Tabira: João Paulo Costa declara apoio à pré-candidatura de Djalma das Almofadas
Por André Luis
O deputado estadual João Paulo Costa (Avante), se reuniu, nesta quarta-feira (29), com os vereadores de Tabira, Sertão do Pajeú, Djalma das Almofadas (MDB) e Aldo Santana (PROS). Durante o encontro, o parlamentar declarou apoio à pré-candidatura a prefeito do vereador Djalma das Almofadas.
“Junto com o vereador Aldo Santana, vamos intensificar o diálogo com o movimento popular, movimento empresarial, movimento sindical, professores, juventude e demais formadores de opinião da cidade, no sentido de apresentar um novo modelo de gestão desejado pelo município de Tabira”, pontuou o deputado.
“A nossa pré-candidatura nasce de um sentimento que eu tenho percebido em todos os locais que caminho em nossa querida Tabira. Vamos fazer essa construção, conversando com cada cidadão e cidadã do município, apresentando nossas ideias.”, diz o vereador Djalma.
Também participou do encontro o ex-deputado federal e candidato ao Senado na eleição de 2018, Silvio Costa, que é amigo pessoal dos vereadores Djalma e Aldo.
A ousadia de Raquel Lyra A governadora Raquel Lyra, uma das surpresas de 2022, tem tido uma montagem de secretariado ousada. Na estrutura política e principalmente fisiologista histórica do estado, nunca houve espaço para a montagem que atendesse mais critérios técnicos que políticos. Salvo algumas exceções, muito poucas, Raquel montou um secretariado técnico, com boas […]
A governadora Raquel Lyra, uma das surpresas de 2022, tem tido uma montagem de secretariado ousada.
Na estrutura política e principalmente fisiologista histórica do estado, nunca houve espaço para a montagem que atendesse mais critérios técnicos que políticos.
Salvo algumas exceções, muito poucas, Raquel montou um secretariado técnico, com boas cabeças, bons quadros, com a menor ligação possível em relação à política tradicional. Enquanto Lula atendeu do PT ao Centrão, Raquel manteve o propósito de não ceder, ou ceder o mínimo possível para os blocos tradicionais.
A nota de Miguel Coelho é autoexplicativa. “Mesmo não sendo convidado a integrar sua equipe, estarei à disposição para contribuir para Pernambuco voltar a ser grande de novo”, indiretou.
Se conseguir, Raquel pode contribuir muito com a história. Isso porque até agora, todos os governadores desde a redemocratização, de Arraes a Câmara pagaram um preço pela dependência dos caciques políticos do estado.
Um dos casos sempre invocados pela política de como o Secretário cacique corre ao pau e ao machado é o de Sebastião Oliveira, uma liderança política inquestionável, mas que sempre foi cercado de dubiedades na condução. Dizem que, quando era agenda positiva e entrega da pasta, ele tratava na primeira pessoa. A entrega não era do governador, era de Sebastião Oliveira. E quando tinha crítica, demanda, cobrança, o nome de Paulo finalmente aparecia. “Vamos levar a demanda ao governador”, dizia.
E o que Paulo sofreu com ameaças de fisiologistas como Dudu da Fonte, querendo espaço sob pena de romper à boca da eleição estadual?
Assim, o grande desafio de Raquel será a libertação de círculo vicioso e rancoroso da política, com implicações na relação com ALEPE, caciques, prefeitos.
Se Raquel conseguir, terá ajudado muito ao estado, o libertando dessa regra de ouro. Se Raquel conseguir, vai iniciar um ciclo de meritocracia técnico administrativa e não necessariamente só política. Se Raquel conseguir, Pernambuco tem mais a ganhar que a perder. Se Raquel conseguir…
O Oscar da Política em 2022
O blog resolveu fazer uma adaptação nessa última coluna do ano do Oscar, para escolha dos melhores e piores em 2022. A avaliação leva em conta o que o blog noticiou este ano sobre a política no Sertão, em Pernambuco e no Brasil. Claro, é uma avaliação passional e editorial, com uma pitada de humor e todo o direito de receber críticas ou elogios dos nossos leitores.
Melhor Filme:
“O ano que não acabou”, sobre o imbróglio entre Evandro Valadares e João de Maria em 2022, repetindo 2021. Guerra de narrativas, guerra jurídica, vereador “sequestrado”, prefeito imprensado, João chorando, João rindo, Evandro dizendo que só não deu a roupa a vereador governista que rompeu, agiota na porta da Câmara e São José com sua história vendo a política manchar seu legado.
Melhor Ator
Dicinha do Calçamento em “Eu sei o que você fez no verão passado” e Dinca Brandino em “Minha live me condena”. O vereador, mesmo sem ter sido cantado por falta de fé de quem canta, agora se virou num Jiraya e fez um discurso arretado na votação que elegeu Valdemir Filho. Quase deu pra confiar. Já Dinca Brandino com suas lives foi hour concours. Um show de humor que entreteu alguns poucos gatos pingados com coragem de assistí-lo.
Melhor Drama
João de Maria, em “Ganhei de Novo”, filme ainda em produção, cujo final só Deus, o desembargador e a juiza podem concluir. A cena do choro de João no ato de sua reeleição comoveu os membros da Academia.
Melhor filme de ação
“Alta tensão”, com Márcia Conrado e Luciano Duque em Serra Talhada e participação especial de Sandrinho e Patriota em Afogados. Em um ano de altas emoções, com muito “tão junto”, “tão brigado”, “tão de banda”, “tão na banda”, além da intensa participação de um elenco especialista em botar o circo pegando fogo.
Melhor filme de terror
Paulo Câmara e Fernandha Batista em “Estrada Assassina”. Com prêmio de Ator Coadjuvante para Luiz Castro, o imexível do DER. Um governo que, tal qual a PE 320, a estrada de Ingazeira, a de Quixaba e a de Tabira a Água Branca, esburacou a perspectiva de vitória de Danilo Cabral.
Melhor atriz
Claro, Nicinha Melo em “Mantendo as aparências”. O caso da gestora que não gere, da política que não fala ou opina, do marido que quer acusar os outros do machismo do qual ele mesmo a vitimiza, quando atua no “ela assina, eu desgoverno.”
Melhores efeitos especiais
Raquel Lyra em “Querida, despolitizei o secretariado”. A tentativa da gestora pernambucana de governar com os seus, sem dar cartaz aos dos outros.
Melhor comédia
Vianey Justo e Dicinha do Calçamento em “Fí de rapariga é você!” A película com a cena mais bem executada da história, sem dublês, totalmente no improviso, sem precisar de direção ou efeitos especiais. Uma bela demonstração da competência da política tabirense em tentar manchar a decência de seu povo. Parabéns!
Melhor fotografia
Mário Viana Filho em “Raquel e eu”. A luta do jovem e talentoso jornalista por registros ao lado da nova governadora. A cada flashe, uma nova esperança…
Melhor Trilha Sonora
“Tá na hora do Jair já ir embora”, de Juliano Maderada e Tiago Doidão, mais ouvida de 2022 em todo o país. A canção foi vetada no resort de Trump, na Flórida. Menção honrosa para a versão de A Grande Família. “Essa família é desunida/e também muito ouriçada/briga por qualquer razão/e o Carlos só quer ter razão…
Melhor Ator Coadjuvante
Vai para o Patriota do Caminhão, personagem icônico que com seu civismo, preparo, inteligência e sagacidade, homenageou todos os que lutaram por um Brasil melhor nas portas de quartéis e tiros de guerra, sob sol, chuva e sempre confiando que em 72 horas algo novo iria aparecer para confrontar a democracia. Deus, pátria e família!
Feliz Ano Novo!
Aos leitores e amigos, um Feliz Ano Novo que começa hoje. Fé, esperança, solidariedade, prosperidade, pão em todas as mesas, é o que desejamos!
Frase da semana:
“Vou dizer que fui o melhor presidente do mundo? Não vou dizer. Mas dei meu sangue.”
De Jair Bolsonaro, na live do adeus, antes de embarcar para a Flórida.
Incentivar a produção da dramaturgia pernambucana por meio da publicação de textos inéditos e preservar a memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios. São esses os objetivos do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, lançado, neste sábado (25), pelo governador Paulo Câmara, pelo secretário de Cultura, Marcelino Granja, […]
Premiação tem como meta incentivar a produção da dramaturgia pernambucana
Incentivar a produção da dramaturgia pernambucana por meio da publicação de textos inéditos e preservar a memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios. São esses os objetivos do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, lançado, neste sábado (25), pelo governador Paulo Câmara, pelo secretário de Cultura, Marcelino Granja, e pela presidente da Fundarpe, Márcia Souto, durante o último dia do 25º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Familiares de Ariano, como o neto João Suassuna e a filha Marina Suassuna, estiveram presentes na cerimônia.
Inspirado na forte contribuição do escritor, tanto no campo das artes quanto da gestão pública de Cultura, o edital será publicado anualmente. Nesta primeira edição, distribuirá R$ 151 mil em prêmios. O resultado será divulgado sempre a cada dia 16 de junho, data de aniversário do mestre Ariano.
“A cultura pernambucana foi devidamente enriquecida com o FIG e as pessoas tiveram a oportunidade de, nesses dez dias, vivenciar suas fortes expressões. Qualquer homenagem ao mestre Ariano é pouco, por tudo que ele fez pela cultura de Pernambuco e do Brasil. Não vamos nos cansar de homenageá-lo pelo que ele representará para as novas gerações”, pontuou Paulo Câmara.
O governador circulou pelo Parque Euclides Dourado e visitou o Pavilhão do Artesanato, que, neste ano, movimentou negócios em torno de R$ 40 mil. Conversou com artesãos e recebeu, do mestre Luiz Benício, do Vale do Catimbau (Buíque), uma escultura de São Francisco, talhada em madeira ecológica. No ato, ele também assinou outro decreto que deu o nome de Ariano Suassuna para uma Escola Técnica que será construída em Garanhuns até 2016.
Marcelino Granja ressaltou que a ideia da premiação partiu do governador. “Destaco a sensibilidade do Governo nesse assunto importante que é a cultura. Outro aspecto é a contribuição de Ariano para a cultura nacional. Ele passou por diversas fases do Brasil e nunca perdeu a esperança. Nesse momento de crise, esperança é artigo caro. E o FIG não poderia fazer melhor homenagem; à Dona Luzilá, por um lado, uma grande escritora que marca sua história pela defesa dos direitos da mulher, e a Ariano”, afirmou.
O prêmio– No segmento Dramaturgia, o prêmio está dividido nas categorias Teatro Adulto, Teatro de Formas Animadas e Teatro Para Infância e Juventude. Serão duas premiações para cada uma delas, sendo R$ 10 mil para os primeiros lugares e R$ 7 mil para os segundos lugares. Além do prêmio em dinheiro, os autores (primeiros e segundos lugares de cada uma das três categorias) terão seus textos publicados em meios impressos e eletrônicos (e-books). Poderão concorrer a este prêmio escritores residentes em Pernambuco há um ano, no mínimo.
No segmento Culturas Populares serão distribuídos oito prêmios entre duas categorias: Mestre dos Saberes e Fazeres e Grupos-Comunidades. Para cada categoria haverá quatro prêmios, sendo um para cada macrorregião do Estado: Mata, Agreste, Sertão e Região Metropolitana. Na categoria Mestre dos Saberes, os selecionados receberão premiação no valor de R$ 10 mil. Já na segunda categoria, os grupos e as comunidades serão beneficiados com o valor de R$ 15 mil, cada um, distribuídos entre as quatro macrorregiões.
Poderão concorrer mestres da cultura popular residentes em Pernambuco e grupos/comunidades do Estado. As inscrições devem ser feitas por meio escrito e também online. Todas as candidaturas do Prêmio Ariano Suassuna serão julgadas por uma comissão de avaliação mista, formada por especialistas convidados e técnicos da Secult e Fundarpe.
“Todas as regras de participação do prêmio serão detalhadas em edital próprio, que será lançado em breve pela Secretaria de Cultura e Fundarpe. Estamos felizes porque este prêmio vai promover uma renovação das publicações de textos dramatúrgicos, revelar novos profissionais deste setor e oferecer um incentivo a mais a mestres e mestras da nossa cultura”, explicou a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.
Foto: ilustrativa/Freepik Por André Luis – Jornalista do blog A notícia da Coluna do Domingão do blog deste domingo (3) é preocupante e merece toda a atenção de quem defende a liberdade de imprensa. Em pleno 2025, episódios de intimidação e assédio a rádios e jornalistas continuam se multiplicando em Pernambuco, especialmente no interior, onde […]
A notícia da Coluna do Domingão do blog deste domingo (3) é preocupante e merece toda a atenção de quem defende a liberdade de imprensa. Em pleno 2025, episódios de intimidação e assédio a rádios e jornalistas continuam se multiplicando em Pernambuco, especialmente no interior, onde o rádio ainda exerce papel central como elo entre o poder público e a sociedade.
Segundo a coluna, há gestores exigindo, de forma explícita ou velada, uma linha editorial “alinhada” com os interesses de seus governos, como se a publicidade institucional fosse autorização para interferência no conteúdo jornalístico. Trata-se de um grave equívoco — ou, pior, de uma prática autoritária que fere diretamente o princípio da liberdade de expressão. Publicidade pública não é moeda de troca. Não autoriza silenciar críticas ou transformar veículos em extensão da assessoria de governo.
O caso mais simbólico relatado foi o do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, que, por discordar da linha editorial da Cidade FM, decidiu excluir a emissora do espaço reservado à cobertura da imprensa. Um gesto claro de retaliação, prontamente repudiado pela ASSERPE. É o tipo de atitude que revela o desprezo de certos gestores pela democracia e pela independência da imprensa — valores que deveriam ser inegociáveis.
Diante da recorrência desses casos, a ASSERPE pretende lançar uma plataforma para registrar oficialmente denúncias de assédio, censura e violações à liberdade editorial no Estado. A iniciativa, inspirada no relatório da ABERT, é fundamental para mapear e dar visibilidade a esse tipo de ataque que, muitas vezes, acontece longe dos grandes centros e do escrutínio público.
Não se trata de defender uma imprensa imune a críticas — muito pelo contrário. O debate público exige responsabilidade, equilíbrio e pluralidade. O que não se pode aceitar é que veículos sejam punidos por cumprir sua função jornalística, especialmente quando isso se dá por meio de perseguição institucional.
O rádio não pertence a governos, nem deve ser usado como palanque de quem está no poder. Ele pertence ao povo. E cabe à sociedade, às entidades representativas e aos próprios profissionais da comunicação defender esse espaço de autonomia, que é condição básica para a democracia florescer. É hora de dar um basta à lógica do “quem paga, manda”. Informação livre é direito, não concessão.
O candidato à prefeitura de Serra Talhada, Miguel Duque foi mais uma vez condenado e multado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desta vez, nesta segunda-feira, 09 de setembro, a 71ª Zona Eleitoral de Serra Talhada, em ação impetrada pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores, aplicou multa de R$ 7 mil reais por propaganda eleitoral […]
O candidato à prefeitura de Serra Talhada, Miguel Duque foi mais uma vez condenado e multado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Desta vez, nesta segunda-feira, 09 de setembro, a 71ª Zona Eleitoral de Serra Talhada, em ação impetrada pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores, aplicou multa de R$ 7 mil reais por propaganda eleitoral antecipada ao candidato.
O Juiz Eleitoral Diógenes Portela Saboia Soares Torres, entendeu que no dia 11 de agosto, o então pré candidato Miguel Duque, fez propaganda eleitoral de forma antecipada, ao aparecer rotulado como “prefeito” em postagem na sua própria rede social, sendo esta conduta vedada, conforme fundamentos jurídicos.
Outra condenação: João Pereira Gama Neto e Alba Rejane Barros do Amaral foram condenados por divulgar, em formato de jingle, informações falsas, as chamadas fake news, em face da pré-candidata Márcia Conrado. Para tanto, o Juiz entendeu que “o áudio compartilhado pelos autores configura nítida e clara propaganda negativa, proibida pela legislação eleitoral”, fixando multa de R$ 5 mil reais para cada um deles.
Em outra ação, João Pereira Gama Neto aparece condenado mais uma vez, ao lado de George Carlos de Melo Lima, ambos por divulgar, de forma massiva, áudio criado com voz artificial e mecanizada, contendo propaganda negativa, sendo enquadrado como propaganda eleitoral extemporânea. Cada um pagará multa no valor de R$ 5 mil reais.
Vereador disse ainda ter firmado o apoio à dobradinha entre Zé Negão candidato a Federal e João Paulo costa a Estadual. “Temos gratidão a ele” O vereador Edson Henrique (Podemos) disse falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que não se enquadra na definição de negacionista, citada pelo blog na Coluna do Domingão. “Tenho […]
Vereador disse ainda ter firmado o apoio à dobradinha entre Zé Negão candidato a Federal e João Paulo costa a Estadual. “Temos gratidão a ele”
O vereador Edson Henrique (Podemos) disse falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que não se enquadra na definição de negacionista, citada pelo blog na Coluna do Domingão. “Tenho o esquema vacinal completo, tomei as três doses. Sei da importância da vacina”.
Edson disse que sua crítica foi à obrigatoriedade do passaporte vacinal. “Ano anterior as aulas aconteceram de forma remota. A própria população disse aqui mesmo na Rádio que seria mais prudente retomar as aulas de forma remota, porque não dava tempo nem se tinha vacina suficiente pra todo mundo. Além disso, a exigência cartão vacinal não impede a transmissão da doença”.
“Não fui contra por politicagem, fui por prudência”, acrescentou.
Sobrea s pessoas que participam da Tribuna Popular, disse que apesar de não concordar em tudo com o que colocam, há de se entender que a Câmara é a casa do povo. “Não articulei a Tribuna Popular, mas algumas que compareceram sobre vários temas hora ou outra procuram contato primeiro com o vereador. Não vou me negar. Fui procurado por pessoas que fizeram uso. Em alguns temas comungo, em outros eu discordo”.
Ele falou do caráter jurídico, dizendo que na Ação Direta de Inconstitucionalidade 6587 se destaca que para poder restringir tem que ter norma reguladora, mesmo que haja um decreto. “Essa norma não foi criada ou a casa consultada. Tem ainda o Ministério Público que recomendou que a caderneta de vacinação não pode ser impedimento para as aulas, pois educação é direito de todos”.
Apoio à dobradinha Zé Negão x João Paulo Costa
Sobre política, disse que permanece alinhado com o Estadual João Paulo Costa, mesmo com seu alinhamento com a eleição de Danilo Cabral.
“Já sabíamos da posição dele e continuamos alinhados. Ele sempre foi transparente conosco. Sobre a decisão da oposição de Carnaíba, eles tem autonomia e foro íntimo pra decidir, mas me surpreende. Isso porque é nesse ano de 2022 que ele requer gratidão e aí se larga a mão”.
Ele destacou o papel da gratidão. “Aprendi que temos que ter gratidão. Ele nos ajudou em 2020 e continuou nos ajudando. Não cruza os braços. Vai a Brasília se reúne com Sílvio Costa Filho que não foi votado por nós. E vamos nos unir em torno de Zé Negão candidato a federal.
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