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Presidente da Comissão de Prefeitas da FNP, Márcia Conrado destaca protagonismo feminino durante evento no Rio de Janeiro

Por Nill Júnior

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, participou nesta segunda-feira (18) da segunda edição do “Elas Governam”, iniciativa realizada pela Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) voltada ao fortalecimento da presença feminina na gestão pública municipal. O encontro reuniu prefeitas, vice-prefeitas e secretárias municipais de diversas regiões do país em uma agenda de debates sobre enfrentamento ao feminicídio, políticas públicas para as mulheres e o protagonismo feminino nos espaços de decisão.

Vice-presidente de Políticas de Gênero da FNP e presidente da Comissão de Prefeitas da entidade, Márcia Conrado foi uma das articuladoras do projeto. A programação desta edição também contou com a cerimônia simbólica de posse da diretoria do Fórum Nacional de Gestoras Municipais de Políticas para Mulheres.

Além dos debates, o encontro reforçou a construção de uma articulação nacional entre mulheres que ocupam cargos de liderança nos municípios. “Quando mulheres se unem para trocar experiências e construir soluções, quem ganha são os municípios e toda a população. Precisamos ampliar cada vez mais esses espaços de diálogo e fortalecimento feminino na gestão pública”, enfatizou Márcia Conrado.

Durante o evento, a prefeita destacou o crescimento da iniciativa e a necessidade de ampliar o debate sobre a participação feminina na política e na gestão pública. “Desde que assumimos esse trabalho na FNP, criamos o ‘Elas Governam’ com o objetivo de fortalecer a atuação das mulheres na administração municipal. A primeira edição, em Campo Grande, aconteceu em apenas um dia, mas foram tantos temas importantes debatidos que nesta segunda edição tivemos que ampliar a programação para dois dias. Isso mostra a força e a necessidade desse espaço”, concluiu Conrado.

Outras Notícias

Paraná Pesquisas: Marília 31,5%, Raquel 14,3%, Anderson 13,6%, Miguel 12,2% e Danilo, 7,5%

A pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Paraná Pesquisas revela as intenções de voto para Governador de Pernambuco nas Eleições 2022. Marília Arraes (Solidariedade) aparece na liderança, com 31,5%. Em comparação com a última pesquisa realizada pelo Instituto Paraná, divulgada em julho, a ex-petista subiu 1,5%, se mantendo na primeira posição. Neste cenário, […]

A pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Paraná Pesquisas revela as intenções de voto para Governador de Pernambuco nas Eleições 2022. Marília Arraes (Solidariedade) aparece na liderança, com 31,5%.

Em comparação com a última pesquisa realizada pelo Instituto Paraná, divulgada em julho, a ex-petista subiu 1,5%, se mantendo na primeira posição. Neste cenário, o pleito seria definido em segundo turno.

A disputa pela segunda vaga do segundo turno, por sua vez, segue incerta. De acordo com os números da pesquisa, três candidatos aparecem empatados na margem de erro, que é de 2,6 pontos percentuais.

Raquel Lyra, PSDB, aparece na segunda posição, com 14,3%. Anderson Ferreira, do Partido Liberal, acumulou 13,6%. Miguel Coelho, do União Brasil, ficou em quarto, com 12,2%. Todos eles se mantiveram na mesma posição da última pesquisa do Instituto Paraná.

Danilo Cabral, do PSB, manteve a mesma pontuação do último questionário: 7,5%, também permanecendo na quinta posição da lista — na margem de erro, ele empata com Miguel Coelho em quarto. Demais candidatos não acumularam 1%.

Brancos e nulos somaram 11,4%. Outros 6,7% afirmaram não saber em quem votar, ou não responderam à pergunta. A pesquisa do Instituto Paraná entrevistou presencialmente 1.541 eleitores entre os dias 7 e 11 de agosto de 2022, em cinco mesoregiões de Pernambuco. A pesquisa está registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/22.

Serra: vereador diz que Deputados que aportam emendas ficam com a “oinha” deles

Nesta terça-feira (23), o vereador Manuel Enfermeiro, do PT,  comentou a fala do Vereador Vandinho da Saúde sobre as emendas que os deputados destinam para os municípios. Manuel entretanto surpreendeu ao afirmar que as emendas federais “não saem de graça”. Sem citar nomes, mas dizendo que que isso envolve até seu partido, Manuel afirmou: “Todos […]

Nesta terça-feira (23), o vereador Manuel Enfermeiro, do PT,  comentou a fala do Vereador Vandinho da Saúde sobre as emendas que os deputados destinam para os municípios.

Manuel entretanto surpreendeu ao afirmar que as emendas federais “não saem de graça”.

Sem citar nomes, mas dizendo que que isso envolve até seu partido, Manuel afirmou: “Todos esses deputados do meu partido e do partido deles, não pensem que eles trazem emendas pra cá de graça não. Por trás eles recebem a oinha deles também”.

Oinha segundo o vocabulário do vereador é um dinheiro por fora, uma espécie de compensação.

E seguiu, sem conceder apartes: “quanto mais milhões, mais eles tem. Agora, eu parabenizo. Estou falando de todos os partidos. O vereador chega a cometer uma afronta aos princípios da boa administarção pública ao dizer que “todo parlamentar tem direito à oinha dele”.

E acusou, sem citar nomes: “tem até vereador que recebe. Então não vamos ser mentirosos não. Temo que é por tráz, toma o teu. Vamos dizer a verdade”, disse o vereador sincerão. Vandinho da Saúde garantiu que seu Deputado, Pastor Eurico, nunca recebeu nada de prefeito. “Agora se os outros recebem, problemas deles”.

Quebra de sigilo sobre MasterGate continua nas mãos de Mendonça, que só libera o que quiser

Não é “libera geral”, como muita gente imaginou Ontem à noite, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou a retirada do sigilo das investigações do caso Master que tramitam na Corte. Só que, primeiro, segundo o pedido do presidente, fica em sigilo o que não prejudicar as investigações para futuras operações […]

Não é “libera geral”, como muita gente imaginou

Ontem à noite, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou a retirada do sigilo das investigações do caso Master que tramitam na Corte.

Só que, primeiro, segundo o pedido do presidente, fica em sigilo o que não prejudicar as investigações para futuras operações sobre o caso.

Segundo, como relator, Mendonça é quem tem de por fim ao sigilo dos documentos envolvendo a investigação do caso Master. Por isso, o presidente do Supremo não determinou que se levante o sigilo, mas pediu que Mendonça o faça.

O define que parte do material deve seguir protegido, definindo a extensão do fim do sigilo. Ou seja, muito pouco ou quase nada muda.

Agora, sabe-se que Fachin e Mendonça combinaram a quebra seletiva, para dar uma falsa impressão de que a questão estava resolvida. Ele têm sido criticado por supostamente blindar Flávio Bolsonaro, que também apareceria nas investigações.

 

Marina acusa campanha petista de faltar com a ética

do Estadão Conteúdo Alvo de ataques em razão do posicionamento na votação sobre o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a candidata presidencial do PSB, Marina Silva, afirmou que integrantes da campanha do PT faltam com a ética e acusou a presidente Dilma Rousseff (PT) de desconhecer o processo legislativo. A polêmica em […]

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do Estadão Conteúdo

Alvo de ataques em razão do posicionamento na votação sobre o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a candidata presidencial do PSB, Marina Silva, afirmou que integrantes da campanha do PT faltam com a ética e acusou a presidente Dilma Rousseff (PT) de desconhecer o processo legislativo.

A polêmica em torno da votação da CPMF, conhecido como o imposto do cheque, vem sendo usada pela campanha Dilma nos debates e programas de TV nesta reta final da eleição. No debate realizado pela Rede Record no último domingo, a petista questionou o posicionamento de Marina na votação da CPMF realizada no Congresso Nacional em 1995. A ex-ministra do Meio Ambiente, que na época fazia parte da bancada do PT, afirma que votou a favor. Integrantes da campanha de Dilma alegam, porém, que os registros de votações do Senado mostram que a ex-senadora votou em 1995 contra a criação do imposto e, em 1999, também se opôs a sua prorrogação.

“Naquele contexto eu sugeri uma comissão mista do Congresso Nacional e propus que os recursos da CPMF, juntamente com a tributação sobre o tabaco, ajudasse a compor o fundo de combate à pobreza. No âmbito da comissão mista votamos favorável. Depois no Congresso, na votação em plenário, alteraram a nossa proposta reduziram os recursos à metade. O nosso voto contra foi na mudança ao mérito”, afirmou Marina após ser questionada pelo Broadcast Político no término do comício realizado na noite de ontem em Recife.

“O problema é que há uma cadeia de mentira e de difamações que o tempo todo é usada para, obviamente, desconstruir a minha imagem, a minha pessoa. Tem um objetivo de um marqueteiro, de um grupo que já não se orienta mais pela ética”, acrescentou.

A candidata também considerou que a presidente Dilma desconhece o processo legislativo e em razão disso é alvo dos ataques. “Obviamente uma pessoa como a Dilma, que nunca foi vereadora, deputada, teve qualquer mandato político tem uma certa dificuldade de entender o trâmite legislativo de uma proposta. E obviamente os assessores, o marqueteiro constrói uma versão. Não seria ingênua de inventar uma coisa dessas sabendo que isso fica nos anais do Congresso”.

Marina comentou ainda a reação adversa do mercado financeiro com a tendência de alta de Dilma nas pesquisas. “E um momento em que a sociedade está apreensiva, imagina o que é continuar quatro anos das mesmas coisas que estão ai”, afirmou a candidata que também disparou contra a atual gestão da Petrobras. “O Pais com crescimento pífio de 0,9%. O pais vivendo uma situação difícil aonde uma empresa das mais respeitadas, que antes estava nas páginas cientificas, ligadas ao comércio, economia, agora está nas páginas policiais. Como é que as pessoas vão ficar animadas para manter tudo que está ai”. A passagem de Marina por Pernambuco foi a última antes de 5 de outubro e foi marcada pela lembrança a Eduardo Campos, morto em acidente aéreo no último dia 13 de agosto, e ataques ao PT.

Emídio Vasconcelos avalia ano e fala de perspectivas para 2018

O petista Emídio Vasconcelos é o convidado do Debate das Dez desta segunda (26) na Rádio Pajeú, para fazer uma avaliação do ano político em Afogados da Ingazeira, quando foi o candidato da oposição à Prefeitura municipal. Emídio obteve 2. 650 votos, ou 14,11% dos votos válidos, sendo derrotado pelo prefeito José Patriota, que alcançou […]

emidio-registro-12-08-16-600x400O petista Emídio Vasconcelos é o convidado do Debate das Dez desta segunda (26) na Rádio Pajeú, para fazer uma avaliação do ano político em Afogados da Ingazeira, quando foi o candidato da oposição à Prefeitura municipal.

Emídio obteve 2. 650 votos, ou 14,11% dos votos válidos, sendo derrotado pelo prefeito José Patriota, que alcançou 15.639 votos, ou 83,25%.

Emídio,  que fala em vitória política, também avalia o ano para o PT, sem dúvidas o de maior dificuldades para a legenda, que viu a queda de Dilma Rousef em abril e a prisão de parte de seus membros mais influentes, sob acusação de participação no esquema da Lava Jato.  O partido alimenta a possibilidade de Lula disputar a presidência em 2018.

O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9658-0554.