O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, reuniu sua equipe para a posse dos novos secretários e secretárias do município, além de três diretores e presidente de autarquias.
Os nomes são os mesmos anunciados em 28 de dezembro, em coletiva realizada na Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (Aesga). As portarias estarão publicadas no Diário Oficial da AMUPE nesta terça-feira (05). O vice-prefeito, Dr. Pedro Velôso, esteve presente na reunião desta segunda.
Desta forma, os secretários já assumiram suas funções, estruturando as equipes e agilizando serviços que precisam de respostas imediatas, a exemplo do enfrentamento à pandemia. Sivaldo Albino anunciou a implantação de um Comitê de Ação Estratégica para ações contra a Covid-19 e uma comissão especial que vai analisar contratos de terceiros com a Prefeitura de Garanhuns, que deve apresentar as reais necessidades, podendo levar a suspensões, cancelamentos ou redução de valores que gerem economia para o município, que não prejudiquem os serviços públicos e possibilitem maior investimento da gestão em favor da população.
Segundo o prefeito, a escolha do secretariado foi minuciosa e estratégica, para que seu governo tenha o melhor aproveitamento e consiga de fato causar impacto positivo na vida dos garanhuenses, levando em consideração as competências técnicas de cada gestor. ”Vamos atuar ouvindo as necessidades e atendendo às demandas com agilidade, para que tenhamos de fato, um governo de resultados, monitorado e atuante em todos os setores econômicos e sociais do município”, registrou Albino.
A prefeitura através da secretaria de Cultura, Esporte e Turismo de Tuparetama lança o projeto Baú de Cultura na noite desta sexta-feira (19). O projeto vai está uma vez por mês em uma comunidade rural diferente com um baú palco equipado de som e iluminação. O palco vai ser aberto aos artistas da localidade onde […]
A prefeitura através da secretaria de Cultura, Esporte e Turismo de Tuparetama lança o projeto Baú de Cultura na noite desta sexta-feira (19). O projeto vai está uma vez por mês em uma comunidade rural diferente com um baú palco equipado de som e iluminação. O palco vai ser aberto aos artistas da localidade onde o baú palco estiver. “O objetivo é valorizar a poesia de repente, os declamadores, as danças, o forró pé de serra e a cultura campesina no geral”, disse o secretário de Cultura, Esportes e Turismo, Fernando Marques.
Esta noite as apresentações vão ser de Denílson Nunes, Renatinho do Acordeon, poetas declamadores e Matheus Ueda que é do distrito de Santa Rita local onde vai acontecer o Baú de Cultura às 20h desta sexta-feira. Os artistas iniciantes ou com carreira reconhecida que desejam participar das próximas apresentações devem procurar a secretaria de cultura de Tuparetama.
“Com isso acredito que o Baú de Cultura vai descobrir novos talentos e dá oportunidade a artistas da comunidade rural realizarem apresentações em um palco com toda estrutura”, falou Fernando. E ainda os destaques vão ser convidados a apresentar o trabalho também no Feira de Mangaio que acontece uma vez por mês na feira livre de Tuparetama e oferece a mesma estrutura de palco e som.
“Desta forma vamos construindo aos pouco uma estrutura para nossos artistas apresentarem seus trabalhos e divulgarem nossa cultura”, disse Fernando.
Se sua categoria em sua cidade ou estado estava reivindicando aumentos como no caso do piso dos professores ou outras classes de servidores, fica um alerta que talvez esqueceram de contar ou omitiram. A partir desta terça-feira (5), servidores públicos não poderão receber reajuste salarial acima do índice da inflação registrada ao longo do ano […]
Se sua categoria em sua cidade ou estado estava reivindicando aumentos como no caso do piso dos professores ou outras classes de servidores, fica um alerta que talvez esqueceram de contar ou omitiram.
A partir desta terça-feira (5), servidores públicos não poderão receber reajuste salarial acima do índice da inflação registrada ao longo do ano eleitoral do ano.
A proibição está prevista na Lei das Eleições e vale até a posse das eleitas e dos eleitos nas eleições gerais de outubro. O agente público que descumprir essas determinações pode sofrer punições severas.
A legislação proíbe que, no período de 180 dias antes das eleições até o dia da posse dos candidatos eleitos, haja aumento de remuneração para o funcionalismo público que exceda a recomposição da perda de seu poder aquisitivo ao longo do ano da eleição, a fim de evitar que o eleitor seja influenciado por eventuais benefícios financeiros.
O objetivo é garantir o equilíbrio da disputa, evitando que candidatas e candidatos usem esse instrumento para ganhar a simpatia do eleitor-servidor na hora da eleição.
Mas existe uma exceção à regra: a recomposição da perda inflacionária. Fora isso, qualquer reajuste concedido está sujeito às punições da lei.
Caso o aumento seja superior à recomposição inflacionária, os agentes públicos podem sofrer sanções que vão desde a suspensão imediata da conduta vedada ao pagamento de multa, com a possibilidade de cassação do registro de candidatura ou do diploma e a aplicação de Lei de Improbidade Administrativa ao agente público infrator.
A legislação define agente público como quem exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nos órgãos ou entidades da administração pública direta, indireta ou fundacional.
A determinação faz parte das “condutas vedadas aos agentes públicos em campanhas eleitorais”, que traz uma série de proibições direcionadas aos agentes públicos, buscando impedi-los de utilizarem recursos públicos como forma de assegurar o princípio da igualdade entre os candidatos que disputam as eleições.
Assim, quem teve aumento acima da inflação, teve. Quem não teve, pode reclamar, espernear, gritar, protestar, mas não pode mais tê-lo. A notícia é tão importante que mereceu destaque no site do TSE.
A Guarnição Tática local foi solicitada pela Central do 23º BPM para se deslocar até a Avenida Joaquim Leite Liberal, nº 37, centro, na Escola Cônego Luiz Gonzaga Vieira de Melo. De acordo com a professora Marta Suely, um incêndio havia sido registrado na biblioteca. No local, os policiais constataram que uma das salas foi […]
A Guarnição Tática local foi solicitada pela Central do 23º BPM para se deslocar até a Avenida Joaquim Leite Liberal, nº 37, centro, na Escola Cônego Luiz Gonzaga Vieira de Melo.
De acordo com a professora Marta Suely, um incêndio havia sido registrado na biblioteca. No local, os policiais constataram que uma das salas foi queimada.
Segundo funcionários cerca de 190 livros didáticos foram queimados. Como os livros foram jogados no chão, a ação foi criminosa. A ocorrência foi repassada para a Delegacia de Polícia para as medidas cabíveis.
Do Estadão Nas buscas realizadas na casa e nas empresas de Mário Góes – único dos 11 operadores de propina da Diretoria de Serviços da Petrobrás que teve prisão decretada na Operação My Way, nona fase da Lava Lato -, a Polícia Federal encontrou depósitos de R$ 2,5 milhões em uma lavanderia do investigado e […]
Nas buscas realizadas na casa e nas empresas de Mário Góes – único dos 11 operadores de propina da Diretoria de Serviços da Petrobrás que teve prisão decretada na Operação My Way, nona fase da Lava Lato -, a Polícia Federal encontrou depósitos de R$ 2,5 milhões em uma lavanderia do investigado e do ex-gerente de Engenharia Pedro Barusco – delator dos processos.
Considerado um medalhão entre os operadores de propina alvos da My Way, deflagrada no dia 5, o engenheiro naval Mário Frederico de Mendonça Góes foi sócio do ex-gerente de Engenharia na JPA Lavanderia Industrial Ltda, com sede no Rio, entre 2006 e dezembro de 2014 – formalmente até 2009 e depois disso por meio da família.
“Foi apreendida tabela indicativa de depósitos realizados pela empresa Riomarine na conta da empresa JPA Lavanderia Industrial”, registrou o Ministério Público Federal, em parecer em que recomendou a manutenção de prisão de Góes. Ele está detido na custódia da PF, em Curitiba, desde o dia 8.
Pedro Barusco
A Riomarine Empreendimentos Marítimos é a empresa de Góes, aberta em 1987 quando era presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena), que tinha sido citada por Barusco como empresa em que foi registrada uma aeronave de R$ 1,3 milhão comprada pelos dois com dinheiro de propina.
Os depósitos da Riomarine para a JPA Lavanderia ocorreram entre 19 de dezembro de 2006 e 30 de dezembro de 2008 “totalizando o valor de R$ 2.554.100,00″. Investigadores da Operação Lava Jato suspeitam que a empresa foi usada para movimentar dinheiro da propina de Barusco e do ex-diretor de Serviços Renato Duque – indicado do PT no esquema de corrupção na Petrobrás.
Trecho do parecer do MPF que cita sociedade de Mário Góes e Pedro Barusco
Nas buscas que fez na empresa Riomarine, no dia 5, foram encontrados notas fiscais e contratos com sete empreiteiras do cartel alvo da Lava Jato (Andrade Gutierrez, Mendes Júnior, MPE, OAS, Odebrecht, Setal e UTC). Pelo menos R$ 39,7 milhões foram pagos para a Riomarine, entre 2008 e 2014, por supostos serviços de consultoria.
Sem qualquer funcionário no período em que estão concentradas a maior parte das notas (2009 e 2010) nem “relatórios de consultoria ou assessoria que denotassem o efetivo cumprimento” dos contratos milionários”, as suspeitas dos investigadores da Lava Jato são que a Riomarine fosse uma fachada usada para “esquentar” o dinheiro da propina operada por Góes.
“Foram apreendidos apenas, e em grande número, documentos que simplesmente atestam intenso fluxo financeiro entre os ‘clientes’ e a Riomarine, entre ela e seus sócios e outras pessoas jurídicas, a exemplo de cheques, notas fiscais, transferências bancárias, etc.”
O que os investigadores buscam saber é se parte dos R$ 39,7 milhões pagos por empreiteiras do cartel para a Riomarine tem relação com a movimentação financeira entre a empresa de fachada e a lavanderia que tinha como sócio, Barusco.
Barusco deixou a sociedade da JPA Lavanderia no dia 1º de dezembro de 2014. No dia 20, ele prestaria seu depoimento de delação premiada para a Lava Jato. Ao depor, confessou ter recebido propina junto com Duque e apontou o “amigo” Góes como operador de um grupo de empreiteiras, entre elas a maior parte das que repassaram dinheiro para a Riomarine.
“Dentre os documentos apreendidos na sede da Riomarine e na residência de Mário Góes foi possível identificar, de forma bastante contundente, a relação de proximidade entre ele e o ex-gerente de Engenharia da Petrobrás e, atualmente, colaborador da Justiça, Barusco”, informa o MPF.
Góes, segundo os documentos, guardava em sua casa, inclusive, uma nota fiscal no valor de R$ 1.900,00 em nome de Pedro Barusco “relativa à assistência técnica de seu veículo”.
Para a força-tarefa, os documentos encontrados nos endereços de Góes corroboraram “todos os fatos e circunstâncias reveladas por Barusco no âmbito do acordo de colaboração por ele firmado”, quando apontou Góes “como operador responsável pelo repasse de vantagens indevidas realizado pelas empresas contratadas pela Petrobrás”. Ele entregava “malas de dinheiro” para o esquema, segundo o delator.
Com a palavra, a defesa
Os criminalistas Rogério Marcolini, Marco Moura e Lívia Novak, que defendem Mário Góes, sustentam que o cliente está “com 74 anos de idade e saúde precária” e que foi o único entre os 11 nomes apontados pelo ex-gerente Pedro Barusco como operadores de propina que teve prisão cautelar decretada.
A Riomarine, segundo a defesa, foi fundada em 1987 no período que foi presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena) – 1987 a 1989 -, permanecendo hoje como membro permanente do conselho superior da entidade.
“(Góes) jamais se dedicou a atividade de câmbio no mercado negro, não conhece as pessoas referidas e não integra qualquer dos quatro grupos identificados na chamada Operação Lavajato”, informam os advogados.
Na noite dessa segunda-feira (16), a Câmara dos Vereadores de Tabira retomou as atividades para o ano 2017. O secretário de Relações Institucionais, Tadeu Sampaio, usou a Tribuna e leu, em nome do Prefeito Sebastião Dias, uma mensagem de boas vindas aos parlamentares. Fazendo questão de enfatizar as qualidades de cada vereador, Tadeu Sampaio falou […]
Na noite dessa segunda-feira (16), a Câmara dos Vereadores de Tabira retomou as atividades para o ano 2017. O secretário de Relações Institucionais, Tadeu Sampaio, usou a Tribuna e leu, em nome do Prefeito Sebastião Dias, uma mensagem de boas vindas aos parlamentares.
Fazendo questão de enfatizar as qualidades de cada vereador, Tadeu Sampaio falou da importância de se ter a união entre os poderes e de desenvolver um mandato em prol do povo.
O Prefeito Sebastião Dias, que fez questão de estar presente à sessão, foi convidado a usar a Tribuna e na oportunidade o gestor fez a indicação do novo líder do governo na Câmara.
Antes de anunciar o nome do indicado, Sebastião elogiou sua bancada e teceu elogios especiais ao novo líder enaltecendo suas qualidades, sua honradez, seu trabalho quando passou pela presidência da Câmara e a amizade entre ambos. Depois disso anunciou o Vereador Marcílio Pires como novo líder do Governo.
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