Rorró e Kaio Maniçoba anunciam apoio a Miguel Coelho
Por Nill Júnior
Dentro do “acordo de cooperação” entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho, a prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, a vice, Bia Numeriano, e o Deputado Estadual Kaio Maniçoba, declararam apoio ao seu projeto federal.
Miguel busca com isso evitar minar bases do irmão, o já Deputado Federal Fernando Filho. A família, caso eleito, passará a ter dois representantes na Câmara, já contando com Antônio Coelho na ALEPE, sob a batuta de Fernando Bezerra Coelho.
“Muito feliz em receber o apoio da prefeita de Floresta, Rorró Manicoba, da vice-prefeita Bia Numeriano e do deputado estadual e candidato à reeleição Kaio Manicoba. Essa dobradinha vai levar mais força e trabalho pelo Sertão. Juntos, vamos captar investimentos, abrir caminhos e fortalecer ainda mais a nossa região”, disse em sua rede social.
A Secretaria da Mulher de Arcoverde iniciou as ações do Março Mulher, na Casa da Mulher Arcoverdense, em parceria com a Secretaria de Administração e a enfermeira Rejane Novaes. A Casa da Mulher recebeu as mulheres potentes da Secretaria de Administração e Patrimônio, e juntas com a sua equipe e a enfermeira Rejane Novaes, vivenciaram […]
A Secretaria da Mulher de Arcoverde iniciou as ações do Março Mulher, na Casa da Mulher Arcoverdense, em parceria com a Secretaria de Administração e a enfermeira Rejane Novaes.
A Casa da Mulher recebeu as mulheres potentes da Secretaria de Administração e Patrimônio, e juntas com a sua equipe e a enfermeira Rejane Novaes, vivenciaram uma roda de diálogo, escuta acolhedora e Práticas Integrativas e Complementares em saúde.
“Nossas ações serão integradas e transversais. Estaremos nos mais diversos espaços e localidades, dialogando e fortalecendo as mulheres diversas de nosso município. Agradecemos ao nosso Prefeito Wellington Maciel, a nossa Primeira Dama Rejane Maciel, as demais secretarias parceiras, e aos inúmeros parceiros da iniciativa pública e privada que potencializam nossas ações. Gratidão a nossa equipe que está aí fazendo acontecer. Sigamos em frente que até o dia 31 de março tem chão e LUTA!”, destacou a secretária da Mulher de Arcoverde, Micheline Valério.
Em discurso, nesta terça-feira (10), na Câmara dos Deputados, Gonzaga Patriota (PSB) parabenizou os municípios de Belém do São Francisco e Serra Talhada pelas comemorações de aniversário de emancipação política dessas localidades. “Quero registrar o aniversário de duas maravilhosas cidades de Pernambuco: Belém do São Francisco e Serra Talhada. A Serra Talhada do Lampião, da […]
“Quero registrar o aniversário de duas maravilhosas cidades de Pernambuco: Belém do São Francisco e Serra Talhada. A Serra Talhada do Lampião, da Capital do Xaxado e a Serra Talhada da minha mulher, Rocksana Patriota. Então, presidente, eu quero deixar um grande abraço para os belemitas e para o povo de Serra Talhada que me recebeu com o governador no dia das comemorações da sua emancipação política.
Serra Talhada comemorou 171 anos de emancipação política no último dia 06 de maio. Já Belém do São Francisco comemorou seus 119 anos no dia 07 de maio.
Em Flores, o vereador Luiz Heleno (PSB) foi eleito presidente da Câmara com uma curiosidade. Ele não aceitou ser declarado como candidato governista e até buscou votos da oposição para chegar à Câmara. A base governista tinha interesse inicial de emplacar o vereador Alberto Ribeiro, mas faltou consenso. Assim, a Mesa Diretora ficou com a […]
Em Flores, o vereador Luiz Heleno (PSB) foi eleito presidente da Câmara com uma curiosidade. Ele não aceitou ser declarado como candidato governista e até buscou votos da oposição para chegar à Câmara.
A base governista tinha interesse inicial de emplacar o vereador Alberto Ribeiro, mas faltou consenso.
Assim, a Mesa Diretora ficou com a seguinte conformação: Luiz Heleno foi eleito presidente. Completam a Mesa Diretora Flavinha de Gerson (1ª vice Presidente), Adeilton Patriota (2º vice Presidente), Patrícia dos Santos, Primeira Secretária e Chico Paraíba, Secretário.
Militantes governistas foram acusados de causar tumulto e desordem na sessão. A PM teve que ser chamada.
Do Congresso em Foco Um verdadeiro desencontro de versões veio à tona no Congresso depois que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou a votação da reforma da Previdência para 2018, depois de acordo supostamente costurado com a cúpula governista em Brasília. A notícia levada a público por Jucá remete ao fato […]
Um verdadeiro desencontro de versões veio à tona no Congresso depois que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou a votação da reforma da Previdência para 2018, depois de acordo supostamente costurado com a cúpula governista em Brasília. A notícia levada a público por Jucá remete ao fato de que, diante da falta de consenso na base e da quantidade de deputados contrários ao texto, Michel Temer (PMDB) e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), acharam por bem adiar a discussão e fechar acordo para votar o texto em fevereiro do próximo ano.
Os desmentidos a Jucá podem ser sintetizados com Rodrigo Maia, que disse não ter feito acordo nos termos do que foi anunciado pelo senador do PMDB. Questionado por jornalistas a caminho do plenário da Câmara, o deputado tentou desconversar. “Vamos conversar com o presidente Michel entre hoje [quarta, 13] e amanhã para a gente avaliar se tem condições de começar a votar amanhã ou não”, declarou, imediatamente interpelado por uma repórter que queria saber se, então, o colega mentiu quando anunciou o tal acordo.
“Não é que o senador Jucá mentiu. Ele pode estar falando pelo governo”, tergiversou.
Entre os principais líderes governistas na Câmara, onde a reforma começa a ser votada, a sensação era de incredulidade. Visivelmente pegos de surpresa com a postura de Jucá, alguns partiram para a desqualificação. “Tem muita gente querendo aparecer nesse processo. Quem tem que aparecer nesse processo é a reforma da Previdência, que é importante para o país”, bradou o vice-líder do governo na Câmara Beto Mansur (PRB-SP).
Líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE) também desautorizou Jucá e disse que, se o governo determinar a votação a partir da leitura do parecer já nesta quinta-feira (13), assim será feito. “Embora algumas pessoas tenham falado, no sentido de adiar para fevereiro… não vejo isso como a balbúrdia que estão fazendo, mas acho que isso está no nosso cronograma, porque dissemos que se não tivéssemos os votos para votar na segunda-feira [18], nós pautaremos quando esse votos estiverem consolidados”, arrematou o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), para quem houve “melhora clara do ambiente” na base aliada em relação à reforma.
Até quem não exerce mandato na Câmara se apressou em desdizer Jucá. Em evento com empresários em São Paulo, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também tentou reverter a impressão de fragilidade do governo Temer diante da matéria. ”Se por ventura não for viável [votar na quinta, 14], ficará para o início do próximo ano. Mas isso não era novidade”, observou Meirelles, com a ressalva de que Jucá é “um líder importante, experiente”.
Desmobilização e irritação
Nos bastidores do Congresso corre a versão de que, ontem (terça, 12), em um jantar na residência oficial do presidente do Senado, a cúpula do governo decidiu manter as negociações em busca de votos para aprovar a reforma, mas como maneira de sinalizar para o mercado que a pauta está mantida e a base comprometida com sua aprovação. No entanto, segundo interlocutores do governo, o adiamento da votação para 2018 seria um caminho mais seguro, desde que anunciado de maneira adequada.
Presidente do Senado, Eunício Oliveira evitou falar com imprensa depois do anúncio de Jucá. Como este site mostrou na última sexta-feira (8), o senador cearense classificou como “ideal” que o Congresso vote o orçamento da União para 2018 e, na iminência do recesso parlamentar, encerre os trabalhos sem votar a reforma da Previdência. Depois da chuva de declarações, Jucá se manifestou e disse que a votação da matéria é uma pauta que cabe a Rodrigo Maia conduzir, e que o adiamento foi sinalizado nas reuniões de líderes nos últimos dias.
Pivô do impasse, a postura de Jucá, homem forte de Temer no Congresso, passou a ser considerada como fator de desmobilização da base em torno da reforma previdenciária – a notícia irritou a cúpula do Planalto, segundo a repórter Andréia Sadi (Globonews). A situação privilegia a votação, a partir desta quarta-feira (13), das diretrizes orçamentárias para o próximo ano, algo que não costuma provocar grandes disputas entre governo e oposição. Uma vez aprovada a peça orçamentária, nos termos da Constituição, parlamentares podem sair de recesso antes de 22 de dezembro, fim do ano legislativo, sem se preocupar com o compromisso com a reforma da Previdência.
“Foi consultado [em reunião de líderes] se a questão do orçamento poderia ser votada hoje ou não, e o governo sinalizou que não faria óbice à votação – até porque, se assim não fosse, não poderíamos fazer um esforço concentrado se decidíssemos fazer a votação na segunda-feira [18], porque teríamos ainda o orçamento para ser votado. Então, nesse sentido, o governo optou por votar o orçamento”, ponderou Aguinaldo Ribeiro, acrescentando que a votação em fevereiro não deveria ser motivo de surpresa.
Minutos depois do anúncio do senador, o Palácio do Planalto divulgou para a imprensa uma nota que, se não desautoriza Jucá de maneira enfática, diz que a data da votação ainda será discutida. “[…] o presidente discutirá com os presidentes do Senado Federal, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a data de votação da proposta”, diz trecho do comunicado.
Leia a íntegra:
Após passar por procedimento cirúrgico em São Paulo na tarde de hoje, o presidente Michel Temer retornará a Brasília nesta quinta-feira (14), com liberação da equipe médica que o acompanha.
Ele espera ainda para amanhã a leitura da emenda aglutinativa do deputado Arthur Maia sobre a reforma da Previdência. Somente depois disso, o presidente discutirá com os presidentes do Senado Federal, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a data de votação da proposta.
Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República
As cidades de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, Arcoverde, no Sertão do Moxotó, e Salgueiro, no Sertão Central, têm 17 vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (18), segundo a Agência do Trabalho de Pernambuco, ligada à Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego e Qualificação. Em Serra Talhada são 09 vagas disponíveis para os cargos de Auxiliar […]
As cidades de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, Arcoverde, no Sertão do Moxotó, e Salgueiro, no Sertão Central, têm 17 vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (18), segundo a Agência do Trabalho de Pernambuco, ligada à Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego e Qualificação.
Em Serra Talhada são 09 vagas disponíveis para os cargos de Auxiliar de manutenção predial (02), Garçom (01), Mecânico eletricista de diesel (2), Motorista entregador (1), Operador de caixa (1), Representante Comercial Autônomo (1) e Vendedor Interno (1).
Em Arcoverde são 04 vagas para as funções de Cozinheiro de restaurante (1), Reparador de aparelhos eletrodomésticos (1) e Vendedor Pracista (2). Em Salgueiro são 04 vagas para Operador de central de concreto (1), Operador de máquinas especiais em conservação de via permanente (1), Operador de ponte rolante(1) e Vendedor Interno (1).
Os candidatos interessados devem procurar as agências do trabalho de cada cidade com os seguintes documentos: RG e CPF, Carteira de Trabalho (em papel ou a digital), Número do PIS, Currículo, Comprovante de Residência e Comprovante de vacinação contra Covid-19.
Para concorrer às vagas em Salgueiro é necessário fazer agendamento para ir à agência. O cadastro e agendamento podem ser feitos pelo link: Após entrar no link, escolha o serviço “Intermediação de mão de obra”, clique em “Não sou um robô” e avance. Preencha seus dados pessoais, depois selecione a unidade que deseja, e siga todos os passos até conseguir o número de protocolo.
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