Serra: Presidente da Câmara diz que projeto sobre reajuste dos professores ainda vai às Comissões
O presidente da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, Ronaldo de Dja, acaba de confirmar na sessão transmitida pela Cultura FM que o projeto que trata do reajuste dos professores não será votado na próxima terça-feira.
Segundo ele, na quinta da semana que vem o projeto vai para as comissões para análise. O Presidente garantiu que ele será discutido com a categoria e com o governo.
O projeto criou um ponto de fissura entre a gestão Márcia Conrado e as categorias que representam os professores. Sexta, a prefeita Márcia Conrado enviou à Câmara o Projeto de Lei Complementar Nº 017/2022 referente ao cumprimento do Piso Nacional do Magistério de 2022.
De acordo com o Projeto de Lei, será aplicado o piso nacional como início de carreira, com revisão dos percentuais de progressão de carreira, que de acordo com o tempo e titulação, passará a respeitar os índices de 1,5% a cada cinco anos e 3,5% por titulação. A expectativa da gestão é que o reajuste seja efetuado já neste mês de abril, bem como seja iniciado o pagamento dos retroativos a janeiro, que serão pagos parceladamente.
Mas segundo a Associação dos Professores de Serra Talhada (Aprost), a proposta da prefeita não atende às expectativas da categoria e ainda mexe no Plano de Cargos e Carreiras (PCC), retirando direitos já adquiridos. O Sindicato dos Professores de Serra Talhada (Sintest) também se pronunciou em extensa nota, dizendo que o projeto, que chamou de “aberração”, foi enviado enquanto a categoria preparava uma contra proposta.



O prefeito Irlando Parabólicas de Santa Cruz da Baixa Verde, almoçou nesta quinta-feira (29), com os ministros Rogério Marinho do Desenvolvimento Regional e Gilson Machado Neto do Turismo.
O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou na tarde desta quarta-feira (4) que julgará nesta quinta-feira (5) o pedido de afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A ação foi protocolada na Corte pela da Rede Sustentabilidade e está sob a relatoria do ministro Marco Aurélio Mello.















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