SJE: Oposição denuncia salas sem ventilação na rede municipal de ensino
Por Nill Júnior
Com informações de Anchieta Santos
Com informações de Anchieta Santos
A denúncia partiu inicialmente dos vereadores Tadeu do Hospital e Aldo da Clipsi, integrantes da bancada de oposição.
O descaso com os alunos da rede municipal ocorre principalmente na Escola Naná Patriota onde nem mesmo ventiladores existem. Sem contar que a estrutura física está bastante danificada, com portas e janelas precisando de reparos urgentemente.
A denúncia dos vereadores aconteceu depois que país de alunos procuraram o poder legislativo para reclamar.
O vereador petista Alberto Loló, bateu forte no Prefeito Evandro Valadares: “O gestor aluga um carro para seu gabinete, pagando R$ 78 mil, e diz não ter dinheiro para comprar ventiladores que custam cerca de R$ 300 cada, para atender os alunos das nossas escolas”.
Após o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na noite desta terça-feira (24), no qual voltou a se referir à Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, como uma “gripezinha” e criticou medidas de isolamento social adotadas pelos governos estaduais no intuito de evitar a disseminação do vírus no País, os secretários de Saúde do Nordeste publicaram uma […]
Após o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na noite desta terça-feira (24), no qual voltou a se referir à Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, como uma “gripezinha” e criticou medidas de isolamento social adotadas pelos governos estaduais no intuito de evitar a disseminação do vírus no País, os secretários de Saúde do Nordeste publicaram uma carta fazendo contrapontos em relação ao posicionamento dele.
No documento, disseram ter recebido as colocações com espanto e frisaram o desejo de não politizar o problema, uma vez que “já temos dificuldades demais para enfrentar.
Carta dos Secretários de Saúde do Nordeste após pronunciamento do Presidente da República
Assistimos estarrecidos ao pronunciamento em cadeia nacional do Presidente Jair Bolsonaro, onde desfaz todo o esforço e nega todas as recomendações para combate à pandemia do coronavírus.
Não é nosso desejo politizar esse problema. Já temos dificuldades demais pra enfrentar. Não podemos cometer esse erro. Vamos continuar fazendo nosso trabalho. Não nos parece que a posição exposta pelo Presidente seja a do Ministério da Saúde, que tem se conduzido tecnicamente.
Percebemos, com espanto, os graves desencontros entre o pronunciamento do Presidente e as diretrizes cotidianas do Ministério da Saúde. Esta fala atrapalha não só o ministro, mas todos nós!
Sabemos que iremos enfrentar uma grave recessão econômica, mas o que nos cabe lidar diretamente é a grave crise sanitária.
Vamos seguir tocando nossas vidas com decisões baseadas em evidências científicas, seguindo exemplos bem sucedidos ao redor do mundo.
A grande maioria dos países do mundo, ocidentais e orientais, já firmaram seu curso no combate ao vírus e é este curso que o Nordeste Brasileiro seguirá.
Que Deus abençoe cada um de nós que pouco temos dormido. Que Deus nos abençoe!
O município de Sertânia está em festa hoje (24), com a comemoração dos seus 143 anos de emancipação político-administrativa. O município foi elevado à categoria de vila com a denominação de Alagoa de Baixo, pela Lei 1093, em 24 de maio de 1873. A programação festiva marcou todo o mês de março com Jogos Escolares, […]
O município de Sertânia está em festa hoje (24), com a comemoração dos seus 143 anos de emancipação político-administrativa. O município foi elevado à categoria de vila com a denominação de Alagoa de Baixo, pela Lei 1093, em 24 de maio de 1873.
A programação festiva marcou todo o mês de março com Jogos Escolares, Cavalgada, Trilha de Moto, Semana Estudantil e de Artes e muitas inaugurações. Hoje, às 17h, o prefeito Guga Lins vai inaugurar as obras de reforma e ampliação do Centro de Saúde da Mulher e da Criança, onde funciona atualmente a Secretaria de Saúde.
Logo mais, às 20:30h, será cortado o bolo de aniversário em frente à Prefeitura e assinada a ordem de serviço para a construção das UBSF de Nova Sertânia e Cerâmica. Às 22h tem shows com Harry Estigado e Cavaleiros do Forró, festa adiada ontem por causa do excesso de chuvas.
A programação será encerrada amanhã (25), com inauguração da reforma da Biblioteca Pública Municipal Ubirajara de Azevedo Chaves e entrega de bibliotecas móveis e livros paradidáticos à escolas da rede municipal de ensino, às 09h, e inauguração da UBSF e entrega de mais bibliotecas móveis e livros em Albuquerque-né, às 19h.
História: o atual território do município era habitado, inicialmente, pelos índios cariris (piripães, caraíbas, rodelas, jeritacés, todos da nação Tapuia); todos já eram semi-domesticados quando se iniciou o povoamento do local. A captura e o aprisionamento dos índios para o trabalho na atividade canavieira foi o marco do povoamento e do devassamento do território. Há indícios de que os holandeses já haviam pisado na região durante aInsurreição Pernambucana, buscando ajuda dos índios cariris para a luta contra os portugueses.
Em 1792, Antão Alves, natural do município pernambucano de Vitória de Santo Antão, se muda para o povoado de Moxotó e desenvolve negócios com gado. Estabeleceu-se com a filha do português Raimundo Ferreira de Brito, Dona Catarina, e formou uma fazenda de gado nas terras do sogro português. No início do século XIX, Antão Alves inicia a construção de uma igreja dedicada à Nossa Senhora da Conceição, cedendo à igreja uma data de uma légua de quadrada de terra.
O povoamento das terras do município se deu ao redor da igreja, como de costume na população nordestina, que sempre se estabelecia em locais onde houvesse igreja ou perto de lagos e rios. Neste caso, a existência do rio Moxotó muito favoreceu o crescimento do povoado.
O município de Sertânia foi elevado à categoria de distrito em 1942, como o nome inicial de Alagoa de Baixo. No mesmo dia foi criada a freguesia, cuja sede foi transferida para o povoado de Jeritacó.
A morte do jornalista Geneton Moraes Neto chocou todo o meio, principalmente entre seus colegas no Sistema Globo de jornalismo e em Pernambuco, seu estado natal. Aqui, Geneton esteve pela última vez em outubro do ano passado, quando participou como palestrante do II Alepe Digital, II Encontro de Radialistas e Blogueiros de Pernambuco. Não foram poucos os […]
Geneton, quando esteve no II Alepe Digital e Encontro de Blogueiros. Foto: Josélia Maria
A morte do jornalista Geneton Moraes Neto chocou todo o meio, principalmente entre seus colegas no Sistema Globo de jornalismo e em Pernambuco, seu estado natal. Aqui, Geneton esteve pela última vez em outubro do ano passado, quando participou como palestrante do II Alepe Digital, II Encontro de Radialistas e Blogueiros de Pernambuco.
Não foram poucos os que registraram em seus blogs a competência e simplicidade do jornalista, na conversa que teve com os profissionais da imprensa de todo o Estado. “Percebi claramente que era um homem simples sem aquelas vaidades dos globais”, disse em seu blog a jornalista Josélia Maria.
“Foram mais de três horas de passeio pela nossa história. Deixou claro que é contra os repórteres de vídeo e radialistas pernambucanos tentam falar iguais aos colegas do sul. Sem dúvida é o complexo que nós temos. Geneton falado pernambucanês”, relatou Fernando Machado.
Por questões de agenda, mesmo convidado, não consegui conciliar minha agenda com o encontro. Pensava comigo que haveria outro momento para encontrar e falar de minha admiração e respeito a Geneton, por sua contribuição para o jornalismo e a história. Não deu tempo, mas o respeito por seu legado não morreu.
Sempre que perguntado sobre sua posição política, Moraes costumava dizer que era do PPB, Partido dos Perguntadores Brasileiros. Pra mim um alento. Somos filiados a mesma legenda.
Ele, claro, com status de grande líder dessa agremiação partidária. Eu, um mero filiado procurando meu lugar no espaço. Mas, certamente, com mesmos ideais e convicções sobre o papel do jornalista e sua capacidade de transformar o mundo, quando faz da profissão uma missão de vida. Com Deus, Geneton!
Depois de um dia de agenda cheia, só agora posso falar do debate qualificado que a AMUPE promoveu no dia de hoje em seu Auditório. Com um auditório recheado de Assessores de Comunicação, o tema da relação do trabalho que eles realizam e as Fake News rendeu um excelente debate, pelo nível da plateia e […]
Depois de um dia de agenda cheia, só agora posso falar do debate qualificado que a AMUPE promoveu no dia de hoje em seu Auditório. Com um auditório recheado de Assessores de Comunicação, o tema da relação do trabalho que eles realizam e as Fake News rendeu um excelente debate, pelo nível da plateia e dos convidados que me rodearam.
Estiveram reunidos para discutir o assunto o jornalista Aldo Vilela âncora da Rádio Transamérica, apresentador do Roda Viva Pernambuco o diretor-presidente e o diretor vice-presidente da Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC), Gustavo Almeida e a pesquisadora, doutora em comunicação e professora universitária, Nataly Queiroz.
Ficou evidente que os municípios devem valorizar ainda mais as assessorias de imprensa, estruturando-as para o trabalho que ganhou em volume e complexidade com as redes sociais. Em parte dos municípios interioranos, há carência nas equipes e até as “assessorias de uma pessoa só “. Precisam de mais apoio e suporte para desempenhar bem o trabalho.
Também precisa ficar evidente o papel da Assessoria de Comunicação. Não deve ser tratada como “assessoria do prefeito” ou de marketing. É a ponte institucional entre os municípios e as demandas da sociedade. Assim, tem papel mais importante é sublime do que se imagina. O resto, melhoria da imagem da gestão ou do gestor é consequência, não função máter.
Necessário, fundamental que haja planejamento das atividades, padrão organizacional e interação com os membros da equipe de governo.
Outra certeza: importante acompanhar a movimentação das redes sociais, dos canais alternativos , comunitários, mas sem perder o foco dos veículos tradicionais, que mantém sua força. Também não misturar as bolas. Uma denúncia de Whatsapp não pode ser respondida em uma emissora de rádio e vice versa. Cada um no seu quadrado.
A tarde, Adriano Oliveira, cientista político, professor da UFPE e sócio da Cenário Inteligência comandou com maestria a palestra O Controle Social e as Mídias. Quinta, o debate acontece para os sertanejos em Afogados da Ingazeira.
Fotos: Cláudio Gomes, Bonifácio Lira e Luiz Felipe Souza.
A Segunda Câmara homologou um Auto de Infração lavrado pela Inspetoria Regional de Petrolina contra o prefeito de São José do Belmonte, Francisco Romonilson Mariano de Moura, pelo não envio de documentos para alimentação do Sagres (Sistema de Acompanhamento e Gerenciamento dos Recursos da Sociedade), aplicando-lhe uma multa no valor de R$ 7.590,00. O relator […]
A Segunda Câmara homologou um Auto de Infração lavrado pela Inspetoria Regional de Petrolina contra o prefeito de São José do Belmonte, Francisco Romonilson Mariano de Moura, pelo não envio de documentos para alimentação do Sagres (Sistema de Acompanhamento e Gerenciamento dos Recursos da Sociedade), aplicando-lhe uma multa no valor de R$ 7.590,00. O relator do processo foi o conselheiro Dirceu Rodolfo.
Notificado para apresentação de defesa, o prefeito alegou que assumiu o governo municipal em janeiro deste ano e que sempre procurou atender às determinações e recomendações do Tribunal de Contas. No entanto, acrescentou, “por total desconhecimento” da real situação econômica, financeira e patrimonial do município, em razão de o processo de transição na prefeitura não ter transcorrido como se esperava, teve que enfrentar “vários contratempos” que dificultaram o envio de informações ao Sagres, o que, segundo o TCE, caracteriza “sonegação de documentos”.
Alegou também que ao ser notificado pelo Diário Oficial Eletrônico teve cerceado o seu direito ao “contraditório” e à “ampla defesa”, não havendo que se falar em “sonegação de informações”.
VOTO – No entanto, o relator alega em seu voto que não houve ilegalidade na notificação, prevista na Lei Orgânica do TCE, e que a justificativa de que o não encaminhamento das informações teve como causa as dificuldades de início de gestão “não é suficiente para elidir a irregularidade, uma vez que as informações chegaram ao TCE cerca de quatro meses depois do prazo, e porque foi lavrado o Auto”.
Tal situação, disse o conselheiro, “prejudica o exercício do controle externo, configurando desrespeito aos artigos 71 e 75 da Constituição Federal”. O valor da multa deverá ser recolhido no prazo de 15 dias do trânsito em julgado desta decisão.
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