Notícias

Sávio Torres apresenta demandas do Pajeú em reunião na Casa Civil

Por André Luis

Na tarde desta terça-feira (8), o ex-prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, foi recebido na Casa Civil por Popó Vaz, Assessor de Gabinete da Governadora Raquel Lyra. Durante o encontro, Sávio apresentou demandas de Tuparetama e de outras cidades da região do Pajeú.

“Tenho acompanhado de perto o empenho da governadora Raquel Lyra em atender às necessidades da nossa região. O objetivo do encontro de hoje, foi para reforçar a parceria entre a gestão estadual e as cidades da região em busca de soluções que promovam o desenvolvimento local.”, destacou Sávio.

Outras Notícias

Erro: Facebook alerta usuários da RMR sobre explosão no Paquistão

Do JC Online “Você está bem? Parece que você está na área afetada por a explosão em Lahore, Pakistan (sic). Informe seus amigos que você está em segurança”. O alerta é do Facebook e foi enviado para vários usuários na manhã deste domingo(27). O problema, fora a explosão que deixou dezenas de mortos,  é que […]

c76b54c41205b13cbedf803f348433b4

Do JC Online

“Você está bem? Parece que você está na área afetada por a explosão em Lahore, Pakistan (sic). Informe seus amigos que você está em segurança”. O alerta é do Facebook e foi enviado para vários usuários na manhã deste domingo(27). O problema, fora a explosão que deixou dezenas de mortos,  é que pessoas na Região Metropolitana do Recife(RMR) também receberam o comunicado.

O Facebook, permite e incentiva desde 2014, por meio do Safety Check, que os usuários usem a rede social para contar que está tudo bem com você e descobrir se outras pessoas também estão em situações de catástrofes. Os usuários aproveitaram a própria rede social para comentar o inusitado de acordar com o alerta da explosão. “Eu cheguei a pensar que era mais uma explosão no Cotel”, disse brincando um usuário.

Pelo menos 25 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em uma explosão em Lahore, grande cidade do leste do Paquistão, informaram autoridades locais, de acordo com a AFP.

Anchieta Patriota participa de reunião com Paulo Câmara e prefeito de Sanharó

O prefeito de Sanharó, Fernandinho Fernandes, acompanhado do vice-prefeito Artur Guimarães, se reuniu com o Governador Paulo Câmara no Palácio do Campo das Princesas sede do Governo na capital pernambucana para reivindicar ações em favor do nosso município. O ponto principal do encontro, que contou ainda com a participação do Secretário de Governo César Augusto […]

12096105_699080640226874_9055402816484448166_n

O prefeito de Sanharó, Fernandinho Fernandes, acompanhado do vice-prefeito Artur Guimarães, se reuniu com o Governador Paulo Câmara no Palácio do Campo das Princesas sede do Governo na capital pernambucana para reivindicar ações em favor do nosso município.

O ponto principal do encontro, que contou ainda com a participação do Secretário de Governo César Augusto de Freitas, do Secretário Executivo do Governo do Estado Anchieta Patriota e do Chefe de Casa Civil Antônio Figueira, foi o pedido de reforço na segurança pública.

Também houve pedido para  liberação do início dos trâmites legais da construção do asfaltamento da estrada vicinal que liga Sanharó ao distrito de Mulungu, sonho antigo daquela comunidade que começará a sair do papel nos próximos meses.

Já a estrada Sanharó-Jenipapo está em fase de conclusão e em breve será inaugurada.

Lewandowski afirma que gestores podem ser punidos por atraso em 2ª dose de vacina contra Covid

Ministro afirmou que os gestores que alterarem a ordem de prioridade da vacinação devem garantir a segunda dose a quem já foi vacinado O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta segunda-feira (3) que gestores públicos que atrasarem a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 podem responder por improbidade […]

Ministro afirmou que os gestores que alterarem a ordem de prioridade da vacinação devem garantir a segunda dose a quem já foi vacinado

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta segunda-feira (3) que gestores públicos que atrasarem a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 podem responder por improbidade administrativa. A reportagem é de Matheus Teixeira/Folha de S. Paulo.

Levantamento feito pela Folha mostrou que mais da metade das capitais do país está com falta de Coronavac para aplicar em quem precisa da segunda dose da vacina contra a Covid-19.

Ao menos nove municípios já suspenderam a aplicação do imunizante produzido pelo Instituto Butantan: Aracaju, Belo Horizonte, Campo Grande, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Porto Velho, Recife e Rio de Janeiro.

Segundo Lewandowski, a falta de complementação da imunização pode frustrar a “legítima confiança” daqueles que aguardam a segunda dose, além de caracterizar ato de improbidade “caso sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial”.

O alerta é direcionado a governadores e prefeitos que alteraram a ordem de grupos prioritários após o início da vacinação. As mudanças, de acordo com o magistrado, não podem afetar quem já recebeu a primeira dose.

A afirmação está na decisão do magistrado que derrubou ordem judicial do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) de validar decreto do governo local que permitia a imunização de professores da rede pública e profissionais das forças de segurança daquele estado.

A norma do Executivo fluminense que antecipava a imunização dessas categorias havia sido suspensa pela Justiça em primeira instância, mas teve eficácia restaurada três dias depois pelo presidente do TJ-RJ, desembargador Henrique Figueira.

Agora, o ministro do Supremo invalidou novamente o decreto, e o RJ deverá voltar a observar a ordem dos grupos prioritários prevista pelo governo federal, que estabelece prioridade para pessoas com comorbidades em relação a policiais e professores.

Lewandowski afirmou que, para alterar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, os governos locais “precisarão, na motivação do ato, explicitar quantitativamente e qualitativamente as pessoas que serão preteridas, estimando o prazo em que serão, afinal, imunizadas”.

Atendidos esses parâmetros, os gestores poderão mudar a ordem de prioridade, mas sem que ponha em risco o processo de imunização já iniciado.

“Isso sem prejuízo do escrupuloso respeito ao prazo estabelecido pelos fabricantes das vacinas — e aprovado pela Anvisa — para a aplicação da segunda dose do imunizante naquelas pessoas que já receberam a primeira, sob pena de frustrar-se a legítima confiança daqueles que aguardam a complementação da imunização, em sua maioria idosos e portadores de comorbidades, como também de ficar caracterizada, em tese, a improbidade administrativa dos gestores da saúde pública local, caso sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial”, disse.

Com esse argumento Lewandowski afirmou que a prioridade prevista no decreto do Rio está suspensa, mas que os profissionais de segurança e de educação que já tomaram a vacina deverão também receber a segunda dose.

Segundo o ministro, o governo do RJ estabeleceu o início da vacinação de professores e policiais “disassionado do plano nacional de vacinação contra a Covid-19 e sem a motivação adequada”.

“Ainda que em um juízo superficial, entendo que a decisão atacada, ao revigorar a disposição do referido decreto estadual, diverge da orientação firmada pelo Plenário desta Corte”, disse.

Bolsonaro compara Flávio a Neymar e questiona sexualidade de jornalista

Eduardo Militão/Uol O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comparou hoje seu filho e senador, Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), ao jogador de futebol Neymar. A fala do mandatário foi dada ao comentar as suspeitas de que o primogênito cometeu lavagem de dinheiro e ficou com parte dos salários de funcionários no Legislativo fluminense quando era deputado estadual. Bolsonaro evitou […]

Foto: UOL/Reprodução

Eduardo Militão/Uol

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comparou hoje seu filho e senador, Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), ao jogador de futebol Neymar. A fala do mandatário foi dada ao comentar as suspeitas de que o primogênito cometeu lavagem de dinheiro e ficou com parte dos salários de funcionários no Legislativo fluminense quando era deputado estadual.

Bolsonaro evitou responder se considerava o filho inocente. “Eu não sou juiz, eu não sou juiz. Não tem problema comigo”. A seguir, disse que outros parlamentares da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) tinham problema de movimentação atípica. “Se alguém desviar um real, é culpado.”

As declarações foram dadas em uma entrevista tensa na frente do Palácio da Alvorada na manhã desta sexta-feira, quando cerca de 20 apoiadores do governo interrompiam perguntas ao presidente para elogiá-lo e para atacar os repórteres. O próprio político questionou a sexualidade de um jornalista e, mais de uma vez, ordenou que outros colegas dele ficassem em silêncio.

Flávio é suspeito de desviar e lavar dinheiro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), num esquema de “rachadinha” de salários de assessores com ajuda do ex-policial Fabrício Queiroz, amigo do presidente.

Parte dos recursos foi lavada com uma loja de cafés especiais e chocolates do senador num shopping do Rio, aponta o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro). Flávio nega todas as acusações.

Segundo o MP, Flávio recebeu mais lucro na cafeteria do que seu sócio -ambos têm 50% das cotas na empresa. Os promotores entendem que isso mostra que o sócio é “laranja” no negócio. O próprio juiz da 27ª Vara Criminal do Rio, Flávio Itabaiana Nicolau, afirmou que isso não é “usual” e foge à “noção de razoabilidade”.

Bolsonaro disse hoje que é normal Flávio receber mais porque leva mais clientes à loja. “Quem leva mais cliente?”, perguntou o presidente.

O presidente também comentou o fato de Queiroz ter depositado R$ 24 mil na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente voltou a dizer que o dinheiro era para ele, que se tratava da devolução de um empréstimo de R$ 40 mil, mas que ele não tem nenhuma prova da operação – como recibos, contratos ou declaração à Receita Federal.

“Eu é que emprestei. Eu conheço o Queiroz desde 85. Se ele, se ele cometeu algum deslize, ele que responda. Não sou eu.”

Na sequência, um repórter perguntou: “E se o seu filho tiver cometido algum deslize, presidente?”. Ao responder, Bolsonaro questionou a sexualidade do profissional de imprensa: “Você tem uma cara de homossexual terrível, mas nem por isso eu te acuso de ser homossexual.”

Em outro momento, o presidente chegou a gritar e a ofender um repórter ao responder se ele tinha comprovante do alegado empréstimo feito a Queiroz. “Ô, rapaz, pergunta para a tua mãe o comprovante que ela deu pro teu pai, tá certo?”

O público vibrou e gritou com a resposta de Bolsonaro. O presidente continuou, desta vez com um grito: “Você tem nota fiscal desse relógio que está contigo no teu braço? Não tem!”. E disse na sequência: “Não tem. Você tem nota fiscal do teu sapato? Não tem, porra”.

Na entrevista, Bolsonaro criticou os promotores, o juiz que autorizou a operação desta semana contra Flávio, a imprensa e reclamou que houve vazamento de um processo em segredo de Justiça.

“Olha só, uma pergunta a vocês. O processo é segredo de Justiça ou não é? Respondam? Respondam, porra”.

Na entrevista, Bolsonaro também atacou o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC). “Você já viu o MP do Estado do Rio de Janeiro investigar qualquer pessoa, qualquer corrupção, qualquer deslize, qualquer agente público do Estado? E olha que o Estado mais corrupto do Brasil é o Rio de Janeiro”, disse.

“Vocês já perguntaram para o governador Witzel por que a filha do juiz Itabaiana está empregada com ele?”, acrescentou.

O juiz Flávio Itabaiana foi o responsável por autorizar buscas e apreensão e quebras de sigilo bancário, fiscal e de dados telefônicos de uma série de envolvidos com o caso envolvendo o filho do presidente.

Trabalho análogo à escravidão: Comissão de Educação aprova preferência para pessoas resgatadas

A prioridade para trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão foi aprovada pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta (03.08).  A regra vale para serviços e programas sociais do Estado de Pernambuco, como emissão de documentos e matrículas em cursos de capacitação e unidades de ensino. A proposta é da […]

A prioridade para trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão foi aprovada pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta (03.08). 

A regra vale para serviços e programas sociais do Estado de Pernambuco, como emissão de documentos e matrículas em cursos de capacitação e unidades de ensino. A proposta é da deputada Delegada Gleide Ângelo (PSB) e também assegura matrícula prioritária aos dependentes dos trabalhadores resgatados. 

Relatora da matéria no Colegiado de Educação, a deputada Dani Portela (PSOL) destacou a relevância da medida “A garantia de acesso prioritário contribui para que essa pessoa que já passou muitos anos em situação de vulnerabilidade extrema possa exercer os seus direitos fundamentais”, afirmou. 

A Comissão de Educação também acatou um pedido de informação sobre contratações e patrocínios relativos à área cultural do Governo do Estado. A providência foi sugerida pelo presidente do Colegiado, deputado Waldemar Borges (PSB).

“A gente vai encaminhar esse pedido de informação com o objetivo de tentar trazer a público uma radiografia do que tem sido a movimentação na área cultural em Pernambuco, sobretudo nas festividades vinculadas aos ciclos carnavalesco, junino, da Paixão de Cristo e ao próprio Festival de Inverno de Garanhuns”, ressaltou. 

Ainda na reunião desta quinta, o Colegiado anunciou uma agenda de audiências públicas. A implantação da Escola de Sargentos de Pernambuco será debatida no dia 15 de agosto. No dia 23 de agosto, o tema vai ser o analfabetismo no Estado. 

Já a discussão sobre as políticas afirmativas de acesso e permanência na Universidade de Pernambuco (UPE) ficou para o dia 5 de setembro. Os eventos serão realizados no auditório Sérgio Guerra, na sede da Alepe, no Recife, sempre às 10h.