SP tem o primeiro caso de morte provocada pelo coronavírus
Por Nill Júnior
O estado de São Paulo registrou o primeiro caso de morte de uma vítima por coronavírus. A informação foi divulgada pelo governo estadual na manhã desta terça-feira (17).
Não há informações se a vítima mora na capital paulista e qual o sexo. Ainda não há detalhes se a vítima viajou ao exterior ou se teve contato com alguém contaminado no Brasil. Esse também foi o primeiro óbito registrado no Brasil.
De acordo com a Secretária Estadual de Saúde, o estado de São Paulo tem 152 casos confirmados da doença até esta segunda-feira, com mais 1.777 casos suspeitos de coronavírus. Em todo o Brasil são 234 casos confirmados, de acordo com o boletim do Ministério da Saúde desta segunda-feira.
O Governo de São Paulo avalia que o surto de coronavírus deve durar “de quatro a cinco meses”. No entanto, as medidas restritivas adotadas pela administração estadual, como a suspensão das aulas e a restrição de eventos, não devem ser aplicadas durante todo este período.
por Anchieta Santos O Presidente da Câmara de Tuparetama Joel Gomes falou nesta quinta (20) a Rádio Cidade FM, sobre a aliança dos vereadores governistas Thiago Lima e Danilo do PT com a bancada da oposição para a eleição da Câmara. Disse Joel que em nenhum momento afirmou ser Diógenes Patriota o único vereador com […]
O Presidente da Câmara de Tuparetama Joel Gomes falou nesta quinta (20) a Rádio Cidade FM, sobre a aliança dos vereadores governistas Thiago Lima e Danilo do PT com a bancada da oposição para a eleição da Câmara. Disse Joel que em nenhum momento afirmou ser Diógenes Patriota o único vereador com condições de presidir a casa.
Fato utilizado por Thiago e Danilo para justificarem a união com a oposição. Joel declarou não concordar com a composição, pois Sávio Torres é o maior adversário de Dêva e é um político que não dá ponto sem nó.
Disse até ter denunciado na Tribuna da Câmara que o acordo passa pela aprovação das contas do ex-prefeito Sávio Torres, segundo informações do vereador oposicionista Arlan Gomes. E ninguém questionou.
O Presidente considerou o acordo uma desconsideração e disse que isso é o que se pode definir como querer “agradar a Deus e ao Diabo”.
A fala de Joel sobrou até para o prefeito Deva Pessoa a quem acusou de parecer estar achando bom, pois até agora não se posicionou. Completou dizendo que haverá bate chapa e o seu candidato será o vereador Diógenes Patriota.
O grupo de oposição do município de Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão do Pajeú, liderado pelo empresário Cristan Marques, pelo advogado Marcos Florentin, pela ex-vice-prefeita Eliete do Icó e pelos vereadores Nildo Alves e Joaquim Marques, declarou apoio ao atual prefeito do Recife, João Campos (PSB), para o Governo do Estado em 2026. […]
O grupo de oposição do município de Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão do Pajeú, liderado pelo empresário Cristan Marques, pelo advogado Marcos Florentin, pela ex-vice-prefeita Eliete do Icó e pelos vereadores Nildo Alves e Joaquim Marques, declarou apoio ao atual prefeito do Recife, João Campos (PSB), para o Governo do Estado em 2026.
Durante sua passagem por Serra Talhada, João Campos recebeu o grupo na residência da prefeita Márcia Conrado.
Entre os primeiros acertos, estão o apoio irrestrito ao socialista e a reativação do diretório municipal do PSB, que ficará sob a liderança do empresário Cristan Marques.
O vereador Irmão Adilson (PSB), do Distrito de Ibitiranga, que foi aliado do prefeito Anchieta Patriota, esteve no gabinete dos Deputados irmãos Júlio Cavalcanti e Zeca Cavalcanti (PTB), em Recife. Na pauta, o vereador apresentou demandas para o município de Carnaíba e região do Distrito de Ibitiranga, sua base eleitoral. Esteve acompanhado do Presidente da […]
O vereador Irmão Adilson (PSB), do Distrito de Ibitiranga, que foi aliado do prefeito Anchieta Patriota, esteve no gabinete dos Deputados irmãos Júlio Cavalcanti e Zeca Cavalcanti (PTB), em Recife.
Na pauta, o vereador apresentou demandas para o município de Carnaíba e região do Distrito de Ibitiranga, sua base eleitoral.
Esteve acompanhado do Presidente da Câmara de Vereadores de Carnaíba, Neudo da Itã e do vereador Gleybson Martins.
“São dois deputados com fácil acesso . Resolvemos muitas questões, diferente de outros deputados que nunca tivemos oportunidades de conversa”, disse.
O ex-prefeito de Flores e atual secretário de Governo do município, Marconi Santana, avaliou positivamente a condução administrativa da governadora Raquel Lyra. Em declarações recentes, ele afirmou que Pernambuco tem passado por mudanças na forma de governar, com ações voltadas ao interior e ao atendimento de demandas históricas da população sertaneja. Entre os pontos destacados […]
O ex-prefeito de Flores e atual secretário de Governo do município, Marconi Santana, avaliou positivamente a condução administrativa da governadora Raquel Lyra.
Em declarações recentes, ele afirmou que Pernambuco tem passado por mudanças na forma de governar, com ações voltadas ao interior e ao atendimento de demandas históricas da população sertaneja.
Entre os pontos destacados por Marconi estão os investimentos em geração de empregos, atração de indústrias, abastecimento de água, educação, segurança pública e programas sociais. Ele citou como exemplo o “Mães de Pernambuco”, que, segundo ele, tem alcançado famílias em situação de vulnerabilidade.
“A cada ação, a cada programa executado, vemos um governo que se compromete de verdade com o povo. Raquel Lyra tem feito uma gestão moderna, eficiente, com atenção às cidades do interior e presença constante no Sertão”, declarou.
Marconi também ressaltou que os investimentos estaduais têm alcançado todas as regiões e contribuído para mudanças no cenário social e econômico do estado.
“A gente só tem a agradecer e parabenizar a governadora Raquel Lyra. Pernambuco está vivendo um novo tempo. E nós, que fazemos parte dessa caminhada, seguimos firmes ao lado de quem trabalha com seriedade, sensibilidade e compromisso com o futuro do nosso estado”, afirmou.
Pré-candidato a deputado estadual, Marconi tem intensificado sua agenda política, com visitas a municípios e articulações junto a lideranças regionais.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez uma rara confissão em uma pequena roda de senadores em dezembro, no concorrido jantar promovido pelo líder do PMDB da Casa, Eunício Oliveira (CE). “Melhor segurar ela (Dilma Rousseff)”, disse ele, mesmo reconhecendo a “fragilidade” da petista, que, na semana anterior ao encontro, teve aberto contra si […]
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez uma rara confissão em uma pequena roda de senadores em dezembro, no concorrido jantar promovido pelo líder do PMDB da Casa, Eunício Oliveira (CE). “Melhor segurar ela (Dilma Rousseff)”, disse ele, mesmo reconhecendo a “fragilidade” da petista, que, na semana anterior ao encontro, teve aberto contra si um pedido de abertura de impeachment pelo presidente da Câmara.
Renan não admitia em privado a ascensão do vice-presidente Michel Temer ao Palácio do Planalto orquestrada por Cunha. Contudo, após atuar na resistência ao hoje iminente afastamento de Dilma, o peemedebista sucumbiu a Temer, desafeto histórico dele no PMDB, na quarta-feira, quando se reuniu com o provável presidente interino para discutir uma agenda legislativa a fim de superar a crise.
Essa fórmula de referendar o eventual governo Temer, ainda que de forma “institucional”, como sempre frisa em entrevistas, é a mesma que tentou para tentar manter Dilma na Presidência. Ele mira sua sobrevivência política pessoal e também da sua “cria”, o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB).
Indiretamente, Dilma contribuiu para Renan forjar seu novo discurso. Em abril do ano passado, pouco depois da abertura do primeiro dos nove inquéritos a que hoje responde na Operação Lava Jato, o presidente do Senado assistiu à troca do seu último aliado de peso na Esplanada: Vinícius Lages foi substituído por um apadrinhado de Temer, Henrique Eduardo Alves, no comando do Ministério do Turismo. O “último dilmista” passou a usar publicamente o discurso de independência em relação ao governo.
Mesmo reclamando a interlocutores de uma suposta falta de blindagem do governo ante o avanço da Lava Jato contra ele, Renan atuou para impedir que o afastamento da presidente venha a se consumar no Senado.
Entre os sete principais lances pró-Dilma do peemedebista, ele (1) ajudou na aprovação do impopular ajuste fiscal do ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy; (2) criou a “Agenda Brasil”, uma espécie de boia anticrise econômica para a presidente; (3) agiu no PMDB para derrotar a ação de Temer que derrubara temporariamente o líder do PMDB da Câmara, Leonardo Picciani (RJ); (4) criticou a “precipitação” do PMDB em ter rompido com o governo e (5) não defendeu um “rito sumário” na tramitação do impeachment do Senado; (6 e 7) tentou embaralhar e dificultar o caminho do vice apoiando a adoção de um semiparlamentarismo com Dilma no cargo e, recentemente, com a defesa da antecipação das eleições gerais.
O presidente do Senado não teve êxito. Mas, por instinto de sobrevivência e para aplacar os ânimos após um bate-boca público com o vice, ele começou a articular em janeiro uma chapa única para o comando do PMDB. No mês seguinte, Temer foi mantido e Renan emplacou o senador Romero Jucá (PMDB-RR) na primeira vice-presidência da legenda. Aliado de ambos, Jucá – ungido agora a presidente em exercício do partido e futuro ministro do Planejamento de Temer – e Eunício Oliveira – reeleito tesoureiro da legenda – são os dois principais artífices da aproximação. “Ele vai vir para o nosso lado”, disse Jucá ao Estado, após a decisão.
No encontro da semana passada, Renan já acertou inaugurar a agenda de Temer no Congresso na próxima semana. Ele também se comprometeu com o vice a, tão logo ele assuma, convocar o Congresso para aprovar a revisão da meta fiscal para evitar a paralisia da máquina pública federal.
Renan discutiu ainda a votação de proposta que concede autonomia formal para escolha da diretoria do Banco Central.
Aliados do peemedebista dizem que a composição com Temer tem por objetivo garantir a Renan espaço na legenda após fevereiro de 2017, quando deixará a presidência do Senado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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