Câmara credita vitória a Eduardo
Gazeta do Povo Um dia após o Datafolha identificar queda nas intenções de voto de Aécio Neves (PSDB), o candidato tucano à Presidência rebateu nesta terça-feira (21) os dados do levantamento e disse que os institutos de pesquisa “devem uma explicação aos brasileiros” pelos “erros grosseiros” que vêm cometendo. “Se eu me abalasse por pesquisas, […]
Gazeta do Povo
Um dia após o Datafolha identificar queda nas intenções de voto de Aécio Neves (PSDB), o candidato tucano à Presidência rebateu nesta terça-feira (21) os dados do levantamento e disse que os institutos de pesquisa “devem uma explicação aos brasileiros” pelos “erros grosseiros” que vêm cometendo. “Se eu me abalasse por pesquisas, não teria tido o resultado que tive no primeiro turno”, afirmou, em entrevista em Campo Grande.
Para Aécio, não houve queda em suas intenções de voto. “Não posso considerar queda uma candidatura que teve 30 e poucos pontos no primeiro turno e depois aparece com 50”, disse. “A nossa candidatura foi a que mais cresceu.”
O tucano disse que tem pesquisas internas que o colocam “com um margem enorme” à frente de Dilma Rousseff (PT). “Pelo que nós vimos da pesquisa do primeiro turno, o Datafolha está me dando como eleito”, ironizou.
O resultado do Datafolha mostrou Dilma numericamente à frente da corrida eleitoral, com 52% dos votos válidos, ante 48% de Aécio. Foi a primeira vez que a petista apareceu à frente do tucano neste segundo turno, ainda que o cenário seja de empate técnico, pelo limite da margem de erro (de dois pontos percentuais).
Aécio perdeu pontos em quase todos os segmentos pesquisados, inclusive no Centro-Oeste, onde sua vantagem sobre Dilma diminuiu de 24 para nove pontos percentuais.
Em Mato Grosso do Sul, o segundo turno também é disputado entre PT e PSDB: o ex-prefeito de Maracaju Reinaldo Azambuja (PSDB) enfrenta o senador Delcídio Amaral (PT). Os dois estão em empate técnico, segundo o último Ibope: 51% a 49% para o tucano.
O Ministério da Saúde divulgou, na última sexta-feira (17), que o Brasil contabilizou, até o momento, 46 casos confirmados de intoxicação por metanol após consumo de bebidas alcoólicas. Ainda há 87 ocorrências em investigação. Entre os casos confirmados, 38 foram em São Paulo, quatro no Paraná, três em Pernambuco e um no Rio Grande do […]
O Ministério da Saúde divulgou, na última sexta-feira (17), que o Brasil contabilizou, até o momento, 46 casos confirmados de intoxicação por metanol após consumo de bebidas alcoólicas. Ainda há 87 ocorrências em investigação.
Entre os casos confirmados, 38 foram em São Paulo, quatro no Paraná, três em Pernambuco e um no Rio Grande do Sul. Ao todo, 528 suspeitas foram descartadas.
Entre os casos ainda em investigação, a maior parte também está em São Paulo (44 notificações). As outras suspeitas estão em Pernambuco (23), Rio de Janeiro (6), Piauí (3), Mato Grosso do Sul (2), Goiás (2), Paraná (2) e Bahia (1), Espírito Santo (1), Minas Gerais (1), Paraíba (1) e Tocantins (1).
Mortes
Não houve nova confirmação do número de mortes causadas pela intoxicação por metanol desde a última quarta (15). São, ao todo, oito óbitos, que ocorreram no estado de São Paulo (seis pessoas) e em Pernambuco (duas).
Outros oito casos estão em investigação, sendo dois em São Paulo, três em Pernambuco, um no Mato Grosso do Sul, um em Minas Gerais e um no Parará. Ao todo, 26 suspeitas de mortes causadas por metanol foram descartadas. As informações são da Agência Brasil.
Vereadora reforçou a importância do ramal Salgueiro – Suape para Pernambuco A vereadora Kari Santos (PT/Recife) se reuniu com o Superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, para tratar de infraestrutura logística estratégica para Pernambuco. No encontro, realizado nesta semana, a parlamentar destacou a importância da implantação do ramal ferroviário Salgueiro–Suape da Transnordestina, ligando o Sertão ao […]
Vereadora reforçou a importância do ramal Salgueiro – Suape para Pernambuco
A vereadora Kari Santos (PT/Recife) se reuniu com o Superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, para tratar de infraestrutura logística estratégica para Pernambuco.
No encontro, realizado nesta semana, a parlamentar destacou a importância da implantação do ramal ferroviário Salgueiro–Suape da Transnordestina, ligando o Sertão ao Complexo Industrial Portuário de Suape.
Kari destacou que o traçado até Suape, que foi motivo de muita disputa com o estado do Ceará, integra cadeias produtivas, reduz custos de escoamento, estimula a interiorização do desenvolvimento e gera empregos qualificados, conectando polos industriais, arranjos produtivos locais e áreas de agricultura familiar ao principal hub portuário do Estado.
“A Transnordestina só cumprirá plenamente sua função de se conectar o coração produtivo do Sertão ao nosso porto. Função esta que foi interrompida pelo Governo Bolsonaro e criou todo imbróglio entre Pernambuco e o estado do Ceará. O ramal Salgueiro–Suape é decisivo para competitividade, atração de investimentos e aumento da renda em Pernambuco e no Nordeste”, afirmou a vereadora.
Segundo a vereadora, o superintendente demonstrou abertura e receptividade ao seu apelo, reconhecendo a importância de garantir que a ferrovia cumpra plenamente sua função de integração logística e desenvolvimento regional. A conversa abordou ainda o papel da Sudene na articulação institucional com o Governo Federal e os estados nordestinos, visando incluir o trecho no planejamento de investimentos prioritários.
“Saí muito esperançosa dessa reunião. O superintendente foi extremamente receptivo e compreendeu a urgência do ramal Salgueiro–Suape. Essa obra é essencial para ligar o Sertão ao Porto, gerar empregos e fortalecer nossa economia com justiça territorial”, afirmou Kari Santos.
Vaquinha virtual para pagar ônibus, ceia e bebidas Da Veja online Um grupo de mulheres se organiza para passar o réveillon em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde o ex-presidente Lula está preso. A festa está sendo organizada por Bete Silvério, secretária municipal de mulheres do PT de São Paulo. O objetivo […]
Vaquinha virtual para pagar ônibus, ceia e bebidas
Da Veja online
Um grupo de mulheres se organiza para passar o réveillon em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde o ex-presidente Lula está preso. A festa está sendo organizada por Bete Silvério, secretária municipal de mulheres do PT de São Paulo. O objetivo seria minimizar a solidão do político. “Lula não pode ficar sozinho naquela masmorra e numa data tão importante”, disse Bete ao site do Partidos dos Trabalhadores.
O método para atrair público será por meio de uma vaquinha virtual, pela qual se arrecadaria fundos para a viagem de ônibus de São Paulo até a capital do Paraná. Outros custos serão com os ingredientes para montar uma ceia no local, além de bebidas. A ação “solidária” a Lula tem como objetivo arrecadar R$ 5.000 reais. Até o momento, recebeu 2 700 reais em doação.
Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília. “No caso […]
Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília.
“No caso em questão, não há nenhuma prova de que algum dos réus tinha o dever específico de agir para impedir os danos causados pela multidão em 8 de janeiro de 2023”, disse o ministro, em voto no processo da chamada Trama Golpista.
Segundo Fux, a omissão penalmente relevante não se caracteriza apenas pela ausência de ação, mas exige a comprovação de um dever jurídico específico de evitar o resultado criminoso. “Isso deve ser um dever jurídico específico, não apenas uma obrigação moral genérica”, acrescentou.
O ministro destacou ainda que não há evidências de que os acusados tenham ordenado a destruição e posteriormente se omitido. “Pelo contrário, há evidências de que, assim que a destruição começou, um dos réus agiu para evitar que o edifício supremo fosse invadido pelos vândalos. O que eu atestei pela prova dos autos é que o réu Anderson Torres assim agiu”, afirmou.
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