Sem ok de Pollyana Abreu, Guga antecipa candidato a vice em Sertânia
Por Nill Júnior
A escolha de Paulo Roberto como vice-prefeito de Sertânia, anunciada pelo ex-prefeito Guga Lins, está gerando um debate na oposição.
Isso porque a queixa é que foi um anúncio pessoal, sem ouvir o grupo, sem aval sequer da candidata a prefeita, Pollyanna Abreu.
A ausência de Pollyana Abreu, que concorre à prefeitura, também foi motivo de críticas, apontando a falta de organização e planejamento por parte da oposição. Nos bastidores, dizem que Pollyanna não gostou do gesto do ex-prefeito.
Prova disso é que nem abonou, muito menos compartilhou o anúncio em suas redes sociais.
Desde que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu uma cadeira no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma ferida de 15 anos atrás voltou a arder no Xingu. A aldeia Kamayurá, no centro da reserva indígena no norte de Mato Grosso, é o berço de Kajutiti […]
Desde que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu uma cadeira no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma ferida de 15 anos atrás voltou a arder no Xingu. A aldeia Kamayurá, no centro da reserva indígena no norte de Mato Grosso, é o berço de Kajutiti Lulu Kamayurá, de 20 anos. Damares a apresenta como sua filha adotiva. A adoção, porém, nunca foi formalizada legalmente. A condição em que a menina, então com 6 anos de idade, foi retirada da aldeia é motivo de polêmica entre os índios.
Lulu nasceu em 20 de maio de 1998, segundo seu registro. ÉPOCA foi ao Xingu ouvir dos kamayurás a história da menina que foi criada pela avó paterna, Tanumakaru, uma senhora de pele craquelada, cega de um olho. Eles afirmam que Damares levou a menina irregularmente da tribo. Alguns detalhes se perdem na memória dos índios, mas há um fio condutor que une o relato de todos eles. Lulu deixou a aldeia sob pretexto de fazer um tratamento dentário na cidade e nunca mais voltou. Contam que Damares e Márcia Suzuki, amiga e braço direito da ministra, se apresentaram como missionárias na aldeia. Disseram-se preocupadas com a saúde bucal da menina.
“Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó. Márcia levou na marra. Disse que ia mandar de volta, que quando entrasse de férias ia mandar aqui. Cadê?” Questionada sobre se sabia, no momento da partida de Lulu, que ela não mais retornaria, foi direta: “Nunca”.
A ministra Damares Alves procurou ÉPOCA quando a reportagem ainda estava no Xingu. Disse que estava “à disposição para responder às perguntas (…) sobre nossas crianças, sobre minha filha e sobre as famílias”. “Não temos nada a esconder. Mas insisto: tratem tudo com o olhar especial para estes povos, para as mães e crianças que sofrem”, afirmou, via WhatsApp.
Em Brasília, no entanto, ela se recusou a dar entrevista e respondeu apenas parcialmente a 14 questionamentos da revista. “Todos os direitos de Lulu Kamayurá foram observados. Nenhuma lei foi violada. A família biológica dela a visita regularmente. Tios, primos e irmãos que saíram com ela da aldeia residem em Brasília. Todos mantêm uma excelente relação afetiva.” Perguntamos por que Damares não devolveu a criança à aldeia após o tratamento. “Lulu Kamayurá já retornou à aldeia. Ela deixou o local com a família e jamais perdeu contato com seus parentes biológicos.” A questão sobre não ter adotado formalmente Lulu foi ignorada.
A assessoria de Damares diz que a ministra conheceu Lulu em Brasília, e não na aldeia, como dizem os índios.
Leia em ÉPOCA desta semana a reportagem completa sobre a saída de Lulu Kamayurá de sua aldeia no Xingu e a atuação da ministra Damares Alves em comunidades indígenas, a partir do relato de índios que vivem nesses lugares, de famílias atendidas que defendem esse trabalho, da Funai e de documentos de investigações.
Do Arcoverde Online A informação que circula nos grupos de notícias de Arcoverde, desde o final da noite desta segunda-feira (14) e madrugada desta terça-feira (15) é a de que o padre Airton Freire foi submetido, por volta das 20h, a procedimento cirúrgico, que teria duração média de 6 horas. Na última quinta-feira (10), o […]
A informação que circula nos grupos de notícias de Arcoverde, desde o final da noite desta segunda-feira (14) e madrugada desta terça-feira (15) é a de que o padre Airton Freire foi submetido, por volta das 20h, a procedimento cirúrgico, que teria duração média de 6 horas.
Na última quinta-feira (10), o médico Marcos Magalhães enviou nota ao Arcoverde Online confirmando que estava programada para o padre Airton uma cirurgia de alta complexidade e risco.
A notícia de que a cirurgia estaria sendo realizada surgiu em um grupo de apoiadores do sacerdote no WhatsApp. A partir deste, mensagens com pedidos de oração pelo sucesso do procedimento foram sendo compartilhados em outros grupos.
O Arcoverde Online já questionou ao Hospital Português e à assessoria do padre Airton sobre o assunto, mas devido ao horário avançado, ainda não obtivemos retorno. Atualizaremos a matéria assim que sejam enviadas as respostas.
HISTÓRICO – Em dezembro do ano passado, padre Airton também passou por uma cirurgia onde foi colocada uma prótese na artéria aorta.
Em novembro de 2022, o sacerdote foi internado no Hospital Português, após se sentir mal, foi quando identificou-se que ele precisava de cirurgia endovascular.
O procedimento foi realizado com sucesso, segundo a equipe médica e o religioso teve alta poucos dias depois.
Elimarcio Nascimento, conhecido por Marcinho, 34 anos, foi assassinado a facadas por seu colega de trabalho. Ele era do Sítio Varzinha. Matheus Silva, natural do sítio Brejinho de Tabira matou o colega com golpes de faca. Ainda não se sabe o que originou o crime. Segundo o Afogados Conectado, imagens nos grupos de WhatsApp mostram […]
Elimarcio Nascimento, conhecido por Marcinho, 34 anos, foi assassinado a facadas por seu colega de trabalho. Ele era do Sítio Varzinha.
Matheus Silva, natural do sítio Brejinho de Tabira matou o colega com golpes de faca. Ainda não se sabe o que originou o crime.
Segundo o Afogados Conectado, imagens nos grupos de WhatsApp mostram os dois companheiros de trabalho bebendo. Horas depois, houve a discussão que terminou com Matheus o surpreendendo com golpes de faca.
Os dois trabalhavam em Alagoas, onde ocorreu o crime. Os dois trabalhavam com uma equipe de Tabira que vendia quadros no Nordeste. A atividade é muito comum entre tabirenses.
De acordo com informações que chegaram sobre o crime, Matheus se entregou a polícia e confessou o assassinato do colega.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, assinou a renovação do termo de cooperação técnica e financeira celebrado entre o município de Iguaracy e o município de Ibimirim, para gestão compartilhada de destinação ao Aterro Sanitário dos Resíduos Sólidos. O município de Iguaracy foi pioneiro no Pajeú a obedecer o regulamento da Lei Nacional do Meio […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, assinou a renovação do termo de cooperação técnica e financeira celebrado entre o município de Iguaracy e o município de Ibimirim, para gestão compartilhada de destinação ao Aterro Sanitário dos Resíduos Sólidos.
O município de Iguaracy foi pioneiro no Pajeú a obedecer o regulamento da Lei Nacional do Meio Ambiente através da destinação correta dos resíduos.
Desde outubro de 2019 foi possível erradicar com os lixões no município. Com isso, Zeinha escapou dss multas que tem recaído sobre gestores por falta de um plano de resíduos sólidos.
“Fomos o primeiro município do Pajeú a acabar com o lixão. A gente renovou pois foi uma decisão acertada para a população do nosso município e para o governo”, disse o prefeito.
Confiança no trabalho das polícias e acolhimento pela rede de proteção tem feito atendimentos crescerem Por André Luis A delega titular da 13ª Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (13ª DEAM), Andreza Gregório, informou em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (7), que desde que a 13ª DEAM foi […]
Confiança no trabalho das polícias e acolhimento pela rede de proteção tem feito atendimentos crescerem
Por André Luis
A delega titular da 13ª Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (13ª DEAM), Andreza Gregório, informou em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (7), que desde que a 13ª DEAM foi inaugurada em Afogados da Ingazeira, em 2017, não houve registro de feminicídios na cidade.
Segundo Andreza, entre os fatores que ajudam a estatística, estão, além da tendência de cidade pacata, a rede de proteção às mulheres, a Patrulha Maria da Penha – criada pelo 23º BPM – e a rapidez no atendimento.
Por outro lado, a delegada revelou que o número de atendimentos vem subindo. “No primeiro ano da inauguração da delegacia, em 2017, foram 201 atendimento; em 2018, foram 318. Esse número caiu um pouco em 2019, quando realizamos 288 atendimento, mas voltou a subir em 2020, quando foram 353 e fechamos 2021 com 425 atendimentos”, revelou.
Andreza Gregório disse que a escalada no número de atendimento se dá por vários fatores, mas o principal é a confiança que uma delegacia especializada proporciona para as vítimas.
“Quando atendemos uma mulher que vive num relacionamento abusivo, ela conta pra outra que vive o mesmo o drama e a partir daí conseguimos levar a informação de que ela será acolhida. Isso faz com ela perca o medo. Porque muitas mulheres acham que se denunciar, o agressor vai ficar com mais raiva ainda e que a situação dela vai piorar, mas mostramos a elas que não é assim, que é importante denunciar para quebrar o ciclo de violência”, informou Andreza.
Véspera do Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta terça-feira (8), a delegada foi provocada a falar se havia o que comemorar. “Não diria que seja um dia de comemoração, mas sim de conscientização. Conquistamos muitas coisas até agora, mas é preciso seguir em frente. Não queremos ser mais que os homens. Na verdade, não somos menores, nem maiores, somos todos iguais”, destacou Andreza Gregório.
Finalmente, a delegada destacou a importância das mulheres denunciarem seus agressores e lembrou que existe uma rede de proteção que vai acolher e dar os encaminhamentos necessários para cada caso e convocou as mulheres a se ajudarem.
“Se você ouviu uma mulher pedindo por socorro, não precisa dar uma heroína e se meter no meio. Ligue pra gente, acione a Polícia Militar ou a 13ª DEAM”, pontuou.
O número de atendimento da 13ª Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher: (87) 9. 9807-2345.
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