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Secretaria de Saúde abre 50 novos leitos no Sertão de Pernambuco

Por André Luis

Objetivando ampliar a rede de assistência aos pacientes suspeitos ou confirmados para a Covid-19 no Sertão, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) colocou em funcionamento 50 novos leitos no Sertão pernambucano. Desse total, 20 vagas são de UTI e 30 de enfermaria. 

Com isso, já são 267 leitos – 144 de enfermaria e 123 de UTI – nas III e IV Macrorregionais de Saúde, que engloba as VI (sede Arcoverde), VII (sede Salgueiro), VIII (sede Petrolina), IX (sede Ouricuri), X (sede Afogados da Ingazeira) e XI (sede Serra Talhada) Gerências Regionais de Saúde (Geres). 

As novas vagas foram abertas no Sertão do São Francisco, com 10 leitos de UTI e 30 de enfermaria na UPAE de Petrolina; e no Sertão do Pajeú com 10 vagas de UTI no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada. 

Desde o final de semana, também foram colocados em funcionamento outros 101 leitos, totalizando 151. Agora, a rede estadual de saúde conta com 1.773 leitos exclusivos para os pacientes suspeitos ou confirmados para a Covid-19 – 894 de terapia intensiva e 879 de enfermaria. 

Até o final de dezembro, quando somados os leitos abertos ao longo de novembro, o Governo de Pernambuco vai ter colocado em funcionamento 424 novos leitos, sendo 159 de UTI e 265 de enfermaria. 

Outras Notícias

Saiba quem é Ivan Monteiro, o novo presidente da Petrobras

Diretor financeiro é consenso para substituição Por Nicola Pamplona / Folha de São Paulo A escolha de Ivan Monteiro para comandar a Petrobras indica que o governo tem percepção de que precisa manter na estatal um nome com apoio do mercado financeiro. Monteiro esteve à frente de ajuste das finanças da companhia após a crise […]

O novo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro. Foto: Alan Santos/PR/Folhapress

Diretor financeiro é consenso para substituição

Por Nicola Pamplona / Folha de São Paulo

A escolha de Ivan Monteiro para comandar a Petrobras indica que o governo tem percepção de que precisa manter na estatal um nome com apoio do mercado financeiro. Monteiro esteve à frente de ajuste das finanças da companhia após a crise gerada pelo esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

A Folha apurou que a indicação foi bem recebida na estatal, por ser sinal de continuidade das políticas em curso. Pelo mesmo motivo, foi criticada por sindicatos que pediam a cabeça de Pedro Parente.

Monteiro foi levado à Petrobras ainda na gestão Dilma Rousseff por Aldemir Bendine, ex-presidente da estatal e do Banco do Brasil condenado em janeiro pelo juiz Sergio Moro por corrupção.

Engenheiro eletrônico, ele fez carreira no Banco do Brasil, onde se tornou o braço direito de Bendine. Na Petrobras, chegou a ser apontado internamento como o principal gestor da companhia, enquanto seu chefe era criticado por passar poucos dias da semana na sede da empresa.

Quando Monteiro chegou na diretoria financeira da Petrobras, em fevereiro de 2015, a empresa ainda enfrentava dificuldades para fechar o balanço de 2014 por resistência dos auditores independentes em aprovar fórmula de cálculo das perdas com a corrupção.

Ele é apontado por analistas como o principal responsável por tirar a Petrobras da encruzilhada em que a empresa estava no início de 2015, correndo o risco de sofrer resgate antecipado de dívidas por falhar em cumprir prazos legais para a entrega de documentos financeiros.

Sob seu comando, a companhia iniciou um programa de gestão de dívidas, empurrando para meados dos anos 2020 parte do excessivo volume de vencimentos, cuja concentração no final desta década chegou a levantar boatos de necessidade de aporte de recursos para evitar a falência.

Além disso, promoveu grandes baixas contábeis em valores de ativos da estatal, considerando o cenário de preços de petróleo mais baixos e revertendo avaliações exageradas feitas quando os processos foram aprovados em gestões petistas.

Ainda com Bendine, deu início ao primeiro grande plano de venda de ativos da estatal, com a meta de vender US$ 15,1 bilhões entre 2016 e 2018 – o resultado final foi um pouco menor, US$ 13,6 bilhões.

Com a chegada de Parente, foi convidado a permanecer no cargo, assim como boa parte da diretoria montada por Bendine. Apesar da condenação do ex-chefe, não tem contra si nenhuma acusação de crimes nem na Petrobras nem no BB.

Para os sindicatos de petroleiros, porém, o nome representa continuidade com o que chamam de “desmonte da Petrobras”. “Eles não iriam indicar alguém que não tivesse o mesmo pensamento do que o Pedro Parente. Acho que a política [de venda de ativos] se mantém”, comentou José Maria Rangel, coordenador da Federação Única dos Petroleiros.

Articulação via MP e não Cimpajeú deixou municípios de fora de medidas restritivas

O blog buscou entender porque a prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado,  não aderiu à medida que restringe o comércio entre 24 e 28 no Pajeú. E, apesar das críticas de colegas de que ela poderia encorpar a decisão e unir-se aos municípios pelo princípio da colegialidade e, principalmente para redução dos números da pandemia,  […]

O blog buscou entender porque a prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado,  não aderiu à medida que restringe o comércio entre 24 e 28 no Pajeú.

E, apesar das críticas de colegas de que ela poderia encorpar a decisão e unir-se aos municípios pelo princípio da colegialidade e, principalmente para redução dos números da pandemia,  ela não tem responsabilidade com os encaminhamentos.

Isso porque a articulação não foi do Cimpajeú, gerido pelo prefeito de Ingazeira Luciano Torres,  mas sim da 3a Circunscrição do Ministério Público,  que não envolve Serra Talhada.  Vai de Carnaíba a Brejinho.

Resultado: cinco cidades ficaram fora da arrumação que encaminhou as medidas. Além de Serra Talhada,  Calumbi, Flores, Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo. Os prefeitos estão sendo até contactados mas não participaram da discussão.

Representantes do movimento lojista das cidades que serão alvo dos decretos de restrição já questionam a falta de linearidade das medidas,  deixando cidades de fora. Isso vai gerar mais pressão sobre os prefeitos que aderirem.

Por outro lado,  se o resultado das medidas,  inéditas nesse modelo no país (não há nada parecido que tenha sido feito de forma colegiada) indicar queda no número de mortes,  gestores como Márcia Conrado   Luciano Bonfim, Irlando Parabólicas,  Joelson e Marconi Santana serão cobrados pelas autoridades de saúde pela não adesão,  já que foram e estão sendo municiados com as informações pós reunião e convencidos a aderir.

O erro de articulação – o Cimpajeú deveria ter sido convocado a articular uma reunião extraordinária para medida linear na região  – gera uma divisão evitável no Pajeú.

Brasil derrota México e vai às quartas de final da Copa do Mundo

Em uma Copa do Mundo em que quatro favoritos já voltaram para a casa – Alemanha, Argentina, Portugal e Espanha –, o Brasil contou com sua maior estrela para chegar às quartas de final pela sétima vez consecutiva. Foi de Neymar o gol e a assistência da vitória brasileira sobre o México, por 2 a […]

Em uma Copa do Mundo em que quatro favoritos já voltaram para a casa – Alemanha, Argentina, Portugal e Espanha –, o Brasil contou com sua maior estrela para chegar às quartas de final pela sétima vez consecutiva.

Foi de Neymar o gol e a assistência da vitória brasileira sobre o México, por 2 a 0, nesta segunda-feira, na Arena Samara, que classificou a Seleção Brasileira entre as oito melhores.

Agora, a equipe do técnico Tite aguarda o vencedor de Bélgica e Japão, que se enfrentam às 15h (de Brasília), em Rostov do Don. Para a próxima fase, o Brasil não terá Casemiro, que recebeu segundo amarelo e vai cumprir suspensão automática. Fernandinho é o substituto natural. Já os mexicanos foram eliminados nas oitavas de final pela sexta vez seguida, amargando derrotas nesta fase desde os Estados Unidos’1994.

Neymar foi o protagonista da partida, seja pelo gol, por um drible plástico que quase resultou em gol no primeiro tempo, pela assistência e pelas faltas sofridas. O camisa 10 foi mais uma vez caçado em campo, com direito a empurrões e pisão no tornozelo. Mas não foi só Neymar quem brilhou. Depois de passar apagado na primeira fase, Willian fez jogo impecável. Foi ele quem, aos 6min do segundo tempo, invadiu a área e cruzou rasteiro para Neymar marcar seu primeiro gol em fase final de Mundial na carreira – o segundo em quatro jogos na Rússia, dividindo artilharia com Philippe Coutinho.

Para mostrar como o Brasil foi superior no ataque, a equipe finalizou 21 vezes, sendo 10 no gol, contra 11 dos mexicanos, que incomodaram Alisson apenas uma vez. Como pressionou nos minutos finais, o México acabou tendo maior posse de bola: 54%. O aproveitamento de passes do Brasil também chama a atenção, mantendo o aproveitamento acima dos 80%.

A zaga brasileira, mais uma vez, foi segura. Thiago Silva, capitão pela segunda partida, tem sido o ponto de equilíbrio do Brasil. Casemiro também fez outro grande jogo, mas pecou ao receber mais um cartão.

Presidente eleito terá difícil tarefa da reconciliação

A crise política que começou em 2015 culminou em uma eleição extremamente polarizada, com discursos de ódio contra oponentes Do Estadão Conteúdo Há os que acreditam que a sociedade se refaz rapidamente. Outros, que vai ser difícil. Mas é consenso entre empresários, artistas e personalidades da sociedade ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo […]

Foto: AFP

A crise política que começou em 2015 culminou em uma eleição extremamente polarizada, com discursos de ódio contra oponentes

Do Estadão Conteúdo

Há os que acreditam que a sociedade se refaz rapidamente. Outros, que vai ser difícil. Mas é consenso entre empresários, artistas e personalidades da sociedade ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo que o presidente eleito será o responsável pela reconciliação do País a partir de amanhã.

“A primeira coisa a ser feita por quem quer que vença é um discurso claro de que a eleição acabou, que vai governar com todo mundo e teremos uma construção coletiva no País”, diz o diretor executivo da Fundação Lemann, Deniz Mizne.

“Temos que baixar o tom, sair dessa guerra, mas isso depende do líder da nação. É preciso chamar a população à responsabilidade de manter a ordem e a paz”, completa o coordenador do movimento Agora, Leandro Machado. O grupo foi criado pela sociedade civil para influenciar uma renovação na política.

A crise política que começou em 2015 culminou em uma eleição extremamente polarizada, com discursos de ódio contra oponentes. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) foi esfaqueado em setembro quando fazia campanha em Juiz de Fora (MG). Foi ainda alvo de um movimento iniciado nas redes sociais, o #Elenão, que reuniu milhares de pessoas em protestos nas ruas. Fernando Haddad, que carregou uma rejeição avassaladora ao PT, se disse alvo de fake news que segundo ele atingiram até sua família.

“Nunca mais teremos uma democracia silenciosa, ela é barulhenta”, afirma o cientista político e professor do Insper Fernando Schuler. Já o antropólogo Roberto DaMatta não tem dúvidas de que o cotidiano e a rotina vão acabar reconstruindo as relações e deixando as questões políticas de lado. “Vamos aprender a discordar e concordar, é o princípio fundamental da democracia. E lembrar que temos um sistema político móvel, não é um rei, não vamos entregar o país a ele.”

Para o presidente do conselho de administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, as necessidades concretas se sobrepõem às convicções políticas. Ele acredita que ajuste fiscal, novos investimentos e a redução do desemprego vão construir a “pacificação social”.

A atriz Fernanda Montenegro classifica o atual momento como “trágico”. “Mas não tem jeito. Vamos ter de pacificar esse País, e não vai ser com metralhadoras.”

Prefeitura de Calumbi trata de demandas de pavimentação em reunião na SEDUH

A Prefeitura de Calumbi participou, nesta quarta-feira (12), de uma reunião na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco (SEDUH), no Recife, para tratar das demandas relacionadas às obras de pavimentação do município e da prestação de contas dos projetos em andamento. O encontro contou com a presença do engenheiro da Prefeitura, Thiago Oliveira, […]

A Prefeitura de Calumbi participou, nesta quarta-feira (12), de uma reunião na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco (SEDUH), no Recife, para tratar das demandas relacionadas às obras de pavimentação do município e da prestação de contas dos projetos em andamento.

O encontro contou com a presença do engenheiro da Prefeitura, Thiago Oliveira, além de Rafaela Dantas, Guilherme Tell, Bruno Sousa e Vinícius Alencar, representantes da SEDUH. Durante a reunião, foram discutidos os trâmites necessários para a continuidade das obras e os ajustes técnicos para a execução dos projetos.

O prefeito Joelson destacou a importância da articulação junto ao Governo do Estado para garantir melhorias na infraestrutura do município. “Estamos trabalhando para destravar projetos e assegurar que as obras avancem, beneficiando a população com mais qualidade de vida e mobilidade”, afirmou.