Notícias

TCE-PE recomenda aprovação com ressalvas das contas de 2022 de Nicinha Melo 

Por André Luis

Do Causos & Causas

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) recomendou, por unanimidade, a aprovação com ressalvas das contas da Prefeitura de Tabira referentes ao exercício financeiro de 2022. A decisão foi tomada nesta terça-feira (11), durante sessão ordinária do colegiado, tendo como relator o conselheiro Carlos Neves.

As contas são de responsabilidade da ex-prefeita Nicinha Melo e envolvem a atuação de Alex Lacerda de Caldas (Controle Interno), Genedy Siqueira Brito (secretária de Saúde) e Miguelito Rodrigues de Almeida Júnior (Contador). O advogado Eduardo Henrique Teixeira Neves (OAB 30630/PE) representou os interessados no processo.

O parecer prévio do TCE-PE segue agora para a Câmara Municipal de Tabira, que terá a responsabilidade de julgar as contas da ex-prefeita. A recomendação de aprovação com ressalvas indica que, embora não tenham sido constatadas irregularidades graves, foram identificados pontos que merecem atenção na gestão fiscal do município.

Outras Notícias

Sinais da primeira trovoada na região do Pajeú

por Anchieta Santos Ontem à noite e madrugada de hoje houve registro de chuvas em Afogados da Ingazeira, Tabira, Iguaracy, Quixaba e em Carnaíba onde foram registrados 52mm. Na zona rural de Carnaíba choveu em Ibitiranga, Riacho Fundo e na Matinha. Na de Afogados choveu na Caiçara, Carnaubinha, Povoado de Carapuça e no Rosário de […]

1623782_276492729174794_1565353598_n-660x330

por Anchieta Santos

Ontem à noite e madrugada de hoje houve registro de chuvas em Afogados da Ingazeira, Tabira, Iguaracy, Quixaba e em Carnaíba onde foram registrados 52mm.

Na zona rural de Carnaíba choveu em Ibitiranga, Riacho Fundo e na Matinha. Na de Afogados choveu na Caiçara, Carnaubinha, Povoado de Carapuça e no Rosário de Iguaracy. Em Tuparetama choveu no sitio Carnaúba.

No Mocororé de Afogados a chuva deixou a comunidade sem energia. A meteorologia indica que as chuvas poderão continuar na região esta semana.

Comupe recebe mais quatro municípios

O Consórcio de Municípios Pernambucanos (Comupe) está perto de receber a adesão de mais quatro municípios. Itaíba e Inajá, no Agreste, já tiveram seus ingressos aprovados pelas respectivas câmaras de vereadores. Já Caruaru (Agreste) e Parnamirim (Sertão) estão em fase de aprovação pelos legislativos das duas cidades. Com isso, o Comupe passará a ter 15 […]

O Consórcio de Municípios Pernambucanos (Comupe) está perto de receber a adesão de mais quatro municípios. Itaíba e Inajá, no Agreste, já tiveram seus ingressos aprovados pelas respectivas câmaras de vereadores. Já Caruaru (Agreste) e Parnamirim (Sertão) estão em fase de aprovação pelos legislativos das duas cidades.

Com isso, o Comupe passará a ter 15 municípios. Criado há três anos, o consórcio já conta com as prefeituras de Afogados da Ingazeira, Águas Belas, Arcoverde, Bezerros, Buenos Aires, João Alfredo, Lagoa Grande, Chã de Alegria, Moreno, São Bento do Una e Serra Talhada.

As adesões são a primeira conquista da nova direção do Comupe, que tem à frente a prefeita Débora Almeida (São Bento do Una), na Presidência, e o prefeito José Patriota (Afogados da Ingazeira), na vice-presidência. Patriota também preside a Amupe.

“Vamos incrementar a oferta de serviços compartilhados. Hoje, o Comupe já tem suas ações voltadas para a compra de material médico hospitalar, insumos para diabetes, equipamentos de informática, veículos e pneus, entre outros. Com a adesão, esses novos municípios terão a oportunidade de aproveitar experiências que resultarão em melhores práticas para a população”, pontuou Débora.

A experiência com Medicamentos de Atenção Básica tem sido altamente positiva com economia média de 30%. O consórcio também já disponibilizou aos municípios um Sistema de Gerenciamento de Processos que permite o uso da ferramenta pelos gestores, possibilitando o acompanhamento em tempo real dos diversos contratos em andamento no município.

Imunizante da Janssen vacinará 18,6% da população de Serra Talhada, Afogados, Caruaru, Garanhuns e Arcoverde

Após a decisão de ampliar o uso das vacinas contra a Covid-19 da Janssen para outras cidades além do Recife, apesar da recomendação do Ministério da Saúde de concentrar a aplicação na capital, o Governo do Estado definiu a distribuição das 118,6 mil doses, que têm previsão de chegada a Pernambuco até o final desta […]

Após a decisão de ampliar o uso das vacinas contra a Covid-19 da Janssen para outras cidades além do Recife, apesar da recomendação do Ministério da Saúde de concentrar a aplicação na capital, o Governo do Estado definiu a distribuição das 118,6 mil doses, que têm previsão de chegada a Pernambuco até o final desta semana.

Do montante total, destinado para a população de 18 a 59 anos, 50% será enviado para as cinco cidades no interior pernambucano: Caruaru e Garanhuns, no Agreste; e Arcoverde, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, no Sertão. Cada um desses municípios receberá quantitativo para vacinar 18,6% das suas populações na faixa etária determinada. Para o Recife, que receberá o restante, será destinado um total de doses que correspondem a 6,5% do público entre 18 e 59 anos.

Essas áreas também têm apresentado, nas últimas semanas epidemiológicas, altos patamares de contaminação. “A velocidade da pandemia no nosso Estado não obedece a um critério uniforme. Por isso, pactuamos com os municípios uma estratégia diferente para a distribuição da vacina da Janssen. Esse é mais um anúncio importante na nossa luta contra o novo coronavírus. Com mais gente imunizada em menos tempo, poderemos ajudar a conter a aceleração da doença no Agreste e no Sertão”, reforçou o governador Paulo Câmara em pronunciamento na tarde da última quinta-feira (10/06).

A orientação do Ministério da Saúde é de que essas vacinas, que estão com prazo curto de vencimento, sejam destinadas apenas para as capitais. A decisão em Pernambuco de ampliar o uso do imunizante para outros municípios deve acelerar ainda mais o processo de vacinação no Estado. “As cidades escolhidas neste primeiro momento, seguindo o que foi acordado com os gestores municipais na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), passam por um momento de dificuldade em relação à pandemia e são grandes centros regionais. Esta decisão é centrada no perfil e no cenário epidemiológico e também na capacidade operacional destas cidades, já que será um desafio fazer este processo de vacinação em um prazo curto, já que estas vacinas irão chegar próximas ao vencimento do prazo de validade”, pontua o secretário estadual de Saúde, André Longo.

O gestor ainda ressaltou o impacto da imunização com esta vacina. “A vacina da Janssen tem o benefício de com uma única dose, já finalizar o esquema vacinal, portanto, uma dose dela vale por duas vacinas. Importante ressaltar que, para que essas seis cidades tenham o recebimento das doses da Janssen, todos os demais municípios serão recompensados recebendo mais doses da Astrazeneca e da Pfizer para darem continuidade aos seus programas de imunização. Com isso, estaremos acelerando a proteção dos pernambucanos em todo o Estado, reafirmando nosso compromisso de vacinar a nossa população o mais rápido possível”, complementou.

Na entrega, cada um dos municípios receberá, já levando em conta os 5% de perda calculado pelo Programa Estadual de Imunização (PEI-PE), os seguintes quantitativos: Recife – 59.295 doses; Caruaru – 30.935 doses; Garanhuns – 11.765 doses; Arcoverde – 6.770 doses; Afogados da Ingazeira – 3.425 doses; Serra Talhada – 6.410 doses.

“Não há infiltrados”. Relatos e registros desmentem Gilson Machado

Vários relatos nas redes sociais e de jornalistas contrariam a versão do ex-ministro Gilson Machado,  de que haveriam “infiltrados” entre os bolsonaristas radicais que depredaram prédios e veículo em Brasília. “Hoje, uma emissora específica amanheceu propagando a tese de que infiltrados teriam sido os autores dos atos de ontem. Quem faria aquilo vestindo roupas pretas […]

Vários relatos nas redes sociais e de jornalistas contrariam a versão do ex-ministro Gilson Machado,  de que haveriam “infiltrados” entre os bolsonaristas radicais que depredaram prédios e veículo em Brasília.

“Hoje, uma emissora específica amanheceu propagando a tese de que infiltrados teriam sido os autores dos atos de ontem. Quem faria aquilo vestindo roupas pretas e usando máscaras?, perguntavam. Ninguém incentivou isso, diziam”, disse João Paulo Lordelo.

Várias fotos de líderes manifestantes que criaram o distúrbio violento ontem a noite em Brasília foram compartilhadas nas redes. Hoje, o congresso é um novo alvo.

A repórter Gabriela Oliva respondeu um post do próprio Machado, sobre um vídeo que ele usa para justificar a fala.

“Olá, ex-ministro. Esse vídeo foi gravado por mim e os gritos de Fora Bolsonaro são feitos por pessoas que estavam em um hotel ao lado com medo dos bolsonaristas que colocaram fogo no ônibus e depredaram patrimônio público. Sua publicação é mentirosa”.

O jornalista Weiller Diniz disse ao programa Manhã Total,  da Rádio Pajeú,  que a fala de Gilson e outros que citam infiltrados é uma balela. “São baderneiros e bolsonaristas. Não há dúvida quanto a isso”. Ele lamenta a falta de ação do governo do Distrito Federal. O governador Ibaneiz Rocha é aliado de Bolsonaro e não fez nada contra os manifestantes.

A apoiadores Gllson tem estimulado posições golpistas ou de ataque às instituições.  Nas redes usa linguagem cifrada. “Fique confiante. Temos um líder que não vai te decepcionar. Estou confiante no Brasil como nunca”, disse em relato revelado pelo empresário bolsonarista Marquinhos Oliveira.

FHC diz que não aceita “coação moral” do PT para apoiar Haddad

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) diz que não aceita “coação moral” do PT para apoiar o candidato Fernando Haddad contra Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, FHC descarta qualquer possibilidade de votar em Bolsonaro, a quem chama de “autoritário”, mas se mostra resistente a aderir […]

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) diz que não aceita “coação moral” do PT para apoiar o candidato Fernando Haddad contra Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, FHC descarta qualquer possibilidade de votar em Bolsonaro, a quem chama de “autoritário”, mas se mostra resistente a aderir à campanha de Haddad. Segundo ele, o PT tem uma visão “hegemônica e prepotente”, não mudou ao longo dos anos nem faz qualquer autocrítica.

“Quando você vê o que foi dito a respeito do meu governo, nada é bom. Tudo que fizeram é bom. Quem inventou o nós e eles foi o PT. Eu nunca entrei nessa onda”, critica. “Agora o PT cobra… diz que tem de (apoiar Haddad). Por que tem de apoiar automaticamente? Quando automaticamente o PT apoiou alguém? Só na vice-versa. Com que autoridade moral o PT diz: ou me apoia ou é de direita? Cresçam e apareçam. A história já está dada, a minha”, diz.

Em tom de desabafo, o tucano afirma que, embora mantenha relação pessoal de cordialidade com Haddad, vê no petista uma “máscara” do ex-presidente Lula.

“Não vou no embalo. Não me venham pedir posição abstratamente moral. Política não é uma questão de boa vontade, é uma questão de poder. E poder depende de instrumentos e compromissos efetivos. Agora é o momento de coação moral… Ah, vá para o inferno. Não preciso ser coagido moralmente por ninguém. Não estou vendendo a alma ao diabo”, reclama. “Por que tenho que, para evitar o mal maior, apoiar o PT? Acho que temos de evitar o mal maior defendendo democracia, direitos humanos, liberdade, contra o racismo o tempo todo”, acrescenta.

Na avaliação de FHC, parte dos eleitores vota em Bolsonaro não por gostar de suas ideias, mas por ver nele uma possibilidade concreta de derrotar o PT. “Do meu ponto de vista pessoal, o Bolsonaro representa tudo que não gosto. Só ouvi a voz do Bolsonaro agora. Nunca tinha ouvido. Não creio que seja por influência do que ele diz ou pensa que votam nele. O voto é anti-PT. O eleitorado parece estar contra o PT. No olhar de uma boa parte dele, o PT é responsável pelo que aconteceu no Brasil, na economia, cumplicidade com a corrupção e etc. É possível que a maioria dos líderes do PSDB seja pró-Bolsonaro, mas não é o meu caso.”

Na entrevista a Pedro Venceslau, Fernando Henrique diz que o PSDB precisa “se repensar” e “reconstruir a casa” se quiser ter o futuro. Para ele, o partido foi abatido pelo terremoto da “onda conservadora mundial” e dificilmente teria obtido outro resultado se o candidato a presidente tivesse sido outro no lugar de Geraldo Alckmin.

Segundo o ex-presidente, não há como comparar o atual momento com 1964. Ele acredita que os militares entenderam o seu papel previsto na Constituição e o cenário mundial hoje é outro.

“Não são os militares voltando ao poder, mas o povo abrindo espaço para a possibilidade de uma presença militar mais ativa. Os militares entenderam a função deles na Constituição. Neste momento é muito importante defender o que está na Constituição. Não estamos mais na guerra fria. As pessoas olham para o que está acontecendo no Brasil como se fosse 1964 e 1968. Havia Guerra Fria e capitalismo contra comunismo. Não é essa a situação que vivemos. Temos de resistir a qualquer tentativa de ferir os direitos fundamentais assegurados na Constituição. O PSDB não deve abrir mão da defesa da democracia.”