Quebra de sigilo sobre MasterGate continua nas mãos de Mendonça, que só libera o que quiser
Por Nill Júnior
Não é “libera geral”, como muita gente imaginou
Ontem à noite, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou a retirada do sigilo das investigações do caso Master que tramitam na Corte.
Só que, primeiro, segundo o pedido do presidente, fica em sigilo o que não prejudicar as investigações para futuras operações sobre o caso.
Segundo, como relator, Mendonça é quem tem de por fim ao sigilo dos documentos envolvendo a investigação do caso Master. Por isso, o presidente do Supremo não determinou que se levante o sigilo, mas pediu que Mendonça o faça.
O define que parte do material deve seguir protegido, definindo a extensão do fim do sigilo. Ou seja, muito pouco ou quase nada muda.
Agora, sabe-se que Fachin e Mendonça combinaram a quebra seletiva, para dar uma falsa impressão de que a questão estava resolvida. Ele têm sido criticado por supostamente blindar Flávio Bolsonaro, que também apareceria nas investigações.
Por Valmir Andrade O Prefeito Delson Lustosa cumpre agenda administrativa na capital do estado nesta segunda-feira (05). O gestor visitou o gabinete do deputado Federal Ricardo Teobaldo, do Podemos. O Deputado discutiu assuntos administrativos e políticos e também se comprometeu em ajudar o município. Antes mesmo da posse, entregou um trator equipado com grade para […]
O Prefeito Delson Lustosa cumpre agenda administrativa na capital do estado nesta segunda-feira (05).
O gestor visitou o gabinete do deputado Federal Ricardo Teobaldo, do Podemos.
O Deputado discutiu assuntos administrativos e políticos e também se comprometeu em ajudar o município.
Antes mesmo da posse, entregou um trator equipado com grade para aração de terras e uma roçadeira pneumática.
O prefeito Delson estava acompanhado de seu vice-prefeito Dada de Adeval (PSB). Eles agradeceram a atenção de Ricardo Teobaldo com a terra Santa.
“O Deputado tem se mostrado um parceiro importantíssimo do nosso município e vamos continuar a trabalhar juntos em benefício de Santa Terezinha”, afirmou Delson.
Atos de blocos em oposição ao governo Paulo Câmara mobilizam este sábado no estado. Em Caruaru, o bloco de oposição “Pernambuco quer mudar” reúne nomes como Armando Monteiro, Fernando Bezerra Coelho, Mendonça Filho, Bruno Araújo e João Lira. Outro nome cuja participação gera repercussão é o de Antônio Campos, irmão dissidente do ex-governador Eduardo Campos. […]
Atos de blocos em oposição ao governo Paulo Câmara mobilizam este sábado no estado.
Em Caruaru, o bloco de oposição “Pernambuco quer mudar” reúne nomes como Armando Monteiro, Fernando Bezerra Coelho, Mendonça Filho, Bruno Araújo e João Lira.
Outro nome cuja participação gera repercussão é o de Antônio Campos, irmão dissidente do ex-governador Eduardo Campos.
Ele chegou a afirmar que a família Campos Arraes não se sente representada pelo governo Paulo Câmara. “Este governo que está aí não é a continuidade do governo Eduardo Campos”, disparou.
Prefeita de Caruaru, Raquel Lira criticou a dificuldade de parcerias com o governo do Estado. “Ele negou um terreno que solicitamos no Salgado. Ajudamos a elegê-lo e ele nos deu às costas”.
A novidade é o volume de discursos em torno da candidatura própria. Nomes como Armando Monteiro, Fernando Bezerra Coelho, Raquel Lira e outros sinalizaram que o caminho para o bloco é da candidatura própria. “Quero reafirmar que daqui sairá o único candidato a governador. Sou fiador desse compromisso”, disse Armando.
Nomes como Mário Viana e Chico Bandeira, de Ingazeira, Sebastião Dias, de Tabira e Savio Torres, de Tuparetama, estão no ato.
Foto de Emídio Vasconcelos
Em Surubim, acontece a plenária do PT, com centenas de filiados. O ato é tido como um dos mais importantes na defesa da candidatura própria do partido, consequentemente favorecendo a pré candidatura de Marília Arraes.
Principais nomes na defesa do projeto, a começar do prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, participam do evento.
Nós discursos, defesa enfática do projeto de candidatura própria, com benção de movimentos sociais e entidades como FETAPE, CUT e MST.
Da região, além de Luciano Duque, Emídio Vasconcelos, de Afogados e Carlos Veras, da CUT, acompanham o ato.
Neste sábado a Prefeitura de Solidão, no Sertão de Pernambuco, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Secretaria de Administração, inaugurou a Escola de Música “Um Toque de Esperança”, que, neste primeiro momento, oferecerá aulas de violão e violino. O projeto é voltado inicialmente para jovens acompanhados pelos programas da Assistência Social. […]
Neste sábado a Prefeitura de Solidão, no Sertão de Pernambuco, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Secretaria de Administração, inaugurou a Escola de Música “Um Toque de Esperança”, que, neste primeiro momento, oferecerá aulas de violão e violino.
O projeto é voltado inicialmente para jovens acompanhados pelos programas da Assistência Social. Para ingressar, os participantes passaram por uma avaliação de Língua Portuguesa e Matemática. Durante a cerimônia de lançamento, os alunos receberam camisas personalizadas e kits contendo cadernos.
Foram adquiridos oito violões e oito violinos, que permanecerão na sede da escola, localizada no CRAS.
Estiveram presentes ao evento o prefeito Mayco Araújo, a secretária de Assistência Social Érika Araújo, o secretário de Administração Maurício Batista, vereadores, vereadoras, o assessor especial Djalma Alves, demais secretários municipais, e o professor Rubem Pereira, além de alunos e familiares. Após a solenidade, foi realizada a aula inaugural.
Mau cheiro e atração de cães está incomodando moradores do entorno Moradores da comunidade do Jiquiri, município de Afogados da Ingazeira, procuraram a Rádio Pajeú para se queixar de problemas gerados pelo Aterro Pajeú, no entorno da comunidade, na PE 320. Operando desde o segundo semestre de 2022, o espaço tem mais de 200 quilômetros e […]
Mau cheiro e atração de cães está incomodando moradores do entorno
Moradores da comunidade do Jiquiri, município de Afogados da Ingazeira, procuraram a Rádio Pajeú para se queixar de problemas gerados pelo Aterro Pajeú, no entorno da comunidade, na PE 320.
Operando desde o segundo semestre de 2022, o espaço tem mais de 200 quilômetros e prometeu oferecer uma alternativa para tratamentos de resíduos sólidos de cidades do Pajeú, Moxotó e Paraíba.
O projeto já teve a adesão de cidades como Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Itapetim, Santa Terezinha, Brejinho, e cidades da Paraíba como Tavares e Ouro Velho.
Mas, reclamaram moradores da comunidade ao programa Manhã Total, com Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, a condição é de muita dificuldade com as consequências da atuação da empresa.
Dentre eles, a quantidade de cães atraídos no entorno. “A gente não consegue mais criar galinhas, por exemplo. Muitas aves são mortas pelos animais atraídos”.
Outros problemas tem relação com o mau cheiro gerado no local. Nos horários com picos de calor, o mau cheiro é insuportável. “Muitos estão considerando deixar suas casas”, dizem representantes da comunidade.
Os moradores pedem apoio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, prefeitura municipal, CPRH e Ministério Público, para que a empresa busque sanar os problemas.
Aterro Pajeú nega problemas
Alberto Cordeiro, responsável pelo Aterro Pajeú disse à produção do programa Manhã Total que não havia irregularidades e que a CPRH faz a fiscalização a cada 15 dias.
CPRH vai verificar denúncia
Edu Alvino, diretor de Licenciamento da CPRH, disse que a Agência Estadual de Meio Ambiente vai avaliar expansão proposta pela empresa.
Confirmou ainda multa referente ao início da obra do aterro, sem a licença ambiental liberada pela CPRH. “Assim, a obra foi embargada até a conclusão do processo de licenciamento e o empreendedor foi autuado em R$ 706.5001,00 na oportunidade”.
“Só após a vistoria é que vamos saber o que há de fato no local. Caso sejam identificadas irregularidades a CPRH aplicará as devidas sanções administrativas”.
“A CPRH vai mandar uma equipe de fiscalização pra averiguar”, confirmou. Até segunda confirmam a data da fiscalização. A apuração foi da Central de Radiojornalismo da emissora.
Ex-servidores eram recontratados como empresas para exercer as mesmas funções; Tribunal manteve multa contra gestora O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) reafirmou o cerco contra a prática de “pejotização” no serviço público. Em sessão realizada no dia 4 de fevereiro de 2026, o Pleno do Tribunal negou provimento ao recurso da Autarquia Belemita de […]
Ex-servidores eram recontratados como empresas para exercer as mesmas funções; Tribunal manteve multa contra gestora
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) reafirmou o cerco contra a prática de “pejotização” no serviço público. Em sessão realizada no dia 4 de fevereiro de 2026, o Pleno do Tribunal negou provimento ao recurso da Autarquia Belemita de Cultura, Desportos e Educação de Belém do São Francisco, mantendo a irregularidade de uma auditoria especial realizada nos exercícios de 2023 e 2024.
A decisão confirma que a entidade utilizou pessoas jurídicas para camuflar o que, na prática, eram funções de servidores públicos, ferindo princípios básicos da administração, como o concurso público e a impessoalidade.
Entenda o caso: a manobra dos contratos
A auditoria original apontou que a autarquia encerrava contratos temporários e, logo em seguida, contratava os mesmos profissionais por meio de empresas. Um dos casos destacados no processo (N° 24101227-2RO001) foi o de Manoel Heleno da Cruz. Ele manteve vínculo temporário com o órgão até julho de 2022 e, pouco tempo depois, passou a prestar os mesmos serviços de docência como pessoa jurídica.
Além de Manoel, outros dois casos semelhantes foram identificados. Para o Tribunal, essa prática não é apenas uma escolha administrativa, mas uma forma de burlar o concurso público e desrespeitar a Lei de Licitações.
O “truque” na contabilidade
Outro ponto crucial do julgamento foi a tentativa de mascarar gastos. Ao contratar profissionais como “serviços de terceiros”, a autarquia deixava de contabilizar esses valores como despesa com pessoal.
Essa manobra viola a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), que estabelece limites rígidos para o que as prefeituras e órgãos públicos podem gastar com salários. Ao registrar o gasto de forma incorreta, a gestão criava uma falsa aparência de saúde financeira.
Decisão final e tese fixada
A defesa da presidente da autarquia alegou limitações financeiras e operacionais para justificar as contratações, mas os conselheiros foram unânimes: dificuldades de caixa não autorizam o descumprimento da lei.
Com a decisão, foi mantida a multa de R$ 5.440,27 aplicada à gestora. O TCE-PE aproveitou o caso para fixar uma tese importante para todo o estado:
“A contratação de ex-servidores por meio de pessoas jurídicas para o exercício das mesmas funções anteriormente desempenhadas configura afronta aos princípios do concurso público e da impessoalidade.”
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