Senador Humberto Costa (PT-PE) foi um dos poucos que defendeu mais recursos para o financiamento dos partidos. Por André Luis – Com informações da Agência Senado Com a decisão de rejeitarem todas as mudanças polêmicas do Projeto de Lei 11.021/18, que altera várias regras eleitorais – chamado de minirreforma eleitoral, o Senado Federal funcionou como […]
Senador Humberto Costa (PT-PE) foi um dos poucos que defendeu mais recursos para o financiamento dos partidos.
Por André Luis – Com informações da Agência Senado
Com a decisão de rejeitarem todas as mudanças polêmicas do Projeto de Lei 11.021/18, que altera várias regras eleitorais – chamado de minirreforma eleitoral, o Senado Federal funcionou como freio de contenção para impedir uma indecência proposta pela Câmara dos Deputados aprovado na terça-feira (03.09).
Nesta terça-feira (17), o Plenário do Senado Federal aprovou o substitutivo do senador Weverton (PDT-MA) ao PL 5.029/2019. Em suma, decidiram rejeitar todas as mudanças polêmicas do projeto e manter apenas a garantia de que o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral) não será aumentado e terá para as eleições de 2020 o mesmo montante das eleições de 2018, ou seja, R$ 1,7 bilhão.
O texto original do projeto enviado pela Câmara previa exceções ao limite de gastos de campanhas; estabelecia novos itens nos quais podem ser usados recursos do Fundo Partidário; definia critérios para análise de inelegibilidade; e autorizava o retorno da propaganda partidária semestral. Também alterava regras relacionadas à gestão de partidos políticos.
Ampliava, ainda, as possibilidades de uso dos recursos do Fundo Partidário por parte das legendas, com a permissão para contratação de serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse ou litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, relacionados ao processo eleitoral, ao exercício de mandato eletivo ou que possa acarretar reconhecimento de inelegibilidade.
O texto enviado pela Câmara dos Deputados foi considerado por muitos senadores como uma aberração e grave retrocesso recheado de equívocos e vícios que trariam prejuízos nas questões de inelegibilidade de candidatos e enfraqueceria a Lei da Ficha Limpa.
O senador Humberto Costa (PT-PE) defendeu não apenas mais recursos para o financiamento dos partidos, mas a volta do direito de as legendas falarem ao país por meio de programas de TV semestrais.
Os senadores alertam que há risco de os deputados reintroduzirem pontos rejeitados por eles, visto que agora a proposta volta para nova votação na Câmara dos Deputados. Cabe agora à sociedade fiscalizar os deputados para que não aprovem esse pacote de retrocessos e aberrações.
Dois anos depois de apresentada a denúncia, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começa a julgar nesta terça-feira (24) o processo interno que apura eventual cometimento de crimes contra a Constituição por parte do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). O caso em questão remete aos últimos instantes […]
Sergio Moro no ‘Roda Viva’, da TV Cultura (TV Cultura/Reprodução)
Dois anos depois de apresentada a denúncia, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começa a julgar nesta terça-feira (24) o processo interno que apura eventual cometimento de crimes contra a Constituição por parte do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).
O caso em questão remete aos últimos instantes do governo Dilma Rousseff, quando o impeachment avançava e a petista, em estratégia política, indicou o ex-presidente Lula para a Casa Civil. Às vésperas da posse, Moro tornou públicos, em 16 de março de 2016, áudios do diálogo ao telefone em que Lula e Dilma conversam sobre o documento de nomeação.
A divulgação, por envolver a Presidência da República, é considerada ilegal e mereceu reprimenda do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, morto janeiro de 2017, a Sérgio Moro, que pediu “escusas” ao STF alegando procurado “dar publicidade ao processo e especialmente a condutas relevantes do ponto de vista jurídico e criminal do investigado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.
Naquela ocasião, Dilma foi acusada de blindar Lula como foro privilegiado, de forma a evitar sua prisão. Mas a própria gravação de parte dos áudios foi operada irregularmente, uma vez que a Polícia Federal executou a interceptação telefônica depois de ordem de Moro para interromper grampos.
Para a Liderança do PT na Câmara, que apresentou a denúncia ao CNJ, Sérgio Moro cometeu crimes ao violar o sigilo telefônico de uma presidente da República. Para o líder do partido, deputado Paulo Pimenta (RS), há blindagem do CNJ ao juiz da Lava Jato.
Na denúncia, Moro é acusado pelos crimes de “interceptação telefônica da Presidente da República, de Ministros de Estado e de Senador da República, competência exclusiva do Supremo Tribunal Federal”; por “tornar público o conteúdo dessas gravações sem autorização judicial e com objetivos não autorizados em lei”; e por violar o sigilo profissional na comunicação profissional entre advogados e clientes, previstas pelos parágrafos 6º e 7º do art. 7º da Lei 8.906/94″.
Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho, em novembro, em Serra Talhada, foram registradas 320 admissões na cidade. No acumulado do ano, mais de 3,7 mil novos postos de trabalho foram criados, confirmando o compromisso da gestão municipal em fomentar o desenvolvimento econômico e ampliar […]
Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho, em novembro, em Serra Talhada, foram registradas 320 admissões na cidade.
No acumulado do ano, mais de 3,7 mil novos postos de trabalho foram criados, confirmando o compromisso da gestão municipal em fomentar o desenvolvimento econômico e ampliar oportunidades para a população.
“Esses números refletem o empenho da nossa gestão em promover políticas públicas que gerem oportunidades para todos. O trabalho conjunto entre a Prefeitura, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o empresariado local tem sido fundamental para alcançarmos esse resultado. Serra Talhada avança com mais empregos e renda para a nossa população,” destacou a prefeita Márcia Conrado.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Elizandro Nogueira, também comemorou os números e reforçou o compromisso com o crescimento da cidade. “Os dados do Caged mostram que estamos no caminho certo. Estamos fortalecendo parcerias, qualificando a nossa mão de obra e atraindo investimentos. O saldo positivo é resultado de uma cidade que acredita no potencial de sua gente.”
Com uma política de desenvolvimento econômico consistente e inovadora, Serra Talhada trilha a consolidação de referência regional em empregabilidade, abrindo novas perspectivas para 2025 e reforçando o compromisso de continuar gerando oportunidades para todos.
Solenidades poderão ser acompanhadas pelas redes sociais. Em Afogados, a Rádio Pajeú também transmite a cerimônia ao vivo. Por André Luis No próximo dia 1º de janeiro de 2021, acontecem em todas as cidades do Pajeú, as cerimônias de posse dos eleitos no pleito deste ano para o quadriênio 2021/2024. Em Afogados da Ingazeira, a […]
Solenidades poderão ser acompanhadas pelas redes sociais. Em Afogados, a Rádio Pajeú também transmite a cerimônia ao vivo.
Por André Luis
No próximo dia 1º de janeiro de 2021, acontecem em todas as cidades do Pajeú, as cerimônias de posse dos eleitos no pleito deste ano para o quadriênio 2021/2024.
Em Afogados da Ingazeira, a solenidade de posse será realizada no Cine Teatro São José, às 19h30. Com presenças apenas dos eleitos, equipe de transmissão e cerimonial. Mais alguns familiares.
Como tem acontecido em várias cidades, em Afogados a solenidade será transmitida pelos canais oficiais da Prefeitura, no YouTube e Facebook. A população também poderá acompanhar ao vivo pela Rádio Pajeú.
Tomam posse, o prefeito eleito, Sandrinho Palmeira (PSB) e o seu vice, Daniel Valadares (MDB). E os vereadores: Rubinho do São João (PSD). Sargento Argemiro (PSD), Reinaldo Lima (PSB), Douglas Eletricista (PSD), Vicentinho (PSB), Cícero Miguel (PSB), Raimundo Lima (PSB), Gal Mariano (PDT), Edson Henrique (PTB), Ericson Torres (PSD), Cancão (MDB), César Tenório (PDT) e Toinho da Ponte (Podemos).
Mesa Diretora – Logo após, acontece a escolha da Mesa Diretora da Câmara de Afogados da Ingazeira para o biênio 2021/2022, que terá a seguinte composição: Presidente – Rubinho do São João (PSD); 1ª Secretaria – Gal Mariano (PDT); 2ª Secretaria – Reinaldo Lima (PSB) e Suplente – Douglas Eletricista (PSD).
Em Iguaracy, a solenidade está marcada para as 19h, na Quadra Poliesportiva Danilo Eduardo.
Em comunicado, a Câmara de Vereadores informou, que “em função da gravidade da situação gerada pela pandemia da Covid-19, das normas sanitárias vigentes e por medida de prevenção e segurança, a Câmara Municipal resolveu que será uma cerimônia restrita, cumprindo todos os protocolos de prevenção e proteção as pessoas”.
O comunicado também informa, que a população poderá acompanhar a solenidade de forma virtual e com toda segurança, pelas redes sociais da Câmara, do prefeito e do vice-prefeito.
Tomarão posse, além do prefeito reeleito, Zeinha Torres, o seu vice, Pedro Alves, ambos do PSB. Os vereadores: Jorge Soldado (PSB), Fábio Torres (PSB), Tenente de Viana (PT), Neguinho de Irajaí (MDB), Chico Torres (PSB), Manoel Olímpio (PSB), Juciano Gomes (MDB), Amaury da Ração (MDB) e Lequinho (PROS).prefeito reeleito, Zeinha Torres (PSB).
O governador Paulo Câmara (PSB) postou em seu Instagram, há pouco, que a barragem de Serro Azul, uma das primeiras obras de contenção de enchentes no Estado, foi concluída “praticamente com recursos próprios”. Mas o Ministério da Integração não gostou do que leu e enviou ao Blog do Magno as planilhas de transferências federais referentes a […]
O governador Paulo Câmara (PSB) postou em seu Instagram, há pouco, que a barragem de Serro Azul, uma das primeiras obras de contenção de enchentes no Estado, foi concluída “praticamente com recursos próprios”.
Mas o Ministério da Integração não gostou do que leu e enviou ao Blog do Magno as planilhas de transferências federais referentes a R$ 200 milhões assumidos pela União e pagos.
Ao Estado, segundo a Integração, coube R$ 134 milhões. Veja a postagem do governador e abaixo parte da planilha das liberações do Governo Federal ainda no Governo Dilma.
Só quando Fernando Bezerra estava na Integração foram liberados R$ 140 milhões, segundo o Ministério.
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