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Região Nordeste se destaca no envio de voluntários do SUS para atuar no Rio Grande do Sul

Por André Luis

Dos 364 profissionais enviados para apoio no resgate às vítimas, 121 foram dos nove estados da Região

A Região Nordeste, segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde, foi a que mais disponibilizou equipes de voluntários durante as enchentes do RS, representando 33,2% do total de enviados. 

Os estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Sergipe tiveram maior número de voluntários enviados. Ao todo foram, 8 no estado de Alagoas; 36 na Bahia; 9 no Ceará; 3 no Maranhão; 11 na Paraíba; 12 em Pernambuco; 2 no Piauí; 13 no Rio Grande do Norte; e 27 em Sergipe. 

“Nessa hora, esses profissionais mostram a força do SUS e dos trabalhadores de saúde. É impressionante a dedicação. Eles escolheram cuidar das pessoas”, disse à Globonews, Márcio Garcia, diretor do departamento de emergência em saúde pública do Ministério da Saúde.

A Força Nacional do SUS (FN-SUS)

A Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) foi criada há 13 anos a partir da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, em 2011. A Força Nacional do SUS realizou mais de 9,4 mil atendimentos à população gaúcha.

O socorro ao Rio Grande do Sul, após severas enchentes que devastaram 97% do território do estado, tem sido uma atuação desafiante para os profissionais após o aumento de casos de leptospirose na área. O grupo tem prestado assistência em saúde nos quatro hospitais de campanha (HCamps), do Ministério da Saúde, além de contar com equipes móveis na região.

São mais de 70 mil profissionais cadastrados pela FN-SUS, à disposição para apoio em caso de emergências nacionais, dispostos a ajudar. Entre os profissionais, estão aeromédicos; emergencistas; enfermeiros; psicólogos; gestores; e climatólogos. As informações são do Consórcio Nordeste.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

Aeroporto funcionando é obrigação!! As lideranças políticas votadas em Serra Talhada, incluindo o Governador Paulo Câmara, o Deputado Federal Sebastião Oliveira, o Estadual Rogério Leão, o prefeito Luciano Duque, os vereadores, todos, cada um no seu quadrado, devem à cidade o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães. As lideranças políticas votadas na […]

Aeroporto funcionando é obrigação!!

As lideranças políticas votadas em Serra Talhada, incluindo o Governador Paulo Câmara, o Deputado Federal Sebastião Oliveira, o Estadual Rogério Leão, o prefeito Luciano Duque, os vereadores, todos, cada um no seu quadrado, devem à cidade o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães.

As lideranças políticas votadas na região, incluindo o Governador Paulo Câmara e sua equipe, os Deputados da ala governista aqui votados , os prefeitos da região, os vereadores, todos, cada um no seu quadrado, devem ao Pajeú o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães.

Não é favor, é compromisso firmado, é palavra empenhada, é projeto que teve início, meio e, obrigatoriamente, precisa ter sua conclusão.

Infelizmente, nossos resquícios culturais do coronelismo estrutural, criam situações inusitadas, pra não dizer ridículas.

Nós – a sociedade – creditamos a quem apela nossa confiança um mandato eletivo muito bem remunerado, com conforto, gabinete, assessores, motorista, palácio pra morar, o das Princesas, gabinete funcional, sala equipada do que há de mais moderno, carro oficial com motorista, reembolso por alimentação, estrututa administrativa, etecétera.

A esses agentes públicos esperamos ao menos, se não for pedir demais, o cumprimento de suas obrigações executivas e legislativas. Mas, dada nossa formação que vem do tempo dos coronéis, cumpridos os compromissos pactuados com nosso povo, ainda somos levados ao bate palmas, “muito bem dotô”, chalerado em rede social, compartilhar card do tipo “Fulano trouxe”, e atitudes similares.

Dá asco ver… mas é o que se vê.  Registrar que determinada autoridade “cumpriu aquela missão para a qual se propôs para pedir e ganhar nosso voto” era o justo e devidamente adequado para conquistas como a anunciada para este fim de ano: o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães.

Todos os agentes políticos votados na região, cada um no seu quadrado, tem obrigação de pressionar e agir para celeridade no início das operações.

Tudo isso pra no final a gente ouvir a aeromoça informar:

“Senhoras e senhores passageiros.  Obrigado por obrigatoriamente escolherem a Azul. Sigam as instruções e em caso de despressurização máscaras de oxigênio cairão.  Coloque primeiro a sua e depois nos políticos que querem ser pais da criança. Não fizeram mais que a sua obrigação.  Vai subir! Boa viagem!!”

Tá demais

Na vida, todos somos livres. Mas se Sidney Cruz, Roberto Guarda, Zé Negão e Renon de Ninô não se questionam e usam por estratégia só bater em Sandrinho e Daniel, porque não aceitaram se unir em um único projeto?

É o amor?

A questão não está em criticar os governistas, no que tem todo direito. Mas trocam tantas figurinhas e afagos nos debates que acabam dando impressão de jogo combinado. No mínimo estranho.

É Federal?

Victor Oliveira, que registrou sua candidatura no limite do prazo em Serra Talhada, quer mesmo, dizem, se cacifar para Deputado Federal.  Aí residiria a “incompatibilidade de gênios” com Sebastião Oliveira.

Aprovação de Evandro

Segundo a pesquisa do Instituto Múltipla divulgada quinta, a gestão de Evandro Valadares tem aprovação de 70,8%, com desaprovação de 22,4% e 6,8% que não opinaram.  Chamados a classificar a gestão, 40,8% disseram que é boa, 33,2% regular, 11,6% ótima, 8% péssima e 5,6% ruim.

Da série perguntas que ficaram sem resposta

Porque Zé Marcos não se alinhou a Romério Guimarães, ajudando por tabela Evandro Valadares? Uma certeza é que o médico candidato é uma liderança inquestionável, mas para muitos não tem o traquejo que a politica exige quando é contrariado.  Se sabe  que vai perder um apoiador, ao invés de tentar reverter, se intriga.

Faltou ler

O debate dos candidatos a vice de Serra Talhada foi o que mostrou menor reconhecimento das regras, mesmo enviadas uma semana antes. Véi das Verduras e Jesus Mourato aparentam não ter decorado o roteiro. Márcio Oliveira não fixou o tempo em um dos blocos.  “São dois ou três minutos?” E Eliane Oliveira queria um direito de resposta não previsto nas regras.

Pajeú Blanc

Afogados, São José do Egito e Serra puxaram a discussão da Lei Aldir Blanc, unificando caminhos para acesso ao recurso. Em Afogados, Edgar Santos iniciou os debates em maio, garantindo transparência. A oficina promovida pela Amupe com apoio da Astur, ministrada por Isabelly Moreira ajudou mais de 100 municípios a encontrar a melhor forma de executar a lei.

Fura fila

Sebastião Oliveira não gostou de ver Felipe Carreras dando data para o início dos voos da Azul em Serra Talhada.  Já Paulo Câmara e seu staff não gostaram de ver os dois se adiantando a um anúncio oficial.

Questão de honra

O Múltipla e o blog tem dois desafios para cravar o resultado do pleito : Serra Talhada, onde deve fazer a última pesquisa no limite do prazo legal e Arcoverde, uma das novidades da parceria esse ano.

Frase da semana:

“Tá muito difícil de a gente se concentrar com uma mundiça na porta da rádio”.

De Eliane Oliveira, candidata a vice do PSL, reagindo à militância governista que, contrariando orientações, se acumulou na Praça Barão do Pajeú durante debate na Cultura FM.

Ex-prefeito tenta levar documentos da Prefeitura de Betânia e é impedido por populares

Caso aconteceu esta noite. Grupo que geriu cidade por 28 anos perdeu eleições. Prefeito eleito prestou queixa e quer acionar MP O ex-prefeito de Betânia, Genival Araújo, esposo da atual gestora, Eugênia Araújo, foi flagrado na noite de ontem (27)  juntamente com alguns funcionários, tentando retirar documentos da Prefeitura Municipal no centro da cidade. Militantes […]

O ex-prefeito de Betânia, Genival Araújo, em registro enviado ao blog
O ex-prefeito de Betânia, Genival Araújo, em registro enviado ao blog

Caso aconteceu esta noite. Grupo que geriu cidade por 28 anos perdeu eleições. Prefeito eleito prestou queixa e quer acionar MP

O ex-prefeito de Betânia, Genival Araújo, esposo da atual gestora, Eugênia Araújo, foi flagrado na noite de ontem (27)  juntamente com alguns funcionários, tentando retirar documentos da Prefeitura Municipal no centro da cidade. Militantes ligados ao prefeito eleito Mário Gomes Flôr Filho, o Mário da Caixa (PTB) buscaram evitar a ação.

Vários documentos pertencentes ao setor pessoal foram localizados jogados ou sendo retirados. Há lista de supostos beneficiários, documentos pessoais, do concurso realizado na cidade e outros papéis que estavam sedo levados.

Populares perceberam a movimentação por parte do esposo da prefeita e alguns funcionários e começaram a se aglomerar em frente a prefeitura.   Os sacos estavam sendo retirados sem nenhum cuidado em passarem despercebidos.

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Militantes e populares revoltados com o episódio, entraram na prefeitura e impediram a retirada de mais sacos com documentos. Alguns abriram os sacos para verificar todos os papéis que estavam dentro.

Um popular chegou a ser escalado para passar a noite no local e evitar que ais documentos fossem retirados.  O prefeito eleito Mário da Caixa, que assume em janeiro, prestou queixa na Delegacia ontem. Ele pretende acionar o MP, mas a cidade está sem promotor desde outubro.

O grupo Araújo esteve quase três décadas no poder. Mário venceu o candidato Dr Eduardo com 62,61% dos votos. Esposa de Genival, a atual prefeita Eugênia Araújo coleciona condenações de contas por órgãos de controle como o TCE.

PT de Serra Talhada tem encontro e reafirma apoio a Luciano Duque

O PT realizou um ato de apoio ao ex-prefeito e pré-candidato à ALEPE, Luciano Duque. Foi no Museu do Cangaço. Além da presidente da legenda, Cleonice Maria, a prefeita Márcia Conrado,  o Deputado Federal Carlos Veras, os vereadores Manoel Enfermeiro e Rosimério de Cuca estiveram no encontro com militantes. Na mesa, cartazes com o bordão […]

O PT realizou um ato de apoio ao ex-prefeito e pré-candidato à ALEPE, Luciano Duque. Foi no Museu do Cangaço.

Além da presidente da legenda, Cleonice Maria, a prefeita Márcia Conrado,  o Deputado Federal Carlos Veras, os vereadores Manoel Enfermeiro e Rosimério de Cuca estiveram no encontro com militantes.

Na mesa, cartazes com o bordão “Eduque”, alusão ao candidato petista. “Esse momento me deixou ainda mais animado”, disse Luciano,  que discursou em tom de candidatura.

Uma das únicas dúvidas alimentadas é se Luciano terá o apoio da base do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, que se alinhou há quatro anos com Doriel Barros. Em recente entrevista,  Duque afirmou que respeitará questões pontuais.

Para Federal, o ex-prefeito terá várias dobradinhas. Só em Serra Talhada,  além de Marília Arraes e Fernando Monteiro, Carlos Veras também estará na chapa com o ex-gestor. “Vou ter vários adesivos no carro”, brincou falando à Revista da Cultura.

Temer ignora apelo de Dilma e une PMDB para impeachment

Numa “guerra fria” em que o rompimento se mostra iminente, a presidente Dilma Rousseff  seu vice,Michel Temer, definiram estratégias distintas para enfrentar o processo de impeachment. No roteiro do vice – que assumirá a Presidência num eventual afastamento de Dilma – o ponto principal é a unificação da bancada do PMDB da Câmara, dividida ao meio […]

temoNuma “guerra fria” em que o rompimento se mostra iminente, a presidente Dilma Rousseff  seu vice,Michel Temer, definiram estratégias distintas para enfrentar o processo de impeachment.

No roteiro do vice – que assumirá a Presidência num eventual afastamento de Dilma – o ponto principal é a unificação da bancada do PMDB da Câmara, dividida ao meio pelos vaivéns sobre a escolha do seu líder.

No campo oposto, o Palácio do Planalto aumenta a pressão sobre os deputados da bancada peemedebista que detêm cargos do governo federal, sobretudo nos Estados. As ameaças lado a lado serão cada vez mais frequentes.

Na conversa que tiveram na noite de quarta-feira, Temer e Dilma afirmaram que buscariam uma convivência “profícua”. No entanto, o vice deixou claro que vai se dedicar ao comando do PMDB.

Segundo aliados do vice, se Dilma buscar fustigá-lo dentro da sigla, Temer vai promover uma convenção do partido para consolidar o rompimento com o governo.

Antes, porém, o vice almeja unificar a bancada do partido em torno do seu nome.

Depois, pretende atrair para sua órbita outros partidos da base do governo, como PSD, PR, PTB e PP. O arremate da tática é forçar a saída dos ministros peemedebistas remanescentes na Esplanada.

Segundo relatou ao Estado um auxiliar do vice-presidente, a estratégia inicial é “consolidar” a força de Temer na Câmara.

“Esse é o primeiro passo, pois temos certeza de que, se houvesse uma convenção nacional do partido agora, a tese do rompimento venceria de lavada”, disse. Hoje, no entanto, o Planalto ainda exerce muita influência na bancada.

“A caneta ainda está com a Dilma”, afirma um deputado peemedebista da ala governista.

O mesmo se reproduz em outros partidos da base aliada. “É por isso que está todo mundo de olho no PMDB. Se de fato o partido se unir e romper em favor do impeachment, os demais partidos da base vão fazer o mesmo”, conta um dirigente do PP que tem participado das conversas com o grupo de Temer.

“Podemos ir até o velório, mas ninguém vai querer ser enterrado com o governo.”

A divulgação da carta a Dilma em que reclama de falta de confiança foi o primeiro passo de Temer em favor do rompimento. Depois, os aliados mais próximos do vice articularam a troca do líder do PMDB na Câmara.

Tachado como “demasiadamente governista”, Leonardo Picciani (RJ) foi trocado por Leonardo Quintão (MG). Agora, Picciani quer dar o troco em Quintão com alterações na bancada.

A decisão foi tomada após apresentação de uma lista à Mesa Diretora da Câmara com o apoio de 35 dos 66 deputados em favor de Quintão. O Palácio do Planalto vai tentar reverter essa decisão.

Alguns deputados, que detêm cargos federais em seus Estados, começaram a ser pressionados a voltar atrás e assinar uma nova lista para Picciani reconquistar a liderança.

“Se fizerem isso, vamos reagir com a convocação da convenção nacional e promover o rompimento definitivo com o governo”, diz o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA). “Não será tolerada nenhuma ação agressiva do Planalto sobre a bancada. Temos capacidade de pensar o que é melhor para o Brasil.”

Após garantir a união dentro do PMDB, o próximo passo do grupo de Temer é pressionar a demissão dos ministros ligados à bancada do PMDB.

Indicados por Picciani, Marcelo Castro (Saúde) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) já adiantaram que vão tentar resistir. Castro chegou a dizer que se fosse preciso voltaria ao cargo de deputado para ajudar Picciani voltar à liderança.

Com origem na Câmara, mas garantido no cargo graças a Temer, o ministro Henrique Eduardo Alves (Turismo) tem dito publicamente que vai trabalhar para que não haja rompimento com Dilma. Contudo, a interlocutor próximo, já disse que fica no cargo “só até a hora que o Michel quiser”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em reunião com presidente do Senado, Patriota pede “racionalidade” ao citar vacinação 

O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, participou nesta última quinta-feira (25) de reunião, por videoconferência, promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com o presidente do Senado, o senador Rodrigo Pacheco, a fim de discutir a pauta municipalista e temas atuais como vacinação, reformas administrativa e tributária e pacto federativo.  Ao […]

O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, participou nesta última quinta-feira (25) de reunião, por videoconferência, promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com o presidente do Senado, o senador Rodrigo Pacheco, a fim de discutir a pauta municipalista e temas atuais como vacinação, reformas administrativa e tributária e pacto federativo. 

Ao representar as associações municipalistas do Nordeste, José Patriota afirmou ver esperança no equilíbrio federativo e pediu prioridade para a pauta da vacinação, com equilíbrio e racionalidade. “Dar prioridade à vacina é proteger toda a sociedade brasileira. Entre as políticas radicalizadas, a gente precisa de equilíbrio e racionalidade. Neste momento o papel independente e harmônico do Senado, pensando na população, é imprescindível”, enfatizou.

Patriota também tocou no tema do Bolsa Família e pediu critérios técnicos para a disponibilização do benefício, com prioridade de aprovação para regiões que possuem IDH baixo, além de criticar o cadastramento apenas por aplicativos, sem o conhecimento da realidade local, tendo em vista que o acesso aos meios digitais não é universal. A reunião foi comandada pelo presidente da CNM, Glademir Aroldi.