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TCE-PE aponta 172 obras paralisadas no Estado

Por Nill Júnior
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Comunidade do Pilar é uma das que tem obras inacabadas.

do JC Online

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) divulgou um diagnóstico realizado nos 184 municípios pernambucanos que constata 172 obras paralisadas ou inacabadas. As prestações de contas do exercício de 2013 indicavam que a soma dos contratos chegaria a R$ 1.330.497.227,65, porém, os gestores municipais e os órgãos estaduais declararam R$ 740.935.852,27. A redução do valor é decorrente da realização de ações, após solicitação de informação pelo órgão, para retomada das obras.

Os dados inicialmente levantados pelo TCE indicavam 271 obras paralisadas. Mas as informações foram consolidadas após resposta dos gestores ao ofício enviado neste ano pelo órgão. Segundo o relatório, 41 municípios, duas secretarias da prefeitura do Recife e dez órgãos do governo do Estado permanecem com obras paralisadas ou inacabadas. Oito delas estão sendo fiscalizadas por meio de auditorias de acompanhamento realizadas pelo Núcleo de Engenharia (NEG) do TCE.

Entre as obras paralisadas está a requalificação da comunidade do Pilar. O valor contratado para é de quase 25 milhões, pagos através de convênio com o BNDS. De acordo com a justificativa enviada pela Urb, a resistência da população para desocupar as áreas onde seriam construídas as novas edificações atrasou as obras. Além disso, achados arqueológicos foram encontrados no local.

Os gestores de 20 municípios e quatro órgãos do governo do Estado, responsáveis pelo total de 75 obras, não responderam ou responderam parcialmente ao ofício enviado pelo TCE. O documento solicitava esclarecimentos sobre os motivos que levaram à paralisação ou diminuição do ritmo de execução das obras e o indicativo das providências que seriam tomadas para reparação dos danos. Os processos de auditoria especial instaurados para o acompanhamento das obras de grande vulto em execução no Estado ainda estão na fase de instrução e, posteriormente, serão julgados pelo tribunal.

Outras Notícias

Serra: oposição diverge quando o assunto é a gestão Duque

A troca de declarações tendo como pano de fundo a administração de Luciano Duque em Serra Talhada é só um exemplo simples de como será complexo o desafio de unir o grupo das lideranças que fazem oposição a Luciano Duque, que, mesmo enfrento dificuldades e pressões, podse ser beneficiado pelo jogo de egos de alguns […]

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A troca de declarações tendo como pano de fundo a administração de Luciano Duque em Serra Talhada é só um exemplo simples de como será complexo o desafio de unir o grupo das lideranças que fazem oposição a Luciano Duque, que, mesmo enfrento dificuldades e pressões, podse ser beneficiado pelo jogo de egos de alguns nomes do palanque adversário.

O capítulo da vez começou com uma declaração do pré-candidato Waldemar Oliveira, irmão de Sebastião Oliveira, Secretário de Transportes, que tirou das costas de Duque parte do peso das dificuldades gerenciais na Capital do Xaxado. Para o advogado,  a culpa é do PT em nível nacional e do governo Dilma.

Outro pré-candidato, o doutor Francisco Anselmo, conhecido por  Dr. Nena  disse entender a crise que toma o país, mas divergiu de Oliveira ao afirmar que, apesar disso, há problemas caracterítsticos da gestão Duque, que poderiam ser enfrentados.

“Mesmo diante do caótico quadro da saúde, em que estamos vivendo, ele em um bairro da periferia prometeu instalar um mini-hospital. Como?” – reclamou ao Caderno 1.

Já o ex-prefeito Carlos Evandro lamentou a declaração do advogado Waldemar. Neste governo não estamos vendo nada ser feito”, criticou Carlos.

Dom Limacêdo anuncia transferências na Diocese

Durante reunião do clero da diocese de Afogados da Ingazeira nesta segunda (22), o bispo diocesano, dom Limacêdo Antônio da Silva, anunciou algumas transferências em algumas paróquias. O padre Augusto Eduardo que antes estava na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Calumbi, agora assumirá como administrador paroquial a Paróquia de São João Batista, em […]

Durante reunião do clero da diocese de Afogados da Ingazeira nesta segunda (22), o bispo diocesano, dom Limacêdo Antônio da Silva, anunciou algumas transferências em algumas paróquias.

O padre Augusto Eduardo que antes estava na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Calumbi, agora assumirá como administrador paroquial a Paróquia de São João Batista, em Mirandiba.

Padre Erinaldo Sultério que era o pároco de São João Batista, em Mirandiba, agora exercerá a função de pároco na Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Santa Cruz da Baixa Verde.

O padre Aldo Guedes que é o atual pároco de Nossa Senhora da Conceição, em Flores, também acumulará a função de administrador paroquial na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Calumbi, e contará com a colaboração do padre Daniel Gomes que exercerá a função de vigário paroquial.

Padre Antônio Marcos Maciel que antes estava na Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Santa Cruz da Baixa Verde, ficará afastado por tempo indeterminado das funções por questões pessoais.

Ipespe: Lula tem 44%, Bolsonaro 24%, e Moro e Ciro estão empatados

Pesquisa Ipespe encomendada pela XP Investimentos e divulgada hoje mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança do primeiro turno da disputa eleitoral para a presidência em 2022, com 44% das intenções de votos. O petista aparece com uma vantagem de 20 pontos percentuais sobre o segundo colocado, o presidente […]

Pesquisa Ipespe encomendada pela XP Investimentos e divulgada hoje mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança do primeiro turno da disputa eleitoral para a presidência em 2022, com 44% das intenções de votos.

O petista aparece com uma vantagem de 20 pontos percentuais sobre o segundo colocado, o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 24%, mesmos índices do levantamento realizado em dezembro.

Na sequência, aparecem o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 9%, e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), com 7%. Como a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), tem 2%; a senadora Simone Tebet (MDB), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), e Luiz Felipe D´Ávila (Novo) têm 1% cada. Brancos e nulos somam 6%, e não sabem ou não responderam 7%.

O levantamento ouviu 1.000 pessoas, com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 12 de janeiro de todas as regiões do país. As entrevistas foram telefônicas. O índice de confiança, segundo o instituto, é de 95,5%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-09080/2022. Os percentuais que não totalizam 100% são decorrentes de arredondamento ou de múltiplas alternativas de resposta, segundo o Ipespe.

Veja o 1º cenário de primeiro turno testado: Lula (PT): 44%; Bolsonaro (PL): 24%; Moro (Podemos): 9%; Ciro (PDT): 7%; Doria (PSDB): 2%; Tebet (MDB): 1%; Pacheco (PSD): 1%; D’Ávila (Novo): 1%; Nenhum/não iria votar/branco/nulo: 6%; Não sabe/não respondeu: 7%.

Cenário sem Moro

O instituto pesquisou um segundo cenário para o primeiro turno, com o senador Alessandro Vieira (Cidadania) e sem Moro. Em entrevista à revista Veja, publicada hoje, o ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro disse que não pretende abrir mão de sua candidatura.

No cenário sem Moro, Lula mantém 44% das intenções de voto, e Bolsonaro oscila um ponto para cima, ficando com 25%.

Veja o 2º cenário de primeiro turno: Lula (PT): 44%; Bolsonaro (PL): 25%; Ciro (PDT): 9%; Doria (PSDB): 3%; Tebet (MDB): 2%; Pacheco (PSD): 1%; Vieira (Cidadania): 1%; D’Ávila (Novo): 1%; Nenhum/não iria votar/branco/nulo: 11%; Não sabe/não respondeu: 5%.

Segundo turno

Conforme o levantamento, Lula vence todos os candidatos em um eventual segundo turno. Nos cenários testados, o petista tem vantagem de pelo menos 19 pontos percentuais.

O nome de Bolsonaro também foi testado contra Ciro, Doria e Moro. Os três aparecem à frente do atual chefe do Executivo.

Confira os cenários de segundo turno: Lula (56%) x Bolsonaro (31%); Lula (51%) x Moro (32%); Lula (51%) x Ciro (25%); Lula (53%) x Doria (20%); Ciro (43%) x Bolsonaro (34%); Doria (42%) x Bolsonaro (35%); Moro (36%) x Bolsonaro (29%).

O instituto realiza pesquisas eleitorais financiadas pela XP Investimentos. Durante as eleições presidenciais de 2018, foram pelo menos duas. Em 2022, publicou o primeiro levantamento no dia 14 de janeiro.

A XP deixou de assinar o seu nome no levantamento a partir de setembro de 2021.

Joel da Harpa estará neutro para governo do Estado

O Deputado Estadual Joel da Harpa (PP) já decidiu: ele será neutro no apoio à candidatura ao Governo do Estado nas eleições de outubro. Para o parlamentar que é vice líder da oposição ao Governo Estadual na ALEPE, sua posição só será definida num possível segundo turno. O parlamentar reitera que “sempre foi e sempre […]

O Deputado Estadual Joel da Harpa (PP) já decidiu: ele será neutro no apoio à candidatura ao Governo do Estado nas eleições de outubro. Para o parlamentar que é vice líder da oposição ao Governo Estadual na ALEPE, sua posição só será definida num possível segundo turno.

O parlamentar reitera que “sempre foi e sempre será de oposição a Paulo Câmara, mesmo estando filiado a um partido da base governista. Joel da Harpa afirma também que, apesar de apoiar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), não irá engrossar a campanha do pré-candidato a governador de Pernambuco, Coronel Luiz Meira (PRP).

O eleitorado de direita esperava a união do parlamentar com o Coronel, que apesar de representar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), também não tem o apoio do PSL. Quando questionado sobre em qual palanque estaria, afirmou que estará “independente.”

Humberto Costa não teme reflexo político para o fracasso da seleção

do Diário Pernambuco O uso político da derrota da Seleção Brasileira aparentemente não preocupa o Partido dos Trabalhadores. Pelo menos, na opinião do senador Humberto Costa (PT). De acordo com o petista, a oposição “naturalmente vai tentar se aproveitar do insucesso da Seleção”, mas não tem “autoridade política” para isso. Segundo o senador, os adversários […]

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do Diário Pernambuco

O uso político da derrota da Seleção Brasileira aparentemente não preocupa o Partido dos Trabalhadores. Pelo menos, na opinião do senador Humberto Costa (PT). De acordo com o petista, a oposição “naturalmente vai tentar se aproveitar do insucesso da Seleção”, mas não tem “autoridade política” para isso.

Segundo o senador, os adversários políticos não estão em uma situação confortável para utilizar a goleada de 7×1 sofrida diante da Alemanha como artifício político, já que trabalharam para “desacreditar a Copa”. O senador considerou a organização do mundial bem-sucedida e frisou que o cenário alertado pelos oposicionistas, no que diz respeito aos problemas de infraestrutura e aos protestos que seriam enfrentados durante o torneio, não se concretizou. “A oposição não levava em consideração nosso povo. Acho que o povo fez sua parte e o governo fez sua parte”, pontuou.

Em entrevista a uma rádio local na manhã desta quarta-feira (9), o petista também fez questão de separar o insucesso da Seleção Brasileira do cenário eleitoral que se aproxima. “Um resultado como esse de ontem reforça um mau humor da população, mas as pessoas têm absoluta clareza de que são coisas diferentes”.

O tão falado legado da Copa também foi abordado pelo petista. Segundo ele, a população vai usufruir das melhorias realizadas nos aeroportos, transportes públicos e mobilidade do país, apesar das muitas obras ainda inacabadas. “O legado continua, é um legado importante, muitas obras serão concluídas no segundo semestre”, frisou.