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Sertânia: Prefeitura garante não haver rombo na previdência

Por Nill Júnior

O Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Sertânia – IPSESE esclareceu em nota que não existe um déficit de R$ 2 milhões na autarquia. A denúncia foi feita pelo vereador Antônio Henrique, o Fiapo.

Diz o  IPSESE que a atual gestão do Município de Sertânia iniciou-se em 01.01.2013, tendo herdado um Regime Próprio de Previdência Social do Município de Sertânia com dois modelos de financiamento para custeio de despesas previdenciárias: um fundo financeiro (grupo de servidores que ingressaram no serviço público municipal até 13.03.07); e um fundo previdenciário (grupo de servidores municipais que foram admitidos após 13.03.07), em virtude da vigência da Lei Municipal nº. 1.309/2007.

“A partir da referida Lei Municipal, o Sistema Previdenciário de Sertânia se tornou híbrido, sendo que, para atender aos segurados do fundo financeiro foi adotado o regime de repartição simples (segurados na ativa contribuem para o pagamento dos benefícios do grupo de segurados em inatividade) e para atender aos segurados do fundo previdenciário foi adotado o regime de capitalização (cada segurado contribui para o seu próprio benefício futuro)”.

O Instituto diz que , conforme determina o § 2º. Do art. 86-C da Lei Municipal nº. 1.232/2004, no momento em que a receita do Fundo Financeiro fosse insuficiente para o custeio da correspondente despesa previdenciária, o tesouro municipal tem que arcar com a despesa necessária.

“Na realidade, a atual administração municipal, desde o início da sua gestão em 2013, assumiu a diferença necessária para o custeio do Fundo Financeiro, visto que, herdou um fundo financeiro que não era capaz de suportar o aumento de sua despesa”.

E segue: “o que aconteceu é que, em virtude das contribuições dos ativos serem insuficientes para pagamento dos inativos do fundo financeiro, a atual administração municipal realizou no início de sua gestão um aporte mensal de R$ 150.000,00 (média), sendo que, em virtude dos aumentos de salário mínimo, reajustes anuais dos aposentados e pensionistas, reajuste anual do piso nacional dos professores, aumento na quantidade de aposentados e pensionistas etc, o aporte tem crescido ano a ano, chegando ao valor médio mensal de R$ 300.000,00”.

A nota conclui afirmando que a atual gestão visando a manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial do RPPS municipal, contrata anualmente um profissional capacitado para elaborar uma reavaliação atuarial no Regime Próprio municipal com o intuito de adotar medidas que mantenham o equilíbrio financeiro e atuarial do RPPS Municipal, o que vem sido seguido pela gestora do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Sertânia – IPSESE.

Outras Notícias

Zeca e Júlio homologam candidaturas

A convenção do bloco “Pernambuco vai Mudar”, do senador Armando Monteiro (PTB) candidato ao Governo de Pernambuco, mais os deputados Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) como candidatos ao senado, também referendou  os nomes dos deputados Júlio Cavalcanti (Estadual) e Zeca Cavalcanti (Federal) como candidatos à reeleição. “Hoje foi dado o primeiro passo para […]

A convenção do bloco “Pernambuco vai Mudar”, do senador Armando Monteiro (PTB) candidato ao Governo de Pernambuco, mais os deputados Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) como candidatos ao senado, também referendou  os nomes dos deputados Júlio Cavalcanti (Estadual) e Zeca Cavalcanti (Federal) como candidatos à reeleição.

“Hoje foi dado o primeiro passo para que possamos tirar Pernambuco do quadro em que se encontra com a insegurança em todos os recantos, a saúde terceirizada e o povo a espera de oportunidades e empregos”, disse Zeca.

“Vamos unir forças com o povo pernambucano e construir um governo novo, ágil, voltado para a solução dos grandes problemas do nosso estado, gerando empregos e criando oportunidades”, completou Júlio.

Caravanas de todo o estado estiveram no ato,  como a comitiva de Itaíba comandada pela prefeita Regina Cunha (PTB) e o vice Valdo do Pipa.

Presentes ao evento também o ex-candidato a prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques; o vereador André Empreiteiro, de Aliança; o ex-candidato a prefeito de Bonito, Walter Maroja e o vereador Ricardo Heraclio; o ex-prefeito Jairo Pereira, de São Lourenço da Mata, entre outros.

A aliança, liderada pelo petebista, reúne as legendas do PTB, PSDB, DEM, PSC, PPS, PRB, Podemos, PV, PSL, PRTB, PHS, PSDC e PMB.

Caras e bocas, afagos e protestos no dia em que Serra recebeu Temer

A visita do presidente Michel Temer a Serra Talhada para entrega do IF-Sertão teve de tudo, conforme registro das lentes do fotógrafo Cláudio Gomes especialmente para o blog. Na visita, acompanhado de Ministros, Deputados, do Governador Paulo Câmara, Prefeito Luciano Duque e assessores, afagos e troca de amabilidades. Houve quem buscasse no espaço interno do […]

A visita do presidente Michel Temer a Serra Talhada para entrega do IF-Sertão teve de tudo, conforme registro das lentes do fotógrafo Cláudio Gomes especialmente para o blog. Na visita, acompanhado de Ministros, Deputados, do Governador Paulo Câmara, Prefeito Luciano Duque e assessores, afagos e troca de amabilidades.

Houve quem buscasse no espaço interno do IF um registro ao lado do presidente da República. Apesar do discurso com referência a Dilma e Lula, Luciano Duque cumpriu a promessa e foi um bom anfitrião a Temer e seu staff. No espaço dedicado à entrega do equipamento, o presidente se sentiu a vontade e até pediu para ser convidado mais vezes para o Sertão.

A cerca de um quilômetro da área externa do local, separados por um forte cordão de isolamento, manifestantes que saíram de várias cidades do Pajeú, puxados por entidades como Fetape, MST e claro, o Partido dos Trabalhadores, centenas gritavam o tradicional “Fora Temer”, tratando o presidente e seu Ministério de “golpistas”.

Chamou de fato a atenção o forte esquema de policiamento, com apoio dos homens do Batalhão de choque e da segurança institucional da Presidência da República.  Ao final, o protesto serviu para o registro da imprensa. Mas nem se ouviam os gritos de quem estava fora do IF-Sertão, nem de fora os discursos que aconteciam na solenidade.

Foi assim, o dia em que  Serra parou, parafraseando Raul, para ver a comitiva de Temer passar…

Julio Cavalcanti defende vaquejada

“Tornar ilegal a vaquejada é comprometer a realização de uma manifestação cultural importante para o povo nordestino, que gera emprego e renda para milhares de pessoas em toda a Região”, declarou o deputado Júlio Cavalcanti. O parlamentar esteve em Brasília, na última semana, para acompanhar de perto as articulações da bancada pernambucana na Câmara, no […]

thumbnail_julio_cavalcanti“Tornar ilegal a vaquejada é comprometer a realização de uma manifestação cultural importante para o povo nordestino, que gera emprego e renda para milhares de pessoas em toda a Região”, declarou o deputado Júlio Cavalcanti.

O parlamentar esteve em Brasília, na última semana, para acompanhar de perto as articulações da bancada pernambucana na Câmara, no sentido de garantir que a vaquejada continue a acontecer. Cavalcanti destacou, juntos aos deputados federais, a importância da regulamentação, para que haja garantia de que não haverá maus tratos com os animais.

“Vaquejada e pega de boi são tradições centenárias nos Estados do Nordeste. Isso tem que ser levado em consideração”. O parlamentar é solidário com os vaqueiros, que estão promovendo vários atos em defesa do direito de praticar a atividade. “A vaquejada movimenta cerca de R$ 600 milhões por ano, gera 120 mil empregos diretos, 600 mil indiretos. No Nordeste, só perde em público para o futebol”, informou Júlio.

O parlamentar se solidarizou com os vaqueiros e se colocou à disposição do movimento para intermediar quaisquer demandas do grupo. “Tornar ilegal não é a solução. Regulamentar, sim, concluiu.

Maciel Melo fala sobre participação em Velho Chico e elogia trilha sonora

Por: Fernanda Guerra – Diario de Pernambuco Velho Chico terá a cara do Nordeste: belas paisagens, trilha sonora e 70% do elenco serão nordestinos. A musicalidade pernambucana terá um representante em cena. Maciel Melo, estreante na teledramaturgia, fará participação como repentista na trama ao lado de Xangai. Não é a primeira experiência do músico na […]

Maciel Melo e Xangai são parceiros há três décadas. Foto: Arquivo pessoal/Divulgação
Maciel Melo e Xangai são parceiros há três décadas. Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Por: Fernanda Guerra – Diario de Pernambuco

Velho Chico terá a cara do Nordeste: belas paisagens, trilha sonora e 70% do elenco serão nordestinos. A musicalidade pernambucana terá um representante em cena. Maciel Melo, estreante na teledramaturgia, fará participação como repentista na trama ao lado de Xangai. Não é a primeira experiência do músico na televisão. Durante a carreira, ele já apresentou programas musicais em emissoras locais. “Isso me deixou desinibido durante as gravações”, recordou Maciel, em entrevista ao Viver.

Com supervisão de Benedito Ruy Barbosa, a novela é escrita pela filha do autor, Edmara, e pelo neto, Bruno. O folhetim estreia nesta segunda-feira na Globo. Abordará a temática da transposição do Rio São Francisco. O enredo contará a história de disputa de famílias e falará sobre o coronelismo. Entre os atores pernambucanos do elenco, o ator Renato Góes, Irandhir Santos e Alberto Rodrigues.

“Quando o diretor pediu para que cantássemos nossas falas, aí foi que ficou bom, né! A convivência com atores experientes também facilita muito, e os com quem a gente contracena são maravilhosos. Fizemos amizades com todos e todos estão curtindo a gente. Rodrigo Santoro, Rodrigo Lombardi, Gésio Amadeu, Marcelo Serrado, Humberto Magnani, Leopoldo Pacheco e tantos outros… Todos são pessoas muito simples e passam muita coisa pra gente.”

Como será a sua participação em Velho Chico?
É uma participação pequena, mas nem tanto. Além do mais, uma novela de horário nobre, por menor que seja a participação, a responsabilidade é grande. Não é bem uma narração. Eu e Xangai estaremos como cantadores na novela. Dois trovadores que ficam intercalando com os atores de uma forma musical. Nossas falas são cantadas. Isso foi decidido na hora. Luiz Fernando Carvalho (diretor) quis que fosse assim, já que nós somos cantores, e o tempo inteiro estamos com os instrumentos em mãos. Tivemos que criar pequenas melodias para nossas falas. Achei bacana. Tá muito legal. Ele estava certo quando percebeu isso.

Como se adaptou à rotina de gravações?
A rotina de uma novela não é fácil. Tem que acordar cedo, dormir tarde, acordar cedo novo, vai para um canto, grava, depois vai pra outro lá Baixa da Égua! Grava, volta de novo para o lugar que estava, é um vai-e-vem da gota serena. Mas é gostoso de fazer. É um desafio novo. E eu adoro ser desafiado. Em tudo. Isso mexe com os meus brios. Faz com que eu me teste. São importantes os desafios na vida de qualquer pessoa.

Você gravou ou compôs alguma música para a novela?
Sim. Nós fizemos uma canção que será encenada, chama-se A lenda do Velho Chico. Minha e de Xangai. Além dela compusemos umas vinhetas para alguns personagens mais atuantes. Os mais marcantes. Essas vinhetas são interpretadas pelo Xangai. Colocamos também melodias nos cordéis que foram escritos por Marco Aurélio, que é um colaborador dos autores da novela, e esses cordéis são cantados por nós durante toda a trama.

A trilha sonora tem composições de pernambucanos como Geraldo Azevedo e Alceu Valença. O que achou das escolhas?
A trilha sonora? Ah! Fazia tempo que eu não ouvia a voz de Geraldo Azevedo, de Elomar, de Ednardo, de Vital Farias, e outros compositores sérios, em uma trilha de novela, além de está também participando como músico nela. Acho que essa novela vai ser boa. O tema é muito nosso. É um mote que eu passei a minha vida inteira cantando. Então não tenho dúvidas de que será uma daquelas que prende a atenção de todos nós. Benedito Ruy Barbosa, na minha opinião, é um dos mais sérios escritores da teledramaturgia brasileira. Então não tem erro. Espero que todos gostem. Estou muito feliz em estar atuando nesse projeto.

TJPE mantém salários de executivo e legislativo sem aumento em Santa Cruz do Capibaribe

Os desembargadores da 1ª Câmara Regional de Justiça, em Caruaru, no Agreste, decidiram manter a decisão liminar do juiz Moacir Ribeiro da Silva Júnior que impediu, em julho deste ano, o aumento de salários do prefeito, vice e vereadores de Santa Cruz do Capibaribe. A decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) foi por unanimidade […]

Os desembargadores da 1ª Câmara Regional de Justiça, em Caruaru, no Agreste, decidiram manter a decisão liminar do juiz Moacir Ribeiro da Silva Júnior que impediu, em julho deste ano, o aumento de salários do prefeito, vice e vereadores de Santa Cruz do Capibaribe.

A decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) foi por unanimidade de votos. Com a decisão, o salário do prefeito permanece reduzido de R$ 18 para R$ 12 mil; o vice, de R$ 9 para R$ 6 mil; e os salários dos secretários de R$ 9 para R$ 6 mil.

O aumento dos vereadores, por exemplo, havia ocorrido sem alarde em setembro de 2016. A Câmara aprovou aumento de 23,8% nos salários para a legislatura de 2017 a 2020. A sessão extraordinária que decidiu pelo aumento ocorreu sob justificativa de que os salários  estavam sem reajustes desde janeiro de 2013.

Inicialmente a mesa diretora da Câmara, por iniciativa do presidente Afrânio Marques (PDT), defendia que os salários fossem mantidos sem aumento, mas uma emenda alterando o projeto de resolução, assinada pelo primeiro e pelo segundo secretário, Ronaldo Pacas (PR) e Zé Minhoca (PSDB), respectivamente, incluiu o aumento para os vereadores.

Entre os presentes na sessão, apenas o vereador Afrânio se manifestou e votou contra o projeto de resolução que proporcionou o aumento de salário, os demais votaram a favor. Os vereadores Fernando Aragão (PTB), Carlinhos da Cohab (PTB) e Vânio Vieira (PTB) não compareceram a sessão à época.