O município de Solidão iniciou, em fevereiro de 2026, os atendimentos da OCI em cardiologia, por meio do PMAE – Programa Mais Especialidades. O serviço começou oficialmente na quinta-feira (12), no Centro de Especialidades, ampliando o acesso da população ao cuidado especializado com a saúde do coração.
O cardiologista Antônio Godê é o profissional responsável pelos atendimentos, que passam a ocorrer duas vezes ao mês. No primeiro dia de consultas, o prefeito Mayco Araújo esteve no local acompanhado da diretora do hospital, Mônica Lima, e do secretário municipal de Saúde, Damina Alves, marcando o início do novo serviço no município.
A presença do especialista é considerada fundamental diante do aumento das doenças cardiovasculares, que estão entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Problemas como hipertensão, infarto, arritmias e insuficiência cardíaca podem ser prevenidos e controlados quando diagnosticados precocemente.
“Com o atendimento especializado mais próximo da população, o município fortalece a prevenção, amplia o acompanhamento clínico e contribui para a melhoria da qualidade de vida, reduzindo complicações e internações decorrentes de doenças cardíacas”, destaca a assessoria de comunicação.
Os atendimentos ocorrem mediante encaminhamento da Atenção Básica, e os agendamentos são realizados na Secretaria Municipal de Saúde.
A primeira participação do Afogados FC em uma competição nacional terá grande repercussão a partir da transmissão da Rádio Pajeú, a Pioneira do sertão Pernambucano. A Coruja do Sertão enfrenta o Atlético do Acre e, em caso de vitória, fatura mais R$ 650 mil – recebeu R$ 540 mil por participar – e enfrenta o […]
Afogados FC faz primeira participação na Copa do Brasil. Foto: Cláudio Gomes
A primeira participação do Afogados FC em uma competição nacional terá grande repercussão a partir da transmissão da Rádio Pajeú, a Pioneira do sertão Pernambucano.
A Coruja do Sertão enfrenta o Atlético do Acre e, em caso de vitória, fatura mais R$ 650 mil – recebeu R$ 540 mil por participar – e enfrenta o Atlético-MG, também no Vianão, pela segunda fase da Copa do Brasil.
O jogo começa às 20h30 (horário de Brasília). Por ter melhor colocação no ranking na CBF, os visitantes têm a vantagem do empate. O confronto é encarado como o jogo mais importante dos seis anos de história da Coruja.
Invicto na temporada e com 100% de aproveitamento no Campeonato Acreano após duas rodadas, o Atlético-AC fez uma maratona de vôos até chegar a Afogados da Ingazeira com a confiança de que pode retornar para casa com a vaga na segunda fase da Copa do Brasil.
Na Rádio Pajeú, a transmissão terá narração de Aldo Vidal, comentários de Anchieta Santos, reportagens de Marconi Pereira e Nill Júnior. Além da transmissão no FM 99,3, haverá transmissão para todas as plataformas digitais, como no www.radiopajeu.com.br, aplicativo próprio para iPhone e Android, além de aplicativos como o Radios Net.
Outra novidade é a transmissão para a Rede Pública de Comunicação, a partir da Rádio Difusora Acreana para sete emissoras do Acre e Roraima. No Acre, são duas horas de diferença de fuso e o jogo lá começa às 18h30.
O curta-metragem “Lilith” (2022), dirigido e roteirizado e dirigido pela cineasta Nayane Nayse, com produção da Pajeú Filmes, de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, passou a integrar o catálogo do Tela Brasil. As informações são da Itapuama FM. A plataforma de streaming pública foi lançada oficialmente pelo Governo Federal no sábado (30/05), com […]
O curta-metragem “Lilith” (2022), dirigido e roteirizado e dirigido pela cineasta Nayane Nayse, com produção da Pajeú Filmes, de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, passou a integrar o catálogo do Tela Brasil. As informações são da Itapuama FM.
A plataforma de streaming pública foi lançada oficialmente pelo Governo Federal no sábado (30/05), com o objetivo de centralizar, preservar e democratizar o acesso à produção audiovisual de realizadores de todo o país.
O filme junta-se a um acervo nacional focado na diversidade regional e na ampliação das janelas de exibição para produções independentes.
Nas redes sociais, Nayane celebrou a inclusão da obra no projeto e destacou os desafios e a importância de fazer cinema a partir do interior pernambucano, pontuando que o espaço representa um marco para a valorização das histórias locais.
“Ver meu primeiro curta ocupar esse lugar é lembrar de todos os caminhos percorridos, dos desafios enfrentados para fazer cinema a partir do Sertão do Pajeú e da convicção de que nossas histórias merecem ser vistas, ouvidas e compartilhadas. Fazer parte deste momento histórico significa também estar ao lado de realizadores e realizadoras de todo o país, contribuindo para a construção de um cinema brasileiro mais acessível, diverso e conectado com seu público. Vão lá assistir. É só fazer login através do GovBr”.
O documentário Lilith tem 15 minutos de duração. A obra utiliza imagens de um arquivo em fita VHS caseira de 1997 para explorar a dinâmica familiar de uma casa no interior. Através desses registros e dos depoimentos da protagonista, o filme aborda temas como relações desiguais de poder, o peso da maternidade e a sobrecarga imposta à figura da mãe-mulher dentro da estrutura patriarcal.
O acesso à plataforma Tela Brasil é gratuito e voltado para o público geral. Para assistir aos títulos disponíveis, os usuários precisam realizar o login no sistema utilizando as credenciais da conta unificada do Governo Federal Gov.br.
Em apenas seis dias, foram quase 400 milímetros, diz gestor. Vários transtornos foram registrados O prefeito de Custódia, Manuca, disse em sua rede social que desde que se entende de gente, nunca viu tanta chuva caindo no município. Em seis dias, foram quase 400 milímetros de chuva, segundo o gestor. O município está com uma […]
Em apenas seis dias, foram quase 400 milímetros, diz gestor. Vários transtornos foram registrados
O prefeito de Custódia, Manuca, disse em sua rede social que desde que se entende de gente, nunca viu tanta chuva caindo no município.
Em seis dias, foram quase 400 milímetros de chuva, segundo o gestor.
O município está com uma força tarefa para buscar minimizar os efeitos das chuvas.
Segundo o gestor, os problemas foram potencialmente agravados por lixo, prejudicando galerias e córregos.
Áreas como a Rua da Várzea, Joaquim Tenório, trechos próximos à BR 232, trecho próximo ao cemitério, Bairro da Rodoviária, dentre outros trechos.
“Pedimos apoio da população e um pouco de paciência também”.
Ele diz que imóveis em risco na área do cemitério não deveriam ter sido construídas.
“Foram autorizadas por gestões passadas, mas assumimos o bônus e o ônus também”. Na zona rural, alguns barreiros e açudes estão com riscos dada a força da água.
Nas redes sociais do prefeito, custodienses se alternaram entre os que apoiaram a fala e os que cobraram, considerando que ele está no oitavo ano de seus dois governos.
O jornalismo quando feito com seriedade tem a missão de viver a alegria e euforia da sociedade, mas, mesmo quando sua missão afetar esse estado de espírito, ser franco, muito franco. Esta terça foi o dia “E”, de esperança pelas primeiras doses da Coronavac chegando a vários rincões no Brasil. No Sertão, não foi diferente. […]
O jornalismo quando feito com seriedade tem a missão de viver a alegria e euforia da sociedade, mas, mesmo quando sua missão afetar esse estado de espírito, ser franco, muito franco.
Esta terça foi o dia “E”, de esperança pelas primeiras doses da Coronavac chegando a vários rincões no Brasil. No Sertão, não foi diferente.
Se o Ministro Eduardo Pazzuelo reclamou com a enfermeira Mônica (“eram nada parecidos”) sendo vacinada diante dos holofotes em São Paulo, pra alegria de Dória, deve ter tido um treco hoje.
Em cada cidade, os prefeitos elegeram como primeiro grande ato a foto oficial ao lado dos escolhidos, primeiros vacinados contra a pandemia. Teve soco no ar, choro, vibração, sinais da esperança de um povo e nos cliques dos gestores.
Mas sejamos diretos e direitos: até agora, vivemos pinceladas de esperança em um cenário cinzento.
Isso porque à exceção das poucas doses distribuídas, as notícias do Planalto indicam uma fracassada negociação com a Índia, que deu um tapa de luvas à decisão do governo Bolsonaro de apoiar os EUA contra o desejo de quebrar a patente dos insumos para vacinas.
Além disso, não há nenhuma notícia que indique a chegada de mais vacinas em curto prazo mesmo do Instituto Butantã. A Astrazeneca não vem agora. A Fiocruz adiou a entrega das primeiras doses da vacina de Oxford…
Prova disso é que após a divulgação do número de doses por cada cidade, a notícia era sucedida de um “só isso?”. A euforia virava apreensão de quem está no meio da fila. A conta dos planos de vacinação não fecha porque depende do essencial: a chegada de muito mais doses do que o pequeno número desta terça.
O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, que acompanhou a entrega de vacinas na região soltou uma nota apreensivo em um grupo de monitoramento da Covid na região…
“Pela análise da Promotoria, as doses enviadas inicialmente não serão suficientes nem para o primeiro grupo prioritário que são os profissionais da saúde (linha de frente), os idosos e os índios”.
Para ele, isso pode gerar um outro problema, que sucede essa esperança inicial, decorrente da frustração pela falta de doses…
“Paralelamente, temos que buscar manter as atividades funcionando, mas ampliar a ação fiscalizadora para garantir o cumprimento dos protocolos em todos os segmentos e também a quarentena obrigatória do que chegam de viagem (foco em São Paulo) e dos que fizeram exame e/ou estão já com resultado de COVID-19 positivo, enquanto não tiverem alta”, acrescentou.
Não há outra opção . A sociedade feliz pelas vacinas que não cobrem nem os grupos prioritários, devem cobrar prioridade para os milhões que tiveram uma pincelada de esperança neste dia. Os negacionistas, o presidente Bolsonaro, Pazuello e os ignorantes, não necessariamente nessa ordem, não se deram por vencidos…
Mestre Gennaro, sanfoneiro, cantor e compositor é um ícone do forró pé de serra. Contemporâneo de Luiz Gonzaga, começou a tocar aos 12 anos de idade quando ganhou o primeiro instrumento. Natural do município alagoano de Marimbondo, tem uma longa carreira marcada pelo domínio ímpar da sanfona. Gennaro integrou o Trio Nordestino na década de […]
Mestre Gennaro, sanfoneiro, cantor e compositor é um ícone do forró pé de serra. Contemporâneo de Luiz Gonzaga, começou a tocar aos 12 anos de idade quando ganhou o primeiro instrumento.
Natural do município alagoano de Marimbondo, tem uma longa carreira marcada pelo domínio ímpar da sanfona. Gennaro integrou o Trio Nordestino na década de 1980, mesmo período em que também se apresentava ao lado do Rei do Baião. Em 2019 recebeu o título de Cidadão Pernambucano.
Seu último show no Parque Aza Branca havia sido em 2021, no centenário do Rei do Baião. Sobre o retorno a Exu, o mestre Gennaro disse: “Este ano eu estou muito feliz, pois recebi o convite pra participar do Viva Gonzagão. Estou muito honrado em voltar a cantar no chão de Luiz Gonzaga”.
O Mestre Gennaro fez um show empolgante, cantando grandes sucessos do Rei do Baião e também canções que ficaram marcadas na sua voz, como Neném Mulher de Pinto do Acordeon.
O Festival Viva Gonzagão 112 anos de Luiz Gonzaga teve a realização do Ministério da Cultural e Governo Federal. Patrocínio do Banco do Nordeste. Produção da Associação Serra Cultural. Apoio Museu de Gonzagão, ONG Parque Aza Branca e Governo de Pernambuco. Coordenação de Henrique Brandão.
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