Sesi/PE oferece mais de 10 mil vagas em cursos no Sertão
Por Nill Júnior
O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE) está com inscrições abertas para 200 vagas em cursos de supletivo, pré-vestibular e iniciação à informática com preços populares e outras 10 mil vagas gratuitas em cursos à distância no Sertão.
“Nosso intuito é celebrar os 70 anos do Sesi oferecendo oportunidades para a população se preparar para o mercado de trabalho”, afirma o superintendente da instituição, Nilo Simões.
São 600 vagas no programa Educação de Jovens e Adultos (EJA), o antigo supletivo, em todo o Estado. No Sertão, são 80 vagas, destinadas a pessoas com mais de 15 anos. O Ensino Fundamental pode ser concluído em quatro anos, enquanto para o Ensino Médio basta um ano e meio. As aulas serão na Unidade Petrolina, à noite, para facilitar o acesso de quem trabalha. As demais turmas vão acontecer no Recife, Moreno e Caruaru. As inscrições vão até 29 de julho, mas quem se matricular até o dia 22 de julho, tem desconto de 10%.
Para ajudar quem deseja entrar em uma universidade, o Sesi/PE disponibiliza 200 vagas em seu curso preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio, o Pré-Enem, sendo 40 delas em Araripina. As aulas iniciam em agosto.
Para quem deseja aprender a “mexer no computador”, o Sesi oferece 100 vagas em cursos de iniciação à informática, Office 2013, excel intermediário e avançado na Unidade Petrolina. Com carga horária que varia de 8h a 42h e preços a partir de R$ 29,00. Já para atualização profissional, o Sesi oferece 10 mil vagas gratuitas em 67 cursos onlines até o final de julho. Inscrições no sitewww.pe.sesi.org.br. Mais informações pelo telefone (87) 3861.1369, pelo e-mail[email protected] ou pelo WhatsApp (81) 9.8829.3330.
O lançamento do livro Histórias de Repórter, do jornalista afogadense Magno Martins ontem, em Brasília, repetiu o sucesso do Recife. Foram mais de quatro horas de autógrafos no Boteco da quadra 406 Sul. “Por lá passaram três ministros de Estado, o ministro José Múcio Monteiro, do Tribunal de Contas da União, os senadores Armando Monteiro […]
O lançamento do livro Histórias de Repórter, do jornalista afogadense Magno Martins ontem, em Brasília, repetiu o sucesso do Recife. Foram mais de quatro horas de autógrafos no Boteco da quadra 406 Sul.
“Por lá passaram três ministros de Estado, o ministro José Múcio Monteiro, do Tribunal de Contas da União, os senadores Armando Monteiro Neto (PTB) e Fernando Bezerra Coelho, 18 dos 25 deputados da bancada pernambucana, boa parte da bancada da Paraíba, jornalistas de vários veículos nacionais, como Estadão, Folha de São Paulo, Correio Braziliense, O Globo e Jornal de Brasília, publicitários, empresários e muitos amigos”, comemora Magno.
O próximo lançamento será Petrolina, dia 15 de junho. Depois, Magno vai a sua terra natal, Afogados da Ingazeira. Será dia 16 de junho, às 20h na Câmara de Vereadores.
“Histórias de Repórter” conta passagens dos seus 35 anos a serviço do jornalismo. Neste sexto livro da carreira, Magno conta passagens que viveu com personagens como Teotônio Vilela, Miguel Arraes e Leonel Brizola.
Com quase 300 páginas, o livro, que tem o prefácio do acadêmico e jurista José Paulo Cavalcante Filho e é editado pelo Bagaço, relata a história política recente do Brasil, desde a redemocratização, com a campanha das Diretas Já até a chegada do PT ao poder, com o ex-presidente Lula.
O jornalista também é autor de O Nordeste que deu certo, O Lixo do Poder, A derrota não anunciada e Reféns da Seca e Perto do Coração.
O Tribunal de Contas realizou, no início deste ano, uma análise de Procedimento Licitatório no Fundo Municipal de Saúde (FMS) do município de Santa Cruz do Capibaribe, relativa ao exercício de 2017. Sob a relatoria da conselheira Teresa Duere, a auditoria teve por objetivo examinar o edital da licitação 008/2016 (Pregão Presencial n° 008/2016), publicado […]
O Tribunal de Contas realizou, no início deste ano, uma análise de Procedimento Licitatório no Fundo Municipal de Saúde (FMS) do município de Santa Cruz do Capibaribe, relativa ao exercício de 2017.
Sob a relatoria da conselheira Teresa Duere, a auditoria teve por objetivo examinar o edital da licitação 008/2016 (Pregão Presencial n° 008/2016), publicado no Diário Oficial no mês de janeiro.
O edital previa a aquisição de material médico hospitalar e de medicamentos para alta e média complexidade para atender à farmácia básica do município. Como resultado, o trabalho da Gerência de Auditoria de Procedimentos Licitatórios do TCE gerou uma economia de R$ 3.416.346,47 aos cofres do município, pela redução no preço máximo anteriormente proposto no orçamento básico, que era de R$ 16.528.937,40.
A auditoria identificou que vários dos itens destinados à compra apresentavam estimativas de preços muito superiores às praticadas pelo mercado. Além disso, observou que o FMS não adotava em sua rotina para formação de preços para licitação o Sistema de Registro de Preços (SRP), que é mais adequado para estes tipos de aquisições.
Com base no relatório de auditoria, ainda em janeiro, a prefeitura suspendeu a licitação de modo a corrigir as falhas apontadas pelo Tribunal de Contas. Com a republicação do edital, ocorrido no último dia 6 de abril, além da adoção do SRP,o Fundo promoveu a adequação dos preços estimados para os itens da contratação, reduzindo o orçamento para R$ 13.112.590,93, o que deu causa ao benefício.
Ao longo do exercício de 2017 os trabalhos do Tribunal já geraram benefícios de R$ 13.542.519,77.
Em uma entrevista que vai ao ar na íntegra nesta segunda (22) no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Monsenhor Assis Rocha, que a região aprendeu a chamar de Padre Assis, afirmou que pelo que tem acompanhado, há pouca renovação nos quadros da política nas cidades da região. “O que acho interessante e que […]
Em uma entrevista que vai ao ar na íntegra nesta segunda (22) no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Monsenhor Assis Rocha, que a região aprendeu a chamar de Padre Assis, afirmou que pelo que tem acompanhado, há pouca renovação nos quadros da política nas cidades da região.
“O que acho interessante e que escuto nome de chefes políticos de Serra Talhada: são os mesmos. Nomes de chefes políticos de Flores: são os mesmos. De Tabira, são os mesmos. O pessoal quer manter-se no poder o tempo todo. Mesmo envelhecidos, estão aí atrás da ganância do poder. A gente não dá chance a um mais novo de entrar. De também mostrar que é capaz”, reclamou.
O padre também criticou a postura comum em rádios do Nordeste de profissionais de emissoras de rádio que não tem isenção plena e muitas vezes acabam cedendo à cooptação de políticos, neste período.
“São problemas assim que devemos enfrentar. Tem colega teu que come toco de políticos, de gente safada que quer comprar a consciência e come a consciência do comunicador. Ele sabe que aquele comunicador, o que diz, o pessoal ouve. E o comunicador se rende, se vendem, se acovarda diante daquele camarada”.
Ele deu exemplo de melhoria alcançada Educadora de Sobral, após assumir a emissora. “É uma rádio limpa na sua programação. Não botamos propaganda de motel, cachaça, bebida alcoólica. Dizem, padre o senhor vai ter prejuízo. Deixa ter. O evangelho é que sai ganhando. Melhor ter prejuízo material fazendo trabalho decente do que confiar nesse dinheiro a que vocês dão fruto da maldade e da safadeza”.
Padre Assis teve passagem marcante pela Diocese, como sacerdote em paróquias importantes e também como Diretor da Rádio Pajeú, com trabalho considerado revolucionário para seu tempo. Também foi apresentador da sua Crônica ao Pé do Ouvido. Ainda hoje, acompanha com muito amor e saudade a programação da primeira emissora do Sertão Pernambucano.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – IFPE, divulgou abertura do Processo Seletivo 187/2014, cujo objetivo é o provimento de três vagas para Professor Substituto do Campus Afogados da Ingazeira. As oportunidades são para profissionais com graduação na área de atuação, em Produção Alimentícia (2), para ministrar aulas em Microbiologia de […]
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – IFPE, divulgou abertura do Processo Seletivo 187/2014, cujo objetivo é o provimento de três vagas para Professor Substituto do Campus Afogados da Ingazeira.
As oportunidades são para profissionais com graduação na área de atuação, em Produção Alimentícia (2), para ministrar aulas em Microbiologia de Alimentos; Química de Alimentos; Segurança do Trabalho; Controle de Qualidade na Agroindústria; Higiene na Indústria de Alimentos; Conservação de Alimentos; Tecnologia de Frutas e Hortaliças; Educação Ambiental e Tratamento de Resíduos; Tecnologia de Cereais; Análises Microbiológicas de Alimentos; Análises Físico-químicas de Alimentos; Tecnologia de Leite e Derivados; Tecnologia de Carnes e Derivados; Projetos Agroindustriais; Tecnologia de Bebidas; Tecnologia de Produtos Apícolas; Análise Sensorial de Alimentos; Equipamentos, Manutenção e Instalações Agroindustriais, Panificação, Confeitaria, Massas e Salgados; e Infraestrutura (1), nas disciplinas de Desenho Técnico; Desenho Arquitetônico auxiliado por computador; Desenho de Arquitetura; e Desenho de Estrutura.
Os selecionados cumprirão jornadas semanais de 40h, e receberão vencimentos que variam de R$ 2.714,89 a R$ 4.649,65, conforme a titulação.
Para concorrer é preciso realizar as inscrições de 5 a 7 de janeiro de 2015, na Coordenação de Gestão de Pessoas do Campus Afogados da Ingazeira, localizado na Rua Edson Barbosa de Araújo, s/nº, Bairro Manoela Valadares, Afogados da Ingazeira, e efetuar o pagamento da taxa de inscrição de R$ 55,00. Os candidatos passarão por Análise de Títulos e Prova de Conhecimentos Práticos Específicos.
A validade do Processo Seletivo é de um ano, contado da homologação final dos resultados, podendo haver prorrogação por igual período, a critério da Administração.
“Atirar para matar”, “bandido bom é bandido morto” e suas consequências O modelo de segurança pública que venceu eleições em vários estados e no país, começa a mostrar sua ineficácia e o pior, consequências para inocentes. O combate à criminalidade, uma chaga que toma o país e tem forte braço na corrupção, não se faz […]
“Atirar para matar”, “bandido bom é bandido morto” e suas consequências
O modelo de segurança pública que venceu eleições em vários estados e no país, começa a mostrar sua ineficácia e o pior, consequências para inocentes. O combate à criminalidade, uma chaga que toma o país e tem forte braço na corrupção, não se faz com frases e orientações popularescas.
Eleito governador do Rio com discurso apoiado no combate à corrupção e ao tráfico de drogas, Wilson Witzel (PSC) afirmou que no seu governo, a polícia vai fazer o correto: “vai mirar na cabecinha e… fogo! Para não ter erro”. Em São Paulo, Dória ganhou a eleição prometendo que a partir de janeiro,”a polícia vai atirar para matar”.
Durante o processo eleitoral, frases prontas tipo “bandido bom é bandido morto”, que é pra “atirar para matar” também encheram o noticiário e defesa de quem votou em boa parte de nossos governantes eleitos, de Jair Bolsonaro a governadores país afora.
Aqui não vai nenhuma crítica ao papel da polícia, muito menos defesa de quem escolheu a criminalidade, e tem sabidamente por consequência a possibilidade concreta de perder a vida, preço muitas vezes pago pela escolha errada. Mas vale dizer que quem pensa segurança nesse país deve saber que não é na ponta, com quem executa as ações que está o problema.
Vamos a dois exemplos: quando o governador diz que vai atirar na cabeça de quem está armado no morro, sabe ou deveria saber que está enxugando gelo. A todo momento, jovens pobres em favelas sem presença real do estado são capitaneados para o trabalho da ponta do tráfico, a mando de poderosos que já conseguiram enraizamento até na política do Rio, vide os últimos escândalos e nomes sabidamente apoiados pelo tráfico.
Nos assaltos a bancos, carros fortes e caixas eletrônicos, o esquema é parecido. Esses grupos integram uma organização muito maior, que alimenta no país as grandes organizações criminosas em São Paulo e no Rio, presentes inclusive no Nordeste.
Assim, o desafio para Sérgio Moro, Ministro da Justiça e quem pensa segurança pública nos Estados é, com inteligência, articulação, rigor para crimes associados a organizações e tráfico, com participação do Congresso aprovando penas mais duras, reforma urgente no sistema prisional, inverter de fato a ordem crescente da criminalidade no país.
Outro efeito colateral desse discurso raso é que os criminosos operacionais, escalados pelas organizações para o trabalho mais duro, de campo, sabem que houve uma espécie de “carta branca para matar” pelos agentes de segurança. Assim, tragédias como a de Milagres podem acontecer infelizmente em maior escala. Cada vez mais, inocentes serão usados como escudos humanos em ações como essas, no Nordeste ou nos morros do Rio de Janeiro.
Estado presente nas áreas pobres, igualdade social, polícia eficiente, inteligência permanente, legislação mais dura para ir com o dedo na ferida: os que comandam as organizações criminosas. Esse é o único caminho para uma resposta concreta aos nosso altos índices de criminalidade. “Mirar na cabecinha e… fogo!” – pode dar voto, mas não resolve.
“Parabéns”, “muito bem”, “voltam quando?”
Em Carnaíba, não faltaram queixas à ação do DETRAN convocado pelo MP diante do caos no trânsito. Claro, de quem compactua com a desorganização e descumprimento da legislação que mata, e muito, nas nossas cidades. A maioria, ao contrário, aprovou a medida capitaneada pelo atuante promotor Ariano Tércio. Em Afogados, por exemplo, seriam muito bem vindos…
Fica quieto
Organizador do jogo das Estrelas, que vai reunir dia 22 de dezembro em Serra Talhada Marcelinho Carioca, Marcelinho Paraíba, Túlio Maravilha, Donizete Pantera e outros craques, William Souza revelou à Rádio Pajeú que não avisou aos jogadores como está o Pereirão, criticado pelas péssimas condições. “Vai que desistem…”
Eita Bastião
A semana foi complicada para o prefeito de Tabira, Sebastião Dias. Começou com a ação atrapalhada que jogou um cavalo vivo e agonizando num lixão, passou pela falta de apoio ao poeta José Feitosa de Lima, que teve que recorrer a uma emissora local para ganhar uma cadeira de rodas e terminou com a rejeição de suas contas de 2014. Que fase…
Votando o que foi votado
Em Serra Talhada, os vereadores vão desenterrar as contas de 2008 de Carlos Evandro. Elas foram rejeitadas pelo TCE. A casa confirmou a rejeição. Mas em julho de 2016, o TCE mudou o parecer para Regulares com Ressalvas e livrou Carlos da multa de R$ 829 mil. Só que o Ministério Público de Contas alertou a casa de que conta votada é prego batido e ponta virada. Nailson Gomes garante que o MPCO mandou novo parecer contrário ao que tinha mandado em maio de 2017. Ficou de mandar ao blog…
Se não botar terra…
Se a politicagem não atrapalhar, a proposta de Cleonildo Lopes, o Painha, é a melhor para São José do Egito: a de a Faculdade Vale do Pajeú ceder espaço para sede da nova Delegacia, depois do rolo desta semana. Pelo que disse, a Polícia Civil já deu ok através de Joselito Kherle. Se espera que ninguém bote terra porque o advogado apoiou Armando Monteiro…
Ação não identificou reféns
Circula um áudio do jornalista Taciano Clécio, da Tempo FM, de Juazeiro sobre a ação da polícia em Milagres. “A polícia não sabia que os assaltantes tinha feito essa família de refém”. Foram mais de dez minutos de tiroteio. Isso explica a preocupação do governador Camilo Santana de, em uma fala desastrosa e revoltante, chegar a colocar suspeição sobre as vítimas.
PTB acima dos 54%
Há algo em comum nas três prefeituras hoje geridas pelo PTB no Pajeú. Todas tem dificuldades no cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo o TCE. Estão no nível vermelho, descumprindo o limite com até 54% da folha Tuparetama (60,19%), Santa Cruz da Baixa Verde (59,94%) e Tabira (57,94%). São geridas pelos petebistas Sávio Torres, Tássio Bezerra e Sebastião Dias. Calumbi, hoje nas mãos do PT de Sandra da Farmácia, tem 59,28%.
Frase da semana:
“Estou preparado porque o governo tem me dado toda a autonomia do mundo”.
De Alessandro Palmeira, se dizendo pronto para o embate em 2020, venha o adversário de onde vier.
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