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Serra: Geni constata o que todo mundo já comenta: “sem unidade da oposição Duque leva reeleição”

Por Nill Júnior
Foto: reprodução C1
Foto: reprodução C1

Em Serra Talhada, o ex-prefeito Geni Pereira, hoje no Pros, fez uma projeção já bastante comentada por analistas políticos, profissionais de imprensa e por “comentaristas de WhattsApp” nos inúmeros grupos na Capital do Xaxado.

Falando ao programa Caderno 1 no Ar, na Rádio Vilabela FM, o ex-prefeito fez o alerta: “Se as oposições não se unirem pra combaterem o governo, o prefeito será Luciano Duque novamente”. Isso se explica facilmente. Como Serra Talhada não tem dois turnos, mesmo que os votos da oposição somem mais de 50%, se fragmentados em mais de uma candidatura, as chances de Duque são reais  de abocanhar a reeleição.

Geni ainda avaliou como  possível a suposta aproximação de Sebastião Oliveira e Luciano Duque. Essa aliança aliás, tem sido possível para muitos, mas até agora não se configurou na prática. O que ninguém arrisca dizer é como vai acontecer a aliança e quem vai liderar quem.

Para o ex-prefeito, na receita para a oposição enfrentar Luciano Duque o que não pode faltar é diálogo. “Tem que ter essa unidade, não só com esses que estão sentando nas mesas que o PR tá fazendo, mas de uma forma geral”, aconselhou. O próprio Geni não conversa com Carlos Evandro, que não conversa com Geni, que não conversa…

Outras Notícias

PF vê indícios de falsidade ideológica em venda da Covaxin ao governo

Transação foi cancelada em agosto, após o contrato ter sido assinado, por determinação da Controladoria-Geral da União Agência O Globo Num dos primeiros inquéritos abertos a partir de fatos apurados pela CPI da Covid no Senado, a Polícia Federal identificou indícios de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e associação criminosa por parte de funcionários […]

Transação foi cancelada em agosto, após o contrato ter sido assinado, por determinação da Controladoria-Geral da União

Agência O Globo

Num dos primeiros inquéritos abertos a partir de fatos apurados pela CPI da Covid no Senado, a Polícia Federal identificou indícios de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e associação criminosa por parte de funcionários da Precisa Medicamentos que participaram das negociações com o Ministério da Saúde para a venda da vacina indiana Covaxin, a mais cara negociada pelo governo brasileiro durante a pandemia.

A transação foi cancelada em agosto, após o contrato ter sido assinado, por determinação da Controladoria-Geral da União (CGU), que também encontrou indicativos de irregularidades.

Além disso, a PF detectou indícios de lavagem de dinheiro por parte dos responsáveis pelo FIB Bank, uma empresa que deu a garantia financeira para a assinatura do contrato, embora não tivesse autorização do Banco Central para conceder esse tipo de chancela.

Foi com base nesses elementos que a PF cumpriu busca e apreensão na semana passada em endereços de Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa, e de outros personagens envolvidos no negócio.

Na decisão que autorizou a operação, a juíza da 12ª Vara Federal do Distrito Federal, Pollyanna Kelly, resumiu os argumentos apresentados pela PF. “O contrato firmado entre a empresa e o Ministério da Saúde é eivado de vício, atribuído, possivelmente, à malícia dos representantes da Precisa Medicamentos”, diz na decisão.

Na matéria completa, exclusiva para assinantes, veja como a investigação também chegou a suspeitas que envolvem o FIB Bank.

Ex-secretária de Educação diz que atual gestão tenta levar bônus de ações conveniadas no governo Evandro Valadares

A professora e ex-secretária de Educação, Roseane Borja, foi a convidada no programa Manhã Total na Gazeta FM, esta manhã. Borja em linhas gerais criticou a atual Secretaria e a gestão Romério Guimarães por, segundo ela, omitir que ações concluídas nesta gestão só foram possíveis graças a convênios deixados pelo governo Evandro Valadares em sua […]

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A professora e ex-secretária de Educação, Roseane Borja, foi a convidada no programa Manhã Total na Gazeta FM, esta manhã. Borja em linhas gerais criticou a atual Secretaria e a gestão Romério Guimarães por, segundo ela, omitir que ações concluídas nesta gestão só foram possíveis graças a convênios deixados pelo governo Evandro Valadares em sua pasta.

“Tenho como provar que muitos convênios de nossa gestão foram concluídos agora e não houve a informação de que nós começamos. Se dizem que o município de São José do Egito é referência na educação, deveriam reconhecer que a base para isso foi construída nas últimas gestões”.

Ela de como exemplos recursos deixados em contas no Banco do Brasil como para aplicação na creche da Escola Antonio Bitu, no valor de R$ 1.329.871,68. Também citou convênios como o de R$ 1.277.482,94 para compra de carteiras escolares, ônibus, conjuntos para portadores de necessidades especiais, ventiladores, lousas digitais e conjuntos para professores.

Ela também afirmou que todas as escolas foram repassadas à atual gestão em bom estado, respondendo a questionamentos feitos semana passada. “Entre 18 e 28 de dezembro de 2012 nossa equipe, a equipe do atual governo e a comunidade acompanharam a entrega das escolas. Tudo foi registrado e documentado”.

Por fim, disse que a atual gestão estaria proibindo professores efetivos e contratados de contato com professores ligados à gestão anterior e cobrou que os professores tenham liberdade para realizar manifestações por melhores condições de trabalho.

Raquel Lyra dialoga sobre ações em Pernambuco com direção da Fundação Lemann

Durante agenda na cidade de São Paulo nesta quarta-feira (17), a governadora Raquel Lyra participou de uma reunião com diretores da Fundação Lemann para realizar o acompanhamento de projetos e ações que a organização executa junto ao Governo de Pernambuco.  A Fundação atua no Estado em projetos na área educacional e gestão de pessoas através […]

Durante agenda na cidade de São Paulo nesta quarta-feira (17), a governadora Raquel Lyra participou de uma reunião com diretores da Fundação Lemann para realizar o acompanhamento de projetos e ações que a organização executa junto ao Governo de Pernambuco. 

A Fundação atua no Estado em projetos na área educacional e gestão de pessoas através da Secretaria de Educação, além da pasta de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional. Na ocasião, a governadora também dialogou sobre a ampliação de possíveis parcerias nessas áreas.

“Estamos em São Paulo junto com a Fundação Lemann em um debate importante sobre nossas parcerias em Pernambuco. A Fundação tem sido uma parceira fundamental para a melhoria do desempenho da educação no nosso Estado. Estamos fortalecendo essa parceria e buscando ampliá-la para melhorar os resultados finais da educação dos nossos estudantes”, destacou a governadora Raquel Lyra.

O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, registrou a importância desse acompanhamento das ações. “Foi muito importante estar aqui hoje, ficamos honrados em poder encontrar a governadora Raquel. Pernambuco é um Estado super estratégico e a Fundação Lemann é muito parceira do governo estadual em várias frentes, na parte de educação, gestão de pessoas, alfabetização apoiando o trabalho junto aos municípios. Foi ótimo poder olhar para os dados, como os projetos estão indo e ver o que podemos fazer para melhorar ainda mais”, frisou o diretor.

Estiveram presentes na reunião os seguintes representantes da Fundação Lemann: Anna Laura Schmidt, vice-presidente de lideranças, e Weber Sutti, diretor de Articulação e Mobilização. Também acompanharam os secretários de Pernambuco Fernando Holanda, da Assessoria Especial, e Rodolfo Costa Pinto, da Comunicação, além do presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho.

Celpe diz através de call center que iluminação pública é com prefeituras

Relato de comunidade arcoverdense à prefeita Madalena Brito tem se repetido em outras cidades A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto esteve reunida com a Associação dos Moradores do Cocal, uma comunidade que fica na zona rural do município. Ela foi acompanhada pelo vice-prefeito, Wellington Araújo; pelo secretário da Agricultura, Alberto Vaz e pela secretária de […]

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Relato de comunidade arcoverdense à prefeita Madalena Brito tem se repetido em outras cidades

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto esteve reunida com a Associação dos Moradores do Cocal, uma comunidade que fica na zona rural do município. Ela foi acompanhada pelo vice-prefeito, Wellington Araújo; pelo secretário da Agricultura, Alberto Vaz e pela secretária de Comunicação, Cristhiane Cordeiro.Na ocasião, ela fez um balanço das estradas recapeadas e das que já estão recebendo nova manutenção.

Durante o encontro foram abordadas várias questões: a limpeza dos açudes, a luminação, a construção da nova sede da Associação, a limpeza do cemitério e a proposta de abertura de novas estradas. O secretário da Agricultura se comprometeu a avaliar a viabilidade da estrada reivindicada pelos moradores.

Algumas pessoas denunciaram que quando procuram a Celpe por causa de lâmpadas queimadas, são informados que a responsabilidade é da Prefeitura. Madalena explicou todo o processo de negociação que está acontecendo entre a municipalidade e a empresa de energia pública e anunciou que em breve, com o apoio da Amupe, as prefeituras passarão a assumir a sua parte.

No final, a prefeita convidou os presentes para participar do seminário Todos por Pernambuco, marcado para o próximo sábado, dia 21, na AESA.

Fiscais que multaram pernambucano Gilson Neto, da Embratur, são transferidos. MPF quer saber porquê

O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para saber se houve irregularidades na transferência de fiscais do Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMBio ) que atuavam na unidade do órgão que multou o presidente da Embratur , Gilson Machado Neto . A investigação foi aberta um dia depois de O GLOBO ter revelado que os fiscais foram transferidos por […]

O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para saber se houve irregularidades na transferência de fiscais do Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMBio ) que atuavam na unidade do órgão que multou o presidente da Embratur , Gilson Machado Neto . A investigação foi aberta um dia depois de O GLOBO ter revelado que os fiscais foram transferidos por “decisão institucional” do ICMBio.

Na última quinta-feira, O GLOBO mostrou que dois fiscais que atuavam no escritório do ICMBio na Área de Conservação Ambiental Costa dos Corais (entre os estados de Pernambuco e Alagoas) estavam sendo removidos para outras localidades, apesar de não terem se inscrito no processo interno para transferências, aberto pelo órgão.

Os dois fiscais eram os biólogos Iran Normande e Andrei Tiego Cardoso. Servidores do ICMBio que falaram sob a condição de anonimato disseram que as transferências teriam sido fruto de retaliação a atual administração do ICMBio e do Ministério de Meio Ambiente (MMA), comandado pelo ministro Ricardo Salles .

O escritório em Costa dos Corais foi responsável pela multa a uma pousada de Gilson Machado Neto, em 2016. Segundo a multa aplicada pelos fiscais, o empreendimento do presidente da Embratur que fica dentro da área da Costa dos Corais teria violado determinações do ICMBio e, por isso, colocaria em risco o processo de desova de quelônios nas praias da região. Machado Neto recorreu da multa, e o caso ainda não foi julgado.

A transferência dos fiscais foi a segunda ação direcionada ao comando da unidade da Costa dos Corais desde que o governo do presidente Jair Bolsonaro tomou posse. Em janeiro deste ano, quando Machado Neto ainda era secretário de Ecoturismo do MMA, Iran Normande já havia sido exonerado do cargo de chefia que ocupava na escritório.

A movimentação dos fiscais agora chamou ainda mais a atenção do MPF porque os dois são biólogos com formação em fauna marinha e serão transferidos para locais distantes do mar. Normande vai para Cuiabá (MT), e Cardoso segue para Curitiba (PR).

Na portaria que abre a investigação, a procuradora da República Natália Lourenço Soares deu sete dias para que o presidente do ICMBio, Homero de Giorge Cerqueira, forneça os documentos que fundamentaram a transferência dos fiscais.

A reportagem enviou perguntas ao ICMBio e ao MMA, mas até o fechamento desta matéria não houve nenhuma resposta.