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TCE-PE recebe medalha pelos 200 anos da Confederação do Equador

Por André Luis

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) foi homenageado pela Assembleia Legislativa (Alepe), nesta terça-feira (18), com uma medalha e um diploma comemorativos aos 200 anos da Confederação do Equador. A condecoração foi entregue ao presidente Valdecir Pascoal pelo deputado Aglailson Victor, em sessão solene no plenário da Casa Joaquim Nabuco. 

Ao todo, 20 instituições que se destacam por suas atividades e serviços prestados ao país receberam a honraria. Além do TCE-PE, foram homenageados o Senado Federal, a Câmara dos Deputados, o Governo de Pernambuco, a Prefeitura e a Câmara Municipal do Recife, o Tribunal de Justiça (TJPE), o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) e o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, entre outras instituições. Os 49 deputados estaduais e o deputado licenciado Antônio Coelho também foram agraciados.

As comemorações pelo bicentenário incluíram, ainda, o lançamento do cordel ‘A Confederação do Equador pra tu entender, tá ligado?!’, assinado pelo cordelista Caio do Cordel; e do livro ‘Frei Caneca: Vida e Escritos’, de autoria de Frei Tito e editado pela Companhia Editora de Pernambuco. A Assembleia também lançou o podcast ‘Sagas Pernambucanas: Confederação do Equador’, produzido pela Rádio Alepe.

O procurador-geral do Ministério Público de Contas, Ricardo Alexandre, prestigiou a solenidade. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal da Alepe no YouTube.

A CONFEDERAÇÃO – O movimento revolucionário de 1824 começou em Pernambuco e se espalhou por outras províncias do Nordeste, como a Paraíba, o Ceará e o Rio Grande do Norte. O levante aconteceu por causa do autoritarismo de Dom Pedro I ao fechar a Assembleia Constituinte de 1823 e impor uma Constituição que lhe dava poderes absolutistas. Além disso, os revolucionários pretendiam implantar o regime republicano, mas o movimento acabou abafado e seus líderes foram aprisionados e mortos, entre eles Joaquim do Amor Divino Rabelo, mais conhecido como Frei Caneca.

Outras Notícias

Corpo de Rayanne Santana é sepultado em Ingazeira sob forte comoção

Uma multidão emocionada participou ontem do último adeus a estudante Rayanne Santana,13 anos, vítima fatal de um acidente na tarde de  quinta-feira em Afogados. Ela foi sepultada no cemitério da cidade de Ingazeira, terra natal do pai. Rayanne estudava na Escola Dom Mota e foi homenageada por alunos, professores e direção da escola. Em 2012, […]

Foto: Juliana Lima
Foto: Juliana Lima

Uma multidão emocionada participou ontem do último adeus a estudante Rayanne Santana,13 anos, vítima fatal de um acidente na tarde de  quinta-feira em Afogados. Ela foi sepultada no cemitério da cidade de Ingazeira, terra natal do pai.

Rayanne estudava na Escola Dom Mota e foi homenageada por alunos, professores e direção da escola. Em 2012, Rayanne foi eleita Miss Mirim Afogadense  e já sonhava com novas competições.

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Ela faleceu em um acidente que gerou um amplo debate sobre a imprudência no trânsito e necessidade de melhor fiscalização e sinalização nas vias do município. A moto em que seguia como carona, guiada pelo irmão que era menor, foi atingida por um caminhão a serviço de uma empresa de material de construção que não respeitou a preferencial em um cruzamento asfaltado na ligação entre centro e Bairro Sobreira.

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Em entrevista ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o Delegado Regional Jorge Damasceno disse  que no episódio, há responsabilidades a serem apuradas dos dois lados. Damasceno falou em “dolo concorrente”, quando há erros verificados nos dois condutores.   Ele destacou as condições do caminhão e o fato de o motorista ter se evadido, o que é um agravante.

Assim como outras pessoas que falaram durante o programa, ele defendeu medidas como a municipalização do trânsito para   maior educação e prevenção de acidentes.

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Iguaracy: corpo de Nogueirinha será sepultado hoje

Médico que tranferiu irmão diz que quadro exige atenção,  mas era estável Será sepultado esta tarde o corpo de José Nogueira de Carvalho Filho, o Nogueirinha,  45 anos. O corpo está sendo velado na casa da sua mãe,  Maria Helena, no bairro do Campo. O sepultamento será às 16 horas no Cemitério de Iguaracy. Nogueirinha […]

Médico que tranferiu irmão diz que quadro exige atenção,  mas era estável

Será sepultado esta tarde o corpo de José Nogueira de Carvalho Filho, o Nogueirinha,  45 anos.

O corpo está sendo velado na casa da sua mãe,  Maria Helena, no bairro do Campo. O sepultamento será às 16 horas no Cemitério de Iguaracy.

Nogueirinha morreu na tarde deste sábado (21), em um acidente tipo choque frontal. A Saveiro guiada por ele bateu frontalmente com uma D-20 nas proximidades da entrada do povoado da Varzinha, na PE-320.

Ele era filho do ex-vereador de Iguaracy, Zé Nogueira, que morreu em  janeiro de 2021 em decorrência de um infarto fulminante, aos 66 anos.

O irmão Max Karll, conhecido por Kaká, foi socorrido ao Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira e encaminhado para o Recife. Seu estado de saúde é considerado grave.

O médico da emergência do Hospital Regional Emília Câmara,  Weverton Vasconcelos,  informou que o estado de Max é grave, mas estável.  Ele teve fratura de costelas e uma pancada na cabeça.  Passará por exames na unidade em Recife, mas não teve intercorrências na viagem à capital, um importante sinal.

Casado, Nogueirinha tinha três filhos, Nathan, Nathany e Rhaika. Seus três irmãos, Patrícia, Marquinhos e Max Kal.

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres e a Câmara Municipal lamentaram a morte de Nogueirinha. “Não há dor maior do que ter de dizer adeus a um amigo. Nem há saudade tão eterna como aquela que nasce com o luto. Por isso oro a Deus para que conceda conforto e força nesta hora tão difícil a todos os familiares e amigos. Recebam as minhas sinceras condolências”.

A Câmara Municipal de Iguaracy também lamentou seu falecimento.  “Diante da perda de um conterrâneo, o Poder Legislativo Iguaraciense, na pessoa do Presidente Francisco Torres Martins e todos vereadores externa suas condolências a família enlutada e roga a Deus para que conforte a todos”.

Direção Emília Câmara diz que houve “falta pontual” e defende Tricentenário

A Direção do Hospital Regional Emília Câmara esclareceu em nota ao blog que o encaminhamento da paciente em questão se deu devido a “uma falta pontual, vista no momento do procedimento e trata-se de material de desgaste natural”. Segundo a unidade, não houve incompetência de reposição nem se trata de material de consumo, acrescentando que […]

A Direção do Hospital Regional Emília Câmara esclareceu em nota ao blog que o encaminhamento da paciente em questão se deu devido a “uma falta pontual, vista no momento do procedimento e trata-se de material de desgaste natural”.

Segundo a unidade, não houve incompetência de reposição nem se trata de material de consumo, acrescentando que na verdade encontra-se já realizado o pedido.

“Nesta época de pandemia alguns fornecedores estão com dificuldades de atenderem a demanda, mas não se trata de nada que macule a idoneidade da OSS Hospital do Tricentenário, haja vista a transformação da unidade tornando-se referência inclusive para áreas além da abrangência da X GERES.

Em discurso, filho de Eduardo pede votos de homenagem e fustiga adversários do PSB

do JC Online Na caminhada de domingo (28) pelas ruas do Cabo de Santo Agostinho, o filho do ex-governador Eduardo Campos, Pedro Campos, de 18 anos, não só pediu para os presentes fazer uma “homenagem” ao pai, dando votos à chapa majoritária da Frente Popular, como fustigou os adversários políticos do PSB. Ele saiu em […]

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do JC Online

Na caminhada de domingo (28) pelas ruas do Cabo de Santo Agostinho, o filho do ex-governador Eduardo Campos, Pedro Campos, de 18 anos, não só pediu para os presentes fazer uma “homenagem” ao pai, dando votos à chapa majoritária da Frente Popular, como fustigou os adversários políticos do PSB. Ele saiu em defesa da candidata à Presidência da República, Marina Silva (PSB), que perdeu a dianteira nas últimas pesquisas de intenção de voto. “Eles estão agora espalhando o medo.

Tentando controlar o povo à base do medo. Dizendo que Marina vai acabar com isso, tirar comida do prato do povo. Mas Marina que na sua infância passou fome nunca vai trair o seu povo”, disse. Os filhos do líder socialista se somaram às agendas de rua nessa reta final na estratégia de manter “presente” a imagem do pai.

Ao pedir votos para a presidenciável do PSB, Pedro fez a crítica aos adversários lembrando uma história contada pela própria Marina. “Ela disse o seguinte: só quem anda no mato sabe que quando a gente cruza com uma cobra e sacode uma pedra na cabeça dela, ela não balança a cabeça. Balança com força o rabo que é pra gente pensar que erros a pedrada. Os nossos adversários estão balançando o rabo porque a nossa pedrada pegou na cabeça”, bradou, sendo muito aplaudido.

Desde o início da caminhada, às 9h30, Pedro foi insistentemente assediado pelos moradores. Durante todo o percurso, no qual mantinha um ritmo mais acelerado que Paulo, o filho de Eduardo não conseguiu dar um passo sem ser logo abordado pela população. Como tem sido com os irmãos, João e Maria Eduarda (a mais velha, de 22 anos), o jovem era recebido com abraços efusivos e pedidos de foto. Em uma das esquinas, um grupo de senhoras aguardava a sua passagem. “Olha ele ali. Meu Deus! Igualzinho ao pai”, comentou uma delas. No palanque, Pedro foi o primeiro a falar, num discurso que durou nove minutos.

A participação dos familiares foi a “cartada” final da campanha a governador de Paulo Câmara (PSB) e a senador de Fernando Bezerra Coelho (PSB). Cumprindo o script, eles pedem um voto de confiança para os candidatos proporcionais que estão entrando agora na política e o voto de homenagem ao pai na chapa da Frente Popular. “No dia 5, vai botar uma camisa amarela e vai chegar na urna, vai depositar o voto que meu pai não pode depositar”, disse Pedro. À semelhança de Eduardo, os filhos tem surpreendido pela desenvoltura nos discursos, usando, inclusive, expressões usadas pelo pai, como “deixar a casa arrumada” e “pegar no serviço”.

Segunda Turma do STF manda soltar ex-ministro José Dirceu

G1 Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (26) soltar o ex-ministro José Dirceu. Condenado a 30 anos de prisão e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato, ele já havia começado a cumprir a pena […]

G1

Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (26) soltar o ex-ministro José Dirceu.

Condenado a 30 anos de prisão e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato, ele já havia começado a cumprir a pena neste ano.

A proposta de libertar José Dirceu partiu do ministro Dias Toffoli e foi seguida pelos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O único a votar contra foi Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF. Celso de Mello estava ausente na sessão e não participou do julgamento.

Toffoli defendeu a libertação de forma liminar (provisória) porque considera que há “plausibilidade jurídica” em um recurso da defesa apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de segunda instância.

O ministro considerou que a pena de Dirceu pode ser reduzida nas instâncias superiores – o STJ e o próprio STF – e, por isso, propôs a soltura.

A decisão não altera a jurisprudência do STF que permite a execução provisória após condenação em segunda instância, mas cria uma exceção, que pode ser aplicada também a outros casos individualmente.

Durante a sessão, Fachin chegou a alertar Toffoli que a decisão seria contrária ao entendimento do STF, que autorizou a prisão em segunda instância.

Toffoli então respondeu: “Vossa excelência está colocando no meu voto palavras que não existem. Jamais fundamentei contrariamente à execução imediata da pena pelo STF […] Não tem a ver com a execução imediata da pena”.

Numa tréplica, Fachin, disse: “Nós dois estamos entendendo o que estamos falando”.

A decisão de soltar Dirceu foi proposta por Toffoli de ofício, isto é, independentemente do pedido principal da defesa levado a julgamento.

Na ação, os advogados do ministro contestavam o cumprimento da pena após a condenação em segunda instância.