Tabira: Gonzaga Patriota promete nova emenda para substituir os R$ 260 mil perdidos por Prefeitura
Por Nill Júnior
Não será por falta de uma nova emenda que Tabira deixará de ter a Praça Gonçalo Gomes reformada. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem o deputado Gonzaga Patriota (PSB) lamentou a perda pelo governo Sebastião Dias (PTB) da primeira emenda no valor de R$ 260 mil .
Além da segunda emenda que está tramitando, o parlamentar prometeu apresentar até o final de 2016 um nova proposta orçamentária para a reforma da principal Praça tabirense. Patriota prometeu empenho junto ao Ministério da Integração para retomada da obra da barragem de Ingazeira, paralisada esta semana, assim também como o pagamento dos pipeiros por parte do Governo do Estado.
Gonzaga Patriota tem um nó para desatar: na eleição passada em Tabira, Gonzaga recebeu votos em Tabira da vice-prefeita Genedy Brito(PR), hoje aliada do ex-prefeito Dinca, inclusive com possibilidade de ser vice na chapa ao lado de Nicinha (PMDB) e do empresário Paulo Manu (PSB), que certamente apoiará outro candidato.
Depois de brincar que levaria Manu ao palanque de Dinca, Gonzaga Patriota disse que não havendo unidade, ficaria fora dos palanques tabirenses.
Foto: Carlos Magno/Gov. do Estado do Rio de Janeiro A CPI da Pandemia ouve Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (16), a partir das 9h. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da comissão, e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) são autores dos requerimentos de convocação de Witzel. Randolfe aponta como motivo para […]
Foto: Carlos Magno/Gov. do Estado do Rio de Janeiro
A CPI da Pandemia ouve Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (16), a partir das 9h. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da comissão, e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) são autores dos requerimentos de convocação de Witzel.
Randolfe aponta como motivo para a convocação uma série de denúncias de que o ex-governador se beneficiou de um esquema de corrupção no início da pandemia. O requerimento do senador cita dados do Ministério Público Federal para apontar que Witzel recebia um percentual das propinas que eram pagas dentro da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.
Em setembro do ano passado, Witzel sofreu impeachment, com a Assembleia Legislativa do Estado registrando 69 votos a favor do afastamento e nenhum contrário.
Witzel havia entrado com um pedido de habeas corpus junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter o direito de decidir sobre seu comparecimento à CPI da Pandemia. A defesa do ex-governador argumentou que ele já é investigado e que a obrigação de ir à CPI seria um desrespeito a seu direito de não incriminação.
O ministro Kássio Nunes Marques decidiu na véspera do depoimento que deixou Witzel livre para comparecer ou para responder as perguntas feitas pelos senadores. O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), porém, afirmou que o ex-governador estará presente na comissão nesta quarta.
Wilson Lima
Na semana passada o STF concedeu um habeas corpus para o governador do Amazonas, Wilson Lima. Convocado pela CPI, ele conseguiu o recurso no Supremo e decidiu não comparecer à comissão. Seu depoimento estava marcado para a última quinta-feira (10).
No habeas corpus, a defesa de Lima argumentou, entre outros pontos, que CPIs instaladas pelo Congresso Nacional possuem competência para fiscalizar a administração pública federal, sendo-lhe, portanto, vedado investigar a administração pública estadual e municipal.
O Senado, porém, recorreu da decisão, argumentando que Wilson Lima foi convocado como testemunha, e não como investigado; e que o depoimento perante a CPI não constitui ato de autodefesa, e sim ato de responsabilidade política, pois toda autoridade deve colaborar com a prestação de contas perante a sociedade.
do JC Online Enquanto os principais candidatos à Presidência adotaram cautela ao se manifestar sobre a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa, aliados do candidato tucano Aécio Neves e da presidente Dilma Rousseff (PT) usaram as redes sociais na tentativa de empurrar para o adversário o ônus […]
Enquanto os principais candidatos à Presidência adotaram cautela ao se manifestar sobre a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa, aliados do candidato tucano Aécio Neves e da presidente Dilma Rousseff (PT) usaram as redes sociais na tentativa de empurrar para o adversário o ônus político pelo vexame no Mineirão.
“Claro que Felipão é culpado. Evidente que os jogadores caíram do salto alto. Certo que Lula e Dilma se ferraram. Muda Brasil”, afirmou no Twitter Xico Graziano, ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso e coordenador da área de internet da campanha de Aécio. “Derrota no futebol não ajuda a oposição. Atrapalha, isso sim, o golpe publicitário que o PT estava programando. Caiu a máscara”, acusou Graziano em outra postagem.
A página Muda Mais, que apoia a candidatura de Dilma, acusou Graziano de oportunismo. “Mesmo tendo organizado um dos eventos mais bem-sucedido de todos os tempos, o oportunismo não podia perder a oportunidade de espalhar o sentimento de derrota pelo País e jogar no colo da presidenta Dilma Rousseff”, diz um texto publicado ontem.
Publicação do site oficial do PSDB assinado pelo Instituto Teotônio Vilela foi duro com o time de Felipão e ligou a derrota ao governo Dilma Rousseff. “O pior que pode acontecer agora é ignorar que o fiasco da seleção deve muito à forma com que os problemas são enfrentados no País. Improvisa-se um Bernard em campo, sem nem sequer testá-lo antes no time em um treino tático achando-se que, assim, engana-se o técnico adversário e logra-se a vitória.”
Trolagem – Do lado petista, a desafinada ficou por conta do coordenador de Juventude da Prefeitura de São Paulo e candidato derrotado a vereador pelo PT, Gabriel Medina. “Foram escolher a semifinal bem no Estado do Aécio. Deu .no que deu”, disse ele, também no Twitter.
Esta quinta-feira(10), por telefone, Medina negou que tenha tentado tirar proveito eleitoral da derrota brasileira. “Fiz um comentário em tom irônico, uma trolagem, no espírito da internet. É óbvio que o Mineirão não tem culpa pela derrota”, disse ele.Dilma e Aécio preferiram mensagens de solidariedade à torcida e aos jogadores.
Da Ascom da Câmara Nesta quarta-feira (31), o Plenário da Câmara de Vereadores deliberou sobre parecer da Comissão Especial de Inquérito que opinou pelo arquivamento de investigação do vereador Neudo da Itã. No mês de maio, a Promotoria de Justiça de Carnaíba encaminhou ofício à Câmara solicitando a instauração de procedimento administrativo para apurar a […]
Nesta quarta-feira (31), o Plenário da Câmara de Vereadores deliberou sobre parecer da Comissão Especial de Inquérito que opinou pelo arquivamento de investigação do vereador Neudo da Itã.
No mês de maio, a Promotoria de Justiça de Carnaíba encaminhou ofício à Câmara solicitando a instauração de procedimento administrativo para apurar a regularidade de compra e venda de imóvel realizada entre a Prefeitura Municipal de Carnaíba e o vereador.
Mesmo o Regimento Interno não admitindo a abertura de processos de representação contra parlamentares por pedido de autoridades externas à Casa Legislativa, a Mesa Diretora, por deliberação unânime, decidiu instaurar Comissão Especial de Inquérito por portaria, para apurar em detalhes o caso.
Seguindo à risca do Regimento Interno e a Lei Orgânica Municipal de Carnaíba, a Comissão Especial de Inquérito notificou o vereador Neudo da Itã a apresentar defesa, e este demonstrou que a venda do terreno seguiu os mesmo trâmites de outras tantas vendas já realizadas à Prefeitura, como a de Manoel Lopes de Lima, em 2011, no Povoado da Serra Branca, e a de Edivaldo Manoel da Silva, em 2009, no Povoado da Itã, as duas em gestões do então prefeito Anchieta Patriota.
A defesa, realizada pela Dra. Tassiana Bezerra conseguiu demonstrar em Plenário que o contrato de compra e venda que teria sido feito com o vereador Neudo seguia o mesmo trâmite de todos os outros contratos realizados pela Prefeitura de Carnaíba, o que caracteriza a “uniformidade” do contrato.
Entendendo que o contrato era uniforme, a Comissão Especial de Inquérito apresentou parecer opinando pelo arquivamento da investigação, porque não existe nenhuma irregularidade na venda realizada.
Encaminhado ao Plenário, presentes os 11 vereadores na sessão ordinária, foram 5 votos favoráveis ao parecer da Comissão Especial de Inquérito e 5 abstenções por parte dos vereadores da base governistas (5 x 0), não tendo votado o vereador Neudo da Itã. Para o prosseguimento da apuração, seriam necessários 8 votos contra o parecer da Comissão.
Sendo assim, por decisão do plenário, o presidente determinou o encerramento, e por fim o arquivamento da denúncia.
Tabira ganhou a unidade FisioCenter em novo espaço. A clínica nasceu há sete anos, com o nome de FisioPilates, após a idealizadora Maria do Socorro Jucá concluir seu curso de Fisioterapia na Faculdade Salgado de Oliveira, em Recife. Ela ainda fez graduação em Acupuntura e formação em Pilates e Hidroterapia. Com a necessidade de expandir […]
Tabira ganhou a unidade FisioCenter em novo espaço. A clínica nasceu há sete anos, com o nome de FisioPilates, após a idealizadora Maria do Socorro Jucá concluir seu curso de Fisioterapia na Faculdade Salgado de Oliveira, em Recife.
Ela ainda fez graduação em Acupuntura e formação em Pilates e Hidroterapia. Com a necessidade de expandir suas atividades, uniu forças ao esposo, Evandro Cordeiro, para criar a clínica de Fisioterapia.
O novo espaço, entregue esta semana, abriga os tratamentos de fisioterapia, Hidroterapia, Pilates, acupuntura, hidroginástica e natação. A inauguração contou com a participação de nomes de vários setores da sociedade tabirense.
Ele ainda conta com salas para especialistas como médicos, psicólogos, nutricionistas, dentre outras especialidades. A unidade fica na Rua Mestre Tota , número 120. O telefone é o (87) 99626-0107.
Aliados do prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares e do ex-prefeito, Romério Guimarães, apresentaram versões similares ao blog da suposta briga entre os dois, que chegou a circular nas redes sociais no último sábado. Depois de receber muitas mensagens sobre o episódio, o blog foi checar e chegou à conclusão de que não […]
Aliados do prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares e do ex-prefeito, Romério Guimarães, apresentaram versões similares ao blog da suposta briga entre os dois, que chegou a circular nas redes sociais no último sábado. Depois de receber muitas mensagens sobre o episódio, o blog foi checar e chegou à conclusão de que não houve nada além de um “bate boca de esquina”.
Os fatos: Evandro estava em um ponto próximo à Rua da Baixa onde também estavam alguns aliados. O ex-prefeito Romério passava pelo local quando um aliado do socialista mais exaltado, ou querendo “mostrar serviço”, teria provocado o petista com um jargão da sua campanha, agora usado com ironia pelos que venceram o pleito mais apertado da região.
Na campanha, Romério denunciou um suposto desperdício de leite de produtores rurais do programa de aquisição de alimentos pela gestão anterior de Evandro. Vira e mexe recorria ao questionamento nos palanques e guia: “cadê o leite”? – numa alusão ao episódio.
Como costuma ocorrer no interior, jargão de quem perde eleição é “adotado” por quem ganha. Assim, o “cadê o leite” virou uma provocação do grupo de Evandro a Romério após o pleito. A provocação do aliado de Evandro provocou uma reação de Romério que teria rebatido com um xingamento que Evandro acabou tomando pra si.
Ele teria retrucado, Romério teria rebatido, o ex-gestor viu o sinal abrir, engatou marcha, saiu e Valadares voltou a sentar onde estava. E só. O resto ficou no campo das especulações e folclore da politica sertaneja…
Você precisa fazer login para comentar.