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Teresa Leitão é eleita por unanimidade líder do PT no Senado

Por Nill Júnior

A senadora Teresa Leitão foi eleita líder do PT no Senado. A eleição ocorreu na manhã desta terça-feira (7), durante reunião da liderança do partido e foi unânime. Com o novo espaço, a senadora passa a exercer a responsabilidade de coordenar a atuação da bancada petista. 

“Assumi com muita alegria e muita gratidão a tarefa de liderar o PT no Senado. É um momento de muitos desafios para o nosso partido, por conta das pautas que estão por vir, e vamos precisar de toda unidade e de muita coragem, mas, sobretudo, de muita esperança naquilo que estamos construindo para o Brasil com o nosso querido presidente Lula”, declarou a parlamentar.

Reconhecida por mandato dedicado ao povo pernambucano e brasileiro, ela assume a posição de liderança em um momento de importante articulação política. A nova função se soma à sua trajetória, marcada pela atuação em defesa da educação, da cultura e dos direitos sociais, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento das políticas públicas e do diálogo no Senado Federal. Teresa sucede a senadora Augusta Brito, que ocupou a liderança recentemente e que, por sua vez, havia sucedido o senador Rogério Carvalho.

Outras Notícias

Planalto anuncia Alexandre Baldy como novo ministro das Cidades

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou na noite desta segunda-feira (20) que o deputado Alexandre Baldy (GO) é o novo ministro das Cidades. A posse dele acontecerá nesta quarta (22), no Palácio do Planalto. Atualmente sem partido, Baldy substituirá no comando da pasta o também deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), que pediu demissão na […]

G1

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou na noite desta segunda-feira (20) que o deputado Alexandre Baldy (GO) é o novo ministro das Cidades. A posse dele acontecerá nesta quarta (22), no Palácio do Planalto.

Atualmente sem partido, Baldy substituirá no comando da pasta o também deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), que pediu demissão na semana passada.

Mais cedo, nesta segunda, Baldy já havia publicado uma nota no site dele informando que tomará posse na quarta.

No Ministério das Cidades, Alexandre Baldy comandará, por exemplo, o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, considerado uma das principais vitrines do governo.

A informação de que Baldy aceitou o convite do presidente Michel Temer para assumir o Ministério das Cidades foi divulgada ainda na noite deste domingo (19), no Blog da Andréia Sadi.

Segundo a TV Globo, o deputado foi indicado para o cargo pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo o Blog da Andréia Sadi, Alexandre Baldy é primo do marqueteiro de Temer, Elsinho Mouco.

Ao blog, Baldy confirmou o parentesco, mas disse ter relações distantes com Mouco. Também ao blog, o marqueteiro disse não ter participação na escolha de Temer.

Baldy foi citado, em 2012, no relatório da CPI que investigou as relações do empresário de jogos de azar Carlinhos Cachoeira com políticos.

No texto do relator, o ex-deputado Odair Cunha (PT-MG), Baldy era apontado como o “menino de ouro de Cachoeira”. A informação foi publicada nesta segunda-feira (20) pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

Na época, o relatório foi arquivado na CPI. No lugar, foi aprovado um texto que não indiciou ninguém. Baldy era o então secretário de Indústria e Comércio de Goiás.

O relatório de Odair Cunha também dizia que a relação do agora novo ministro das Cidades e Cachoeira era “quase familiar”.

“Essa próxima e próspera ligação entre o secretário [Baldy] e membros do grupo criminoso chega ao ponto de Alexandre Baldy declarar que tem uma relação ‘quase familiar’ com Cachoeira”, afirmava o texto.

“Não sendo menos sintomática a situação de o secretário ser considerado ‘o menino de ouro’ do bicheiro e contraventor”, continuava o relatório.

Questionado pela TV Globo, Baldy afirmou que nunca teve relação com Cachoeira e que o relatório feito à epoca tinha como objetivo perseguir o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Comissão do Senado aprova Política Nacional de Educação com Bolsa Permanência 

O Senado deu mais um passo para a criação da Pnaes – Política Nacional de Assistência Estudantil, voltada a oferecer condições para que os estudantes possam dar prosseguimento aos estudos após a fase escolar. O projeto foi aprovado nesta terça-feira (21) na Comissão de Educação e seguirá para análise e votação em Plenário.   O PL […]

O Senado deu mais um passo para a criação da Pnaes – Política Nacional de Assistência Estudantil, voltada a oferecer condições para que os estudantes possam dar prosseguimento aos estudos após a fase escolar. O projeto foi aprovado nesta terça-feira (21) na Comissão de Educação e seguirá para análise e votação em Plenário.  

O PL 5.395/2023, da Câmara dos Deputados, cria a Bolsa Permanência –  um pagamento mensal mínimo para que o estudante possa se manter na educação superior, profissional, científica ou tecnológica. 

O valor da bolsa para estudantes do ensino superior se equipara minimamente ao dos bolsistas de iniciação científica (hoje, R$ 700). Estudantes de educação profissional técnica de nível médio receberão bolsa de valor equiparado ao dos bolsistas de iniciação científica júnior (R$ 300). Estudantes indígenas e quilombolas receberão bolsas em dobro.

O programa vai atender a estudantes em qualquer das seguintes condições: egressos da rede pública de educação básica e de nível médio ou da rede privada de educação básica na condição de bolsista integral; integrante de grupo familiar em situação de vulnerabilidade socioeconômica conforme previsto no projeto; alto desempenho acadêmico e esportivo;  estrangeiro e refugiado em situação de vulnerabilidade socioeconômica;  oriundo de entidade ou abrigo de acolhimento institucional, não adotado em idade de saída; quilombola, indígena ou de comunidades tradicionais. 

EXEMPLO

De reconhecida atuação política pela educação, a senadora Teresa Leitão (PT-PE) votou a favor do Pnaes. Ela destacou um outro aspecto favorável do projeto: o possível efeito de estímulo para que os estados tenham suas próprias iniciativas.  

“Esse projeto vai servir de referência para os estados que têm universidades estaduais. Porque esse foi um gargalo quando tentamos fazer isso em Pernambuco”, explicou. Com informações da Agência Senado.

Humberto defende compensação maior a municípios sertanejos com represas

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), afirmou que a Casa precisa urgentemente aprovar o projeto de lei que altera a distribuição da compensação financeira pela utilização de recursos hídricos entre União, Estados e municípios, aumentando o percentual de repasse especialmente para esses últimos. A matéria foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça […]

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), afirmou que a Casa precisa urgentemente aprovar o projeto de lei que altera a distribuição da compensação financeira pela utilização de recursos hídricos entre União, Estados e municípios, aumentando o percentual de repasse especialmente para esses últimos.

A matéria foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na última semana e segue, agora, à Comissão de Meio Ambiente (CMA). Humberto ressaltou que mais de 41 mil km² de terras se transformaram em represas em 727 municípios brasileiros, responsáveis por mais de 60% da geração de energia elétrica no país.

Em Pernambuco, os municípios de Belém de São Francisco, Floresta, Itacuruba, Jatobá, Petrolândia, Tacaratu, que são cobertos pela medida, teriam um incremento de 44% nas suas receitas pela compensação se a proposição fosse sancionada. Do ano passado pra cá, as seis cidades chegaram a perder mais de R$ 1 bilhão, de acordo com a Associação Nacional dos Municípios Sedes de Usinas Hidrelétricas e Alagados (AMUSUH).

“Os impactos das perdas de terras produtivas atingidas por áreas alagadas por usinas hidrelétricas recaem totalmente sobre os municípios. E, neste momento, mais do que nunca, eles precisam de recursos. Sabemos que, quando são beneficiados, a vida de quase toda a população melhora, pois ela depende das políticas públicas oferecidas pelas prefeituras”, resumiu.

O senador explicou que, pela legislação atual, 45% da compensação financeira pela utilização de recursos hídricos são destinados aos Estados, 45% aos municípios e 10% à União, por meio dos ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O PLC n° 315, de 2009, aprovado na CCJ no último dia 21, propõe que os municípios recebam 65% e os Estados, 25%.

“A medida torna mais justa a compensação pela perda dos 41 mil km² de terras produtivas alagadas pelas represas. As mudanças nos critérios da compensação são urgentes para as finanças municipais. O incremento de receita prevista é determinante para o cotidiano de mais de 42 milhões de pessoas que residem em 727 municípios localizados em 21 Estados”, afirmou.

Para o parlamentar, são os municípios que sofrem mais de perto os impactos sociais e econômicos da construção das hidrelétricas e seus reservatórios, que perdem a possibilidade de usar as terras alagadas e ainda perdem em termos de produção e emprego.

“Acredito que os municípios são os entes federativos que mais sofrem com os impactos das hidrelétricas e que, não obstante, têm menos alternativas econômicas para contornar os prejuízos e fazer frente às enormes pressões sociais. Diferentemente dos Estados, que dispõem de muitas outras formas de geração de renda e arrecadação”, analisou.

Humberto lembrou também que os municípios já recebem 65% do total da divisão da compensação pela exploração de minérios e que o objetivo é aplicar esse mesmo percentual à exploração de recursos hídricos.

Afogados tem seis novos casos de Covid-19 e vai a 47

Notificação de membros do elenco do Afogados FC não entra na conta por serem de outras cidades,  diz nota A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informalou em nota que foram confirmados no dia de hoje mais seis casos positivos de covid-19 em nosso município. São eles: Paciente do sexo masculino, 26 anos, vendedor, casado com […]

Notificação de membros do elenco do Afogados FC não entra na conta por serem de outras cidades,  diz nota

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informalou em nota que foram confirmados no dia de hoje mais seis casos positivos de covid-19 em nosso município. São eles:

Paciente do sexo masculino, 26 anos, vendedor, casado com contato positivo, após apresentar sintomas leves e seguir o tempo preconizado pelo MS, realizou o teste e apresentou resultado positivo.

Paciente do sexo feminino, 72 anos, cardiopata, internada no IMIP há mais de 10 dias, em Recife, entrou em investigação essa semana e apresentou resultado positivo hoje. A mesma está em leito de isolamento.

Paciente do sexo feminino, 28 anos, manicure, após apresentar sintomas leves e seguir protocolo, foi testada na nossa unidsde de campanha com resultado positivo.

Três pacientes da mesma família, contatos de caso positivo: pacientes do sexo masculino, esposo (sintomas leves) e filho (assintomática), 33 e 55 anos, foram testados após tempo preconizado pelo MS e apresentaram resultado positivo. O outro caso da mesma família é o da filha de 10 anos, assintomática, que também apresentou resultado positivo.

“Todos os contatos dos casos positivos e em investigação estão sendo monitorados pelas equipes de vigilância e atenção básica”, diz a nota.

Hoje um dos casos que estavam em investigação foi descartado, após swab negativo. Foram ainda 36 testes rápidos negativos para a covid-19 realizados em nossa unidade de campanha.

“Hoje também registramos mais um paciente recuperado da covid-19 após avaliação clínica e epidemiológica”.

Por último, informaram que cinco integrantes do elenco e Comissão Técnica do AIFC testaram positivo para covid-19. Um deles está na fase de transmissão da doença e quatro já estão curados.

“A notificação deles entra para o município de origem, pois já chegaram em Afogados contaminados. As nossas equipes de saúde seguem monitorando o isolamento dos mesmos”.

Bairros Sobreira e Manoela Valadares  lideram numeros: com oito casos cada, s bairros Sobreira e Manoela Valadares  lidera as estatísticas segundo o balanço divulgado hoje.

Na sequência,  São Brás,  com sete casos, Brotas e São Francisco (seis cada), Costa (três), Brotas,  Padre Pedro Pereira e São Cristóvão (dois cada) e Borges, São Sebastião e zona rural com um cada.

Arcoverde proíbe compra ou utilização de fogos de artifício e similares por repartições municipais

O Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, no uso de suas atribuições legais, torna público nesta sexta-feira, 17 de setembro, o Decreto nº 347/2021.  O documento consiste em proibir a compra ou utilização de fogos de artifício e similares por parte da Prefeitura Municipal, assim como de secretarias, autarquias e demais órgãos que constituem a administração […]

O Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, no uso de suas atribuições legais, torna público nesta sexta-feira, 17 de setembro, o Decreto nº 347/2021. 

O documento consiste em proibir a compra ou utilização de fogos de artifício e similares por parte da Prefeitura Municipal, assim como de secretarias, autarquias e demais órgãos que constituem a administração direta ou indireta do município.

Entre as considerações do referido documento, está a intensidade de som prejudicial à audição sensorial de pessoas com Transtorno do Espectro Autista e com Síndrome de Down, além de outros enfermos, crianças e idosos que possuam deficiência auditiva. 

O Decreto também ressalta os riscos de acidentes, a exemplo de queimaduras, pela utilização de fogos de artifício e similares, assim como o efeito sonoro prejudicial também, à sensibilidade auditiva de animais.

Outra consideração contida no documento é a necessidade de medidas que visem a melhor gestão dos recursos públicos, pela administração do município, tendo em vista a grave crise econômica em decorrência da Covid-19, que tem impactado a arrecadação do município.