Sem citar Carlos Evandro, Duque diz que herança ainda atrapalha gestão
Por Nill Júnior
Com reprodução de Júnior Campos
Na avaliação de 2015 para uma emissora de Rádio, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), adotou tom mais brando que em outra participação, na mesma emissora.
Duque, ao ser questionado sobre o pagamento dos servidores, se fecharia o exercício sem folhas a pagar, disse: “Vai ficar uma folha que está na planilha, da educação”.
Pontilhando a resposta, o chefe do executivo municipal, voltou a falar em precatórios, mas poupou criticas ao seu antecessor; o ex-prefeito Carlos Evandro (PSB); hoje seu adversário.
“Orçamento são 12 meses e isso é ruim. Foi o cenário que eu recebi Serra Talhada, eu tinha uma receita em 13, quando eu assumi recebi com um ano de débito, de despesas. Tive que fazer um sacrifício enorme e ainda repercute nas contas do município. Toda essa dinheirama que eu tive que gastar lá atrás. O que é comido não é lembrado”.
Ele defendeu o pagamento de débitos anteriores. “Nós não podemos governar, criando problema para sociedade. E você optar em não pagar fornecedor você cria um problema pra o futuro; passei esse período todinho pagando precatórios. Eu me orgulho muito de ter feito isso”.
Luciano não quis assumir os problemas com iluminação e mandou a população buscar a Celpe e o MP. “A Celpe nos entregou um parque de iluminação sucateado, quando ela assumiu o compromisso que entregaria este parque em pleno funcionamento, tem empurrado com a barriga. Nós assumimos um custo em torno de R$ 60 mil por mês. Não tínhamos despesa passamos a ter. É justo que eu pegue o dinheiro do imposto de Serra Talhada para pagar uma responsabilidade, que é da Celpe? A Celpe vem lesando o município, que nem respeita nem a prefeitura nem o consumidor”, cravou.
Surpreso. Foi assim que reagiu o Prefeito de Solidão Djalma Alves diante da notícia de que mesmo sem o seu apoio o vereador Antônio Bujão é o favorito para ser presidente da Câmara. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o prefeito disse que quem alguém distorceu a informação ao passa-la para a imprensa. […]
Surpreso. Foi assim que reagiu o Prefeito de Solidão Djalma Alves diante da notícia de que mesmo sem o seu apoio o vereador Antônio Bujão é o favorito para ser presidente da Câmara.
Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o prefeito disse que quem alguém distorceu a informação ao passa-la para a imprensa. “Quem decide chapa da câmara são os próprios vereadores. Por que apoiar outro nome se Antônio Bujão é do meu partido ?”– indagou.
Alves disse inclusive que o vereador Genivaldo Barros também está com Bujão. E continuou: “Tenho almoçado com Antônio Bujão, com Vitorino, e dizer algo diferente disso não passa de Picuinha da oposição. A chapa tem o meu apoio sim”.
O Prefeito de Solidão não deixou de alfinetar a vereadora de oposição Edleuza Godê. “A vereadora está na chapa pensando em aparecer”.
Provocado a falar sobre a ambulância da Prefeitura que recentemente transferiu um paciente para o Hospital de Afogados e por estar sem farol foi guiada por um outro carro, o prefeito confirmou a informação, mas negou que tenha sido o seu carro, pois já tinha feito uma viagem antes com o mesmo objetivo naquela noite.
Djalma admitiu o erro que não deverá ser repetido. Acrescentou que a Prefeitura tem apenas duas ambulâncias velhas, mas adiantou que na próxima sexta-feira uma nova ambulância será entregue pela gestão.
O deputado Wladirmir Costa (Solidariedade-PA) admitiu, nesta quarta-feira (9), que a tatuagem que fez em homenagem ao presidente Michel Temer não é definitiva.”Era de henna. A intenção era zoar a oposição, os anti-Temer, e os objetivos foram literalmente alcançados. A tatuagem já não existe mais, mas posso dizer que o Temer está tatuado no meu […]
O deputado Wladirmir Costa (Solidariedade-PA) admitiu, nesta quarta-feira (9), que a tatuagem que fez em homenagem ao presidente Michel Temer não é definitiva.”Era de henna. A intenção era zoar a oposição, os anti-Temer, e os objetivos foram literalmente alcançados. A tatuagem já não existe mais, mas posso dizer que o Temer está tatuado no meu coração. Cada um com seus ídolos e ele é um dos meus”.
Antes, Costa havia dito que pensou em Temer para fazer a tatuagem e que o desenho na pele tinha lhe cutado R$ 1.200,00, valor que, segundo o deputado, foi dividido em seis vezes no cartão.
O parlamentar afirmou ainda que da mesma forma que ele brincou fazendo uma “tatuagem” em homenagem a Temer, a oposição também o fez ao encher um baú com cédulas falsas estampadas com o rosto do presidente.
Acusação de assédio
Wladimir Costa também comentou com a imprensa sobre uma representação movida pelo PSB contra ele no Conselho de Ética. O partido quer que o parlamentar seja investigado por uma acusação de assédio à jornalista da CBN, Basília Rodrigues, na terça-feira (1).
Durante um jantar com vários deputados e jornalistas na casa do primeiro vice-presidente da Casa, Fábio Ramalho (PMDB-MG), Basília perguntou a Costa se ele poderia mostrar a tatuagem para comprovar a versão de que o desenho não era de henna. “Para você só se for o corpo inteiro”, respondeu o parlamentar diante dos presentes.
Após o episódio, que ocorreu ás vésperas da votação da denúncia contra Michel Temer na Câmara, o deputado postou fotos da jornalista em sua conta no Facebook e escreveu ofensas a ela.
Costa afirmou ainda que a situação é “ridícula”, que a jornalista interpretou mal a sua fala e que que acredita que será julgado com transparência.”Vou responder com tranquilidade. Eu sei o que é decoro. Sei que eu e o Júlio (Delgado) temos um problema pessoal muito grande. A gente vai debater. Eu poderia entrar com um recurso mas faço questão que a representação seja tramitado, porque sei que não cometi esse deslize, nem feri o decoro. Acredito da independência do espírito livre do Conselho”, comentou o deputado.
Folha A proposta apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de criar um fundo eleitoral com dinheiro público para financiar as campanhas de 2018 vai reservar mais de 60% da verba para os partidos que atualmente integram a base aliada do presidente Michel Temer. Dos R$ 3,5 bilhões previstos para custear candidaturas, […]
A Comissão de Reforma Política reúne-se para analisar a proposta que prevê novas eleições se o eleito em cargo majoritário for cassado ou perder o mandato por outro motivo (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Folha
A proposta apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de criar um fundo eleitoral com dinheiro público para financiar as campanhas de 2018 vai reservar mais de 60% da verba para os partidos que atualmente integram a base aliada do presidente Michel Temer.
Dos R$ 3,5 bilhões previstos para custear candidaturas, R$ 2,15 bilhões ficariam com as nove legendas que hoje têm assento na Esplanada dos Ministérios. O dinheiro viria de recurso previsto no Orçamento, 10% de emendas parlamentares em ano eleitoral e da redução de gastos com programas partidários, que seriam suspensos no primeiro semestre do ano da disputa.
Com o valor seria possível, por exemplo, construir quase 12 quilômetros de linhas de metrô, 17,5 mil casas populares ou pagar um mês e meio do Bolsa Família. Segundo Jucá, o montante ainda poderá ser corrigido a cada eleição com base na inflação.
A criação de um fundo eleitoral abastecido com dinheiro público está sendo articulada por dirigentes partidários como alternativa à proibição do financiamento empresarial das campanhas. Pelas regras atuais, apenas pessoas físicas podem doar a candidatos e partidos. A ideia é que a proposta de Jucá seja incorporada na proposta de emenda à Constituição do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) que trata da reforma política. O texto, já aprovado no Senado, está em discussão na Câmara.
De acordo com a fórmula apresentada para dividir os R$ 3,5 bilhões do novo fundo, 70% seriam partilhados de acordo com a bancada de cada partido na Câmara, 25% considerando as bancadas no Senado e 5% igualmente entre todos os partidos, que hoje são 35.
Diferentemente da divisão do Fundo Partidário, a regra considera a bancada no fim do ano anterior ao pleito e, para 2018, a bancada na data da promulgação de lei.
O acordo por um novo fundo ganhou fôlego após reunião na quinta-feira entre Jucá e presidentes de outros partidos, entre eles o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, presidente licenciado do PSD, Tasso Jereissati (CE), presidente interino do PSDB, e José Agripino Maia (RN), presidente do DEM.
Críticas. Com base nas bancadas atuais, a proposta de Jucá faria com que seu partido recebesse a maior fatia do bolo – cerca de R$ 550 milhões – dos R$ 3,5 bilhões previstos para o fundo eleitoral.
Esse é um dos motivos pelos quais a proposta tem recebido críticas, em especial do PT. O partido da oposição, no entanto, de acordo com a proposta, teria mais recursos do fundo do que o PSDB, aliado do governo Michel Temer. Seriam quase R$ 380 milhões para os petistas, ante cerca de R$ 343 milhões para tucanos.
O líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini (SP), criticou a divisão. “A proposta do Jucá quer favorecer o PMDB. O ideal é ter como base o número de votos nas últimas eleições. Do jeito que está, a eleição de um deputado no Acre terá o mesmo peso de um eleito em São Paulo, que precisa de muito mais votos para se eleger”, afirmou o petista.
Zarattini criticou o teto de gasto proposto, de 70% da campanha mais cara na disputa de 2014, quando ainda era permitido o financiamento empresarial. Naquele ano, foram gastos R$ 5,36 bilhões nas campanhas em todo o País, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O valor, porém, pode ser menor, pois considera recursos doados entre candidatos que são computados como despesa duas vezes. “É um absurdo você querer financiamento público e colocar limites tão altos como o que se está querendo, com base no financiamento privado. O financiamento público é para igualar gastos”, disse o petista.
Reforma. Para o cientista político e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marco Antônio Carvalho Teixeira, apesar de ser necessária uma alternativa à regra atual, que ele trata como “paliativa”, é preciso antes rediscutir o modelo político do País. “Sem mexer na atual estrutura não há como discutir fundo. Antes, é preciso repensar este universo em que há 35 partidos”, afirmou. “A coisa mais difícil é se fazer reforma em meio à crise. É feito de afogadilho, sem um debate”, disse.
O professor da Escola de Ciência Política da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) José Paulo Martins Junior afirmou que o problema é o fato de políticos serem responsáveis por definir as “regras do jogo”. “O ideal é que houvesse a participação de grupos da sociedade, que possam debater, discutir de forma aberta as regras do jogo.”
G1PE O Ministro das Cidades, Bruno Araújo, apresentou na manhã desta sexta-feira (9) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o projeto que destina recursos para saneamento em 13 cidades do Estado. De acordo com o tucano, as ações irão promover o investimento de R$ 335 milhões. Araújo disse que veio a Caruaru devido ao período […]
O Ministro das Cidades, Bruno Araújo, apresentou na manhã desta sexta-feira (9) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o projeto que destina recursos para saneamento em 13 cidades do Estado. De acordo com o tucano, as ações irão promover o investimento de R$ 335 milhões.
Araújo disse que veio a Caruaru devido ao período junino, já que a cidade recebe um grande volume de turistas nesta época do ano e que o anúncio vai melhorar a situação na cidade, que hoje conta com apenas 40% do município saneados e só 24% tratados.
O projeto apresentado pelo ministro tem o planejamento para ter duração de dois anos. Em Caruaru, os valores totais são na ordem de R$ 17 milhões, com ações de melhora no sistema de abastecimento de água e na estação de tratamento de água no bairro do Salgado. Ainda de acordo com o ministro, de imediato, estão garantidos R$ 6,3 milhões.
“Grande parte desses recursos serão aportados na Compesa e outros diretamente com o município. Os recursos estão garantidos para garantir a velocidade nessas obras. Isso é mais saúde para a população. São recursos para 34 obras em andamento em Pernambuco”, disse.
A prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, disse que os recursos irão ajudar a melhorar a situação na cidade, que recentemente teve um grande volume de chuvas e uma cheia no Rio Ipojuca, que corta o município. “A gente tava acostumado com a seca e de repente vieram as chuvas e sofremos com mais de 300 ruas destruídas. Esse anúncio nos ajuda, temos apenas 24% do esgoto tratado e esse investimento representa mais saúde para a população”, disse.
Mais municípios
Em Arcoverde, no Sertão, vão ser liberados mais de R$ 47 milhões para esgotamento sanitário. Também serão liberadas verbas para Timbaúba, Recife, Salgueiro, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca, Goiana, Cabo de Santo Agostinho e Bezerros.
Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito presidente da República neste domingo (28) ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002. A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia […]
Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito presidente da República neste domingo (28) ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002.
A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%).
Veja o resultado da apuração: no total do país; por cidade; por estado; por zona eleitoral
Aos 63 anos, capitão reformado do Exército, deputado federal desde 1991 e dono de uma extensa lista de declarações polêmicas, Jair Bolsonaro materializou em votos o apoio que cultivou e ampliou a partir das redes sociais e em viagens pelo Brasil para obter o mandato de presidente de 2019 a 2022.
Na campanha, por meio das redes sociais e do aplicativo de mensagens WhatsApp, apostou em um discurso conservador nos costumes, de aceno liberal na economia, de linha dura no combate à corrupção e à violência urbana e opositor do PT e da esquerda.
Com isso, se tornou um fenômeno eleitoral ao vencer a corrida presidencial filiado a uma legenda sem alianças formais com grandes partidos, com pouco tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV e distante das ruas na maior parte da campanha, em razão do atentado no qual sofreu uma facada que o perfurou no abdômen.
Após quatro vitórias consecutivas do PT em eleições presidenciais (2002, 2006, 2010 e 2014), o novo presidente eleito se apresenta como um político de direita.
Vitorioso na primeira vez em que se candidatou a presidente, Bolsonaro sucederá Michel Temer (MDB), vice de Dilma Rousseff (PT) que assumiu o governo em 2016 devido ao impeachment da petista.
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