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Biometria não garante segurança das eleições, dizem especialistas

Por Nill Júnior

simulacao-de-uso-da-urna-biometrica-no-tre-go-1411056058615_300x300A urna biométrica, que identifica o eleitor pela impressão digital e foi implantada para evitar que pessoas votem no lugar outros eleitores, não está imune a fraudes, segundo especialistas ouvidos pelo UOL.

Como qualquer máquina, a urna biométrica está sujeita a falhas técnicas. A leitura de impressão digital do eleitor pode ter problemas na hora da identificação, o chamado “falso negativo”, mas a Justiça Eleitoral não pode impedir eleitores legítimos de votar por falhas técnicas.

Para que o cidadão possa votar mesmo em caso de falha, o equipamento tem um dispositivo que permite que o mesário libere o voto após a utilização de uma senha. A fraude é possível se um mesário mal intencionado votar no lugar de eleitores que faltaram.Nas últimas eleições, antes da aplicação da biometria, especialistas afirmaram que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que a taxa de liberação do voto por senha do mesário era menor que 1%, mas o índice de erro chegou a 7%, de acordo com o Fórum do Voto Seguro, um grupo de discussão de especialistas em segurança eletrônica que apontam fragilidades do sistema eletrônico de votação brasileiro e recomendam alternativas mais seguras.

“Não é possível afirmar que quando o voto não  identificado é uma fraude do mesário, mas não é possível confirmar que não seja”, afirmou o engenheiro Amilcar Brunazo, especialista em segurança digital. “O problema é a que o TSE afirma que a biometria melhora a segurança das urnas eletrônicas, mas ela não garante que o equipamento não estará suscetível a fraudes.”

Boletins de urnas de 2010 obtidos pelo UOL mostram que em uma seção eleitoral de Maribondo (AL), que usou urna biométrica, 65% dos eleitores que votaram não foram identificados por biometria. Em outra de Quebrangulo (AL), o índice é 59,3% e seu sistema foi encerrado ás 19h59 –mais tarde que a média do encerramento das urnas.

Outras Notícias

Ex-ministro e pastor ligado a Bolsonaro são presos pela PF em operação sobre ‘balcão’ do MEC

Milton Ribeiro saiu do governo após suspeitas sobre atuação de pastores na liberação de verbas no Ministério da Educação A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira (22) uma operação contra o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e pastores suspeitos de operar um balcão de negócios no Ministério da Educação e na liberação de verbas […]

Milton Ribeiro saiu do governo após suspeitas sobre atuação de pastores na liberação de verbas no Ministério da Educação

A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira (22) uma operação contra o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e pastores suspeitos de operar um balcão de negócios no Ministério da Educação e na liberação de verbas do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). 

Ribeiro e ao menos um dos pastores, Gilmar Santos, já foram presos.

A PF também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos —esses dois últimos são ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontados como lobistas que atuavam no MEC.

A ação foi batizada de Acesso Pago e investiga a prática de “tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos” do FNDE.

Com base em documentos, depoimentos e um relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) foi possível mapear indícios de crimes na liberação de verbas do fundo. Ao todo, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco de prisões em Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal.

Os pastores são peças centrais no escândalo do balcão de negócios do ministério. Como mostrou a Folha, eles negociavam com prefeitos a liberação de recursos federais mesmo sem ter cargo no governo.

Os recursos são do FNDE, órgão ligado ao MEC controlado por políticos do centrão, bloco político que dá sustentação a Bolsonaro desde que ele se viu ameaçado por uma série de pedidos de impeachment e recorreu a esse apoio em troca de cargos e repasses de verbas federais.

O fundo concentra os recursos federais destinados a transferências para municípios. Leia a reportagem completa de Fabio Serapião e Paulo Saldaña/Folha de S. Paulo.

Prefeitura reúne entidades para discutir acessibilidade nas ruas de Petrolina

Um encontro realizado nesta quarta-feira (21), em Petrolina, reuniu diversas entidades e pessoas com deficiência com um objetivo comum: ampliar os pontos de acessibilidade nas ruas da cidade. Durante toda a manhã, representantes da prefeitura ouviram as demandas de comunitários para mapear os locais de difícil acesso e assim buscar as melhorias necessárias. Durante o […]

Foto: Gustavo Brito

Um encontro realizado nesta quarta-feira (21), em Petrolina, reuniu diversas entidades e pessoas com deficiência com um objetivo comum: ampliar os pontos de acessibilidade nas ruas da cidade. Durante toda a manhã, representantes da prefeitura ouviram as demandas de comunitários para mapear os locais de difícil acesso e assim buscar as melhorias necessárias.

Durante o encontro, as pessoas com deficiência e familiares detalharam os pontos que precisam de mais atenção e puderam dar sugestões sobre a acessibilidade. Segundo a secretária executiva da mulher e acessibilidade, Talita Andrade, a ideia é ouvir as demandas e construir um documento no qual serão estabelecidas as prioridades com relação à acessibilidade.

“Nós já temos avanços nas ruas de Petrolina a exemplo da implantação dos sinais sonoros, mas estamos trabalhando para melhorar ainda mais. É justamente por isso que estamos aqui ouvindo as sugestões para que estas melhorias sejam implantadas”, disse.

Entre as principais demandas apresentadas pelos presentes, estão locais de lazer como a orla de Petrolina, balneários e o Parque Municipal Josepha Coelho. Ao final da reunião, ficou definida a elaboração de um documento através do qual as demandas serão encaminhadas à Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Mobilidade para adoção das medidas necessárias.

Além de pessoas com deficiência e familiares, a reunião contou ainda com a presença de representantes da Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA); Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Mobilidade (SEINFRAHM); Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e Núcleo de Apoio Psicopedagógico às Pessoas com Deficiência (Nappne).

Ação violenta contra funcionários da Saúde de Afogados é registrada em Albuquerque-né

Um carro com funcionários da prefeitura de Afogados da Ingazeira, foi assaltado por volta da meia noite desta segunda-feira (14). O assalto aconteceu nas imediações de Albuquerque Né. Foram quatro criminosos, três deles encapuzados. Estavam no veículo a enfermeira Viviane Zuza, esposa do presidente da Câmara, Vicentinho, Renata Alves, filha de Zulene, cordenadora do Bolsa […]

Um carro com funcionários da prefeitura de Afogados da Ingazeira, foi assaltado por volta da meia noite desta segunda-feira (14). O assalto aconteceu nas imediações de Albuquerque Né.

Foram quatro criminosos, três deles encapuzados.

Estavam no veículo a enfermeira Viviane Zuza, esposa do presidente da Câmara, Vicentinho, Renata Alves, filha de Zulene, cordenadora do Bolsa Família, o motorista conhecido como Pelé e mais um funcionário da Secretaria de Saúde identificado como Edilberto. Eles seguiam para Recife.

Os homens foram agredidos com uma chave de roda. Foram roubados celulares, dinheiro, mais de R$ 1.200 e outros pertences. Não levaram os iPhones porque eram rastreáveis. Levaram os celulares Android. Estavam com cheiro forte e droga e álcool”, disse o Secretário Arthur Amorim.

Eles ainda pegaram o carro e deixaram o grupo. “As meninas bateram em algumas casas mas as pessoas com medo não respondiam. Na pista, um caminhoneiro deu carona aos quatro até Iguaracy, onde acionaram o coordenador de Transportes Edvaldo Silva”, disse. As vítimas prestam queixa esta manhã na Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira.

FHC: Impeachment não pode ser tese

Do Estadão Conteúdo No momento em que os partidos de oposição ao governo se uniram no Congresso para avançar juntos no movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) criticou a iniciativa. “Impeachment não pode ser tese. Quem diz se houve uma razão objetiva é a justiça e a […]

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Do Estadão Conteúdo

No momento em que os partidos de oposição ao governo se uniram no Congresso para avançar juntos no movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) criticou a iniciativa. “Impeachment não pode ser tese. Quem diz se houve uma razão objetiva é a justiça e a polícia. Os partidos não podem se antecipar a tudo isso, não faz sentido. É precipitação”, afirmou.

A declaração foi feita no 14º Fórum de Comandatuba, maior evento empresarial do país, depois de um debate com ex-presidentes da América Latina. O PSDB deve receber na próxima quarta-feira (22) uma série de pareceres de juristas que servirão de base para um eventual pedido de impedimento.

Questionado se a presidente pode ser responsabilizada pelas pedaladas fiscais, utilização de recursos de bancos públicos para inflar artificialmente os resultados fiscais e melhorar as contas da União, FHC também rechaçou a ideia. “É especulação dizer que Dilma pode ser responsabilizada pelas pedaladas”.

O ex-presidente também comentou a declaração feita ontem no mesmo evento pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de que a prática vem sendo executada “nos últimos 12 ou 15 anos” ou seja, nas gestões tucanas. “Eu não sei andar de bicicleta, como vou dar uma pedalada? A Lei de Responsabilidade Fiscal é de 2001″.

Sandrinho: “sou candidato a reeleição”

Afirmando que demais gestores tiveram o direito, prefeito disse que única condição para não disputar é se morrer antes ou não estiver bem avaliado O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB) surpreendeu participando do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Confrontado com uma fala do ex-prefeito Totonho Valadares, que disse ser […]

Afirmando que demais gestores tiveram o direito, prefeito disse que única condição para não disputar é se morrer antes ou não estiver bem avaliado

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB) surpreendeu participando do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Confrontado com uma fala do ex-prefeito Totonho Valadares, que disse ser cedo para cravar a condição de que já poderiam disputar a reeleição, Sandrinho foi incisivo.

“Sempre foi muito verdadeiro e sempre tive admiração. Eu também admiro ainda mais a minha verdade. Primeiro que não depende dele com todo respeito que tenho a minha candidatura. Quero dizer desde hoje que Sandrinho Palmeira é candidato a reeleição”.

Ele disse só haver uma única condição para não ser, além claro, da morte. “Se eu fizer uma pesquisa e a aprovação for de 30%, 35%, aí não sou candidato porque o povo não quer”.

Ele lembrou das chamadas regras de condução da Frente Popular. “Quando Giza foi prefeita ela conduziu sua reeleição. Quando Totonho foi prefeito ele conduziu o processo e foi candidato a reeleição. Quando Patriota foi prefeito ele conduziu sua reeleição. E assim será com Alessandro Palmeira”.

Perguntado, Sandrinho disse que não há a possibilidade de Patriota querer voltar a disputar a  prefeitura caso não tenha sucesso na disputa à ALEPE. “Quando Patriota vem aqui e diz que é importante formar novos quadros, ele diz isso como uma verdade. Como a gente forma novos quadros e depois amputá-los? Dizer você vai e depois eu volto. Não, é pra gerir a cidade. Não estou dizendo que não há outras pessoas com qualificação pra ser”, disse, para refirmar que pé o condutor natural do processo.

E arrematou: “Quem tá conduzindo a Frente Popular de Afogados sou eu, assim como estou tendo a responsabilidade de coordenar a campanha de José patriota no Estado”, disse, para defender o projeto do ex-prefeito. “Não é campanha de Deputado Municipal, é de Deputado Estadual”, afirmou pra dizer que o projeto do socialista tem viabilidade real.