Começou nessa sexta-feira o 1º Encontro de Vôo Livre de Serra Talhada, evento que consolida a inauguração da rampa sul, plataforma criada para decolagens de pilotos de asa delta.
Até o dia 7 de setembro, a cidade terá o primeiro evento oficial com voos diretamente da serra que denomina a cidade. Outras estruturas estão sendo montadas para tornar a capital do xaxado em capital do voo livre no Sertão pernambucano.
O evento tem os pilotos de asa delta Thiago Serafim e Wagner Brito na organização. O encontro é aberto ao público e contará com pilotos de diversas cidades pernambucanas e outros estados.
Todos os dias ao nascer do sol, as equipes estarão em cima da serra aguardando as melhores condições climáticas para fazer as decolagens.
A organização planejou três pontos de pouso, sendo eles, próximo ao Borborema e ao Cachoeira II e mais um ponto de pouso de emergência para segurança dos participantes.
O 1º Encontro de Pilotos de Voo Livre conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) no incentivo ao esporte e ao ecoturismo no município. A informação é do Farol de Notícias.
O que era para ser uma simples visita ao comércio do Cabo de Santo Agostinho virou um dos mais empolgantes atos da campanha de Armando Monteiro (PTB) rumo ao governo do Estado, segundo nota ao blog. Cerca de 3 mil pessoas caminharam no fim da tarde desta terça-feira (22) ao lado da chapa majoritária da […]
O que era para ser uma simples visita ao comércio do Cabo de Santo Agostinho virou um dos mais empolgantes atos da campanha de Armando Monteiro (PTB) rumo ao governo do Estado, segundo nota ao blog.
Cerca de 3 mil pessoas caminharam no fim da tarde desta terça-feira (22) ao lado da chapa majoritária da coligação Pernambuco Vai Mais Longe pelas ruas do Centro da cidade da Região Metropolitana. Ao lado de Paulo Rubem (vice), João Paulo (senador) e dos candidatos a deputado federal e estadual, Armando conversou com as pessoas, recebeu abraços calorosos, palavras de incentivo, e empolgou a militância.
O trajeto, de pouco mais de 800 metros foi percorrido pelos candidatos em cerca de 40 minutos, embalados pelo jingle de campanha. Apesar do horário, perto do fim do expediente, os cabenses fizeram questão de esperar a passagem de Armando, Paulo Rubem e João Paulo, que foram ciceroneados pelo prefeito Vado da Farmácia, mais um integrante do PSB a apoiar o petebista.
O prefeito Vado da Farmácia salientou que não esperava tanta gente no evento. “Iríamos fazer somente uma visita, mas começamos com o pé direito. Não fui eu quem trouxe esse povo, Armando, mas foi esse povo que me trouxe até você”, explicou Vado, justificando a opção por apoiar o candidato do PTB.
Armando agradeceu o apoio de Vado e lembrou que, no governo do Estado, vai trabalhar em conjunto com a Prefeitura do Cabo. “Você nadou contra a corrente, Vado. Você foi contra esse sistema de forças que está cooptando prefeitos ao lhe oferecer vantagens de forma sorrateira. Você caminhou junto com o povo e eu sou devedor de um gesto seu”, destacou o petebista..
Por Magno Martins, jornalista Em 1993, com prefácio do então governador do Ceará, Ciro Gomes, lancei meu primeiro livro com o título ‘O Nordeste que deu certo’. Mostrei o potencial e as vocações distintas dos nove Estados, numa saga de 10 mil km percorridos. Hoje me chega a notícia de que uma escola pública do Nordeste […]
Em 1993, com prefácio do então governador do Ceará, Ciro Gomes, lancei meu primeiro livro com o título ‘O Nordeste que deu certo’. Mostrei o potencial e as vocações distintas dos nove Estados, numa saga de 10 mil km percorridos.
Hoje me chega a notícia de que uma escola pública do Nordeste está concorrendo a um prêmio de melhor do mundo em ensino médio em tempo Integral. Trata-se da escola Joaquim Bastos Gonçalves, de Carnaubal, no Ceará. É finalista do World’s Best School Prizes. Tem chances de ganhar US$ 50 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 250 mil.
Os exemplos do Nordeste promissor, que a mídia infelizmente só enxerga pelo viés da seca e dos políticos inescrupulosos, vão muito além. Em Serra Talhada, o médico Breno Ferraz aparece entre os melhores urologistas do Nordeste, craque em cirurgia na sua área.
Sua clínica, o Centro Médico Breno Ferraz, no centro da cidade, já com 15 anos, virou referência em excelência no País. É isso não é orgulho nordestino, mas algo que o Brasil comemora. Afinal, não é fácil se firmar, criar conceito e se destacar numa região tão discriminada e esquecida.
Também na mesma Serra Talhada, terra de Lampião, Agamenon Magalhães e Inocêncio Oliveira, o hospital São Vicente ganhou o selo top no Nordeste, sob o comando do médico anestesista Clóvis Carvalho, que faz dobradinha em cirurgias com o doutor Breno.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Senadores que integram a CPI da Pandemia consideraram irresponsável a divulgação, como se fosse um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de documento privado elaborado por um auditor do órgão, Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques. O texto — “inconclusivo, superficial e bem embrionário”, nas palavras do auditor — questionava […]
Senadores que integram a CPI da Pandemia consideraram irresponsável a divulgação, como se fosse um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de documento privado elaborado por um auditor do órgão, Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques. O texto — “inconclusivo, superficial e bem embrionário”, nas palavras do auditor — questionava o número de mortes por covid-19 no Brasil e foi enviado ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que o divulgou.
Ouvido pela comissão de inquérito nesta terça-feira (17), Marques disse que, em 31 de maio, disponibilizou o documento privado na plataforma de trabalho Microsoft Teams, e não no sistema processual do TCU. Ele afirmou, no entanto, que comentou sobre seu trabalho com seu pai no dia 6 de junho, por meio do aplicativo de conversas WhatsApp. Este, por sua vez, o teria encaminhado para o chefe do Poder Executivo. No dia seguinte, 7 de junho, Bolsonaro mencionou o texto de Marques, que logo se espalhou pelas redes sociais, como sendo um relatório do TCU.
O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse que, além de conter informações erradas, o relatório de Alexandre Marques também teria sido falsificado na Presidência da República para divulgação na internet.
O depoente disse ter ficado indignado com o discurso de Bolsonaro, considerando a declaração “totalmente irresponsável” ao atribuir ao TCU a responsabilidade por um documento que não era oficial. Alexandre disse que compartilhou o documento apenas na forma de uma conversa entre pai e filho falando sobre um tema trabalhado naquela semana.
— Não era uma instrução processual, não era nada do Tribunal de Contas da União. Achei irresponsável vincular o nome do TCU a duas páginas não conclusivas — afirmou o depoente, que reconheceu ter sido indicado para uma diretoria do BNDES, não tendo sido, no entanto, cedido pelo tribunal — disse Marques.
Para a senadora Simone Tebet (MDB-MS), o documento e sua divulgação configuram a “digital de vários crimes”. A senadora afirmou que Bolsonaro cometeu crime comum e crime de responsabilidade ao tornar público documento claramente manipulado, atribuindo-o ao Tribunal de Contas da União. O objetivo seria minimizar a pandemia. Ainda para a senadora, é preciso identificar quem, na equipe presidencial, teria inserido no texto de Marques o nome do TCU.
— Agora temos a digital, a materialidade dos crimes cometidos — disse Simone Tebet, observando ainda que o auditor não ouviu médicos nem o IBGE sobre os números da pandemia e tentou imputar sua própria tese à realidade. Ela também apontou que a tabela de Marques não continha nenhuma consistência técnica do ponto de vista dos dados estatísticos.
“Bajulação”
Presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM) questionou as intenções de Marques ao elaborar o estudo que, segundo o auditor do TCU, seria um compilado de informações públicas em formato word, com dados retirados do Portal da Transparência de Registro Civil, sem cabeçalho ou timbre do tribunal.
Aziz considerou irresponsável que um documento, sem caráter de oficialidade, tenha sido enviado ao presidente da República e disse que as atitudes de Marques e do pai dele foram um desserviço à sociedade.
— O nome disso é bajulação, querer prestar serviço sem confirmar se aquele documento é verdadeiro ou não. Teu pai bajulando o presidente. Eu queria ver essa conversa [entre o coronel e o presidente]. Devem ter aberto um champanhe. Até parece que a dor intransferível foi festejada. Há irresponsabilidade dos três. Você, por fazer um documento com números que parecem brincadeira, passando para seu pai que, imediatamente, de um dia para o outro, repassa ao presidente — criticou.
O material elaborado por Alexandre Marques foi usado por Bolsonaro em discursos nas redes sociais, levando o TCU a desmentir as informações de imediato. Em seguida, o presidente da República admitiu que o documento que divulgara não era um relatório feito pelo tribunal.
Apesar de negar que tenha qualquer relação com a família Bolsonaro, Alexandre Marques reconheceu que seu pai, Ricardo Marques, foi colega de Bolsonaro na Academia Militar das Agulhas Negras e que trabalharam juntos no Exército.
Na opinião do vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), as informações prestadas por Alexandre Marques demonstram uma “obsessão macabra” do governo para minimizar e esconder o número de mortes pela pandemia de coronavírus no país.
Segundo o parlamentar, campanhas da Secretaria de Comunicação da Presidência tinha objetivo de subestimar os dados sobre os óbitos. Randolfe exibiu vídeo no qual o próprio Bolsonaro, em transmissão pelas redes sociais em 1.º de julho, reconhece que editou a tabela do documento feito pelo auditor do TCU.
— Uma busca insensata para obscurecer, esconder o número de brasileiros mortos, quando se, ao invés disso, o mais importante não fosse combater a pandemia. Chega a ser uma obsessão macabra e uma obsessão que vem de antes, conforme podemos ver. Presidente chegou ao ponto de incentivar as pessoas a invadir hospitais, ou seja, não bastasse os que estavam lá internados, incentivar outras pessoas a se submeterem ao risco de mais contaminação — declarou o senador.
Os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Fabiano Contarato (Rede-ES) defenderam a quebra de sigilo telefônico do pai do auditor, o coronel da reserva Ricardo Marques.
Alterações
O senador Marcos Rogério (DEM-RO) negou que o documento de Marques tenha sido adulterado pelo presidente da República. Ele obteve do depoente a confirmação de que as únicas alterações em seu documento em relação ao apresentado por Jair Bolsonaro foram os grifos no texto e o acréscimo de um cabeçalho com o nome do Tribunal de Contas da União.
— Se erros aconteceram vamos apurar, na medida da culpa de cada um. Eu não estou aqui para dizer que o presidente acertou 100%. Não. Mas talvez a CPI erre mais, por fazer uma investigação seletiva — disse o senador, segundo o qual governadores, prefeitos e Poder Executivo erraram na condução da pandemia por serem “humanos e falíveis”, mas a comissão de inquérito tem sido omissa nas apurações sobre responsabilidades. Para ele, há suspeitas graves de corrupção e desvios de recursos nos estados que os senadores se recusariam a investigar.
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, defendeu a conduta de Alexandre Marques e disse que o documento elaborado pelo auditor do TCU é “expediente comum nas Cortes de Contas”.
O parlamentar afirmou que a Controladoria-Geral da União (CGU) está conduzindo uma auditoria formal a fim de investigar a possível “super estimativa” de mortes por coronavírus, “mesmo objeto de estudo do auditor ouvido pela CPI”. Ainda segundo Fernando Bezerra, lugares como o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, verificaram super notificação de óbitos por coronavírus em pelo menos 25%. Ele disse que outros estudos brasileiros, feitos por economistas e matemáticos em 2020, também contestam os números da covid-19 no país.
— Foram amplamente divulgados pela mídia, ao longo da pandemia, prováveis equívocos de notificação. E, finalmente, existe o Acordão 2.817 do Tribunal de Contas da União, que dispõe expressamente, no item 9.5.2: “utilizar a incidência de covid-19 como critério para transferência de recursos, com base em dados declarados pelas secretarias estaduais de Saúde, pode incentivar a supernotificação do número de casos da doença, devendo, na medida do possível, serem confirmados os dados apresentados pelos entes subnacionais” — afirmou Fernando Bezerra.
Ética
Já o senador Humberto Costa (PT-PE) observou que o Código de Ética do TCU prevê a obrigação de neutralidade dos servidores no exercício profissional em relação a influências político-partidárias.
O parlamentar avaliou que a ação de Alexandre Marques poderia ter colocado prefeitos e governadores em conflito com o governo federal, bloqueando medidas que impedissem a disseminação da pandemia.
E disse que o texto compartilhado pelo auditor, que responde a inquérito administrativo no âmbito do TCU, contribuiu para reforçar o discurso negacionista do presidente, “ainda que involuntariamente”.
— No meu estado, onde essa extrema direita primária não tem tanta força, muita gente teve dificuldade. Prefeitos, governadores tiveram dificuldade de implementar medidas preventivas para evitar a disseminação da covid-19, porque o negacionismo atrapalhava. O discurso era esse: ‘Não morreu tanta gente, é mentira; estão dizendo que morreu tanta gente para receber mais dinheiro do governo federal; querem quebrar o país para prejudicar o presidente Bolsonaro’ — disse.
Em resposta à senadora Leila Barros (Cidadania-DF), Alexandre Marques disse não acreditar que as responsabilidades sobre a gestão da pandemia sejam exclusivas de governadores e prefeitos.
O auditor declarou que a intenção dele, ao preparar o arquivo, foi gerar um debate sobre possíveis inconsistências referentes aos repasses de recursos da União para os entes federados controlarem a crise.
Marques afirmou que foi pego de surpresa com a divulgação do documento por Bolsonaro e que, em conversa com o pai, ressaltou ter sido um equívoco atrelá-lo a um posicionamento oficial do TCU.
— Ele não me falou que compartilharia o documento. Discordo [se tratar de conduta grave] porque os dados eram públicos e não eram uma linha de investigação que fazia parte do escopo do trabalho. Meu pai disse ter entendido que se tratava de algo oficial do tribunal e que já seria informação pública — declarou. As informações são da Agência Senado.
Do blog da Folha O bloco PP e PR se reúne, na próxima segunda-feira (23), no Recife, para escolher quem será o candidato progressista à Presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Os deputados estaduais Cleiton Collins, presidente em exercício, e Eriberto Medeiros disputam a preferência. O grupo anunciará candidatura única e aposta na proporcionalidade […]
O bloco PP e PR se reúne, na próxima segunda-feira (23), no Recife, para escolher quem será o candidato progressista à Presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Os deputados estaduais Cleiton Collins, presidente em exercício, e Eriberto Medeiros disputam a preferência. O grupo anunciará candidatura única e aposta na proporcionalidade partidária para assumir o mandato tampão – até janeiro de 2019.
Candidato à reeleição, Collins possui a preferência do presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte, enquanto Medeiros, que disputará uma vaga na Câmara dos Deputados, tem a simpatia da maioria dos parlamentares da Casa. “Estou trabalhando dentro da Alepe e do partido para manter a harmonia e a proporcionalidade da Casa”, disse Collins. Medeiros, que também é do PP, não atendeu aos contatos da reportagem.
Com 14 deputados do PP e dois do PR, o bloco possui 16 representantes. O PSB tem 12 parlamentares. Os socialistas devem votar com o candidato progressista, embora haja resistência de alguns deputados do partido em apoiar o PP. Há desconforto com o modus operandi do aliado.
Do Blog Cauê Rodrigues, com foto melhorada por IA Quem viveu os anos 90 e acompanhava a programação da antiga Rádio Pajeú de Educação Popular Ltda. AM, de Afogados da Ingazeira, certamente se lembra de uma geração de jovens apaixonados pelo rádio que começava a escrever sua história ao lado de profissionais já consagrados da comunicação […]
Quem viveu os anos 90 e acompanhava a programação da antiga Rádio Pajeú de Educação Popular Ltda. AM, de Afogados da Ingazeira, certamente se lembra de uma geração de jovens apaixonados pelo rádio que começava a escrever sua história ao lado de profissionais já consagrados da comunicação pajeuzeira.
Na foto, um verdadeiro registro histórico reúne nomes que marcaram e continuam marcando o jornalismo e o rádio regional: Tony Medeiros, Nill Júnior, Cauê Rodrigues e Alysson Thiago.
Naquela época, ainda adolescentes, Nill Júnior, Cauê Rodrigues e Alysson Thiago davam os primeiros passos na comunicação, dividindo espaço com comunicadores experientes que serviam de inspiração para quem sonhava em viver dos microfones como Celso Brandão e Anchieta Santos.
Tony Medeiros, vindo da região do Silvestre, já era uma peça fundamental da emissora. Responsável pela operação da mesa de som de praticamente toda a programação, tornou-se uma das figuras mais respeitadas dos bastidores do rádio, função que exerce até hoje, somando mais de cinco décadas de dedicação à comunicação.
Nascido em Brasília, Nill Júnior também passou a integrar o elenco da Rádio Pajeú, iniciando uma trajetória de muito sucesso. Com talento e dedicação, conquistou novos espaços, apresentou diversos programas, assumiu por muitos anos a direção da emissora e participou do processo de modernização que levou a rádio da frequência AM para a FM. Atualmente, continua na emissora, participa de outras rádios da região e administra o portal de notícias que leva seu nome, consolidado como uma das principais referências do jornalismo no Sertão do Pajeú.
Já Cauê Rodrigues havia conquistado sua oportunidade após ser aprovado em dois testes para comandar os programas esportivos Bola na Rede e Esportes no Ar. Posteriormente, passou a dividir a apresentação das atrações esportivas com Nill Júnior e, em diversas ocasiões, também ao lado de Aldo Vidal. A rotina exigia esforço: todos os dias saía de Carnaíba rumo a Afogados da Ingazeira para cumprir sua jornada na emissora.
Pouco tempo depois, a morte de seu pai, Josa Rodrigues, mudou os rumos da sua vida. Aos 16 anos, mudou-se para São Paulo, onde trabalhou na Rádio Digital FM, do comunicador Osmar Mazieiro. Também integrou equipes de produção de importantes programas da televisão brasileira, como o extinto Casos de Família, apresentado por Regina Volpato no SBT, e posteriormente o programa Márcia, da TV Bandeirantes, comandado por Márcia Goldschmidt.
Após cerca de duas décadas em São Paulo, Cauê retornou a Carnaíba. Atuou na Secretaria Municipal de Cultura e Esportes durante a gestão do ex-prefeito Anchieta Patriota e seguiu investindo na comunicação. Atualmente é editor do Blog do Cauê Rodrigues, repórter do programa A Hora das Broncas, da Rádio Afogados FM, além de exercer a função de diretor de programação da Rádio Quixaba FM.
Outra grande revelação daquela geração foi Alysson Thiago. Chegou discretamente à Rádio Pajeú para substituir Celso Brandão durante um período de férias no tradicional programa Tarde Total. O desempenho chamou a atenção do então diretor Rogério Menezes, que rapidamente lhe confiou a apresentação de um programa nas manhãs da emissora.
Com o passar dos anos, Alysson seguiu outro caminho profissional ao assumir a função de Agente Comunitário de Saúde, mas nunca abandonou a paixão pelo rádio e pelo jornalismo. Hoje também mantém um blog de notícias que leva seu nome, permanecendo ativo na comunicação regional.
O tempo passou, mas a paixão continua
Décadas depois, muita coisa mudou. Os cabelos dos meninos ficaram brancos, algumas rugas surgiram e novas tecnologias transformaram a forma de fazer rádio e jornalismo. No entanto, o compromisso com a comunicação permaneceu intacto.
A fotografia representa muito mais do que um simples registro do passado. Ela eterniza o início da trajetória de profissionais que ajudaram a contar a história do Pajeú e que continuam contribuindo diariamente para informar a população.
É a prova de que grandes carreiras começam com sonhos, dedicação e oportunidades — e que o rádio, mesmo diante das transformações da comunicação, continua formando talentos e construindo histórias que atravessam gerações.
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