Sertânia: CEF era principal alvo de bandidos na ação criminosa de ontem
Por Nill Júnior
Sem poder agir contra CEF,tentaram o BB
As informações repassadas até agora pelas autoridades reforçam a tese de que o principal alvo dos criminosos que agiram essa madrugada em Sertânia era mesmo a Caixa Econômica Federal.
Isso porque o banco tem recebido recursos mais volumosos em virtude dos pagamentos dos auxílios emergenciais para a crise econômica da Covid-19 e programas como Bolsa Família, além de benefícios previdenciários.
Como o banco disparou o sistema de segurança, soltou uma fumaça com gelo seco. O procedimento é acionado quando os caixas sofrem tentativa de violação. Isso afugentou os criminosos que seguiram para o Banco do Brasil.
O BB desde que foi alvo de outra ação criminosa em 2017 tem utilizado pouco numerário, apenas com o que é movimentado no dia. Isso explica porque aparentemente, a ação não teve êxito. um exemplo é que não havia dinheiro espalhado, como em ações anteriores.
Ontem, as polícias da Paraíba e Pernambuco buscaram fechar o cerco a criminosos. Na ação com troca de tiros, um criminoso, de nome não informado, foi morto.
Os criminosos abandonaram dois carros na zona rural de Sertânia. Policiais do BEPI, ROCAM e GATI, PMs de Sertânia e da Paraíba encontraram armas, munições e celulares. Um segundo homem teria sido ferido na ação.
Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História pela UFPE e professor dos cursos de História, Direito e Psicologia da AESA/CESA/ESSA) Na última semana, o porta voz da presidência, divulgou uma posição do governo Bolsonaro em retomar o processo de comemoração do movimento civil militar que teve início em 31 de março, mas. Que só […]
Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História pela UFPE e professor dos cursos de História, Direito e Psicologia da AESA/CESA/ESSA)
Na última semana, o porta voz da presidência, divulgou uma posição do governo Bolsonaro em retomar o processo de comemoração do movimento civil militar que teve início em 31 de março, mas. Que só consolidou-se no 01 de abril do ano de 1964. Pelo tom utilizado pelo porta voz da presidência, a posição do governo representado pelo capitão da reserva Jair Bolsonaro, era de que este evento seria digno de ser rememorado. A despeito de toda polêmica ensejada por este assunto, que teve como último desdobramento a recomendação da juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª vara da justiça federal de Brasília, proibindo a comemoração, o que se encontra em jogo à respeito desta questão é uma espécie de disputa pela memória, daqueles que acham que 1964 deve ser comemorado e os que não entendem, quais os motivos de rememorar ou festejar um dos mais violentos e intolerantes períodos da nossa recente história política brasileira.
No campo da História está disputa é compreendida como uma disputa de narrativas, que não fica delimitado ao campo do discurso, mas se efetiva na prática, quando no último processo eleitoral tivemos jovens que clamavam pela volta de um regime militar, como o possível ordenador da sociedade. Discurso amplamente irradiado, pelo presidente capitão e seus simpatizantes.
O professor Carlos Moura, docente da UPE, em artigo de opinião publicado no último dia 28 no jornal Diário de Pernambuco, analisa está questão apresentando de maneira brilhante que depois de todo esforço realizado pelas discussões provocadas pelo significado de 1964, em nossa História recente a celebração vai de encontro com o processo de fortalecimento de temas que passam pela Democracia e defesa dos Direitos Humanos. Não podemos relativizar coisas como tortura e falta de liberdade, ou fazer como demonstra o nosso presidente capitão reverenciar figuras como o Ustra e o aparato civil-militar que ceifou a vida de vários homens e mulheres, que após um movimento que tirou do poder um presidente que tinha o direito de concluir o seu mandato, instaurou uma fase de perseguição àqueles que não concordavam com a solução fornecida pelos orquestradores do Golpe.
Como sociedade temos que de maneira critica e madura, observar que qualquer regime que suprima as liberdades individuais, coletivas e os direitos sociais ou que, procure construir formulas que não se encontrem no interior da discussão do contraditório e tenham uma feição Democrática, não pode ser celebrado, principalmente, quando qualquer regime que seja pratique a opressão sobre os cidadãos e desenvolva um terrorismo do Estado, no qual parte do exercito brasileiro e das suas elites estiveram envolvidas. A nossa rememoração a respeito do dia 31 de março, deve ser o de superar e selar de vez, enquanto, sociedade os elementos que nos fizeram chegar a um regime de exceção que não resolveu nossos problemas fundacionais: as desigualdades regionais e o pouco apreço a Democracia, como o melhor sistema político dentro dos possíveis.
Não devemos celebrar o 31 de março como evento inaugurador de uma Nova Era, como em vários momentos Bolsonaro nas variadas exposições na mídia procura legitimar. Caso exista algo para celebrar, ou melhor, rememorar a respeito dos 21 anos que os militares e os civis antidemocráticos estiveram nos comandos de nossa nação, é que não precisamos de um governo que suprima a liberdade de expressão e a Democracia, mas que possamos lembrar-nos deste momento para que ele seja superado e não volte a nos atormentar em outros 31 de marços.
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou regulares, com ressalvas, uma Auditoria Especial que foi realizada no município de Flores no tocante a licitação sobre o transporte escolar daquele município. O Tribunal enviou as seguintes Propostas de Encaminhamento à atual gestão da Prefeitura Municipal de Flores: 1. Instruir, nas aquisições diretas, processos […]
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou regulares, com ressalvas, uma Auditoria Especial que foi realizada no município de Flores no tocante a licitação sobre o transporte escolar daquele município. O Tribunal enviou as seguintes Propostas de Encaminhamento à atual gestão da Prefeitura Municipal de Flores:
1. Instruir, nas aquisições diretas, processos de dispensa devidamente justificados em relação à escolha do contratado e do preço a ser pago, inclusive apresentando parâmetros de julgamento objetivos para uma devida avaliação da proposta apresentada;
2. Exigir dos licitantes, na fase habilitatória, documentos de autorização do Detran para prestação dos respectivos serviços de Transporte Escolar;
3. Utilizar a ‘modalidade de licitação Pregão’ e o ‘Sistema de Registro de Preços’ para objetos transparentemente compatíveis com tais procedimentos, ou seja, quando tratar-se indubitavelmente de bens e serviços comuns;
4. Registrar nos editais, transparentemente e com menção expressa, as normas municipais que disciplinam os respectivos procedimentos licitatórios a serem realizados;
5. Apresentar e evidenciar efetivamente as ‘fontes regulares’ dos valores-base considerados nos diversos cálculos, referentes às ‘planilhas de custos e formação de preços’;
6. Desenvolver metodologia eficiente de verificação dos itens de habilitação dos licitantes, visando cumprir todas as regras editalícias às quais a Administração se acha estritamente vinculada.
Nesta quarta-feira (24), o deputado federal Fernando Monteiro recebeu em seu escritório no Recife representantes políticos do sertão pernambucano. A agenda contou com a presença do prefeito de Exu, Raimundinho Saraiva, e da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, que também é a atual presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Durante o encontro, os […]
Nesta quarta-feira (24), o deputado federal Fernando Monteiro recebeu em seu escritório no Recife representantes políticos do sertão pernambucano. A agenda contou com a presença do prefeito de Exu, Raimundinho Saraiva, e da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, que também é a atual presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).
Durante o encontro, os gestores municipais apresentaram suas respectivas demandas e reivindicações, buscando alinhar estratégias para atender às necessidades específicas de suas regiões.
A troca de experiências entre Márcia Conrado, Raimundinho Saraiva e o deputado Fernando Monteiro visou fortalecer o diálogo e a articulação em prol do desenvolvimento dos municípios sertanejos.
Acompanhada de seu marido, Breno Araújo, a prefeita Márcia Conrado destacou a importância de eventos como esse para discutir as peculiaridades e potenciais das localidades sertanejas. Além do prefeito e da presidente da Amupe, participaram do encontro o vereador Júnior Saraiva, pré-candidato a prefeito de Exu, o secretário de Finanças Deocleciano Antônio e Napoleão Saraiva.
Fernando Monteiro reafirmou o compromisso em manter as demandas municipais em sua pauta de atuação parlamentar, destacando a relevância do diálogo constante com os representantes das cidades pernambucanas.
Na noite de ontem, 10 de Julho, o Movimento de Mulheres de Afogados da Ingazeira se reuniu para o ato de mobilização nacional #ForaBolsonaro e Morão. Na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, levaram cruzes simbolizando o número de vítimas do Covid 19 no Sertão do Pajeú. Elas foram colocadas na escadaria da Catedral do […]
Na noite de ontem, 10 de Julho, o Movimento de Mulheres de Afogados da Ingazeira se reuniu para o ato de mobilização nacional #ForaBolsonaro e Morão.
Na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, levaram cruzes simbolizando o número de vítimas do Covid 19 no Sertão do Pajeú. Elas foram colocadas na escadaria da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
O grupo anunciou ainda um manifesto nas redes sociais com a hashtag #MulheresDerrubamBolsonaro. Alegam que estão atravessando um dos momentos mais desafiadores da história do nosso país.
“A sociedade brasileira está vivendo simultaneamente uma crise sanitária, econômica e política, para as quais ainda não temos perspectiva de superação”, dizem em nota.
“Nesse contexto de pandemia, quando o Brasil ponteia a liderança mundial no número mortos pela COVID-19, acelerou-se a escalada autoritária por parte do Governo Bolsonaro”
“A desastrosa política de Bolsonaro- que mata diariamente mais de mil brasileiros ppr Covid 19, amplifica a necropolitica e o genocídio de jovens negros, aumenta a desigualdade e o empobrecimento retira direitos, quer armar a população, espalha mentiras e ódio, faz apologia à ditadura, ao fascismo e ao racismo”, dizem no manifesto.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira já concluiu a pavimentação/calçamento de quase oitenta ruas, becos e travessas em todo o município, segundo levantamento enviado ao blog. A meta é chegar às 100 ruas pavimentadas até o final da gestão, segundo nota. A 16ª rua o São Francisco foi inaugurada no último final de semana pelo […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira já concluiu a pavimentação/calçamento de quase oitenta ruas, becos e travessas em todo o município, segundo levantamento enviado ao blog. A meta é chegar às 100 ruas pavimentadas até o final da gestão, segundo nota.
A 16ª rua o São Francisco foi inaugurada no último final de semana pelo Prefeito José Patriota, a Rua João Batista do Nascimento, antiga Travessa Sete de Setembro, protagonista de inúmeras reclamações nos veículos de comunicação afogadenses.
O calçamento atendeu a um requerimento do Vereador Igor Mariano. O novo nome da rua foi projeto do Vereador Cícero Miguel. Ambos com expressiva votação no bairro. Foram 1.029 m² de calçamento em paralelo, a um custo de 110 mil Reais, recursos originários de emenda do Deputado Gonzaga Patriota.
A inauguração foi prestigiada pela renomada cantora afogadense, Maria da Paz. “Estou muito feliz com o que vejo quando chego a Afogados. Patriota tem feito um bom trabalho,” destacou a artista. O Prefeito Patriota aproveitou para convidar os presentes para novas inaugurações para este próximo final de semana. “Sexta estaremos inaugurando ruas no Bairro Padre Pedro Pereira e no sábado, vamos ao São Braz, inaugurar a pavimentação de duas ruas,” destacou o Prefeito.
Em pouco mais de um mês, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira já inaugurou 11 novas ruas pavimentadas, sendo cinco no bairro Costa, três no Residencial Miguel Arraes, duas no São Braz e uma no São Francisco.
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