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Serra: prefeito comemora posição em índice Firjan

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Serra Talhada comemorou em nota a posição no Índice Firjan de Gestão Fiscal – IFGF, com o segundo lugar no Pajeú, como cidade com melhor equilíbrio fiscal em 2018, com índice 0.5125.

O IFGF é um dos índices mais sérios para identificar como está o equilíbrio fiscal dos municípios brasileiros. O estudo traz à luz os principais desafios para a gestão municipal e propõe soluções para os gargalos estruturais que não podem mais ser adiados.

Em 2012, Serra Talhada estava em 89° lugar em todo o Estado de Pernambuco. Em 6 anos, o município se reergueu, mesmo diante da enorme crise que assola o país, e subiu para a 18ª posição no ranking estadual.

Para o prefeito Luciano Duque, o município um salto espetacular nos índices. “Isso só mostra que nossa gestão tem se pautado no respeito, cuidado e compromisso com as pessoas da nossa terra, aplicando de forma responsável as receitas arrecadadas e, com isso, estamos mudando a matriz econômica da nossa terra”, afirma o prefeito Luciano Duque.

Índice Firjan de Gestão Fiscal – IFGF: o IFGF faz referência a 2018 e avalia as contas de 5.337 municípios, onde vive 97,8% da população brasileira, e é construído a partir dos resultados fiscais oficiais, declarados pelas próprias prefeituras.

Composto por quatro indicadores: IFGF Autonomia, IFGF Gastos com Pessoal, IFGF Liquidez e IFGF Investimentos, o índice mostra uma leitura dos resultados bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próxima de 1 melhor a gestão fiscal do município. Serra Talhada, se posiciona em segundo lugar na região do Pajeú, com 0,5125 e 18ª na posição estadual. Já no plano nacional, ocupa o 2205º lugar.

Outras Notícias

Flores comemora resultado do SAEPE

O Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco – SAEPE atestou pontos positivos e uma constante evolução no município de Flores  com relação aos últimos anos de 2015 e 2016, segundo nota ao blog. Flores obteve médias que superaram a média estadual e um percentual maior de alunos no nível exigido e desejado pelo […]

Professores de Flores

O Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco – SAEPE atestou pontos positivos e uma constante evolução no município de Flores  com relação aos últimos anos de 2015 e 2016, segundo nota ao blog.

Flores obteve médias que superaram a média estadual e um percentual maior de alunos no nível exigido e desejado pelo SAEPE. Houve também um crescimento de 5 pontos nos resultados dos anos finais do ensino fundamental.

A Gestão Municipal comemorou os resultados positivos atestados pelo SAEPE certificando todos os profissionais da terra que contribuíram para alçar Flores aos bons índices informados pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco.

“Que a gente tenha mais avanço no SAEPE de 2018, já que, o resultado de 2017 foi excelente em relação ao de 2016”, comemorou a secretaria de educação Graciete Braga. Em nota, o prefeito Marconi Santana parabenizou a equipe.

NJTV: Poetas do Pajeú emprestam seu talento para o combate à Covid-19

Artistas do Pajeú em mosaico se uniram contra o coronavirus. O vídeo, que você assiste na NJTV, a TV do Blog, traz grandes nomes da poesia sertaneja reunidos. Em dois minutos e 50 segundos, o vídeo diz tudo o que a ciência vem tentando dizer a dias para enfrentamento da pandemia do novo século. De […]

Artistas do Pajeú em mosaico se uniram contra o coronavirus. O vídeo, que você assiste na NJTV, a TV do Blog, traz grandes nomes da poesia sertaneja reunidos. Em dois minutos e 50 segundos, o vídeo diz tudo o que a ciência vem tentando dizer a dias para enfrentamento da pandemia do novo século.

De uma tacada só, Thyelle Dias,  Vinicius Gregório, Francisca Araújo, Elenilda Amaral, Diomedes Mariano, Alexandre Morais, Isabella Ferreira, Zé Adalberto, Pedro Torres Filho, Genildo Santana, Dedé Monteiro, Lenelson Piancó, Dayne Lopes, Lima Júnior, Lucas Rafael, Manoel Cavalcanti e Henrique Brandão emprestam seu talento ao vídeo.

O vídeo é fechado com a mensagem de Mariana Veras, poetiza, mas que atua como enfermeira e está na linha de frente no combate à Covid-19: “se puder fique e, casa”.

Memória do blog: 13 de agosto de 2014, o dia que não terminou 

Há exatamente um ano, brasileiros olhavam para os portais de internet e viam em meio a tantas notícias uma sub-manchete narrando a queda de um helicóptero em Santos. Até então, um fato que nos levava a pensar nas vítimas, mas relativamente comum diante de notícias similares no nosso cotidiano. Cerca de uma hora depois, começava […]

Há exatamente um ano, brasileiros olhavam para os portais de internet e viam em meio a tantas notícias uma sub-manchete narrando a queda de um helicóptero em Santos. Até então, um fato que nos levava a pensar nas vítimas, mas relativamente comum diante de notícias similares no nosso cotidiano.

Cerca de uma hora depois, começava o rebuliço nas redações de tevês, rádios, internet e jornais do país. Não era helicóptero e dentro da aeronave estava o presidenciável Eduardo Campos mais assessores de sua campanha, piloto e có-piloto.

Quis o destino que o episódio ocorresse horas depois da primeira grande aparição pública de Eduardo como candidato a Presidente, naquele JN que ficou marcado pela frase que estamparia camisas em sua homenagem: “não vamos desistir do Brasil”.

Lembro como hoje como recebi a notícia, verdadeiramente impactante quando todos lembram onde estavam quando ela chegou. No meu caso, me preparava para ir a Carnaíba, onde haveria uma transmissão esportiva, a serviço da Rádio Pajeú. Joselita Amador, da nossa equipe, informava que a Record dava a notícia de que Eduardo estava no avião.

Eram 12h35 e de imediato liguei para a Pajeú de casa mesmo para um plantão.  É isso que faz o meio rádio tão fantástico. Nenhuma outra plataforma prenderia o ouvinte improvisando dadas as circunstâncias.

Do telefone, transmitia as sonoras e narração que via nas redes de tv pagas e abertas. Com laptop acompanhava as atualizações do fato e ia intercalando a transmissão com meus comentários sobre o episódio.

Quinze minutos depois, a confirmação da morte de Eduardo e de todos os ocupantes da aeronave. Dissipava-se entretanto a notícia da presença da esposa Renata e do filho Miguel no vôo.

Não pensei duas vezes: voltei pro estúdio e a partir dali iniciamos uma cobertura diferente de tantas outras. Mesmo que de forma trágica, a história estava passando na frente dos nossos olhos. Descrevê-la, narrá-lá, era um misto de perplexidade e de exercício de sua missão em um momento em que ela deixou de ser apenas importante: era imprescindível para a sociedade.

Nesses fatos, você não vê o tempo passar. Outro desafio era em um episódio envolvendo alguém tão intenso e de fato diferenciado como Eduardo, ser profissional, não se deixar envolver pela comoção popular. Basta dizer que naquele dia, não havia divisão entre os que gostavam ou não do ex-governador: todos estavam de alguma forma chocados. Hoje, um ano depois, não sei responder se consegui. O que tenho como lembrança é que me permiti contagiar como jornalista pelo ser humano na crônica  sobre a relação de Eduardo e Arraes com Afogados e o Sertão. No mais, tentei descrever os fatos e deixar que a emoção ficassem para os relatos de quem era colocado no ar na Pajeú ou enviava notas de pesar à redação do blog.

Naqueles dias de agosto, cheguei a imaginar que a intensa cobertura da morte de Eduardo terminaria no domingo de seu sepultamento, quatro dias depois. Ingenuidade ou devaneio momentâneo, fruto do cansaço daquela jornada.

Hoje, faz um ano que eu era um dos profissionais a anunciar a morte de Eduardo Campos. Hoje, aquele 13 de agosto de 2014 ainda não acabou…

Relembre abaixo o plantão da Pajeú naquele 13 de agosto:

 

Clique aqui e veja arquivo de agosto de 2014 no blog, a partir do registro de imagens do sepultamento de Eduardo Campos:

Clique na imagem abaixo e veja a nota que anunciou a morte de Eduardo Campos

Morre Eduardo Campos

Câmara se divide sobre votar Previdência nesta terça

Ludmylla Rocha/Poder 360 Ainda não houve acordo sobre quando começará a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou ao chegar no Congresso que pretende iniciá-la ainda nesta 3ª feira (9.jul.2019). Para diminuir a obstrução (manobras regimentais utilizadas para atrasar votações) da oposição, porém, boa parte dos deputados […]

Foto: TV Câmara/Reprodução

Ludmylla Rocha/Poder 360

Ainda não houve acordo sobre quando começará a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou ao chegar no Congresso que pretende iniciá-la ainda nesta 3ª feira (9.jul.2019).

Para diminuir a obstrução (manobras regimentais utilizadas para atrasar votações) da oposição, porém, boa parte dos deputados defende que as sessões desta 3ª feira sejam apenas de debate e a votação começasse na 4ª feira (10.jul.2019) às 9h.

“Se houver o acordo, começará amanhã. Se não houver acordo, nós vamos vencer os requerimentos da obstrução e já começar a votação no dia de hoje”, disse o líder da maioria, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), depois de uma reunião entre líderes partidários.

O líder da Oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), afirma, porém, que a proposta de adiamento se deve à falta de votos para aprovar o texto –são necessários ao menos 308 votos. “O governo blefa, diz que tem votos, mas não tem, por isso, nós vamos avaliar se não é o caso de apresentarmos a obstrução e testarmos os votos do governo ainda no dia de hoje”, disse.

Ribeiro nega. Diz que “é muito mais racional e muito mais saudável para o país em vez de perder tempo com a obstrução fazer 1 amplo debate do tema”. Ao ser questionado se este acordo não põe em risco o cronograma de Maia, que pretende votar o texto em 2 turnos ainda esta semana, “vamos vencer 1º o dia de hoje e depois a gente fala de amanhã. Vencendo o 1º turno, no 2º tem uma limitação –ela é mais rápida porque só cabe destaque supressivo– então nós temos que fazer essa avaliação”.

Ele insiste, porém, que a tentativa é “vencer o tema essa semana”. Caso não ocorra, ele afirmou que os líderes partidários vão voltar a se reunir para definir 1 novo calendário.

Por tratar-se de PEC (Proposta de Emenda Constitucional), a reforma da Previdência precisará de ao menos 308 votos dos 513 deputados, em 2 turnos de votação. A votação no plenário é nominal, com o registro no sistema eletrônico. Entre os 2 turnos, é preciso esperar 1 intervalo de 5 sessões.

Há, porém, a possibilidade de que uma PEC seja votada em 2 turnos no mesmo dia, desde que seja votada uma “quebra de interstício”, ou seja, a redução do tempo de intervalo previsto. Entenda a tramitação aqui.

De olho em vaga na Alepe, presidente da FETAPE cumpre agenda no Sertão

Por André Luis com informações de Marconi Pereira O presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Pernambuco – FETAPE, Doriel Barros tem cumprido extensa agenda nos últimos dias, incluindo a região do Pajeú no roteiro. Após participar do segundo dia do Encontro Estadual de Vereadores do PT, em Serra […]

Foto: Facebook Doriel Barros/Divulgação

Por André Luis com informações de Marconi Pereira

O presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Pernambuco – FETAPE, Doriel Barros tem cumprido extensa agenda nos últimos dias, incluindo a região do Pajeú no roteiro.

Após participar do segundo dia do Encontro Estadual de Vereadores do PT, em Serra Talhada, no último dia 21 e neste domingo (22) ter participado do Encontro de Agricultores Familiares, no Sítio Pamonha, em Exu, Doriel vai estar nesta terça-feira (24) em Flores, onde participa de reunião com lideres comunitários no Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município, a partir das 10h.

A agenda, que passará por todo o polo Sertão Central, faz parte de um projeto político de Doriel, interessado em ocupar a lacuna deixada por Manoel Santos. Ele deverá fazer dobradinha com Carlos Veras, Presidente  Estadual da CUT, que deverá ser candidato a Federal.