TCE encaminhará à Justiça Eleitoral lista dos políticos ‘Fichas-Sujas’
Por André Luis
Todo ano eleitoral é a mesma história: candidatos e candidatas voltam os olhos para a famosa e temida (por muitos) lista da ‘Ficha-Suja’, elaborada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e que pode deixar os agentes fora do pleito, por inelegibilidade.
Em entrevista concedida ao programa ‘Cidade em Foco’, da Rede Pernambuco de Rádios e ao Blog do Alberes Xavier, o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Dr. Valdecir Pascoal, confirmou que nesta quarta-feira, dia 07 de agosto, a relação deverá ser divulgada.
Segundo ele, o TCE encaminhará a Justiça Eleitoral a relação de políticos que queiram disputar mandato na eleição deste ano e que tenham alguma pendência junto ao órgão, por reprovação de contas públicas.
“A Justiça Eleitoral poderá utilizar dessa lista para impugnar candidaturas. A lista não é o único critério, mas é um deles, que gerar inelegibilidade do pretenso candidato”, disse ele. As informações são do Blog do Alberes Xavier.
O Afogados Futebol Clube voltou a escrever história, passando pela primeira vez ao mata mata da Série D. Primeiro, goleou o São Paulo Cristal por 7×0 no Vianão. Mas de nada adiantava se não houvesse tropeço do Icasa diante do Globo ou do América de Natal contra o Souza. Só aos 46 minutos do segundo […]
O Afogados Futebol Clube voltou a escrever história, passando pela primeira vez ao mata mata da Série D.
Primeiro, goleou o São Paulo Cristal por 7×0 no Vianão. Mas de nada adiantava se não houvesse tropeço do Icasa diante do Globo ou do América de Natal contra o Souza.
Só aos 46 minutos do segundo tempo, Flávio empatou para o Globo contra o Icasa e eliminou a equipe cearense. Explosão de alegria no Vianão como se fora um gol. No outro jogo, o América venceu o Souza por 2×1.
Asa de Arapiraca pela frente: com a classificação em quarto no grupo 3, o Afogados joga domingo da próxima semana com o Asa de Arapiraca, primeiro colocado do Grupo 4. O primeiro jogo é no Vianão, com a volta em Arapiraca.
Do JC Online A medida do governo de voltar atrás na obrigatoriedade do extintor do tipo ABC em veículos, aos 45 do segundo tempo, deixou um rastro de prejuízo e insatisfação. Quem já tinha feito a compra, aguardando o início da vigência da regra, em 1º de outubro, desembolsou dinheiro para um equipamento que, dez […]
Para ajustar oferta e demanda, o governo foi colocando a obrigatoriedade para frente. Até que, na última quinta, voltou completamente atrás
Do JC Online
A medida do governo de voltar atrás na obrigatoriedade do extintor do tipo ABC em veículos, aos 45 do segundo tempo, deixou um rastro de prejuízo e insatisfação. Quem já tinha feito a compra, aguardando o início da vigência da regra, em 1º de outubro, desembolsou dinheiro para um equipamento que, dez anos depois do nascimento da medida, foi avaliado como não essencial. Empresários investiram em maquinário e matéria-prima e agora estão sendo obrigados a rever as contas. Assim como os comerciantes, que fizeram encomendas aos industriais.
Francisco Julião, empresário mineiro, gastou R$ 3 milhões, financiados pelo BNDES, na compra de maquinário para fabricar o tal extintor veicular ABC. Tem hoje 44 funcionários. Na segunda, demitirá 33. O planejamento dele era lucrar nos próximos anos com o equipamento. “E agora, como faço?”, questiona. Francisco já avalia fechar as filiais em Pernambuco e na Bahia.
Na opinião dele, a medida do governo foi para beneficiar montadoras. “Afinal, elas precisam desembolsar em média R$ 30 para equipar o veículo com o extintor”, argumenta. Em 2005, estabeleceu-se que todo veículo que saísse das fábricas teria que ter extintor ABC com cinco anos de garantia. Em 2010, portanto, essa frota deveria ter o equipamento trocado. Mas, na época, isso não aconteceu. Para ajustar oferta e demanda, o governo foi colocando a obrigatoriedade para frente. Até que, na última quinta, voltou completamente atrás.
Pequeno empresário de Olinda, Cleidson Gomes, da Ultrachamas, deu sorte. Conseguiu cancelar a encomenda de mil extintores. Não fará mais um investimento que saltou do ano passado para cá. Mas também não irá mais lucrar como tinha planejado na ponta do lápis.
Na avaliação de Francisco, o mineiro, uma saída teria sido a flexibilização. Os carros novos poderiam sair da indústria sem o extintor ABC, mas os que já estão circulando teriam que realizar a troca.
Pelo menos 49 pessoas morreram nesta terça-feira (30) depois que um avião de transporte, do tipo Hércules, do Exército da Indonésia, caiu em uma área residencial da cidade de Medan, na ilha de Sumatra, cerca de dois minutos após a decolagem, segundo a Reuters. As equipes de emergência retiraram os corpos dos destroços do avião e […]
Pelo menos 49 pessoas morreram nesta terça-feira (30) depois que um avião de transporte, do tipo Hércules, do Exército da Indonésia, caiu em uma área residencial da cidade de Medan, na ilha de Sumatra, cerca de dois minutos após a decolagem, segundo a Reuters.
As equipes de emergência retiraram os corpos dos destroços do avião e da área de queda, onde o acidente provocou um incêndio, informou o chefe de polícia de Medan, Mardiaz Dwihananto.
Segundo o Exército local, o avião transportava 113 pessoas, incluindo 12 tripulantes.
O número de mortos também é incerto e ainda não é definitivo.
“Eu vi o avião que saiu do aeroporto e já estava inclinado. Depois vi a fumaça que soltava”, relatou à AFP Januar, morador da região.
O avião havia decolado às 12h08 (2h08 de Brasília) de uma base militar e caiu na cidade doisminutos depois, a apenas cinco quilômetros de distância da base, segundo o porta-voz do exército, Fuad Basya.
Ainda não se conhece o número de pessoas atingidas em solo. A imprensa local informa que o Hércules caiu sobre um hotel e várias casas.
Em abril, um caça F-16 pegou fogo no momento da decolagem em uma base militar de Jacarta, o que obrigou o piloto a ejetar-se em voo para salvar a vida.
A Indonésia tem um histórico de problemas em termos de segurança aérea militar e civil.
Em dezembro do ano passado, um avião da companhia AirAsia sofreu uma avaria quando sobrevoava o mar de Java com destino a Cingapura. A queda provocou a morte das 162 pessoas a bordo. (G1)
A atualização no piso dos professores da rede pública estadual foi aprovada em Primeira Discussão, nesta quinta-feira (10), pelo Plenário da Alepe. Conforme o Projeto de Lei Complementar, o aumento será de 12,84% para os valores mínimos de salário, que passarão de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,15 por 200 horas-aula; e de R$ 1.918,36 para […]
A atualização no piso dos professores da rede pública estadual foi aprovada em Primeira Discussão, nesta quinta-feira (10), pelo Plenário da Alepe. Conforme o Projeto de Lei Complementar, o aumento será de 12,84% para os valores mínimos de salário, que passarão de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,15 por 200 horas-aula; e de R$ 1.918,36 para R$ 2.164,67 por 150 horas-aula. A medida será retroativa ao dia 1º de janeiro de 2020, conforme a Lei do Piso Nacional.
O acréscimo aplica-se apenas às faixas salariais da carreira que estavam abaixo do piso de 2020 – as demais seguem com valor inalterado. Em justificativa anexada à matéria, o Governo do Estado afirma que o aumento não poderia contemplar toda a categoria por determinação do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus ( Lei Complementar nº 173), que proíbe, até o fim de 2021, a concessão de qualquer tipo de reajuste ou benefício salarial que não seja fruto de decisão judicial transitada em julgado ou estabelecida em lei anterior.
A matéria recebeu 29 votos favoráveis e 12 contra. Houve, ainda, uma abstenção. Rejeitaram o PLC 1720 os deputados Alberto Feitosa (PSC), Alessandra Vieira (PSDB), Álvaro Porto (PTB), Antonio Coelho (DEM), Doriel Barros (PT), Dulci Amorim (PT), João Paulo (PCdoB), Juntas (PSOL), Priscila Krause (DEM), Romero Sales Filho (PTB), Teresa Leitão (PT) e Wanderson Florêncio (PSC).
Uma alternativa ao projeto do Governo foi apresentada por Teresa Leitão, que propôs emenda obrigando a carreira dos professores a seguir a proporção definida na Lei Estadual nº 11.559/1998. Isso faria com que o incremento do piso se refletisse em toda a categoria. A modificação, contudo, foi rejeitada por inconstitucionalidade na Comissão de Justiça, entendimento que foi referendado pelo Plenário nesta tarde, com votos contrários da bancada petista.
Durante a discussão da matéria, Teresa Leitão voltou a defender que o restante da categoria fosse contemplado. A posição foi acompanhada pelos deputados Doriel Barros e Dulci Amorim.
Já o deputado Tony Gel (MDB) reiterou que a LC 173 não dá brecha a qualquer reajuste além do piso. Para o líder do Governo, deputado Isaltino Nascimento (PSB), só é possível, no momento, contemplar os 5 mil professores que ganham abaixo do piso: “Deveríamos levar essa discussão para o Congresso Nacional, que poderia reverter a proibição”.
Em resposta, Teresa Leitão registrou que a LC 173 foi editada em maio, enquanto o novo valor do piso estava definido desde janeiro. Por fim, os deputados João Paulo (PCdoB) e Antonio Fernando (PSC) defenderam que mudanças na carreira dos docentes estaduais para impedir o achatamento de salários devem ser negociadas com a categoria no futuro.
De acordo com dados divulgados pela SES-PE neste sábado (9), são 12.470 casos confirmados e 972 óbitos no Estado JC Online Nas últimas 24 horas, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 883 novos casos confirmados do novo coronavírus e o total de infectados em Pernambuco chegou a 12.470. Segundo o boletim divulgado neste sábado […]
De acordo com dados divulgados pela SES-PE neste sábado (9), são 12.470 casos confirmados e 972 óbitos no Estado
JC Online
Nas últimas 24 horas, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 883 novos casos confirmados do novo coronavírus e o total de infectados em Pernambuco chegou a 12.470.
Segundo o boletim divulgado neste sábado (9), o número de mortes causadas pela covid-19 no Estado também aumentou, e agora são 972 óbitos.
A expansão da doença em Pernambuco faz permanecer a crítica situação do sistema de saúde do Estado. Das 467 vagas de unidade de terapia intensiva (UTI) da rede pública estadual, 98% estão ocupadas.
Os leitos de enfermaria também permanecem em zona de criticidade, com taxa de ocupação de 87%.
“A taxa de avanço do vírus tem se ampliado de forma significativa e gerado um impacto crescente nos sistemas público e privado de saúde. Atualmente, mais de 200 pacientes estão nas unidades de pronto atendimento (UPAs) estaduais sendo assistidos com suporte de oxigênio e/ou ventilação mecânica, mas aguardando uma vaga de UTI”, revelou o secretário Estadual de Saúde, André Longo.
Dos 883 novos casos, 250 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 633 são casos leves. Os detalhes epidemiológicos serão divulgados pela SES-PE ainda neste sábado.
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