Serra Talhada registrou mais um homicídio na noite desta sexta (27). Foi na Rua Enock Ignácio de Oliveira. Nildo Pereira de Souza, o Nildo Mototaxi, foi morto com 6 disparos.
Nildo tinha 32 anos e residia no Bairro do Bom Jesus. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu após dar entrada no Hospam. Ele chegou a passar por procedimento cirúrgico, mas não resistiu. É o sexto homicídio do ano em Serra Talhada.
Amanhã, às dez horas, em sessão solene na Câmara Municipal, o Recife vai mergulhar na poesia e no cantar do poeta Flávio Leandro, autor de “Pode vir de mala e cuia”, de “Chuvas de honestidade” e de tantos outros forrós pé de serra que fazem sucesso no País. O artista vai ser agraciado com o […]
Amanhã, às dez horas, em sessão solene na Câmara Municipal, o Recife vai mergulhar na poesia e no cantar do poeta Flávio Leandro, autor de “Pode vir de mala e cuia”, de “Chuvas de honestidade” e de tantos outros forrós pé de serra que fazem sucesso no País.
O artista vai ser agraciado com o título de Cidadão do Recife, aprovado por unanimidade, de autoria da ex-vereadora e eleita deputada federal Marília Arraes (PT). A vereadora Aline Mariano (PP), que encampa a homenagem, fará a entrega da comenda e o discurso de saudação. Vindo de Bodocó, onde faz morada no pé da serra da Chapada do Araripe, Flávio Leandro morou no Recife no início da sua carreira depois de ser nomeado por concurso auditor fiscal da Receita estadual.
Recentemente, a canção Chuvas de Honestidade, de sua autoria, varreu a mídia nacional depois de o presidente Bolsonaro desafiar a TV Globo, com quem tromba todos os dias, a difundir a música em seus programas.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre […]
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre a repercussão internacional dos dois fenômenos, as críticas à política do governo para a Amazônia e a proposta de conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental.
A questão do desmatamento na Amazônia ganhou grande repercussão nacional e internacional. Como o senhor vê as críticas à política do governo para a Amazônia?
Desde a Constituição de 1988, o Brasil seguiu uma agenda ambiental que não soube conciliar o desenvolvimento econômico e a preservação. A Amazônia é muito rica em recursos naturais, mas com uma população muito pobre. São mais de 20 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia e a maioria vive muito mal: sem saúde, sem educação adequada, com índice de saneamento baixíssimo.
Então, temos de encontrar uma forma inteligente de tratar a questão, que reconheça a importância da conservação, do cuidado ambiental, mas dê dinamismo econômico em escala e em impacto suficientes para aquela população. Não adianta falar do potencial da floresta, se as famílias que vivem lá estão na miséria
Como o senhor avalia a repercussão que o desmatamento e as queimadas na Amazônia estão tendo no País e no exterior?
Até certo ponto é natural que, neste momento de mudança de comportamento, de discussão de atividades econômicas na Amazônia haja essa instabilidade. Uma parte dessa repercussão se deve, sem dúvida, à desinformação. Até porque não interrompemos nada do que vinha sendo feito para justificar essa mobilização.
Mas é preciso levar em conta que outra parte dessa campanha contra o Brasil vem de entidades ambientalistas, de ONGs descontentes com o fim dos recursos fartos que elas recebiam, porque estamos fechando a torneira.
Não é só o pessoal das ONGs que está criticando o governo. A revista The Economist, que é respeitada em todo o mundo, publicou recentemente uma reportagem de capa sobre o desmatamento na Amazônia.
Tem muita gente séria com entendimento incompleto ou enviesado sobre o que a gente está tentando fazer. A fórmula para lidar com esse problema é informação. Por isso, estou indo no fim de setembro com o presidente a Nova York e Washington. Logo em seguida, vou a alguns países da Europa para fazer esse esclarecimento. Vamos mostrar o que o Brasil já faz e tudo que queremos fazer. Aqueles que tiverem disposição para ouvir e debater vão mudar, em alguma medida, de opinião. Agora, há outros canais fora do Brasil e aqui que não querem ver a realidade.
O presidente da França, Emmanuel Macron, chamou as queimadas na Amazônia de “crise internacional” e disse que a questão deve ser discutida na reunião do G-7 (grupo que reúne os países ricos), que começa neste sábado. Como o senhor analisa isso?
O presidente Macron está querendo tirar dividendos políticos da situação, sobretudo no momento em que suas próprias políticas ambientais não estão sendo bem-sucedidas, em especial no que se refere ao não cumprimento das metas de redução das emissões de carbono previstas no Acordo de Paris.
Parece que há um desejo de ambientalistas do Brasil e do exterior e também de governos, especialmente na Europa, de transformar a Amazônia em “patrimônio da humanidade”. O que o senhor pensa sobre essa proposta?
A Amazônia é um patrimônio brasileiro. Essa história de que pertence à humanidade é uma bobagem. Nós temos soberania sobre a Amazônia. Somos nós que temos de escolher um modelo, que tem de ser viável economicamente, de proteção da nossa floresta. Somos nós também que temos de implementá-lo. O cuidado com a Amazônia, que inspira atenção no mundo inteiro, é bem-vindo, mas a autonomia de fazer isso é da população brasileira.
O discurso em favor da regularização de atividades econômicas na Amazônia não estimula a exploração irregular da região?
O governo não passa a mensagem de que está fazendo vistas grossas? O governo não faz vista grossa. O problema é que a Amazônia é uma área correspondente a 48 países europeus. Da mesma forma que a gente vê os países europeus invadidos por imigrantes ilegais sem que eles consigam controlar isso, mesmo sendo muito mais ricos e tendo muito mais infraestrutura e um território muito menor que o nosso, aqui você não vai conseguir controlar uma região tão grande quanto a Amazônia só na base da fiscalização e de operações de comando e de controle. Ou você identifica quais são os incentivos corretos para estruturar uma solução econômica para a Amazônia ou não vai ter operação de fiscalização que dê conta.
Diante dos acontecimentos, a impressão é de que houve um relaxamento na fiscalização no atual governo. Como está a fiscalização da Amazônia?
Em julho, o Ibama fez a maior operação de fiscalização de sua história. Foram 17 equipes simultâneas em diferentes Estados e regiões. Houve a maior quantidade de apreensão de madeira, veículos, máquinas, autos de infração. Isso mostra que não há orientação do governo, nem minha nem de ninguém dentro do Ministério do Meio Ambiente, para impedir fiscalizações. Agora, os órgãos de fiscalização ambiental em nível federal – o Ibama e o ICMBio – vêm perdendo orçamento e pessoal ano a ano. Hoje, têm apenas 50% das vagas preenchidas. É uma situação que nós herdamos. Mas a fiscalização é feita também pela Polícia Militar por órgãos estaduais. Quando eles deixam de cumprir o seu papel também aumenta a atividade ilegal.
O presidente Jair Bolsonaro tem defendido a liberação da mineração na Amazônia, inclusive em terras indígenas. Qual a sua posição nesta questão?
Existem 850 garimpos na Amazônia, a maioria em terras indígenas. Não é o Bolsonaro que vai liberar. Aliás, os indígenas não são cooptados pelo homem branco. São eles que praticam a mineração, que ajudam muitas vezes a retirada ilegal da madeira de suas próprias terras e recebem recursos para isso. Portanto, fingir que essa realidade não existe é a pior política pública que pode haver. Se pudermos ter uma discussão madura, sensata, aberta sobre o tema, e fazer a regulamentação, a formalização dessas atividades, para poder fiscalizar de maneira efetiva, será muito melhor para a economia do País, para a geração de emprego e principalmente para a preservação do meio ambiente.
Encontro reunirá grupos de xaxado de todo nordeste e convidados do sul e norte. A Fundação Cultural Cabras de Lampião (Ponto de Cultura) anuncia as novidades e a programação completa do 13º Encontro Nordestino de Xaxado, que acontecerá nos dias 01, 02, 03, 04 e 05 de novembro, na Estação do Forró, com polos no […]
Encontro reunirá grupos de xaxado de todo nordeste e convidados do sul e norte.
A Fundação Cultural Cabras de Lampião (Ponto de Cultura) anuncia as novidades e a programação completa do 13º Encontro Nordestino de Xaxado, que acontecerá nos dias 01, 02, 03, 04 e 05 de novembro, na Estação do Forró, com polos no CEU DAS ARTES, na Feira Livre e em Escolas públicas, em Serra Talhada – Sertão do Pajeú, com incentivo do FUNCULTURA / FUNDARPE / Secretaria De Cultura / Governo de Pernambuco. Clique aqui e veja a programação completa.
O evento, realizado desde 2002, é um dos mais importantes do interior do estado e reúne grupos para apresentações, além de Oficinas de danças, palestra sobre Patrimônio, feira de artesanatos da região, mostra de comedoria sertaneja, apresentações musicais, passeio turístico ecológico ao Sítio Passagem das Pedras (onde nasceu Lampião) e a Fazenda Pedreira (do primeiro inimigo de Lampião, Zé Saturnino) e o Baile Perfumado, no Clube da Fazenda São Miguel, com Assisão.
Cleonice Maria, presidente da Fundação Cabras de Lampião, revela que houve um cuidado especial em cada detalhe da programação deste ano. Desde os locais que receberão as apresentações, até os Grupos e Cias convidados para participarem da festa.
“Esse ano o Encontro Nordestino de Xaxado, o bicentenário da Revolução Pernambucana e 120 anos de nascimento de Lampião, tudo foi pensado nesse contexto. Os locais onde acontecerão os espetáculos são espaços emblemáticos na batalha cultural de Serra Talhada: A Estação do Forró, principal polo de apresentações, está instalado o Museu do Cangaço, o Parque de Esculturas Ronaldo Aureliano e a Academia Serra-talhadense de Letras. O Pátio da Feira Livre tem uma relação íntima com a história do grupo, foi onde tudo começou, onde os Cabras de Lampião fizeram sua primeira apresentação. Nas escolas, são lugares que sempre abriram as portas para que pudéssemos ensaiar, nos reunir e construir essa história. O Ceu das Artes, expressão de conquista por espaço de qualidade para fruição de produção artística. Os grupos que foram selecionados e convidados esse ano são grupos que têm trajetória de luta e resistência em suas cidades e região, que conhecemos nas estradas da cultura, nos festivais e que sempre contribuíram bastante com nossa caminhada”
Afogados chega a 18 óbitos e Serra a 66. A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira informa que nesta quinta (19), 3 casos foram registrados para covid – 19 no município. São dois pacientes do sexo masculino, com 47 e 66 anos; e uma paciente do sexo feminino, com idade de 76 anos. Entre […]
A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira informa que nesta quinta (19), 3 casos foram registrados para covid – 19 no município.
São dois pacientes do sexo masculino, com 47 e 66 anos; e uma paciente do sexo feminino, com idade de 76 anos. Entre os homens: um aposentado e um de profissão não informada. A mulher é agricultora.
Hoje, 16 pacientes apresentaram resultados negativos para covid – 19 no município.
Entram em investigação os casos de 13 mulheres, com idades entre 19 e 65 anos; e os de 5 homens, com idades entre 5 e 68 anos.
Óbito – Paciente do sexo feminino, 85 anos, aposentada, apresentava comorbidades: Hipertensão, Diabetes e Obesidade. A mesma estava internada no Hospital Geral Eduardo Campos, em Serra Talhada.
Nesta quinta-feira, 11 pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. O município atingiu a marca de 1.310 pessoas (95,27%) recuperadas para covid-19. Atualmente, 47 casos estão ativos em Afogados.
O município atingiu a marca de 6.858 pessoas testadas, o que representa 18,40% da nossa população testada.
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados 21 casos positivos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 4.785 casos confirmados.
Os novos casos foram confirmados através de 12 testes rápidos, 4 resultados de Swab e 5 exames particulares. São 11 pacientes do sexo masculino e 10 do sexo feminino, com idades entre 1 e 68 anos.
O município tem 148 pacientes aguardando resultado de exames e 20.793 casos descartados. Quanto à evolução dos casos confirmados, são 4.682 pacientes recuperados, 27 em isolamento domiciliar, 10 em internamento hospitalar, 37 em recuperação e 66 óbitos. Em relação aos profissionais de saúde são 158 recuperados, 2 em isolamento e 1 óbito.
Óbito – O óbito de número 66 aconteceu no dia 17 de novembro, no Hospital Eduardo Campos. O paciente era do sexo masculino, 64 anos, hipertenso e diabético. Na investigação a Secretaria de Saúde concluiu que o paciente era morador de Sítio dos Nunes, município de Flores-PE, porém, no momento do internamento a família informou um endereço do Bairro Tancredo Neves, em Serra Talhada, motivo pelo qual o Estado registrou o óbito na relação de Serra Talhada.
Parlamentar usou avião ligado a Vorcaro durante campanha para Bolsonaro em 2022. A vereadora do Recife e professora de direito da UFPE Liana Cirne (PT), protocolou, nesta terça-feira (3), representação junto à Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) por abuso de poder econômico nas eleições de 2022. A […]
Parlamentar usou avião ligado a Vorcaro durante campanha para Bolsonaro em 2022.
A vereadora do Recife e professora de direito da UFPE Liana Cirne (PT), protocolou, nesta terça-feira (3), representação junto à Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) por abuso de poder econômico nas eleições de 2022.
A medida tem como base reportagens publicadas por veículos de imprensa nacionais, que apontam que o parlamentar usou avião ligado a Vorcaro durante campanha para Bolsonaro em 2022.
O jato seria vinculado ao empresário Daniel Vorcaro, executivo do Banco Master, e teria sido utilizado em deslocamentos estratégicos no período que antecedeu o segundo turno das eleições.
“A Constituição determina que as eleições devem ser protegidas contra a influência do poder econômico. É papel do Ministério Público investigar sempre que houver indícios de desequilíbrio na disputa”, afirmou Liana.
Segundo as informações divulgadas, os voos teriam ocorrido entre os dias 20 e 28 de outubro de 2022, com agendas em capitais do Nordeste, Brasília e municípios de Minas Gerais, incluindo o Vale do Jequitinhonha e o Triângulo Mineiro. As viagens teriam possibilitado ampla mobilização política em curto espaço de tempo, com participação em comícios, carreatas e outros atos típicos de campanha.
Na representação, Liana solicita que o Ministério Público Eleitoral apure se houve a devida declaração da utilização da aeronave na prestação de contas da campanha. Caso a cessão do jato tenha ocorrido sem contraprestação financeira formalizada, a situação pode configurar doação estimável em dinheiro não declarada, o que pode caracterizar irregularidade eleitoral.
A parlamentar requer a instauração de procedimento investigatório para análise da prestação de contas, eventual cruzamento com registros de voo e verificação das circunstâncias envolvendo a disponibilização da aeronave.
Caso sejam confirmadas irregularidades, o Ministério Público poderá adotar as medidas judiciais cabíveis perante a Justiça Eleitoral. Leia aqui a íntegra da representação.
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