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Padre Assis Rocha: “os chefes políticos na região ainda são os mesmos”

Por Nill Júnior

hqdefaultEm uma entrevista que vai ao ar na íntegra nesta segunda (22) no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Monsenhor Assis Rocha, que a região aprendeu a chamar de Padre Assis, afirmou que pelo que tem acompanhado, há pouca renovação nos quadros da política nas cidades da região.

“O que acho interessante e que escuto nome de chefes políticos de Serra Talhada: são os mesmos. Nomes de chefes políticos de Flores: são os mesmos. De Tabira, são os mesmos. O pessoal quer manter-se no poder o tempo todo. Mesmo envelhecidos, estão aí atrás da ganância do poder. A gente não dá chance a um mais novo de entrar. De também mostrar que é capaz”, reclamou.

O padre também criticou a postura comum em rádios do Nordeste de profissionais de emissoras de rádio que não tem isenção plena e muitas vezes acabam cedendo à cooptação de políticos, neste período.

“São problemas assim que devemos enfrentar. Tem colega teu que come toco de políticos, de gente safada que quer comprar a consciência e come a consciência do comunicador. Ele sabe que aquele comunicador, o que  diz, o pessoal ouve. E o comunicador se rende, se vendem, se acovarda diante daquele camarada”.

Ele deu exemplo de melhoria alcançada Educadora de Sobral, após assumir a emissora. “É uma rádio limpa na sua programação. Não botamos propaganda de motel, cachaça, bebida alcoólica. Dizem, padre o senhor vai ter prejuízo. Deixa ter. O evangelho é que sai ganhando. Melhor ter prejuízo material fazendo trabalho decente do que confiar nesse dinheiro a que vocês dão fruto da maldade e da safadeza”.

Padre Assis teve passagem marcante pela Diocese, como sacerdote em paróquias importantes e também como Diretor da Rádio Pajeú, com trabalho considerado revolucionário para seu tempo. Também foi apresentador da sua Crônica ao Pé do Ouvido.  Ainda hoje, acompanha com muito amor e saudade a programação da primeira emissora do Sertão Pernambucano.

Outras Notícias

Delegado do GOE detalha prisão de comissário da Polícia Civil em Serra Talhada

Segundo delegado, o servidor trocava drogas por sexo com traficantes Por André Luis Um comissário da Polícia Civil foi preso em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco, nesta quarta-feira (02-08), durante a Operação Pérfido. O delegado Jorge Pinto, do Grupo de Operações Especiais (GOE), deu detalhes sobre a prisão e a forma como o comissário […]

Segundo delegado, o servidor trocava drogas por sexo com traficantes

Por André Luis

Um comissário da Polícia Civil foi preso em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco, nesta quarta-feira (02-08), durante a Operação Pérfido. O delegado Jorge Pinto, do Grupo de Operações Especiais (GOE), deu detalhes sobre a prisão e a forma como o comissário agia em entrevista à TV Nova Nordeste (assista ao vídeo no final da matéria).

Segundo o delegado, as investigações começaram em junho de 2023, a partir de uma denúncia anônima. A denúncia dava conta de que o comissário estaria desviando drogas, documentos sigilosos e benefícios de terceiros durante a realização de plantões.

“Com o apoio da nossa Diretoria de Inteligência e através de câmeras de monitoramento que foram instaladas, nós conseguimos evidenciar que as denúncias anônimas estavam corretas”, disse o delegado. “O comissário recebia drogas e documentos sigilosos de terceiros, e também trocava drogas por relações sexuais com alguns indivíduos.”

O comissário foi preso preventivamente e encaminhado para o Centro de Observação e Triagem de Pernambuco (Cotel). Ele será investigado pelo Ministério Público de Pernambuco.

“A população pode ter certeza que nós não vamos parar enquanto esse tipo de conduta existir na nossa instituição”, afirmou o delegado. “Vamos continuar trabalhando para garantir a segurança da população e punir aqueles que se desviam de suas funções.”

Os próximos passos da investigação são coletar informações e analisar o que é de interesse criminal para concluir o inquérito policial e remeter ao Ministério Público para que possa denunciá-lo oferecendo essa ação penal.

 

Recife: doméstica é resgatada após passar 43 anos em condições análogas à escravidão

Ação foi realizada pelo MPT, no Recife. Mulher terá direito a uma indenização de R$ 259 mil por ter trabalhado desde 1979 sem salários e outros benefícios. Por Ricardo Novelino/g1 PE Uma empregada doméstica que passou 43 anos em condições análogas à escravidão foi resgatada em uma operação realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). […]

Ação foi realizada pelo MPT, no Recife. Mulher terá direito a uma indenização de R$ 259 mil por ter trabalhado desde 1979 sem salários e outros benefícios.

Por Ricardo Novelino/g1 PE

Uma empregada doméstica que passou 43 anos em condições análogas à escravidão foi resgatada em uma operação realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Segundo a instituição, desde a adolescência, a mulher exerceu as funções em uma casa, no Recife, sem carteira assinada, salários, férias, folgas ou qualquer benefício de Previdência Social.

Agora, aos 54 anos de idade, ela está morando com uma irmã e terá o direito a receber indenização de R$ 250 mil. “Diziam que ela era quase da família”, declarou o procurador do Trabalho Leonardo Osório, que atuou no caso.

O resgate ocorreu no dia 22 de junho, depois de o MPT receber denúncias anônimas sobre a situação da doméstica. Além dos afazeres na residência, ela também atuava como babá. Durante todo esse período, trabalhou em todos os turnos, sem vínculo empregatício.

“Ela foi retirada de casa em 1979, no interior da Bahia, e veio para Pernambuco para trabalhar na casa dessa família. Quando descobrimos o caso, deixamos claro que não existe essa história de ser quase da família. Se existia algum tipo de ligação afetiva, ela não deveria ter ficado tanto tempo nessas condições”, afirmou Leonardo Osório.

Durante a operação, foi constatado que a trabalhadora foi entregue à família pelo próprio pai. A guarda dos documentos da empregada doméstica pelos empregadores também caracterizou “o trabalho forçado”.

“Ela passou boa parte do tempo na dependência de empregada da casa. Depois, chegou a se mudar para um quarto. Ela não tinha sinais de maus tratos e até podia sair de casa. O problema é que ela não tinha vida fora daquela família e não sabia bem qual era a condição dela”, comentou.

Ao fazer o resgate, o MPT em Pernambuco entrou em contato com a família e foi feito um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Assim, ficou acertado que haverá o pagamento de indenização pelo período trabalhado, contado desde 1979.

“Ela já recebeu R$ 80 mil e vai, até o fim deste ano, ganhar mais duas parcelas de R$ 10 mil. Depois, serão 60 vezes de R$ 2,5 mil”, explicou o procurador do Trabalho.

De acordo com Osório, resgates como esse comprovam que ainda existe trabalho doméstico escravo, apesar das conquistas da categoria nas últimas décadas.

Para ele, o fato de a atividade ser exercida na particularidade dos ambientes residenciais dificulta que essas histórias sejam reveladas e os trabalhadores, libertados.

“Para que essas situações sejam extintas, é necessário que toda a sociedade mantenha um olhar atento para com o próximo”, afirmou.

De acordo com o procurador, a trabalhadora resgatada recebeu, ainda, três parcelas do Seguro-Desemprego do Trabalhador Resgatado.

A operação foi realizada, de forma coordenada, por auditores fiscais do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho (SRTb/PE).

Santa Terezinha: Terceira via apresenta nome para disputar majoritária

Segundo o blog do Pereira, o grupo de terceira via em Santa Terezinha, confirmou na última sexta-feira (31.01), o seu candidato a majoritária nas eleições deste ano. Acledson de Souza (Kêtu) encabeçará a chapa e se torna uma opção a mais para o eleitorado Santa Terezinhense. Existe uma expectativa que o grupo se filie ao […]

Segundo o blog do Pereira, o grupo de terceira via em Santa Terezinha, confirmou na última sexta-feira (31.01), o seu candidato a majoritária nas eleições deste ano.

Acledson de Souza (Kêtu) encabeçará a chapa e se torna uma opção a mais para o eleitorado Santa Terezinhense.

Existe uma expectativa que o grupo se filie ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), de número eleitoral 28, porém o blog do Pereira foi informado que o grupo ainda analisa a qual partido se filiará, e que têm até os últimos dias de prazo para decidir.

Josete Amaral ataca Dinca e diz que entra com os dois pés na campanha de Zé de Bia e Edgley

Depois de selado o acordo entre PSB e PRB, os pré-candidatos Zé de Bira e Edgley Freitas falaram ontem pela primeira vez à imprensa, para Anchieta Santos na Cidade FM. Sobre as muitas variações do PSB, que foi de seis pré-candidatos até possibilidades de aliança com o Prefeito Sebastião Dias ou com Nicinha de Dinca, o pré-candidato a Prefeito Zé […]

Zé-de-BiraDepois de selado o acordo entre PSB e PRB, os pré-candidatos Zé de Bira e Edgley Freitas falaram ontem pela primeira vez à imprensa, para Anchieta Santos na Cidade FM.

Sobre as muitas variações do PSB, que foi de seis pré-candidatos até possibilidades de aliança com o Prefeito Sebastião Dias ou com Nicinha de Dinca, o pré-candidato a Prefeito Zé de Bira disse que foram possibilidades apenas, e de oficial, somente o que acontece agora com a candidatura própria.

Por seu lado Edgley Freitas declarou que o projeto do PRB seria a candidatura a Prefeito, mais o partido precisava de um chapa forte, de vereadores, o que não foi possível formar. Quem chamou a atenção foi o ex-prefeito Josete Amaral em suas declarações. Josete admitiu que foi difícil chegar a composição da chapa, mais está feliz com dois jovens  que, segundo ele, vão oxigenar a política tabirense.

“Chegou a vez de Tabira. Nunca vi tão boa vontade de um governo do estado como a administração de Paulo Câmara”.  Outra notícia foi a de que dia 12 de agosto ás 14h30 na escola Arnaldo Alves, o Secretário Estadual de Educação Fred Amâncio anunciará oficialmente o lançamento do projeto para Construção da Escola Técnica estadual de Tabira.

Questionado por ter irmãos no Governo Sebastião Dias,  Josete disse que não pode ficar preso a emprego de irmão ou parente. E seguiu: “Eu vou ajudar a escrever uma nova história de desenvolvimento para Tabira. Estou no lado para o qual que meus irmãos me levaram. Eles voltaram ao governo, eu não”.

O empenho na campanha de Zé de Bira e Edgley será o mesmo que foi apresentado para eleger Sebastião Dias (PTB), afirmou. O ex-prefeito como nunca fez antes, partiu para o ataque contra o ex-prefeito Dinca, dizendo que “um ficha suja, escondido por trás de uma candidatura laranja” não pode pousar de bonzinho depois de ter desmontando a máquina pública.

“Ele (Dinca) não pagou INSS, prevaricou, assaltou os cofres do município e deixou uma péssima herança para o atual gestor. A campanha vai ser polarizada entre Zé de Bira e Sebastião”.

E completou mandando um recado a quem tinha dúvidas sobre seu apoio a chapa socialista: “Não estou preso a amarras. Jamais serei. Sou livre e vou a luta pela vitória de Tabira com Zé de Bira e Edgley”.

Ex-diretor, doleiro e lobista estão proibidos de se comunicarem

Por determinação da Polícia Federal, o ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró não poderá se comunicar com o doleiro Alberto Youssef ou com o lobista Fernando Baiano. Os três estão presos em celas separadas na superintendência da PF em Curitiba, acusados de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás. Apesar de estarem na mesma ala, a […]

lava-jatoPor determinação da Polícia Federal, o ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró não poderá se comunicar com o doleiro Alberto Youssef ou com o lobista Fernando Baiano. Os três estão presos em celas separadas na superintendência da PF em Curitiba, acusados de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás. Apesar de estarem na mesma ala, a ordem é para que não se comuniquem. As celas são divididas por paredes, o que evita o contato.

A medida foi tomada para que não combinem depoimentos nem se devem ou não fazer delação premiada. Baiano tem se recusado a colaborar com as investigações da Operação Lava Jato. Seu novo advogado, o criminalista Nélio Machado, afirmou que vai recorrer a um estratégica “clássica” de defesa, descartando a delação. No primeiro depoimento desde a prisão, Cerveró respondeu anteontem às perguntas dos investigadores até o ponto de não se incriminar.

Os três só terão companhia na cela quando houver, eventualmente, necessidade de acomodar um preso comum no aguardo de transferência. Os demais 11 presos pela Lava Jato – lista que inclui executivos das maiores empreiteiras do País – dividem o mesmo espaço na superintendência e não têm restrição de comunicação entre si. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.