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Servidor de Calumbi é afastado após denúncia de uso irregular de veículo oficial 

Por André Luis

Segundo nota divulgada pela Prefeitura de Calumbi, a gestão tomou conhecimento, neste domingo (24), de uma denúncia publicada no blog de Nill Júnior relatando que um servidor do município teria sido flagrado consumindo bebida alcoólica em um bar da cidade vizinha de Carnaíba, utilizando um carro oficial.

De acordo com a nota, o veículo envolvido é um Volkswagen Voyage, de placa RTE-6F44, identificado com a marca da Prefeitura de Calumbi. Assim que foi informada sobre o caso, a administração municipal determinou o afastamento imediato do motorista das suas funções.

Ainda conforme a nota, será aberta uma apuração interna para esclarecer os fatos e, se necessário, adotar todas as medidas cabíveis. A Prefeitura de Calumbi ressaltou que não compactua com condutas irregulares por parte de seus servidores. Leia abaixo a íntegra da nota:

A Prefeitura de Calumbi informa que tomou conhecimento, por meio de denúncia encaminhada ao blog do Nill Júnior, de que um servidor do município teria sido flagrado no início da noite deste domingo (24) consumindo bebida alcoólica em um bar da cidade de Carnaíba, enquanto utilizava um veículo oficial.

O carro citado é um Volkswagen Voyage, de placa RTE-6F44, adesivado com a marca da Prefeitura. Assim que a gestão foi informada do ocorrido, o motorista foi imediatamente afastado de suas funções.

A Prefeitura de Calumbi reforça que não compactua com condutas irregulares e que será aberta apuração interna para esclarecer os fatos e adotar todas as medidas cabíveis.

Outras Notícias

“Passando a boiada”. Pacote ruralista aprovado pela Câmara é retrocesso

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (19) uma série de projetos que a bancada ruralistas apelidou de “Dia do Agro” e que eram de interesse da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA). Uma das propostas aprovadas fragiliza a fiscalização remota de áreas desmatadas e exige a notificação de produtores antes da imposição de sanções. O texto proíbe embargos e […]

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (19) uma série de projetos que a bancada ruralistas apelidou de “Dia do Agro” e que eram de interesse da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).

Uma das propostas aprovadas fragiliza a fiscalização remota de áreas desmatadas e exige a notificação de produtores antes da imposição de sanções.

O texto proíbe embargos e outras medidas cautelares com base apenas em imagens de satélite que identifiquem a alteração de cobertura vegetal. Segundo parlamentares ambientalistas, isso esvazia a eficácia do monitoramento remoto.

A medida foi amplamente criticada por ambientalistas e entidades ambientais.

“Este projeto fragiliza os mecanismos de fiscalização ambiental e impede que determinadas medidas cautelares que são preventivas aconteçam na urgência e na intensidade que são necessárias. O monitoramento remoto dessas áreas é eficiente. Ao colocar barreiras processuais nesse processo, mais uma vez o que esse projeto patrocinado pela FPA faz nesta noite é premiar os desmatadores”, afirmou o líder do PSOL, Tarcísio Motta (PSOL-RJ).

A deputada federal e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP), afirmou que os projetos “são prejudiciais para os interesses estratégicos do Brasil” e que proposta “é uma verdadeira regressão”.

Segundo a bancada ambientalista da Câmara, mais de 90% dos desmatamentos são detectados por sensoriamento remoto. O projeto, dessa forma, inviabilizaria a resposta imediata a eventuais irregularidades ao exigir notificação prévia dos produtores.

“90% do monitoramento de todo desmatamento na Amazônia Legal é feito por monitoramento remoto. Em situação de desmatamento tem que atuar imediatamente”, afirmou a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS).

Outra proposta aprovada nesta quinta transforma parte da área da Floresta Nacional do Jamanxim em Área de Proteção Ambiental (APA), categoria que permite a regularização fundiária e usos econômicos mais amplos da área.

Para governistas, essa recategorização flexibiliza a proteção ambiental da Amazônia e abre riscos para legalizar ocupações irregulares, estimular a grilagem, o garimpo ilegal e o desmatamento.

Durante a sessão, o deputado Tarcisio Motta (PSOL-RJ) se manifestou contrário à proposta e disse que “de grão em grão, de PL em PL, a gente vai destruindo a vida, a natureza, o planeta”.

Nicinha Melo tem contas de campanha aprovadas com ressalvas

Por André Luis O Juiz Eleitoral substituto da 50ª Zona Eleitoral de Tabira, Bruno Querino Olímpio, julgou aprovadas com ressalvas, as contas de campanha referentes a 2020 da prefeita de Tabira, Nicinha Melo. A sentença destaca que “adentrando na análise das contas prestadas, o parecer técnico conclusivo final apontou algumas irregularidades opinando, dessa forma, pela […]

Por André Luis

O Juiz Eleitoral substituto da 50ª Zona Eleitoral de Tabira, Bruno Querino Olímpio, julgou aprovadas com ressalvas, as contas de campanha referentes a 2020 da prefeita de Tabira, Nicinha Melo.

A sentença destaca que “adentrando na análise das contas prestadas, o parecer técnico conclusivo final apontou algumas irregularidades opinando, dessa forma, pela aprovação com ressalvas”.

Também explica que foi verificada omissão quanto à entrega de prestação de contas parcial, mas que, em nota explicativa o prestador de contas informou que a candidata é substituta e que tal situação se deu após o momento da entrega da prestação de contas parcial, não sendo possível a sua apresentação.

“Assim, dada a ausência de prejuízo à análise das contas, entende-se que essa irregularidade, isoladamente considerada, não enseja a desaprovação das contas, mas sim a mera aposição de ressalva”, explica a fundamentação da sentença.

“Portanto, considerando que as irregularidades remanescentes não prejudicaram a efetiva análise e verificação das contas por esta Justiça Especializada, conclui-se por sua aprovação com ressalvas”. Leia aqui a íntegra da sentença.

Duque integra Frente Parlamentar para debater mudanças na Compesa e universalização do saneamento

O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) participou, nesta terça-feira (17), da instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Universalização do Saneamento. A iniciativa tem como objetivo discutir as mudanças na gestão da Compesa, a ampliação dos serviços de água e esgoto no estado e o modelo de parceria com a iniciativa privada, atualmente em análise […]

O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) participou, nesta terça-feira (17), da instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Universalização do Saneamento. A iniciativa tem como objetivo discutir as mudanças na gestão da Compesa, a ampliação dos serviços de água e esgoto no estado e o modelo de parceria com a iniciativa privada, atualmente em análise junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“Ontem nós tomamos a iniciativa de implantar essa frente parlamentar que vai debater as mudanças na Compesa e todo o plano de saneamento no estado. O objetivo é darmos transparência à sociedade de tudo aquilo que vai ser proposto”, destacou o deputado Luciano Duque.Entre as principais questões a serem debatidas estão a absorção de trabalhadores impactados pela reestruturação, a definição das responsabilidades entre o governo estadual e a iniciativa privada, e os passos necessários para garantir a universalização do sistema de saneamento.

A agenda da Frente Parlamentar será composta por audiências públicas no Recife e no interior do estado, reuniões com associações como a Amupe e representações de trabalhadores urbanitários, além de visitas técnicas. O cronograma será definido em fevereiro, após o recesso parlamentar.

A reunião de instalação contou também com a presença do presidente da Compesa, Alex Campos; do secretário de Projetos Estratégicos, Rodrigo Ribeiro; do secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo; e dos deputados estaduais Joaquim Lira (PV), Waldemar Borges (PSB), João Paulo (PT), Dani Portela (PSOL), Jarbas Filho (MDB), além das vereadoras diplomadas do Recife, Jô Cavalcanti (PSOL) e Kari Santos (PT).

Luciano Pacheco protocola dois pedidos de cassação em Arcoverde, mas não antecipa nomes

Abrindo a “caixa preta”? Requerimentos protocolados pelo vereador fazem mistério sobre os alvos dos pedidos de cassação e a motivação ​A Câmara Municipal de Arcoverde promete mais uma sessão polêmica. O vereador e atual presidente Luciano Pacheco promete apresentar na pauta da próxima Sessão Ordinária nesta segunda-feira (11/05), dois requerimentos que pedem cassação de dois […]

Abrindo a “caixa preta”? Requerimentos protocolados pelo vereador fazem mistério sobre os alvos dos pedidos de cassação e a motivação

​A Câmara Municipal de Arcoverde promete mais uma sessão polêmica. O vereador e atual presidente Luciano Pacheco promete apresentar na pauta da próxima Sessão Ordinária nesta segunda-feira (11/05), dois requerimentos que pedem cassação de dois vereadores por atos de improbidade.

Luciano, que após ser alvo de um processo de cassação por seus pares, prometeu “abrir a caixa preta”, nem diz os vereadores alvos dos pedidos, muito menos as motivações, que prometem ser reveladas na sessão de segunda.

Os requerimentos têm os números 0005/2026 e 0006/2026. Os dois foram protocolados nesta sexta-feira, 08 de maio.

Na cidade, muitos arriscam a quem Luciano se refere e quais serão as denúncias. Mais uma segunda de sessão que promete em Arcoverde.

​A sessão será transmitida ao vivo na Itapuama FM, em 92,7, app e site, a partir das 19 horas.

Juiz Marcelo Bretas bloqueia internautas que criticam seu auxílio-moradia

Rede Brasil Atual Acostumado a posar como moralista na condução dos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, o juiz federal Marcelo Bretas virou “vidraça” nesta segunda-feira (29), após o jornal Folha de S.Paulo revelar que ele e sua esposa, também juíza, recebem dois auxílios-moradia, apesar de terem imóvel próprio na cidade, além […]

Rede Brasil Atual

Acostumado a posar como moralista na condução dos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, o juiz federal Marcelo Bretas virou “vidraça” nesta segunda-feira (29), após o jornal Folha de S.Paulo revelar que ele e sua esposa, também juíza, recebem dois auxílios-moradia, apesar de terem imóvel próprio na cidade, além de contrariar decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que proíbe tal benefício para casais que morem juntos.

Questionado pelo Twitter sobre o recebimento dos auxílios, o juiz Bretas está “bloqueando” uma série de internautas que o criticam por ter recorrido à Justiça para receber o duplo benefício.

No início da manhã, o próprio juiz utilizou a rede social para ironizar a notícia e justificar seu direito ao auxílio-moradia:

“Pois é, tenho esse ‘estranho’ hábito. Sempre que penso ter direito a algo eu vou à justiça e peço. Talvez devesse ficar chorando num canto, ou pegar escondido ou à força. Mas, como tenho medo de merecer algum castigo, peço na Justiça o meu direito”, disse Bretas no Twitter.

Entre os questionamentos recebidos pelo juiz, um deles veio do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP): “Dr. Marcelo Bretas. Qual a tua explicação por receber auxilio moradia, tua mulher também e terem imóvel próprio?”, perguntou o parlamentar na mesma rede social.

Pouco depois, Bretas respondeu ao deputado petista: “Bom dia, senhor deputado. O direito em questão foi assegurado a cada magistrado individualmente. Informo ainda que, no meu caso, foi concedido em processo judicial (público), com contraditório, proposto em face da União”, disse o juiz da Lava Jato no Rio.

Para Teixeira, o juiz Bretas “perdeu a moral” de falar em combate à corrupção depois da revelação, e novamente respondeu ao magistrado: “O pedido em si é imoral. O auxilio moradia deve ser dado ao servidor público que trabalha em lugar distinto do seu domicilio. Tem o caráter de moradia, não cabendo a ambos cônjuges que residem sob o mesmo teto. A decisão judicial foi dada por corporativismo”, disse o parlamentar pelo Twitter.

O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) também foi à rede social questionar a moralidade do juiz: “Com que autoridade moral o juiz fuzileiro Marcelo Bretas vai continuar encarcerando acusados de corrupção se ele e a mulher também juíza ganham auxílio moradia residindo na mesma cidade onde trabalham? Que nome se dá a isso?”, escreveu.