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Em agenda no Palácio, Danilo e Edson focam em ações de abastecimento rural

Por Nill Júnior

Blog do Finfa

Em uma agenda no Palácio do Campo das Princesas, o assessor Especial da Casa Civil e pré-candidato a Deputado Federal Danilo Simões, juntamente com o Gerente de Articulação Regional da Casa Civil Edson Henrique, anunciaram investimentos na ampliação do abastecimento de água na zona rural de Afogados da Ingazeira.

Segundo as lideranças, a governadora Raquel Lyra autorizou o início de obras de infraestrutura hídrica para a zona rural do município, no Sertão do Pajeú. As ações visam combater a escassez de água e garantir o acesso a recursos hídricos de qualidade para famílias da região.

​A partir desta semana, será dado início à instalação de cinco novos sistemas de dessalinização e no inicio do mês de julho começam as obras de expansão do sistema simplificado de abastecimento da comunidade da Gangorra. ​Os projetos tem como principal objetivo levar água potável a localidades que historicamente enfrentam dificuldades de abastecimento. Entre as comunidades rurais diretamente beneficiadas com os dessalinizadores estão: Pajeú Mirim, ​Monte Alegre, ​Capoeiras, ​Covoadas e ​Carnaúba dos Vaqueiros. Já as comunidades de Gangorra, Cahoeira da Onça e Mocororé, serão beneficiadas com a ampliação do sistema de abastecimento da Gangorra.

​”Esta é uma iniciativa de extrema importância para a nossa zona rural. O governo estadual cumpre o compromisso de trazer a mudança com investimentos reais, garantindo dignidade para o povo sertanejo e sem deixar ninguém para trás”, destacou Danilo Simões, em pronunciamento na saída da sede do Executivo estadual.

Outras Notícias

Gerente da Compesa diz que obras de pavimentação da prefeitura geram “demanda acima da normal”

O Gerente Regional da COMPESA, Kaio Maracajá, reconhecu em entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Júnior Cavalcanti, o aumento na demanda dos problemas da distribuição de água em Afogados da Ingazeira. Na Rádio Pajeú, aumentaram muito as reclamações de falta de água ou de estouramentos. A emissora costuma ser muito procurada pela […]

O Gerente Regional da COMPESA, Kaio Maracajá, reconhecu em entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Júnior Cavalcanti, o aumento na demanda dos problemas da distribuição de água em Afogados da Ingazeira.

Na Rádio Pajeú, aumentaram muito as reclamações de falta de água ou de estouramentos. A emissora costuma ser muito procurada pela sociedade, em virtude da interlocução com a companhia. Nesses dias, há várias queixas de falta de agua em alguns setores e estouramentos em outros.

“A gente noticiou isso com uma nota. A gente tá com um a demanda acima do normal, oriunda dos serviços da prefeitura para melhorar a qualidade de vida da população. Há ações de uma série de pavimentos, com uma inauguração por semana”.

Mas, diz Kaio, quando a operação ocorre em uma via, causa uma série de transtornos. “Entre elas, a empresa que presta serviço tem ocasionado quebra e entupimento de tubulação, gerando demanda acima do normal para nossa equipe”, disse. Ele explicou que, com isso,  uma serie de serviços corriqueiros ficaram atrasados.

Em agosto, falando ao A Tarde é Sua, na mesma emissora, sobre a questão da falta de água em algumas regiões, Maracajá esclareceu que problemas de abastecimento muitas vezes estão ligados à falta de energia, que afeta a operação dos sistemas de bombeamento.

“Cerca de 80% dos casos de falta de abastecimento estão relacionados à falta de energia elétrica”. Além disso, ele ressaltou que problemas de planejamento urbano, redes de distribuição antigas e falta de investimentos também contribuem para desafios no abastecimento.

No mesmo mês, a Compesa adquiriu 18 dataloggers, equipamentos que têm a função de transmitir, em tempo real, a pressão na rede de distribuição de água, auxiliando na melhoria no fornecimento de água da cidade. A promessa é de otiizar a distribuição.

São José do Egito: Prefeitura desativa centro de testagem da Covid

Por André Luis A prefeitura de São José do Egito, informou em suas redes sociais que o centro de testagem da Covid-19 que funcionava no prédio do Centro de Saúde da Mulher foi desativado. Segundo a Prefeitura, a decisão se baseia na diminuição dos casos confirmados da doença no município. Nos últimos sete dias, 14 […]

Por André Luis

A prefeitura de São José do Egito, informou em suas redes sociais que o centro de testagem da Covid-19 que funcionava no prédio do Centro de Saúde da Mulher foi desativado.

Segundo a Prefeitura, a decisão se baseia na diminuição dos casos confirmados da doença no município.

Nos últimos sete dias, 14 pacientes que haviam testado positivo para a covid-19, passaram pelo período de monitoramento e estão livres da doença. Nessa semana, nossas unidades de saúde realizaram 85 exames para a detecção do novo coronavírus e apenas cinco casos foram confirmados. 

São José do Egito conta com 5.377 casos confirmados, 5.312, recuperados, 5 em recuperação e foram 60 óbitos da doença.

Ainda segundo a Prefeitura, a partir desta segunda-feira (15), as pessoas que apresentarem os sintomas da Covid deverão procurar o seu PSF para realizar o referido teste. 

Sebastião Dias entrega UBS à comunidade em Tabira

O prefeito do município de Tabira, Sebastião Dias, por intermédio da Secretaria  de Saúde, representada pelo secretário Allan Dias, juntamente com toda equipe de governo, entregou, na noite de sexta, dia 13, à comunidade do Riacho do Gado, a recuperação, reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, da […]

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O prefeito do município de Tabira, Sebastião Dias, por intermédio da Secretaria  de Saúde, representada pelo secretário Allan Dias, juntamente com toda equipe de governo, entregou, na noite de sexta, dia 13, à comunidade do Riacho do Gado, a recuperação, reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, da referida comunidade.

“Estou apenas cumprindo minha obrigação, é dever meu, como gestor público, oferecer o de melhor e dar condições aos trabalhadores da saúde ara desempenharem um melhor atendimento aos moradores dessa comunidade e das comunidades adjacentes que precisarem do atendimento nessa Unidade”, destacou o prefeito.

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A Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, passou por uma ampla recuperação, reforma e ampliação durante vários meses de serviços. A Unidade Básica atende aos moradores da comunidade do Riacho do Gado e de comunidades vizinhas, tornando-se assim umas das maiores da rede pública de saúde do município.

“Ao assumir a pasta tivemos a preocupação de expandir o atendimento. Conseguimos ampliar o número da equipe da atenção básica e pleiteamos,  junto ao Ministério da Saúde, a construção de mais três unidades. A UBS do bairro Vitorino Gomes, Florentino Leite e Fátima. Também já se encontra em fase de conclusão a UBS do bairro Dercílio de Brito Galvão”, concluiu o secretário de  Saúde Alan Dias.

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Allan informou à população que a partir do dia 16, segunda-feira, a odontóloga Nely Sampaio assumiria os trabalhos no consultório odontológico do posto para atender a todos.

Estiveram presentes várias autoridades, como os agentes de saúde da comunidade, representantes do Conselho de saúde, conselho tutelar, vereadores Aristóteles Monteiro, Nely Sampaio e José Carlos Menezes (Didi).

Carnaíba: opositor diz que “tempo de Anchieta” está no fim e chama Zé Mário de prefeito “eu vou ver”

Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total, o ex-gerente regional da Compesa, Clóvis Lira (PMDB) disse que os problemas enfrentados pelo prefeito Zé Mário Cassiano (PSB) em Carnaíba  são fruto de um conjuntos de fatores: falta de comando, herança administrativa e sombra de Anchieta Patriota. Ao afirmar que a gestão acumula problemas em […]

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Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total, o ex-gerente regional da Compesa, Clóvis Lira (PMDB) disse que os problemas enfrentados pelo prefeito Zé Mário Cassiano (PSB) em Carnaíba  são fruto de um conjuntos de fatores: falta de comando, herança administrativa e sombra de Anchieta Patriota.

Ao afirmar que a gestão acumula problemas em várias áreas, Clóvis chegou a dizer que Zé Mário estava ficando  rotulado na cidade como prefeito “eu vou ver”. E explicou: “é porque qualquer pleito que a população faz ao prefeito só tem uma resposta dele, eu vou ver, e não resolve nada.

Clóvis disse que além do estilo Zé Mário (que disse ser boa pessoa mas sem liderança para gerir a cidade), pesava a sombra do ex-prefeito Anchieta Patriota. “Ele precisa sair da sombra de Anchieta. Esse eu vou ver dele é pra ver o que o prefeito acha em tudo. E ficou uma herança pesada do governo de Anchieta para ele administrar”. Clóvis chegou a sugerir que, se Zé Mário deixasse o grupo socialista e abrisse espaço para a oposição gerir a cidade com ele, seria bem melhor para Carnaíba.

O peemedebista ainda afirmou que a oposição vai começar a se reunir e que não há posição fechada em torno de nenhum nome. Além de Didi, o grupo do PT e ele, afirmou haverem nomes como Nildo da Itã e Aldo Eletromóveis. Também apresentou uma lista de dez pessoas que, segundo ele deixaram Anchieta Patriota. “O tempo dele está se acabando”, profetizou.

Clóvis também criticou a gestão José Patriota em Afogados, afirmando que falta uma ação de pessoa à gestão, negou que a crítica tenha relação com a exoneração de seu filho da prefeitura – apesar de dizer que não gostou da forma, sem contato do gestor – e defendeu o nome da esposa Izilda Sampaio para integrar função na Secretaria de Combate ao Crack no Recife, convidada por Aline Mariano. “Foi uma unanimidade a escolha dela”, defendeu.

“Não existe mais grupo de risco para a Covid-19”, afirmam especialistas 

Internação de jovens nas UTIs brasileiras atingiu recorde na pandemia. Em março, apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs tinham mais de 80 anos, segundo levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib). Se na primeira onda de Covid-19 os idosos eram considerados o grupo de risco, após um ano de pandemia, o perfil […]

Internação de jovens nas UTIs brasileiras atingiu recorde na pandemia. Em março, apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs tinham mais de 80 anos, segundo levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

Se na primeira onda de Covid-19 os idosos eram considerados o grupo de risco, após um ano de pandemia, o perfil mudou. Um levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) mostrou que, em março, 52% das internações nas unidades de terapia intensiva foram de pessoas com até 40 anos. A reportagem é de Mariana Garcia/G1.

Segundo três especialistas ouvidas pelo G1, no atual cenário da pandemia no Brasil, é correto falar que não temos mais grupos de risco para a doença, mas sim comportamento de risco.

“Em termos de adoecimento não existe mais grupo de risco. Hoje vemos um maior número de pessoas abaixo de 60, de 50 anos, sendo internadas. Isso ocorre muito por causa da exposição maior, quer seja para trabalho, quer seja nas reuniões e encontros”, explica Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Ethel Maciel, epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), reforça que todos estão em risco.

“Precisamos comunicar essa mudança no perfil dos pacientes com Covid-19. Com as novas variantes, os jovens estão adoecendo mais, estão internando mais, com a forma mais grave da doença, mesmo sem comorbidades”, alerta Ethel.

A infectologista do Hospital Emílio Ribas, Rosana Ritchmann, conta que, atualmente, atender pacientes com mais de 75 anos (grupo que já foi vacinado contra a Covid-19 no Brasil) é mais raro.

“Houve uma mudança muito grande na faixa etária. Hoje é exceção à regra eu atender pacientes acima de 75 anos. Os casos ainda existem, mas a imensa maioria dos pacientes dessa faixa acaba pegando a doença entre as doses de vacina”.

As especialistas explicam que as novas variantes promoveram uma mudança no perfil dos acometidos pela Covid-19. “Quando começaram a falar da variante na Inglaterra, eles notaram uma diferença no perfil. Pessoas mais jovens, inclusive crianças, adoecendo. Não tínhamos visto isso num primeiro momento”, diz Maciel.

Mas outros fatores podem ter colaborado para essa mudança, como o comportamento dos jovens na pandemia. “A variante pode ter sido um fator, mas quem está em contato com outras pessoas? Quem está no transporte público? Quem está trabalhando? Quem está indo para festas clandestinas? O jovem!”, alerta Richtmann.

A vacinação também pode ter ajudado para a alteração na faixa etária. Dados da Amib mostram que apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs brasileiras em março tinham mais de 80 anos – uma queda de 42% na comparação com o acumulado dos três meses anteriores.

“Houve uma redução significativa na mortalidade nos idosos, principalmente nos que já completaram o esquema de vacinação. Ainda não zerou, porque alguns se contaminaram antes da proteção total, outros não tomaram a segunda dose ou não se vacinaram, mas mesmo assim houve uma diminuição muito expressiva da mortalidade neste grupo”, explica Stucchi.

Essa redução na mortalidade dos mais velhos reflete nos mais jovens. “Já estamos vendo uma diminuição de internação e óbitos no grupo que está sendo vacinado, o que aumenta a proporção de pessoas mais jovens internadas”, completa Maciel.

Vacinação e perfil dos prioritários

Mas se agora os jovens são os mais afetados, por que não iniciar a vacinação desse grupo? Maciel explica que o Brasil precisa finalizar a vacinação dos mais velhos, que foram os que mais morreram em todo o mundo desde o começo da pandemia.

“Precisamos finalizar a vacinação dos idosos e aí começaremos a vacinar o grupo mais jovem. Já vacinamos profissionais da saúde, de todas as idades. Também vamos começar a vacinar pessoas com comorbidades, a partir dos 18 anos, profissionais da educação, força de segurança, trabalhadores essenciais. A população mais jovem entrará nesses novos grupos”.

Stucchi lembra que os dados de mortalidade ainda têm um predomínio de pessoas acima de 60 anos (que ainda não foram vacinados no Brasil), mesmo com a redução.

“O objetivo da vacinação é diminuir a mortalidade, então você precisa vacinar primeiro quem morre mais. Quando pegamos os dados de mortalidade, pessoas com mais de 60 anos ainda estão no topo, assim como pessoas com comorbidades”.

“A letalidade dos idosos, se eles não tivessem vacinando, seria muito maior”, completa Richtmann. A infectologista explica que o mundo inteiro trabalhou com esses grupos prioritários.

“Nós temos que vacinar os idosos, pessoas com comorbidades, profissionais da educação, segurança, os motoristas de transporte público. Mesmo a gente vendo um número maior de jovens com a Covid-19 grave, isso não significa que eles têm um risco maior de morrer do que um doente renal crônico, por exemplo”.