Sindicatos dos Radialistas e Jornalistas de PE emitem nota de repúdio a ato violento contra radialista
Por André Luis
Os Sindicatos dos Radialistas e dos Jornalistas de Pernambuco, emitiram, em conjunto, nota de repúdio pelo ato violento sofrido pelo comunicador Júnior Albuquerque, no último dia 6 de abril, quando quatro homens invadiram os estúdios da Rádio Comunidade em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco e ameaçaram o comunicador por ter feito críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
“Os Sindicatos de ambas as categorias repudiam os atos marginais e de violência contra os profissionais da imprensa do nosso Estado e do País, os quais se configuram claramente como ataques à liberdade de expressão, mesmo após anos de vencido o período do regime de exceção”, diz a nota.
Ainda segundo a nota: “o atentado ao comunicador Júnior Albuquerque, significa uma investida dos malfeitores contra toda a imprensa, uma tentativa de cercear o direito do povo em conhecer as verdades dos fatos que se passam em nosso meio”. Leia abaixo a íntegra da nota.
Os Sindicatos dos Radialistas e dos Jornalistas do Estado de Pernambuco, repudiam o ato violento praticado contra o comunicador Júnior Albuquerque, que, durante o seu programa diário, na Rádio Comunidade, em Santa Cruz do Capibaribe/PE, foi surpreendido com a invasão do estúdio da emissora por quatro homens, que se declararam apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
Os indivíduos, no último dia 6 de abril, não satisfeitos com os comentários que estavam sendo feitos contra às ações sanitárias desenvolvidas pelo governo Bolsonaro para o enfrentamento da pandemia do coronavirus, invadiram a emissora e fizeram várias ameaças, na tentativa de intimidação ao profissional.
Os Sindicatos de ambas as categorias repudiam os atos marginais e de violência contra os profissionais da imprensa do nosso Estado e do País, os quais se configuram claramente como ataques à liberdade de expressão, mesmo após anos de vencido o período do regime de exceção.
Tal fato é mais uma prova de que o povo brasileiro precisa continuar lutando para que possamos alcançar uma democracia plena. Infelizmente, vivenciamos hoje em nosso País setores do Governo Federal que estimulam a prática de atos criminosos dessa magnitude.
O atentado ao comunicador Júnior Albuquerque, significa uma investida dos malfeitores contra toda a imprensa, uma tentativa de cercear o direito do povo em conhecer as verdades dos fatos que se passam em nosso meio.
Cobramos rigor das autoridades governamentais na apuração do caso e na imediata punição dos autores desse terrível atentado, ao passo que, como entidades que congregam todos os radialistas e jornalistas pernambucanos, alertamos aos governantes que a luz vermelha está acessa há tempos, sinalizando que é necessário apoio incondicional aos profissionais da comunicação para que estes possam cumprir com sua função de informar à sociedade sem correr o risco de serem agredidos física ou moralmente, nem muito menos de terem suas vidas colocadas em risco.
Morreu há pouco em Caruaru, aos 91 anos, o radialista Ivan Bulhões. No dia 7 o radialista foi internado após ter um acidente vascular cerebral (AVC). Ivan ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Nos primeiros dias as notícias eram animadoras. De acordo com o primeiro boletim […]
Morreu há pouco em Caruaru, aos 91 anos, o radialista Ivan Bulhões.
No dia 7 o radialista foi internado após ter um acidente vascular cerebral (AVC). Ivan ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco.
Nos primeiros dias as notícias eram animadoras. De acordo com o primeiro boletim médico repassado à família, o radialista está reagindo bem e poderis deixar a UTI.
Mas o radialista teve complicações e faleceu hoje, não resistindo a um procedimento de traqueostomia.
Alagoano, Ivan teve sua vida dedicada à radiodifusão do Nordeste em mais de 60 anos de profissão, especialmente em Caruaru onde começou na Rádio Cultura do Nordeste, tendo passado por todas as emissoras AM . Na Difusora, hoje Rádio Jornal, foram 25 anos. Alternou os últimos anos entre Difusora e Liberdade.
Nos últimos seis anos passou a ser funcionário vitalício da Rádio Liberdade de Caruaru.
Genial, simples, criativo, com bordões que marcaram gerações, Ivan Bulhões foi um dos responsáveis pela força e presença do rádio na vida de milhares de caruaruenses e nordestinos. De tão criativo pode ser comparado à versão do rádio nordestino de outro pernambucano ilustre. O que Chacrinha foi para a TV, Ivan foi para o rádio nesse pedaço do Nordeste.
Em nota, a Asserpe lamentou profundamente seu falecimento. “Morre um pouco da alma do rádio nordestino com a morte de Ivan Bulhões “, diz em nota o presidente da entidade, Nill Júnior.
Ontem, foi notícia que Sebastião Oliveira, presidente estadual do Avante em Pernambuco e pré-candidato a deputado estadual, negou qualquer possibilidade de o deputado federal Waldemar de Oliveira deixar a legenda. A declaração foi dada ao Portal Júnior Campos, após especulações surgirem na imprensa sobre uma possível troca partidária envolvendo o PSD. A questão é que […]
Ontem, foi notícia que Sebastião Oliveira, presidente estadual do Avante em Pernambuco e pré-candidato a deputado estadual, negou qualquer possibilidade de o deputado federal Waldemar de Oliveira deixar a legenda.
A declaração foi dada ao Portal Júnior Campos, após especulações surgirem na imprensa sobre uma possível troca partidária envolvendo o PSD. A questão é que o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e a governadora Raquel Lyra, trataram do tema com o próprio Oliveira.
O presidente nacional do Avante, Luís Tibé também participou da reunião.
De acordo com Sebastião Oliveira, houve, de fato, convites e investidas da própria governadora para atrair Waldemar para outra legenda mas a posição do Avante foi firme.
“De fato houve o convite de Kassab a Waldemar que é um excelente quadro, um excelente deputado federal, mas ficou claro e bem definido que o Avante tem chapa de estadual e chapa de federal. Não existe a menor condição, a menor possibilidade de Waldemar sair do Avante”, afirmou.
Waldemar recebeu Kassab e Raquel em sua luxuosa mansão em Brasília, adquirida com seu trabalho de advogado bem sucedido.
No recente encontro da AMUPE, o Deputado recebeu prefeitos, aliados e nomes da imprensa, todos impressionados com a riqueza de detalhes e luxo do imóvel. “Até na área da churrasqueira tem refrigeração”, dizia um presente de olhos arregalados.
Agora, Kassab e Raquel conferiram de perto a luxuosidade, mas não conseguiram o principal: levar Waldemar ao PSD.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta quinta-feira (27) em depoimento à CPI da Pandemia que fez a primeira oferta de vacinas contra a covid-19 ao Ministério da Saúde em 30 julho de 2020, mas ficou sem resposta. Eram 60 milhões de doses, que seriam entregues no último trimestre […]
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta quinta-feira (27) em depoimento à CPI da Pandemia que fez a primeira oferta de vacinas contra a covid-19 ao Ministério da Saúde em 30 julho de 2020, mas ficou sem resposta. Eram 60 milhões de doses, que seriam entregues no último trimestre daquele ano.
Segundo ele, o Brasil poderia ter sido o primeiro no mundo a iniciar a vacinação “se todos os atores” tivessem colaborado. Dimas Covas disse que manifestações do presidente Jair Bolsonaro contra a vacina deixaram as negociações “em suspenso” e atrasaram o começo da vacinação no país.
Em dezembro, o laboratório tinha quase 10 milhões de doses da CoronaVac ( 5,5 milhões de doses prontas e 4 milhões em processamento). A vacinação no mundo começou em dezembro. No Brasil, apenas em 17 de janeiro.
— O mundo começou a vacinar no dia 8 de dezembro. O Brasil poderia ter sido o primeiro país do mundo a iniciar a vacinação, se não fossem esses percalços, tanto contratuais como de regulamentação — disse Dimas Covas, que entregou à CPI ofícios para comprovar seu depoimento.
As “idas e vindas” nas negociações com o governo federal e a demora na assinatura do contrato atrasaram o cronograma e a oferta de vacinas. Segundo Covas, o contrato com o Ministério da Saúde avançou e ficou perto de um desfecho positivo em outubro, com a assinatura de um protocolo de intenções no dia 19 para fornecimento de 46 milhões de doses e a sinalização da edição de uma medida provisória para permitir a compra.
No dia seguinte, o então ministro da Saúde Eduardo Pazuello chegou a anunciar a compra dos imunizantes, mas, segundo Covas, o contrato ficou em “suspenso” por quase três meses após declarações de Jair Bolsonaro contra a aquisição dos imunizantes.
— Infelizmente essas conversações não prosseguiram, porque houve, sim, aí, uma manifestação do presidente da República, naquele momento, dizendo que a vacina não seria de fato incorporada, não haveria o progresso desse processo. […] Houve, no dia 19, um dia antes da reunião com o ministro, um documento do ministério que era um compromisso de incorporação, mas após, esse compromisso ficou em suspenso e, de fato, só foi concretizado em 7 de janeiro — relatou.
Naquele momento, afirmou Dimas Covas, o Instituto Butantan tinha a capacidade de produzir 100 milhões de doses até maio. O diretor classificou o recuo do Ministério da Saúde como “frustrante” e relatou que havia incertezas no financiamento da produção da vacina, mas recebeu o apoio do governador de São Paulo, João Doria, e de outros governadores e prefeitos.
— Até esse momento, o Butantan custeava todas as despesas do estudo clínico, da vinda da matéria-prima, da transferência de tecnologia, com essa pressão muito grande dos estados e municípios. O governador do estado de São Paulo veio em suplência a isso, deu todo o apoio, outros estados também. Na realidade, 17 estados fizeram termos de intenção de aquisição da vacina e muitos municípios do Brasil — apontou.
Segundo Randolfe Rodrigues (Rede-AP), as informações de Dimas Covas indicam que, sem contar outros imunizantes, o país já teria 50 milhões de pessoas imunizadas apenas com a CoronaVac, se o governo federal não tivesse sido omisso.
— O Brasil poderia ter imunizado 50 milhões de brasileiros com duas doses até maio — apontou Randolfe, vice-presidente da CPI.
Negociações com o ministério
Ao detalhar os contatos com o Ministério da Saúde e com a farmacêutica chinesa Sinovac, Dimas Covas disse que em abril de 2020 já havia contatado alguns laboratórios para iniciar parcerias, mas optou pela CoronaVac, que era a vacina até então mais desenvolvida.
Em junho de 2020, apontou o diretor, começaram os estudos clínicos no país. Na sequência, Butantan e Ministério da Saúde iniciaram os contatos técnicos e as negociações.
— Eu mandei um ofício, no dia 30 de julho de 2020, em que ressaltamos a importância de tomar essa iniciativa num momento em que ainda não se tinha vacina. Ofertamos, naquele momento, 60 milhões de doses, que poderiam ser entregues no último trimestre de 2020. Um pouquinho depois, como não houve aí uma resposta efetiva, nós reforçamos o ofício — afirmou.
Críticas à China
Questionado pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL) e outros senadores sobre as consequências das declarações contra a China por parte de membros do governo federal e de campanhas de difamação da vacina CoronaVac nas redes sociais, Covas afirmou que a postura atrapalha a liberação de insumos de imunizantes para o Brasil e impediu a vacinação de milhões de pessoas num prazo anterior ao que acabou ocorrendo:
— Cada declaração que ocorre aqui no Brasil repercute na imprensa da China. As pessoas da China têm grande orgulho da contribuição que a China dá ao mundo neste momento. Então, obviamente isso se reflete nas dificuldades burocráticas, que eram normalmente resolvidas em 15 dias, e hoje demoram mais de mês para serem resolvidas.
Segundo Covas, o problema ameaça a entrega de todas as 54 milhões de doses da vacina até 30 de setembro, como inicialmente previsto. Nesta quinta-feira (27), o Butantan retomou a produção da CoronaVac. Paralisado desde o dia 14 de maio por falta de matéria-prima, o envase foi reiniciado após o recebimento de 3 mil litros de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA).
Doria x Bolsonaro
Marcos Rogério (DEM-RO) apresentou um vídeo do documentário A Corrida das Vacinas que mostra um áudio vazado de uma conversa entre Doria e Dimas Covas. O senador alegou que a peça é uma prova de que o governador agiu politicamente e foi “grosseiro” com relação ao interlocutor chinês.
— Que tipo de relação era essa do governador com os chineses? Ele fala em “pegar esse chinês pelo pescoço”; o senhor considera atitudes como essa favoráveis ao relacionamento do Brasil com a China.
O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que a fala foi uma demonstração de um agente político que estava em busca de vacinas.
Para os senadores Randolfe Rodrigues, Humberto Costa (PT-PE) e Simone Tebet (MDB-MS), o depoimento de Dimas Covas reforça que o governo federal foi omisso na compra de vacinas. Eles também defenderam o governador João Doria:
— Enquanto ele estava batendo na mesa querendo vacina, o de cá estava oferecendo cloroquina a uma ema. É uma diferença grande — disse Humberto Costa.
Segundo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o depoimento de Dimas Covas mostra, na verdade, que o governo federal estava negociando com o Butantan e sempre foi parceiro da instituição.
— Não houve nenhum embaraço da parte do governo federal — afirmou.
O ex-vereador da cidade de Iguaracy, Romero de Lucas, reuniu neste sábado (09/08), em sua chácara no distrito de Jabitacá, correligionários, lideranças políticas e amigos para apresentar o candidato a deputado estadual, Anchieta Patriota. Romero ainda reafirmou o apoio as candidaturas de Danilo Cabral (federal), Fernando Bezerra (senador), Paulo Câmara (governador) e Eduardo Campos (presidente). […]
O ex-vereador da cidade de Iguaracy, Romero de Lucas, reuniu neste sábado (09/08), em sua chácara no distrito de Jabitacá, correligionários, lideranças políticas e amigos para apresentar o candidato a deputado estadual, Anchieta Patriota.
Romero ainda reafirmou o apoio as candidaturas de Danilo Cabral (federal), Fernando Bezerra (senador), Paulo Câmara (governador) e Eduardo Campos (presidente).
O ex-parlamentar do município, Davi Pires, também anunciou apoio à chapa. Patriota estava acompanhado do prefeito de Carnaíba, Zé Mário Cassiano, da primeira dama Marluce Freire e do presidente da Câmara, Júnior de Mocinha.
O ex-prefeito de Tabira e experiente médico Edson Moura, idealizador da Casa de Saúde Dr José Evóide de Moura, em Afogados da Ingazeira disse na homenagem que recebeu da Revista Factus qual sua tese para o fato de Afogados da Ingazeira ter se desenvolvido mais economicamente que Tabira, no Pajeú. Econômica e demograficamente, Afogados é […]
O ex-prefeito de Tabira e experiente médico Edson Moura, idealizador da Casa de Saúde Dr José Evóide de Moura, em Afogados da Ingazeira disse na homenagem que recebeu da Revista Factus qual sua tese para o fato de Afogados da Ingazeira ter se desenvolvido mais economicamente que Tabira, no Pajeú. Econômica e demograficamente, Afogados é a segunda maior cidade da região, a primeira do Médio Pajeú.
Já Tabira, que tem uma das maiores feiras de Gado no Nordeste, ostenta a quarta posição no ranking no Pajeú e a segunda no Médio Pajeú. Somados Alto, Médio e Baixo Pajeú, Tabira está atrás de Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e São José do Egito.
Natural de Cortês, tendo estudado medicina em Recife, depois de formado, Moura diz que preferiu a Cidade das Tradições. “Quando cheguei de Recife para o Pajeú, Tabira tinha mais potencial de crescimento que Afogados da Ingazeira”. Para se ter uma ideia, segundo Moura, além de lideranças políticas de grande respeitabilidade, Tabira tinha mais médicos que Afogados. Chegava a haver certa dependência na área da segunda em relação à primeira.
Mas contou Edson, ao longo do tempo, os políticos foram puxando a cidade para trás. “Enquanto em Afogados um prefeito que assume quer fazer mais que o antecessor, em Tabira todos se juntam pra o quanto pior melhor. Agora mesmo, todos torcem para que Sebastião Dias seja um péssimo gestor para que possam voltar”, afirmou.
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