SJE: aposentados e pensionistas não recebem e culpa é atribuída à não votação de projeto pela Câmara
Por Nill Júnior
O não pagamento de aposentados e pensionistas em São José do Egito está sendo creditado à decisão de não votar o projeto 001/2021.
O projeto, encaminhado em regime de urgência, ainda não teve parecer pela Comissão de Constituição e Justiça nem colocado em votação.
Os servidores municipais receberam os seus vencimentos na última sexta. Mas aposentados e pensionistas, não. A culpa está sendo colocada na demora em aprovar o projeto que cria o Instituto de Previdência municipal.
O presidente da Câmara de São José do Egito, João de Maria (PSB) nega colocar em votação o projeto dos aposentados e diz estar seguindo o rito normal.
Mas vereadores governistas o acusam de sentar sobre o projeto por ter perdido a maioria que lhe garantiria novo mandato de presidente. Já a Comissão de Constituição e Justiça é formada por três oposicionistas, presidida por Albérico Thiago.
Aposentados estão preparando o protesto contra João de Maria em frente à Câmara Municipal na sessão que ocorre hoje a noite.
Uma parceria firmada entre a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Tribunal de Justiça de Pernambuco vai trazer para Afogados uma unidade da Casa de Cidadania e Justiça. A inauguração será na próxima quinta (11), às 9h30, com a presença do presidente do TJPE, Ricardo Paes Barreto, e outros desembargadores. A casa vai funcionar […]
Uma parceria firmada entre a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Tribunal de Justiça de Pernambuco vai trazer para Afogados uma unidade da Casa de Cidadania e Justiça. A inauguração será na próxima quinta (11), às 9h30, com a presença do presidente do TJPE, Ricardo Paes Barreto, e outros desembargadores. A casa vai funcionar na Avenida Antônio Rafael de Freitas, n° 1003.
O objetivo principal da casa de cidadania e justiça é aproximar as ações da justiça da população, a atuando também na regularização fundiária de imóveis urbanos, no âmbito do programa “Moradia Legal”, que vai funcionar na casa.
“Essa ação é muito importante, seja para aproximar a justiça do cidadão, mas também viabilizando um amplo processo de regularização fundiária em nosso município, gerando segurança jurídica quanto à posse dos imóveis, sobretudo para àqueles que não tem recursos para fazê-lo,” destacou o Prefeito Sandrinho Palmeira.
Post no Facebook causou desinformação. Rádio Cultura, de Tabira, não divulgou informação que circulou nas redes Atualizado às 18h30 O Padre Genildo Herculano, 43 anos, continua internado na UTI do Hospital Unimed Recife. Durante a tarde, surgiram rumores e boatos sobre seu quadro nas redes sociais, todos sem procedência. Um post chegou a noticiar óbito […]
Post no Facebook causou desinformação. Rádio Cultura, de Tabira, não divulgou informação que circulou nas redes
Atualizado às 18h30
O Padre Genildo Herculano, 43 anos, continua internado na UTI do Hospital Unimed Recife. Durante a tarde, surgiram rumores e boatos sobre seu quadro nas redes sociais, todos sem procedência.
Um post chegou a noticiar óbito de forma equivocada, sendo compartilhado nas redes, atribuindo a notícia à Rádio comunitária Cultura FM, de Tabira. Na verdade, a emissora sequer tocou no tema esta tarde. “Nem fiz o programa”, diz o apresentador do Show da Tarde, Júnior Alves. Mais tarde, o internauta Ribamar Amaral admitiu que se equivocou ao fazer um post sobre o sacerdote, pedindo desculpas. Ele não cumpriu um princípio básico em notícias dessa ordem: checar rigorosamente se a notícia procedia ou não. O post com a desinformação percorreu a rede.
Quadro inalterado: segundo o Monsenhor João Carlos Acioly Paz ao blog, o quadro não sofreu grandes alterações nas últimas horas. Os médicos continuam ministrando antibióticos para tentar conter a infecção que o acometeu.
Outro procedimento anunciado é o de drenagem dos pulmões do sacerdote, mais afetados pela infecção. O quadro é considerado grave. Em Recife, ele é acompanhado pelo padre Gilvan Bezerra e familiares. Em toda a região, acontecem correntes de oração por sua recuperação.
Filha do vereador de Ingazeira, Genivaldo Souza faleceu no fim da manhã deste domingo. Neste domingo (20), a Secretaria de Saúde de Ingazeira, confirmou em seu boletim epidemiológico, a primeira morte por covid-19 no município. Trata-se de Gislenne Márcia, 30 anos, que faleceu no final da manhã de hoje no Recife. Ela estava grávida e […]
Filha do vereador de Ingazeira, Genivaldo Souza faleceu no fim da manhã deste domingo.
Neste domingo (20), a Secretaria de Saúde de Ingazeira, confirmou em seu boletim epidemiológico, a primeira morte por covid-19 no município.
Trata-se de Gislenne Márcia, 30 anos, que faleceu no final da manhã de hoje no Recife. Ela estava grávida e teve pré-eclâmpsia. Foi feita uma cirurgia cesariana e em seguida foi confirmada a contaminação por covid-19.
Gislenne era filha de Genivaldo de Souza, vereador da Ingazeira. Nas redes sociais, parentes, amigos e conhecidos lamentam a morte tão precoce da jovem, que fazia parte do Encontro de Jovens com Cristo (EJC) de Ingazeira, que publicou nota de pesar no Instagram. Leia abaixo.
“É com pesar na certeza da ressurreição, que o Encontro de Jovens com Cristo da Paróquia São José em Ingazeira – PE, lamenta o falecimento de Gislenne Márcia. Nossa irmã, Que o Senhor da esperança e da paz, console os corações de seus familiares, amigos e irmãos em Cristo que choram a sua partida. Descanse em Paz nossa amiga e irmã!”
A Câmara Municipal de Vereadores da Ingazeira também publicou uma nota de pesar:
“Nós, vereadores e funcionários da Câmara de Vereadores de Ingazeira, externamos nossa tristeza e nossa solidariedade ao vereador Genivaldo De Sousa Silva e família, pela partida precoce da sua filha Gislenne Márcia. Nesse momento de dor, só nos restam nossas orações. Nossos sentimentos!”
O boletim também apresentou mais um caso confirmado para a covid-19. Ingazeira conta agora com 36 casos confirmados, 23 recuperados, 20 em investigação e 1 óbito.
A candidata ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB) cumpriu agenda neste sábado (06) na cidade de Escada, na Mata Sul. Ela visitou a feira da cidade e conversou com os comerciantes sobre a importância do fomento ao empreendedorismo. Ela apresentou propostas do seu plano de governo, a exemplo do Programa Bora Empreender. A agenda contou com […]
A candidata ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB) cumpriu agenda neste sábado (06) na cidade de Escada, na Mata Sul.
Ela visitou a feira da cidade e conversou com os comerciantes sobre a importância do fomento ao empreendedorismo. Ela apresentou propostas do seu plano de governo, a exemplo do Programa Bora Empreender.
A agenda contou com a presença do presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo; do deputado federal Daniel Coelho; da prefeita de Catende, Dona Graça; do ex-deputado Rildo Braz, entre outras lideranças da região. O vereador Paulinho e o candidato a deputado estadual, Jadson Caetano, recepcionaram Raquel em Escada.
Da Mata Sul, a tucana seguiu para Lagoa do Carro, na Zona da Mata Norte, onde participou de um ato político e foi recepcionada pelo ex-prefeito Jailson do Armazém.
Na manhã deste domingo (07), a candidata esteve na cidade de Toritama, a lado da candidata a vice-governadora, Priscila Krause. Na cidade, ela destacou suas propostas para o Polo de Confecções do Agreste.
A juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara Federal em Brasília, atendeu na tarde desta sexta-feira (29) a um pedido da Defensoria Pública da União e ordenou que as Forças Armadas não realizem comemorações dos 55 anos do golpe militar de 1964. A magistrada considerou que a iniciativa fere o princípio da legalidade porque […]
A juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara Federal em Brasília, atendeu na tarde desta sexta-feira (29) a um pedido da Defensoria Pública da União e ordenou que as Forças Armadas não realizem comemorações dos 55 anos do golpe militar de 1964.
A magistrada considerou que a iniciativa fere o princípio da legalidade porque não se trata de data comemorativa prevista em lei. No último dia 23, o porta-voz da Presidência, Otávio Rego Barros, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro determinou ao Ministério da Defesa “as comemorações devidas”. Nesta quinta (28), Bolsonaro disse que o objetivo não era “comemorar”, mas “rememorar”.
Ela concedeu uma liminar (decisão provisória) para que as Forças Armadas não fizessem a leitura de texto em referência a 31 de março de 1964, quando teve início a ditadura militar no Brasil que perdurou por 21 anos.
A decisão, no entanto, não terá efeito prático porque a leitura foi realizada nesta manhã no Comando Militar do Planalto, em Brasília. Um dos trechos do texto diz: “As Forças Armadas participam da história da nossa gente, sempre alinhadas com as suas legítimas aspirações. O 31 de março de 1964 foi um episódio simbólico dessa identificação”.
A juíza ordenou que o Ministério da Defesa fosse notificado. A ação, no entanto, ainda será julgada no mérito. Ao final da ação civil pública, se a conclusão for a de que houve ilegalidade, a Justiça pode determinar punições.
A Defensoria argumentou que eventual comemoração fere o princípio da legalidade previsto no artigo 37 da Constituição. Isso porque a lei estipula que uma data só pode ser comemorada se houver lei que a estipule. Além disso, a Defensoria argumentou que comemorar um regime em que pessoas foram perseguidas, torturadas e assassinadas viola a moralidade administrativa.
Para a juíza, realizar comemorações, como a leitura da Ordem do Dia feita nesta sexta, “não é compatível com o processo de reconstrução democrática promovida pela Assembleia Nacional Constituinte de 1987 e pela Constituição Federal de 1988.
“Nesse contexto, sobressai o direito fundamental à memória e à verdade, na sua acepção difusa, com vistas a não repetição de violações contra a integridade da humanidade, preservando a geração presente e as futuras do retrocesso a Estados de exceção. Nesse ponto, ressalte-se que a alusão comemorativa ao 31 de março de 1964 contraria, também, a ordem de manter a educação contínua em direitos humanos, como instrumento de garantia de não repetição, estabelecida em sentença proferida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos”, disse a juíza.
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