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Segundo FPM de julho será de R$ 905 milhões

Por Nill Júnior

A segunda parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de julho será de R$ 905.059.741,26.

A transferência representa 20% do total mensal, considera o período entre os dias 1º e 10 e entra nos cofres municipais na próxima terça-feira, 20.

Ano passado, o repasse somou R$ 713 milhões, pouco menos do que valor atual com a retenção do Fundo Nacional da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) – R$ 724.047.793,01.

Segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), este decêndio de julho será positivo em 26,79%, mas, considerando a inflação, o crescimento reduz para 18,6%. Ao somar a primeira e a segunda transferência, o FPM do sétimo mês do ano soma R$ 5,6 bilhões contra R$ 4 bilhões de 2020. O mês está 38,80% melhor ou, considerando a inflação, 29,25% maior.

Até o momento, em todos os meses, o fundo foi superior e já repassou mais de R$ 77 bilhões aos Entes municipais. Por mês, o crescimento menos expressivo ocorreu em fevereiro, apenas 4,13%.

Em abril, maio e julho, a alta respectiva foi de 25,44%, 42,57% e 51,86%, já considerando a inflação. O acumulado do ano tem crescimento de 30,35%. Com a inflação do período, esse cenário fica em 22,42%.

Esta semana, o presidente Paulo Ziulkoski, da CNM, denunciou o impacto que o relatório da Reforma do Imposto de Renda (IR) pode causar no fundo dos Municípios, uma vez que é composto pelo IR e pelo Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI).

“Embora haja um justo clamor por reduzir a carga tributária, R$ 13,1 bilhões serão subtraídos dos cofres municipais”, protestou o líder municipalista por meio de nota, que ganhou ampla divulgação.

Ziulkoski lembra ainda que a distribuição da verba é mais favorável aos grandes centros urbanos e as pequenas cidades têm dificuldade com a prestação de serviços.

Conforme mostra o levantamento deste decêndio, as 2.447 prefeituras de coeficientes 0,6 ficarão com R$ 178.265.448,11 do montante. Além disso, sob os valores brutos do repasse, cada gestão deve destinar 15% para saúde e 1% para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

Em relação ao resultado positivo, a CNM volta a lembrar da sazonalidade das receitas federais, que impactam diretamente nos valores repassados aos Entes locais.

“Quando se avalia mês a mês, o comportamento dos repasses realizados, nota-se que ocorrem dois ciclos distintos: no primeiro semestre os maiores repasses; e entre julho e outubro, os valores diminuem significativamente”, alerta.

Confira o levantamento na íntegra

Outras Notícias

“O descaso para com o povo Yanomami é crime, é genocídio”, diz nota do Padres da Caminhada

Até o momento, mais de 570 crianças Yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, fome e desnutrição devido ao impacto da atividade garimpeira O grupo Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo, que busca viver o Evangelho a partir da realidade à qual estão inseridos, à luz do Vaticano II, publicou nota de indignação diante […]

Até o momento, mais de 570 crianças Yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, fome e desnutrição devido ao impacto da atividade garimpeira

O grupo Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo, que busca viver o Evangelho a partir da realidade à qual estão inseridos, à luz do Vaticano II, publicou nota de indignação diante do descaso para com o povo Yanomami, que vive uma situação de total desassistência provocada pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Leia abaixo a íntegra da nota:

“Jesus viu a multidão e sentiu compaixão porque estavam como ovelhas sem pastor”. (Mc 6,34)

Estando no deserto, depois de ter curado inúmeros enfermos e anunciado a Boa-nova do Reino de Deus, Jesus está diante de seus discípulos que não sabem o que fazer para alimentar uma grande multidão com apenas cinco pães e dois peixes: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14,16) é seu mandamento a eles.

Hoje, as discípulas e os discípulos de Jesus não se encontram na vastidão do deserto, tampouco diante de uma numerosa multidão; estamos na exuberância amazônica e diante do povo Yanomami. A situação é semelhante: falta pão, falta saúde, falta cuidado! No entanto, as razões são bem outras: o descaso das autoridades, especialmente daquelas que até há pouco governaram o país, e a ganância daqueles que defendem uma “economia que mata” e devoram os recursos da Casa Comum.

Não há como não nos indignarmos com o descuido para com a população Yanomami que sofre com a fome, com a desnutrição e com a fragilização da saúde – até o momento, mais de 570 crianças Yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, fome e desnutrição devido ao impacto da atividade garimpeira. Já não bastasse o massacre e a invasão de suas terras, sob os quais esse povo originário do Brasil e tantos outros têm padecido desde a chegada dos europeus, os Yanomamis sofrem com o desprezo das autoridades e estão à mercê de interesses econômicos.

O descaso para com o povo Yanomami é crime, é genocídio!

Ao manifestar nossa indignação perante tal situação, sustentamos a defesa integral da vida em todos os seus estágios, incluindo a vida abandonada e desprezada pelos poderosos do mundo. Não podemos nos calar neste momento! Com a Igreja Particular de Roraima, que há mais de 300 anos vem denunciando o descaso para com os povos originários, condenamos o descuido para com a população Yanomami e cobramos das autoridades competentes a devida punição dos criminosos genocidas, além de ações imediatas para que as invasões de terras indígenas, a fome, a desnutrição e o falta de cuidado com a saúde cessem.

Concluímos esta nota, que expressa nossa consternação, citando mais uma vez ao próprio Jesus: “Afastai-vos de mim, malditos! […] Porque estava com fome e não me destes de comer, estava com sede e não me destes de beber. […] Estava doente e na prisão e não fostes me visitar. […] Eu vos garanto: todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes” (Mt 25,41-43.45).

Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo

Márcia Conrado assina ordem de serviço do CRAS do Vanete Almeida

Nesta segunda-feira (17), a prefeita Márcia Conrado, acompanhada de autoridades locais, assinou a ordem de serviço para a construção do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) no Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada. A obra beneficiará mais de 700 famílias, proporcionando acesso a serviços sociais e apoio à comunidade local. De acordo com a […]

Nesta segunda-feira (17), a prefeita Márcia Conrado, acompanhada de autoridades locais, assinou a ordem de serviço para a construção do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) no Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada. A obra beneficiará mais de 700 famílias, proporcionando acesso a serviços sociais e apoio à comunidade local.

De acordo com a prefeita Márcia Conrado, a criação do CRAS no bairro é uma medida importante para atender as necessidades da população. “A assinatura desta ordem de serviço é um passo importante para garantir que as famílias do Residencial Vanete de Almeida tenham acesso aos serviços sociais necessários, com o objetivo de promover mais qualidade de vida e dignidade a todos”, destacou a prefeita.

Além do CRAS, Márcia já anunciou a construção de uma escola e uma creche, que contribuirão para a educação das crianças da região. A localidade também foi beneficiada com o asfaltamento das ruas, melhorando o acesso e a mobilidade dos moradores. A entrega das casas está prevista para o primeiro semestre deste ano, o que permitirá uma maior integração dos serviços à população.

Marcio Oliveira, secretário de Assistência Social e Cidadania, ressaltou a relevância da obra para a população local. “O CRAS no Residencial Vanete de Almeida oferecerá suporte essencial para as famílias, com acesso a serviços de assistência social e apoio contínuo. Este projeto representa um avanço na construção de uma infraestrutura social para a comunidade”, afirmou o secretário.

Serra: Dr Nena mantém pré-candidatura e defende cortes nas universidades

Sem partido atualmente, ele esteve nos estúdios da emissora acompanhado de nomes como Marcus Godoy, Faeca Melo, Manoel Enfermeiro, Rosimério de Cuca e Romero do Carro de Som  O médico e pré-candidato a prefeito de Serra Talhada, Dr Nena Magalhães, esteve nesta quinta-feira (09), no Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM. Em entrevista […]

Sem partido atualmente, ele esteve nos estúdios da emissora acompanhado de nomes como Marcus Godoy, Faeca Melo, Manoel Enfermeiro, Rosimério de Cuca e Romero do Carro de Som 

O médico e pré-candidato a prefeito de Serra Talhada, Dr Nena Magalhães, esteve nesta quinta-feira (09), no Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM. Em entrevista à comunicadora Juliana Lima, o pré-candidato assegurou que permanece na disputa pela indicação da chapa e defendeu a unidade dentro do grupo Luciano Duque.

“Minha candidatura está mantida desde a reunião na casa do prefeito, quando fomos autorizados a botar o nome na rua como pré-candidatos. E lá na frente quem sabe a gente escolha um candidato que consiga unir todo o grupo e vencermos as eleições. Eu acho que o grupo todo deve ser ouvido, não só a população de Serra Talhada. Temos que trabalhar unidos, fazer um grupo forte e coeso”.

Questionado sobre a possibilidade de compor a chapa na condição de vice, garantiu não ter problemas em aceitar a tarefa. “De minha parte posso encabeçar uma chapa, posso ser vice. Não existe problema nenhum. Qualquer um pode ser candidato. Mas se o nome de Dr Nena for escolhido, gostaria de contar com o apoio do grupo todo. Temos que fazer uma chapa competitiva e imbatível no ano que vem”.

Sobre as pré-candidaturas de Márcia Conrado e Marcus Godoy, principais nomes em evidência na situação atualmente, evitou polêmicas. “São dois nomes fortes. A minha preferência é o que o grupo escolher. Eu estou junto, desde que seja feito um processo limpo, transparente, que agrade todo mundo, em pé de igualdade, que todos tenham as mesmas oportunidades”.

Apesar dos elogios ao grupo governista, questionou a antecipação do processo político na base Luciano Duque e lançou indiretas supostamente direcionadas à Márcia Conrado. “Coisa muito prematura, ninguém tem que se precipitar, lá na frente vai ser definido. O prefeito vai com inteligência e habilidade contornar essas questões para ter o grupo todo unido. Mas foi cedo, foi precoce, não é momento de se lançar candidatura agora. Muitas vezes a gente parte de forma precipitada, achando que começando a correr agora não vai faltar oxigênio lá na frente, mas nem sempre o que parte na frente chega primeiro. Tem pesquisas por ai que temos que desconsiderar porque não dizem a verdade”, disparou.

Quanto ao apoio assumido ao presidente Jair Bolsonaro e as críticas feitas ao PT, reconheceu que podem ser empecilhos diante da opinião pública, uma vez que mais de 70% da população serra-talhadense votou no PT nas últimas eleições. “Pode ser uma desvantagem para mim, porque tem gente que ainda acredita em Lula”.

No final, Dr Nena justificou os cortes feitos pelo governo federal nos recursos da educação, principalmente nas universidades. “Não está sendo cortado nada de ninguém, é politicagem da mídia do Brasil. Não é cortado, é dinheiro que não foi justificado. Estava se gastando muito dinheiro. O trabalho cientifico produzido pelas ciências sociais em quase todas as universidades, inclusive a UPE, são trabalhos vergonhosos. O material produzido no Brasil nos últimos vinte ou trinta anos no Brasil é de fazer vergonha”, opinou.

Lucas Ramos participa de encontro promovido pela Amupe com Paulo Câmara

O deputado estadual eleito pela Frente Popular de Pernambuco, Lucas Ramos (PSB), participou, na tarde desta quarta (15), de um encontro promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), com o governador eleito, Paulo Câmara, e o vice-governador, Raul Henry. A reunião, realizada em Gravatá, e comandada pelo presidente da Amupe, o prefeito de Afogados da […]

Foto Lucas Ramos 09

O deputado estadual eleito pela Frente Popular de Pernambuco, Lucas Ramos (PSB), participou, na tarde desta quarta (15), de um encontro promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), com o governador eleito, Paulo Câmara, e o vice-governador, Raul Henry. A reunião, realizada em Gravatá, e comandada pelo presidente da Amupe, o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, reuniu diversos apoiadores do nome de Lucas Ramos à Assembleia Legislativa.

Estavam no encontro o prefeito de Cabrobó, Auricélio Torres; o prefeito de Lagoa Grande e o ex-prefeito do município, Dhoni Amorim e Robson Amorim; a prefeita de Santa Maria da Boa Vista e o ex-prefeito da cidade, Eliane Costa e Rogério Júnior; o ex-prefeito da cidade de Palmeirina, Eudson Catão; e o deputado federal eleito, Tadeu Alencar.

“O nosso governador agradeceu o apoio de todos, que garantiu à Frente Popular de Pernambuco a maior vitória do país, e ainda aproveitou para pedir o nosso empenho para a eleição de Aécio Neves”, afirmou Lucas Ramos. “Aécio está compromissado com as ideias que Eduardo Campos tinha para o país. Por isso estamos juntos, porque queremos mudança para o Brasil”, completou.

Segundo Paulo Câmara, “a aliança com Aécio não é apenas uma aliança eleitoral. É uma aliança de compromissos”, explicou. O governador eleito ainda reafirmou o compromisso em ampliar o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (FEM) e reforçou a necessidade de desburocratização dos convênios do Governo do Estado junto às prefeituras.

Serra: isenção de contribuição de iluminação pública mantida para baixa renda, diz prefeitura

A Prefeitura de Serra Talhada diz em nota que, diferente do que foi noticiado pela imprensa, o projeto de Lei 08/2023, de autoria do Poder Executivo municipal, não tem o objetivo de taxar o uso da energia solar. “Em Serra Talhada, desde 2005, todos os contribuintes pagam uma contribuição para iluminação pública. Apenas pessoas de […]

A Prefeitura de Serra Talhada diz em nota que, diferente do que foi noticiado pela imprensa, o projeto de Lei 08/2023, de autoria do Poder Executivo municipal, não tem o objetivo de taxar o uso da energia solar.

“Em Serra Talhada, desde 2005, todos os contribuintes pagam uma contribuição para iluminação pública. Apenas pessoas de baixa renda, com consumo abaixo de 50 Kwh, estão isentos de pagar essa taxa”, diz a municipalidade .

Quando uma residência instala as placas solares, fazendo o uso dessa fonte de energia, seu consumo (fatura), normalmente, passa para 30 Kwh, que, segundo a lei de Serra Talhada, garante a isenção da contribuição para iluminação pública. Ou seja, o usuário estaria sendo beneficiado por uma lei prevista apenas para quem possui baixa renda, o que não é comum entre consumidores de energia solar.

Desta forma, o projeto passa a regulamentar que, para esses imóveis com placas solares, a base de cálculo para a contribuição de iluminação púbica será a quantidade de Kwh compensado e não a quantidade faturada (30kwh), exclusivo apenas para quem possui baixa renda.

A correção dessa distorção visa assegurar a manutenção da isenção para os reais consumidores de baixa renda, que são aqueles que consomem até 50 kwh e não tenham placas solares instaladas em seus imóveis.

Aos produtores de energia solar, o município já garante um enorme benefício: 50% de desconto no valor do IPTU, que não é objeto do citado projeto de lei. “Esse benefício busca estimular o investimento, por particulares, em fontes de energia limpa e renovável, contribuindo não apenas com Serra Talhada, mas com o mundo, o que premiou Serra Talhada internacionalmente com a citada medida”, conclui a nota.