Tabira: Vice prefeita nega ter patrocinado Ações Populares contra o governo Sebastião Dias
Por Nill Júnior
por Anchieta Santos
“Não tenho nenhuma relação com as ações populares apresentadas contra o governo Sebastião Dias” – foi o que garantiu nesta segunda (08) a vice-prefeita Genedy Brito durante entrevista à Rádio Cidade FM. Na cidade das tradições os governistas bradam aos quatro cantos que a vice teria articulado as denúncias.
Genedy disse que foi ao Tribunal de Contas reforçar que já foi denunciado e fez as suas próprias. Entre o que foi denunciado, acrescentou a vice citando a empresa Alca Construções que venceu várias licitações somando mais de R$ 2 milhões e R$ 900 mil. O secretário Adeval Soares que acumula o cargo com a função de professor na rede estadual e Alan Dias Secretário de Saúde, quando atua como dentista nos municípios de Itapetim e Brejinho.
Genedy Brito assegurou que a dedetização que custou R$ 85 mil aos cofres públicos, e teve apenas a assinatura do prefeito Sebastião Dias. Admitiu que se sua sobrinha Dra. Geneika Brito assinou alguma compra de medicamentos no pouco tempo que ficou na Secretaria de Saúde, poderá também ser penalizada.
A vice ainda Revelou que a Câmara está fazendo o seu papel e os vereadores prometeram apurar as denúncias. Disse não ter nada contra o prefeito e sim contra o descontrole da administração. Admitiu que poderá ser candidata a prefeita na próxima eleição ou até mesmo não ser candidata a nada. “Tudo vai depender do momento”, acrescentou a vice prefeita tabirense.
Ex-deputado nega vingança contra Câmara e já contabiliza conquistas de lideranças para o palanque de Armando Novo aliado do Senador Armando Monteiro (PTB) e de imediato definido como Coordenador da Campanha das Oposições no sertão do Pajeú, Jose Marcos de Lima, ex-Presidente da Alepe e ex-Prefeito de São Jose do Egito, falou ontem a Anchieta […]
Ex-deputado nega vingança contra Câmara e já contabiliza conquistas de lideranças para o palanque de Armando
Novo aliado do Senador Armando Monteiro (PTB) e de imediato definido como Coordenador da Campanha das Oposições no sertão do Pajeú, Jose Marcos de Lima, ex-Presidente da Alepe e ex-Prefeito de São Jose do Egito, falou ontem a Anchieta Santos.
Na oportunidade justificou o rompimento com o palanque de Paulo Câmara. Inicialmente Jose Marcos descartou a ideia de vingança, mas citou como principal causa a falta de espaço no governo.” Eduardo ouvia e respeitava nosso espaço. Paulo escuta e não atende”.
Lembrou que em defesa da candidatura do atual Prefeito Evandro Valadares, o Governador prometeu para São Jose do Egito uma UPA e mais uma Faculdade e até agora não entregou. Com poucos dias na coordenação José Marcos iniciou os contatos e já contabiliza adesões, inclusive de lideranças que votariam com Marília e agora vão de Armando.
Entre os nomes estão Romério Guimarães (PT) ex-prefeito de São Jose do Egito; o empresário Gilsomar, liderança de oposição em Brejinho; Vitalino Patriota ex-prefeito de Tuparetama e o filho Diógenes Patriota (vereador), ambos do Solidariedade; cinco vereadores da oposição de Santa Terezinha e mais o ex-Prefeito Delson Lustosa. José Marcos prometeu procurar Luciano Duque(PT) Prefeito de Serra Talhada para conversar.
Os deputados do ex-prefeito serão os mesmos de 2014, Sebastião Oliveira-Federal e Rogério Leão-Estadual.
Analisando a gestão Evandro Valadares, Jose Marcos disse que “o primeiro governo foi excelente, o segundo deixou a desejar e o terceiro nem desejo tem, é nota zero”.
Perguntado onde está o Presidente da Câmara Antônio Andrade, José Marcos disse que ele não está do seu lado na oposição e nem com o governo. “Andrade está na coluna do meio. Segue em faixa própria”. Ele disse ainda não saber quando a chapa liderada por Armando Monteiro estará no Pajeú.
O engenheiro civil Manoelito Wagner Pereira Saturnino, o técnico em Saneamento Elias da Silva e o engenheiro civil Hógenes Alves de Oliveira Sobrinho tomaram posse, na tarde desta quarta-feira (13), como Inspetores coordenador, secretário e tesoureiro, respectivamente, da Regional de Afogados da Ingazeira. A posse aconteceu durante a 5ª reunião de Integração entre Inspetores e […]
O engenheiro civil Manoelito Wagner Pereira Saturnino, o técnico em Saneamento Elias da Silva e o engenheiro civil Hógenes Alves de Oliveira Sobrinho tomaram posse, na tarde desta quarta-feira (13), como Inspetores coordenador, secretário e tesoureiro, respectivamente, da Regional de Afogados da Ingazeira. A posse aconteceu durante a 5ª reunião de Integração entre Inspetores e Presidência do Crea-PE.
O presidente do Crea-PE, Evandro Alencar, falou da satisfação de receber os novos Inspetores. “Inauguramos a Regional no último dia 30 e agora damos posse aos novos Inspetores, profissionais que serão os nossos representantes na região. É mais uma ação de valorização profissional e interiorização do nosso Sistema”, pontuou Alencar.
O primeiro item da pauta da reunião foi a escolha do local onde possivelmente será realizada a próxima Plenária Itinerante, que deverá ocorrer em 15 de outubro. Na ocasião, a cidade escolhida foi Petrolina. A aprovação do local depende do Plenário do Conselho. A decisão sairá após a reunião plenária desta quarta-feira (13).
Após a decisão, os Inspetores conversaram sobre o procedimento correto para registro de empresas no Sistema Confea/Crea e Mútua e a Central de Denúncias Online. De acordo com o gerente de Fiscalização, Marcílio Leão, o Crea-PE recebe, em média, 10 denúncias por dia. “Um número grande de denúncias, mas que estão sendo atendidas. Primeiro, fazemos a verificação do material, até para saber se, de fato, a denúncia compete ao Conselho e damos início ao processo”, explicou Leão.
Temas de ordem administrativa ainda foram tratados como o Sitac, Fiscalizações Dirigidas e ampliação da representação do Crea-PE em eventos regionais.
Blog Dellas A primeira pesquisa de intenção de votos para governador após a entrada no páreo da pré-candidata Marília Arraes (Solidariedade) confirma o que os observadores políticos já vinham sentindo mas não tinham como comprovar: até o momento a pré-candidatura de Marília reduziu o nível de crescimento de Raquel Lyra (PSDB) e de Danilo Cabral […]
A primeira pesquisa de intenção de votos para governador após a entrada no páreo da pré-candidata Marília Arraes (Solidariedade) confirma o que os observadores políticos já vinham sentindo mas não tinham como comprovar: até o momento a pré-candidatura de Marília reduziu o nível de crescimento de Raquel Lyra (PSDB) e de Danilo Cabral (PSB). O levantamento é da Conectar e foi publicado, ontem, pelo Blog de Jamildo.
Para o analista de pesquisas e estatístico Maurício Romão “Raquel, antes de Marília, era a única mulher candidata e vinha crescendo em um ano em que as mulheres tendem a assumir um maior protagonismo. Era natural que, com uma concorrente feminina, ela reduzisse o nível de crescimento.
Da mesma forma Danilo que, como candidato oficial e muitos prefeitos tende a crescer bastante daqui para a frente, acabou por ser impactado por uma pessoa do seu próprio campo, que é o da esquerda e que disputa com ele o apoio de Lula”.
Até que ponto Marília, que teve 26% das intenções de voto na pesquisa, vai continuar segurando a subida de Raquel que tem 15% e Danilo que tem 5%, ou sobre Miguel Coelho (UB) com 12% e Anderson Ferreira (PL)com 8%? É difícil prever.
O próprio Romão observa que na pesquisa espontânea 80% dos eleitores se declararam indecisos ou não souberam responder, o que demonstra um alto grau de desinteresse que vai ser reduzido daqui pra frente e pode mudar o quadro quando o debate político se realizar.
Danilo desafiado a crescer
Ontem, na Assembleia, ao mesmo tempo em que um grupo de dirigentes petistas tentava minimizar o resultado pró-Marília, argumentando que os candidatos oficiais podem começar com baixo percentual se forem pouco conhecidos, como é o caso de Danilo, e ganhar já no primeiro turno, deputados do PSB demonstravam tranquilidade apostando no fato de a campanha nem ter ainda começado. Uma coisa, porém, ficou sem resposta: se a oposição tem se sobressaído mesmo sem campanha porque as forças governistas não conseguiram fazer o mesmo?
Raquel e Miguel com 27%
Na oposição, onde Raquel e Miguel têm dialogado e muita gente nos corredores torce por uma composição entre os dois, a pesquisa trouxe ânimo. Na verdade, os dois juntos tiveram 27% das intenções de voto, índice superior ao de Marília.
A deputada Priscila Krause, do Cidadania, acha que é cedo para falar em união dos dois mas, afirma que o índice de votos de ambos demonstra que o discurso oposicionista veio para ficar “na própria pesquisa – ressalta – a rejeição do governador é de 63%. Trata-se de um governo reprovado e como vai eleger sucessor?”.
Ontem mesmo a deputada foi à tribuna da Alepe denunciar com pormenores o que chamou de “irregularidades” na compra de equipamentos e medicamentos pelo Governo e Prefeitura do Recife na pandemia.
Lula e Bolsonaro
Já o candidato do presidente Bolsonaro em Pernambuco, o ex-prefeito Anderson Ferreira, com 8% na pesquisa ainda tem muito campo para crescer. O presidente conta com 17% das intenções de voto na pesquisa e Anderson pretende ter o apoio de todos os bolsonaristas.
Já o ex-presidente Lula, com 64% das intenções de voto, continua sendo o objeto de desejo de Danilo e Marília e certamente vai ser muito citado pelos dois, com uma diferença pró-Danilo: o PT vai estar em seu palanque e a base governista tem um grande tempo de TV enquanto Marília só conta com o tempo do seu pequeno partido, o Solidariedade. Sua única saída é as redes sociais.
Educação ajuda Danilo
Decidido a se apresentar como governador da educação, o pré-candidato Danilo Cabral ganhou um reforço esta semana. Ontem na tribuna da Alepe, o deputado Isaltino Nascimento ressaltou o fato de Pernambuco ter sido o destaque no Encontro Anual de Educação realizado em São Paulo pelo Instituto Todos pela Educação.
O estado foi citado no evento como o primeiro do país a ter todas as escolas de ensino médio em tempo integral e ter atingido a média de 4,5 no IDEB (Indice de Desenvolvimento da Educação Básica) superando a média nacional que foi de 3,9.
Durante todo o dia de ontem (19), Garanhuns recebeu mais uma edição do evento Ouvidoria em Ação, organizado pela Ouvidoria-Geral do Estado em parceria com a Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, por meio do Projeto Gestão Cidadã. No Sesc de Garanhuns, os presentes puderam participar de palestras e mesas de debate com o intuito […]
Durante todo o dia de ontem (19), Garanhuns recebeu mais uma edição do evento Ouvidoria em Ação, organizado pela Ouvidoria-Geral do Estado em parceria com a Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, por meio do Projeto Gestão Cidadã.
No Sesc de Garanhuns, os presentes puderam participar de palestras e mesas de debate com o intuito de adquirir conhecimento e trocar experiências exitosas entre as ouvidorias de todo o Estado.
O evento começou com a palestra do ouvidor-geral da União adjunto, Fábio Valga, que colocou a ouvidoria como um direito da cidadania. Valga apresentou os 7 passos para implementar uma ouvidoria em um município. Segundo ele, é necessária uma equipe de trabalho com gestão eficiente que empenhe-se de acordo com a Lei 13.460/17 e garanta a resposta em tempo hábil, além da divulgação pública dessas ouvidorias e a capacitação de gestores e sociedade geral. “Há muitas possibilidades para a implantação, mas este é um bom caminho”, completou.
Durante a manhã, a assistente de projeto do Gestão Cidadã, Verônica Ribeiro, participou da mesa que debateu as ferramentas de controle social e transparência do projeto que faz parte. Verônica apresentou a iniciativa, além de seus objetivos e metas. Para a assistente, o foco está na consolidação de gestões públicas locais cada vez mais democráticas e participativas, que atendam os interesses públicos de forma transparente e inclusiva.
Pela tarde, foi promovido um debate com o tema “Ouvidoria, um aporte necessário”, a ouvidora do Ministério Público, Selma Barreto, um representante da Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Douglas Moreno e Eduardo Porto, do Tribunal de Contas do Estado, foram os mediadores da conversa. Os três reforçaram a importância em elaborar relatórios a partir do que se recebe das ouvidorias e a necessidade urgente de se trabalhar a divulgação da existência dessa ferramenta em todas esferas da administração pública. O Ouvidoria em Ação foi encerrado com a palestra da ouvidora-geral do Estado, Érika Lacert.
O ex-governador do Rio Grande do Sul e ex-prefeito de Porto Alegre Tarso Genro (PT) defendeu que o PT peça ao tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, que se afaste do cargo e que, se ele não aceitar fazer isso, a legenda o afaste preventivamente. “Se ele for denunciado e a denúncia for aceita, como […]
O ex-governador do Rio Grande do Sul e ex-prefeito de Porto Alegre Tarso Genro (PT) defendeu que o PT peça ao tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, que se afaste do cargo e que, se ele não aceitar fazer isso, a legenda o afaste preventivamente.
“Se ele for denunciado e a denúncia for aceita, como é a informação que nós temos, acho que o partido deve pedir que ele se afaste e, se não se afastar, afastá-lo preventivamente”, disse, ao deixar o hotel onde estava reunido com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dirigentes petistas, em São Paulo.
Tarso voltou a argumentar que a sigla deve examinar a denúncia e avaliar a situação de Vaccari Neto. “Se o Vaccari não tomar uma decisão, a minha opinião e eu já manifestei isso inclusive à direção do partido, é que o partido deve examinar. Ele (o PT) deve determinar o exame das provas e da denúncia que existe”, complementou.
A Justiça Federal aceitou no dia 23 a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra Vaccari Neto e o ex-diretor de serviços da Petrobras Renato Duque. Eles respondem a acusações de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato.
O ex-governador do Rio Grande do Sul também repetiu ser favorável ao partido discutir sua “refundação”, uma “renovação profunda” para adequar os pressupostos éticos e políticos da agremiação ao momento atual. Tarso reafirmou ainda que o PT precisa debater como estruturar uma coalizão de governo mais programática no futuro.
“Ninguém está recomendando que se rompa com a coalizão atual, tem que ter condições de o governo continuar, mas o partido tem que pensar, no futuro, numa coalizão mais coerente, mais programática e mais orgânica”, afirmou, após argumentar que todos as administrações pós-redemocratização se sustentaram no sistema de coalizão atual.
Sobre a participação na reunião do futuro ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, o ex-governador preferiu não dar detalhes. “Quem tem que falar é o pessoal que convocou a reunião. Ele (Janine Ribeiro) falou sobre suas posições sobre ética política, como ele vê o cenário nacional”, afirmou, brevemente.
Segundo o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, que deixou mais cedo o encontro com dirigentes petistas, a conversa com o futuro ministro da Educação já tinha sido marcada pela entidade antes da indicação para a gestão federal. Os dirigentes entre eles os presidentes nacional, Rui Falcão, e estadual do partido em São Paulo, Emídio de Souza, continuam reunidos a portas fechadas com Lula. A reunião extraordinária, convocada pelo ex-presidente, para uma “discussão das tarefas do PT na atual situação política”.
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