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Sertânia: mais onze casos de Covid-19

Por Nill Júnior

A Secretaria de Saúde de Sertânia informa, nesta terça-feira (26), que mais onze casos foram confirmados para Covid-19 no município.

Nove desses casos realizaram testes rápidos. Outros dois pacientes, que estavam em investigação e foram a óbito, testaram no LACEN-PE.

Mais oito casos foram descartados com realização de testes rápidos. Um desses casos descartados estava em investigação.

O boletim traz, ainda, a entrada de mais dois casos em investigação.

“Reforçamos que os resultados de testes rápidos podem ser informados diretamente sem a necessidade de passar pela situação de Investigado, tendo em vista que esses resultados são obtidos em um curto espaço de tempo, cerca de 15 minutos”, conclui a nota.

Outras Notícias

Médicos relatam mais pacientes jovens e graves com Covid nas UTIs

Há serviços com mais pessoas internadas nas unidades de terapia intensiva do que nas enfermarias No momento em que o aumento de casos de Covid-19 provocam lotação em hospitais públicos e privados do país, médicos relatam uma mudança no perfil desses pacientes nas UTIs. Em geral, estão chegando pessoas mais jovens, entre 30 e 50 […]

Há serviços com mais pessoas internadas nas unidades de terapia intensiva do que nas enfermarias

No momento em que o aumento de casos de Covid-19 provocam lotação em hospitais públicos e privados do país, médicos relatam uma mudança no perfil desses pacientes nas UTIs. Em geral, estão chegando pessoas mais jovens, entre 30 e 50 anos, mais graves e que demandam mais tempo de terapia intensiva. A reportagem é de Cláudia Collucci/Folha de S. Paulo.

Ficam, em média, de dois a cinco dias a mais na UTI em relação aos pacientes com Covid internados nos primeiros meses da pandemia, o que prejudica o giro de leitos.

Alguns serviços já registram mais pacientes nas UTIs do que nas enfermarias, sugerindo maior gravidade dos casos.

A médica intensivista Suzana Lobo, presidente da Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), relata que há até bem pouco tempo a relação era de dois pacientes nas enfermarias para um na UTI.

“Agora isso está invertendo em muitos locais. Sugere internações mais tardias, com pacientes mais graves. Talvez por confiança nesses ditos tratamentos precoces, que a gente sabe que não funcionam.”

No Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), onde Lobo dirige o centro de terapia intensiva, na sexta (26) havia 121 pacientes de Covid na UTI e 88 na enfermaria. Há um mês, no dia 25 de janeiro, eram 113 na enfermaria e 96 na UTI.

Ainda não há dados gerais consolidados que expliquem essa mudança de perfil dos pacientes e da doença. Entre as hipóteses estão maior exposição ao vírus dos mais jovens, circulação de novas variantes do coronavírus, demora em ir para o hospital e mais uso de recursos terapêuticos de longa duração.

“Há uma clara percepção nas últimas semanas de que o perfil mudou. No nosso serviço, os pacientes mais jovens e mais graves têm sido uma constante na UTI”, diz o intensivista Ederlon Rezende, chefe da UTI de adultos do Hospital do Servidor Estadual, em São Paulo, e que faz parte do conselho consultivo da Amib.

Levantamento produzido pelo Deltafolha mostrou que o percentual de pacientes com até 60 anos mortos por Covid no país teve em janeiro sua primeira alta, ainda que discreta. Em abril de 2020, no início da pandemia, esse grupo representava 32% dos mortos, percentual que foi caindo até atingir 23,1% em novembro e dezembro, segundo dados do Ministério da Saúde.

Em janeiro, pela primeira vez, a proporção dessa parcela mais jovem cresceu, ainda que moderadamente: chegou a 24,9%, na esteira do avanço do número de casos, aumento de mortes e lotação de hospitais em alguns estados.

O infectologista David Uip, do Hospital Sírio-Libanês, afirma que, na prática clínica, o tempo médio de internação dos seus pacientes com Covid-19 na UTI passou de 13 para 17 dias, e a média de idade caiu dez anos.

“Antes víamos muito mais pacientes agudizados de 60 para cima, agora estamos vendo de 50, mas também ainda mais jovens. Eu internei um estudante de medicina de 22 anos. Tivemos duas meninas de 36 anos na UTI. Todos saíram vivos”, diz ele.

A cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, professora da USP e médica do InCor (Instituto do Coração), tem a mesma percepção. “Estou com pacientes jovens, de 30, 30 e poucos anos, internados, intubados. Isso a gente não via antes nesse volume. É paciente de Manaus, de Mato Grosso, de Rondônia, de Brasília, de São Paulo”, relata.

Na sua experiência, o tempo de permanência desses pacientes em UTI também mudou. No ano passado, era de até 14 dias, em média, agora está batendo em 20 dias.

O médico intensivista Cristiano Augusto Franke, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS), é outro que observa uma mudança de perfil dos internados na terapia intensiva.

“É claro que ainda temos pessoas mais idosas, mas antes não víamos tantos jovens sem comorbidades chegando muito graves e com um tempo de internação prolongado. Isso tem estrangulado o sistema. Estamos com as UTIs lotadas”, diz.

Segundo Suzana Lobo, da Amib, relatos assim têm chegado de várias partes do país, embora também haja serviços que ainda não registraram mudanças no perfil de pacientes. “Mais jovem e mais graves é uma percepção generalizada, já o período de permanência tem variado. Vamos precisar de mais tempo para ter um dado global”, afirma.

De acordo com ela, há muita variabilidade regional e diferentes estruturas de UTIs. Agora, com a circulação das novas variantes, será preciso avaliar também se elas, além do potencial de maior transmissibilidade, vão influenciar no maior tempo de internação.

O intensivista Felipe Bittencourt, do Hospital Guadalupe, de Belém (PA), por exemplo, diz que ainda não houve mudança no perfil de pacientes atendidos. Os mais jovens abaixo de 60 anos representam hoje 28,3% dos internados na UTI.

“Mas é possível que seja apenas uma questão de tempo e de volume de pacientes. Desde o início da pandemia, estamos trabalhando com uma espécie de ‘delay’ epidemiológico, em que a realidade dos serviços e centros de maior volume torna-se a nossa realidade em questão de duas a três semanas.”

Para Uip, essa mudança no tempo de permanência na UTI pode ser reflexo de um maior aprendizado, que envolve mais possibilidades de recursos terapêuticos e, portanto, uma alta mais tardia.

“Estamos utilizando doses de medicamentos acima de todos os limites que conhecíamos. Eu sou do tempo que fazíamos bloqueio neuromuscular para pacientes com tétano, com contraturas. As doses que estão utilizando hoje são muito maiores e por mais tempo. Estamos usando antibióticos que já sabíamos, o que tem de novo e voltando para os de segunda linha.”

Outro exemplo é o Ecmo (equipamento que funciona como pulmão e um coração artificiais para pacientes que estão com os órgãos comprometidos), antes usado em pacientes com insuficiência cardíaca crônica, e que agora está sendo muito utilizado para casos de insuficiência respiratória aguda por Covid.

“Estamos salvando pacientes inacreditáveis, que muita gente não acreditava que sobreviveriam”, conta.

Para Ederlon, é preciso mais tempo e mais estudos para poder compreender essa mudança de perfil dos pacientes e do tempo de internação.

“Seria uma nova variante que, além de mais contagiosa, tem potencial de ser mais grave? Seriam os jovens que estão mais expostos porque não toleram mais o distanciamento e estão aglomerados? O cuidado melhorou? Ou é uma combinação de tudo?

Educação intensifica busca ativa contra a evasão escolar em Serra Talhada

Com a volta às aulas presenciais dos alunos da rede municipal de ensino de Serra Talhada, a  Secretaria Municipal de Educação vem intensificando a busca ativa dos alunos da rede pública que ainda não retornaram às escolas para combater a evasão escolar neste contexto de pandemia da Covid-19. A ação consiste em ir atrás das […]

Com a volta às aulas presenciais dos alunos da rede municipal de ensino de Serra Talhada, a  Secretaria Municipal de Educação vem intensificando a busca ativa dos alunos da rede pública que ainda não retornaram às escolas para combater a evasão escolar neste contexto de pandemia da Covid-19.

A ação consiste em ir atrás das crianças em casa, conversar com os pais ou responsáveis por elas e conscientizar sobre a importância dos estudos, evitando que as crianças permaneçam fora do ambiente escolar. 

A secretária de Educação, Marta Cristina, explica que muitas crianças perderam o vínculo escolar durante o período pandêmico e não voltaram a estudar agora em 2022, por isso, a busca ativa é fundamental para garantir o retorno das mesmas à sala de aula. 

“Com a pandemia muitos alunos foram afetados, principalmente alunos da zona rural e de comunidades mais distantes. As crianças tiveram que ficar em casa, se adaptar às aulas remotas e, infelizmente, algumas perderam o vínculo escolar e não retornaram à sala de aula esse ano. Então, para garantir o direito que essas crianças têm à educação, estamos realizando visitas psicossociais e dialogando com as famílias, sendo que muitas dessas famílias são encontradas em situação de vulnerabilidade social e violência, por isso a conscientização é fundamental”, explicou.  

A Secretaria de Educação reforça a importância da presença das crianças na sala de aula e pede que as famílias recebam a equipe psicossocial que está visitando as residências em busca dos alunos evadidos, porque a educação é um direito constitucional, não pode ser negado a essas crianças e adolescentes.

Marília Arraes diz que sertão tem “cemitério” de obras paradas

A vereadora petista Marília Arraes, que tem o nome cotado para encabeçar uma chapa do partido ao Governo do Estado, foi convidada do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Ela fez inicialmente uma crítica à questão da segurança. “Pernambuco está desmoralizado pois o governo não consegue resolver essa situação. Os números remontam ao governo Jarbas. […]

Fotos: André Luiz

A vereadora petista Marília Arraes, que tem o nome cotado para encabeçar uma chapa do partido ao Governo do Estado, foi convidada do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Ela fez inicialmente uma crítica à questão da segurança. “Pernambuco está desmoralizado pois o governo não consegue resolver essa situação. Os números remontam ao governo Jarbas. O Estado está com medo”.

Sobre a visita à região do Pajeú, Marília disse ter ficado impressionada com a quantidade de obras paradas, dando como exemplo a sede dos bombeiros de Serra Talhada. “É um cemitério de obras abandonadas. A obra inacabada dos Bombeiros é um exemplo. Agora, uma empresa vai ter que avaliar o estado da obra. Vai se gastar duas a quatro vezes o que se gastaria”.

A vereadora voltou a dizer que não discute nomes mais projeto de partido. Perguntada se a vinda à região não ia de encontro ao discurso, afirmou que a lembrança ao seu nome é natural pelo fato de que faltam lideranças no Estado. “Nem o governador se coloca como candidato, já que tem quase 80% de rejeição”.

Perguntada se a Operação Lava Jato pode atingir o comando socialista em Pernambuco, Marília afirmou que há manobras políticas para contê-la, mas que chegará ao Brasil inteiro. “Já teria chegado a PE a muito tempo. Não apenas a Lavca Jato, mas a Turbulência, Fair Play, que apura a obra da Arena PE. Mas precisamos esperar. Não podemos acusar de forma leviana como fazem com Lula, apesar de o governador do PSB e Geraldo Júlio terem sido citados. Não podemos esconder isso.

Ela também voltou a defender o PT, mas se colocou dentro dos que fazem um mea culpa pela participação de setores de partido no envolvimento de episódios de corrupção, falta de critérios para ingresso à legenda no auge das popularidade e não implementação de uma reforma política. “Estamos no  presidencialismo de coalisão. A gestão precisa do legislativo. Isso levanta a necessidade de valorização do voto parlamentar”.

Marília tem agenda em cidades como Quixaba, Carnaíba, Tuparetama, Tabira, São José do Egito e Afogados da Ingazeira. Perguntada se o rótulo de “mulher bonita”, “que tem imagem” não a incomodava quando colocada acima ou ao lado do critério político, ela afirmou haver um quê de machismo. “Não podemos rejeitar elogios, mas Eduardo era um homem bonito e esa questão não era tão colocada”.

‘Não matei, não trafiquei drogas, apenas pedi um passaporte para meu pai’, diz Gilson Machado

Preso no Recife nesta sexta-feira (13), por suspeita de tentar conseguir um passaporte português para o tenente-coronel Mauro Cid, Gilson Machado foi ouvido na superintendência da Polícia Federal, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife e negou envolvimento no caso. Ao chegar no Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, […]

Preso no Recife nesta sexta-feira (13), por suspeita de tentar conseguir um passaporte português para o tenente-coronel Mauro Cid, Gilson Machado foi ouvido na superintendência da Polícia Federal, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife e negou envolvimento no caso.

Ao chegar no Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, para exame de corpo de delito, Machado disse à imprensa que entrou em contato com o consulado de Portugal no Recife para pedir um passaporte para o pai.

“Não matei, não trafiquei drogas, não tive contato com traficante. Apenas pedi um passaporte para meu pai, por telefone, ao Consulado Português do Recife. O meu pai tem 85 anos. No outro dia ele foi lá no consulado, juntamente com meu irmão. Se ele não recebeu, ele está para receber a renovação do passaporte português dele”, afirmou.

“É só pegar lá as ligações que eu fiz com o consulado. O áudio que eu mandei para funcionário dos consulados. Não estive presente em nenhum consulado, nenhuma embaixada. Nem de Portugal nem em qualquer outro lugar. Nem no Brasil, nem fora do Brasil”, disse.

Após o exame, Machado foi levado para o Centro de Triagem e Observação Criminológica Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife, onde fica à disposição da Justiça.

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou que o ex-ministro está numa cela separada para garantir a integridade física dele.

O advogado de Machado, Célio Avelino, afirmou que não teve acesso ao processo e não sabe qual o motivo da prisão.

“A Polícia Federal recebeu, do ministro Alexandre de Moraes, um mandado de prisão preventiva, mas não disse os motivos da prisão. Ele prestou depoimento, esclareceu o que perguntaram a ele sobre se teria interferido para conseguir um passaporte para o tenente-coronel Mauro Cid. E ele disse que não. E é só isso que eu sei”, disse o advogado.

“A defesa, agora, quer saber os motivos da decretação da prisão, eu não sei, nem foi dado. A PF recebeu apenas um mandado para cumprir. Estamos dando entrada em um pedido para o ministro [Alexandre de Moraes] para ter acesso ao processo para saber o que foi que levou o ministro a fazer isso”.

O celular, o carro e outros pertences de Gilson Machado foram apreendidos no momento da prisão.

Gilson Machado foi preso na residência dele, no bairro de Boa Viagem, também na Zona Sul do Recife. As informações são do g1.

Luiz Pinto anunciado como pré-candidato à prefeitura de Serra Talhada

O presidente da Comissão Provisória do Psol de Serra Talhada, Ari Amorim, anunciou o médico Luiz Pinto como pré-candidato à prefeitura do município. A declaração foi dada durante uma entrevista ao Sertão Notícias, da Rádio Cultura FM, apresentado por Tony Alencar. A informação foi reproduzida pelo blogueiro Itamar França,  após a reprodução da entrevista. O […]

O presidente da Comissão Provisória do Psol de Serra Talhada, Ari Amorim, anunciou o médico Luiz Pinto como pré-candidato à prefeitura do município.

A declaração foi dada durante uma entrevista ao Sertão Notícias, da Rádio Cultura FM, apresentado por Tony Alencar.

A informação foi reproduzida pelo blogueiro Itamar França,  após a reprodução da entrevista.

O respeitado urologista se colocará,  caso mantenha-se na disputa, entre as candidaturas da prefeita Márcia Conrado à reeleição,  mais os nomes que devem surgir dos grupos do Deputado Luciano Duque e dos irmãos Oliveira,  Sebastião e Waldemar.