra Rosa Weber, deve encaminhar o inquérito para a Procuradoria-Geral da República. Caberá ao Ministério Público decidir se há elementos para denunciar os investigados ao STF, se pede mais diligências para dar continuidade às investigações ou se o caso deve ser arquivado.

Flores: Marconi Santana participa de entrega de maquinário agrícola no CRESOL

Nesta quarta-feira (8), o prefeito de Flores, Marconi Santana, atendendo convite de Cida Maia, integrante da Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária (CRESOL), esteve participando da entrega de maquinários agrícolas, na sede da cooperativa. Na ocasião, o gestor participou da entrega de Ordenhadeiras Mecânicas, Ensiladeiras, e Máquinas Debulhadoras de milho e feijão, que fazem […]

Nesta quarta-feira (8), o prefeito de Flores, Marconi Santana, atendendo convite de Cida Maia, integrante da Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária (CRESOL), esteve participando da entrega de maquinários agrícolas, na sede da cooperativa.

Na ocasião, o gestor participou da entrega de Ordenhadeiras Mecânicas, Ensiladeiras, e Máquinas Debulhadoras de milho e feijão, que fazem parte do projeto Empreendimentos Coletivos e Solidários de Fortalecimento do Cooperativismo no Nordeste.

Marconi Santana reconheceu a importância da presença do sistema cooperativista no território nacional e, destacou as ações de seu governo nessa área dizendo: “em nosso município, reforçamos o nosso compromisso em firmarmos parcerias, e destacamos o olhar e as ações que nossa administração tem desenvolvido para melhorar a vida do homem e da mulher do campo”, pontuou.

No ato, o Prefeito ainda citou como exemplo, a criação de programas em Flores, como o CAR Gratuito e o Programa Plantando o Futuro, onde a administração municipal assegura equipamentos agrícolas para produção de hortaliças, as quais têm 30% dessa produção comprada.

Marconi também defendeu na Sede do CRESOL, “a união das instituições, na busca de assegurarmos mais investimentos para o nosso produtor rural, sempre pensando em um município cada vez mais próspero”, ressaltou o gestor Florense.

Armando agora rumo à oposição no Estado

do JC Online Aliado da Frente Popular até o ano passado e colocando sua candidatura ao governo contra o PSB, Armando Monteiro (PTB), derrotado ontem nas urnas por mais de 1,6 milhão de votos de diferença, coloca-se de vez na oposição. Foi o recado que ele deixou ontem ao reconhecer o revés, ao indicar que […]

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do JC Online

Aliado da Frente Popular até o ano passado e colocando sua candidatura ao governo contra o PSB, Armando Monteiro (PTB), derrotado ontem nas urnas por mais de 1,6 milhão de votos de diferença, coloca-se de vez na oposição. Foi o recado que ele deixou ontem ao reconhecer o revés, ao indicar que estará observando de perto as ações de Paulo Câmara (PSB). “Eu espero que o governador eleito esteja à altura das responsabilidades e dos desafios que ele terá que assumir nos próximos anos”, disse. No entanto, ele não se credenciou como líder desse novo bloco. O insucesso arrastou também João Paulo (PT) na corrida ao Senado.

“As urnas sempre definem as coisas. Quem perde tem sempre esse papel (de oposição). Nós vamos exercê-lo com responsabilidade e com o sentido maior, que é o compromisso com Pernambuco”, completou o petebista.

Armando não quis avaliar a derrota. “Ao reconhecer o resultado da eleição, estamos reconhecendo o pronunciamento do povo de Pernambuco. Com que dimensão, se por mais ou menos, não me parece agora questão própria. Ficamos com a responsabilidade de representar um terço dos eleitores de Pernambuco, que é algo muito expressivo”, declarou.

O candidato disse, ainda, que a comoção com a morte do ex-governador Eduardo Campos é assunto passado. “Não gostaria de me deter mais nisso, eu acho que agora isso passou. Houve um resultado, nós perdemos. Nesse momento, nosso compromisso é olhar para frente”, acrescentou.

Para Paulo Rubem (PDT), vice na chapa, a derrota nas urnas se deu pela falta de um comando único das campanhas presidenciais, estaduais e ao Senado. “Eles (a Frente Popular) tinham isso e fica mais fácil de guiar. Eles também tinham muito tempo de TV e as máquinas da prefeitura e do governo a favor”, analisou. A falta de uma conduta uniforme entre PTB e PT era evidente na campanha. Tanto que João Paulo teve um comitê separado de Armando e, muitas vezes, fez agendas diferentes do restante da coligação.

ALIADOS – João Paulo (PT) e Paulo Rubem não afirmaram ontem que estão no barco da oposição no Estado. “Não falo em nome do PT. O PT tem suas instâncias democráticas para discutir. Vai fazer uma avaliação do resultado nacional e estadual e montar estratégia futura”, declarou João Paulo.

Posição semelhante assumiu Paulo Rubem. “O resultado eleitoral de Pernambuco e dos demais Estados serão analisados pela direção nacional. Mas a posição do partido é permanecer integrado a essas forças e discutir a sua reestruturação no Estado com orientação da direção nacional”, afirmou.

Movimento pró Bolsonaro no Pajeú taxa de “vagabundos” sindicalistas que apoiam esquerda

Defensores de Jair Bolsonaro no Pajeú, existem, não tem papas na língua e não levam desaforo pra casa, mesmo ao defender posições tidas como ultra-conservadoras, na contramão da história na avaliação de historiadores e pensadores políticos mais a esquerda. Essa é a conclusão tirada a partir do primeiro debate entre os integrantes do grupo pró-Bolsonaro em […]

Brenda e Maxuel, observados por Giovani Sá: defesa intransigente de Bolsonaro

Defensores de Jair Bolsonaro no Pajeú, existem, não tem papas na língua e não levam desaforo pra casa, mesmo ao defender posições tidas como ultra-conservadoras, na contramão da história na avaliação de historiadores e pensadores políticos mais a esquerda.

Essa é a conclusão tirada a partir do primeiro debate entre os integrantes do grupo pró-Bolsonaro em Serra Talhada com os radialistas Francys Maya e Giovani Sá. O programa resolveu ouví-los após um Outdoor que defendia sua pré-candidatura ter sido pichado e ter a inscrição “fascista” escrita.

O grupo esteve no programa representado por Helder Menezes, Cícero Ricardo, Maxuel Vitório e Brenda Vitória. “A decisão de apoio não foi influencia de ninguém. Tem muito político corrupto, muito escândalo. Você não vê nenhum escândalo de Bolsonaro. Inclusive os valores que recebeu da JBS foram devolvidos. Outro não devolveria. O movimento não surgiu em Serra. É Um movimento estadual de 2014 que surgiu no Recife, liderado por Leandro Quirino”, disse Helder.

O grupo tem adeptos em WhattsApp e, garante o movimento, ex-políticos e empresários. Só não citaram quais são os nomes. “Em momento oportuno vamos falar”, complementa Helder. “Temos regimento interno. Vamos criar um instituto de direita para formar pessoas . Queremos ocupar DCEs em universidades, lançar candidatos, dar assistência social e difundir valores”, diz João Daniel.

Eles vão pro ataque quando questionados. Perguntados pelo jornalista Giovani Sá o que acham do período do regime militar, que Bolsonaro diz ter sido o melhor da história, em que houveram  medidas como Congresso fechado, torturadores como o General Ustra (defendido pelo parlamentar), mortes e privação de liberdades, em época que alguns do movimento sequer eram nascidos,  a defesa foi o ataque.

“Alguém que é acusado de comunista e defensor do socialismo não pode exigir isso de um candidato. Colocaram o nome de Ustra, mas temos gente do outro lado apoiando Marighela. São fatos inquestionáveis. Quem tem ideologia progressista e de esquerda questiona tanto só que hoje agem com represália, repressão e subjulgo a quem pensa diferente. Quem fez isso no outdoor, a atitude colocada lá foi fascista”, disse Brenda, que defendeu o projeto de armar a população, defendido pelo parlamentar, mesmo que não esteja dando certo em países como os EUA.

O linguajar também é bem pitoresco. Quando perguntado se havia possibilidade de uma guerra civil com a possível eleição de Bolsonaro, Cícero Ricardo foi direto. “Impossível. Não existe vagabundo suficiente para encarar uma guerra civil é impossível de acontecer. Não existe ais imposto sindical”, referência ao Movimento Sindical, aliado com o petismo.

Miguel Coelho afirma que o PSB transformou a Compesa em sinônimo de ineficiência

Alvo constante de críticas da população, o serviço oferecido pela Compesa tem sido questionado também pelo pré-candidato a governador Miguel Coelho (UB).  Neste domingo (10), em visita a Orobó, o ex-prefeito de Petrolina voltou a defender uma reestruturação da empresa que permita ampliar os investimentos em saneamento e na universalização do abastecimento de água. Miguel […]

Alvo constante de críticas da população, o serviço oferecido pela Compesa tem sido questionado também pelo pré-candidato a governador Miguel Coelho (UB). 

Neste domingo (10), em visita a Orobó, o ex-prefeito de Petrolina voltou a defender uma reestruturação da empresa que permita ampliar os investimentos em saneamento e na universalização do abastecimento de água.

Miguel afirmou que é necessário fazer um debate sério sobre o papel e o modelo de gestão da companhia estadual. O pré-candidato disse que o PSB fracassou na gestão da Compesa e a população não pode continuar sendo penalizada. 

“Esse governo transformou a empresa em sinônimo de ineficiência. Aqui no Agreste mesmo, tem cidade que passa meses sem água, mas não se deixa de cobrar um mês a conta”, reclamou.

O pré-candidato ressaltou o esforço dos servidores da Compesa em manter a companhia de pé apesar do uso da instituição como espaço para abrigar aliados do PSB em cargos comissionados.

“A Compesa precisa deixar de ser cabide de emprego, os servidores tem de ser respeitados e a prioridade precisa ser colocar água nas casas dos pernambucanos.”

Segundo dados do Trata Brasil, apenas 32% de Pernambuco tem tratamento de esgoto. Outro indicador alarmante é sobre o abastecimento. 

No último levantamento do IBGE, Pernambuco é considerado o pior estado do Brasil no serviço, com apenas 52% da população com água regularmente nas torneiras.