São José do Egito registra sétimo homicídio do ano
Por André Luis
Por André Luis
São José do Egito registrou na noite desta quinta-feira (6), o sétimo homicídio do ano. A vítima foi uma mulher.
Segundo o blogueiro Marcello Patriota, falando ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, Andressa Karoline Wanderley Cavalcante, 33 anos, foi assassinada com um tiro na cabeça.
Marcelo informou que o crime aconteceu por volta das 23h, no Alto do Cemitério, nas proximidades da Caixa Econômica Federal.
“Dois indivíduos chegaram em uma moto e dispararam quatro tiros em direção a Andressa e seu companheiro, um dos projéteis atingiu a região da cabeça e Andressa veio a óbito no local”, informou Marcello.
Ainda segundo Marcello, o alvo era o companheiro de Andressa. “Os relatos são de que o casal era envolvido com drogas”, disse.
Marcello informou ainda que a Polícia Militar foi chamada e isolou o local até a chegada do IC – Instituto de Criminalística, que fez a perícia da cena do crime.
“O corpo de Andressa foi encaminhado ao IML de Caruaru. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de São José do Egito.
Este foi o sétimo homicídio do ano em São José do Egito que está com a média de um homicídio por mês em 2023.
Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.
Com a aprovação, a bula da vacina Comirnaty trará a indicação de dose de reforço pelo menos seis meses após o recebimento da segunda dose. A Anvisa aprovou a autorização de dose de reforço solicitada pela Pfizer para a sua vacina contra Covid-19, a Comirnaty. Isso significa que a Agência avaliou os dados e estudos […]
Com a aprovação, a bula da vacina Comirnaty trará a indicação de dose de reforço pelo menos seis meses após o recebimento da segunda dose.
A Anvisa aprovou a autorização de dose de reforço solicitada pela Pfizer para a sua vacina contra Covid-19, a Comirnaty. Isso significa que a Agência avaliou os dados e estudos apresentado pelo laboratório e concluiu que as evidências científicas demonstram segurança e eficácia para a aplicação da dose de reforço da Pfizer.
Com a aprovação da Anvisa, a bula da vacina Comirnaty trará a indicação de dose de reforço pelo menos seis meses após o recebimento da segunda dose, para pessoas com 18 ou mais anos de idade. A indicação de reforço aprovada pela Anvisa é de uso homologo, ou seja, de reforço para pessoas que receberam a Comirnaty na primeira imunização.
A Comirnaty é uma vacina já registrada no país, por isso a decisão final sobre a inclusão da dose de reforço na bula é da própria Gerência-Geral de Medicamentos da Agência.
Indicação aprovada e motivos
A indicação de bula é baseada nos estudos clínicos e resultados desenvolvidos pelo laboratório, que neste caso avaliou a administração do reforço em voluntários que foram imunizados inicialmente com o esquema de duas doses da Pfizer. Também foram avaliados dados de monitoramento do uso da vacina da Pfizer no Brasil.
Entre as justificativas avaliadas pela Anvisa estão dados de estudos científicos que indicam a diminuição dos anticorpos neutralizantes e algumas evidências de diminuição de eficácia contra a Covid-19. Outro dado considerado foi o surgimento de variantes do vírus SARS-CoV-2, incluindo a variante Delta.
Principais pontos da decisão
Foi aprovada tecnicamente a dose de reforço para pessoas imunizadas anteriormente com Pfizer.
A dose de reforço será indicada em bula apenas para pessoas com 18 ou mais anos de idade.
Dose de reforço pode ser aplicada pelo menos seis meses após a segunda dose (vacinação completa).
Estudo analisado reuniu dados de 300 indivíduos incluídos no estudo clínico de fase 1/2/3 da vacina.
Não foram apresentados dados de reforço heterólogo, ou seja, para pessoas que se imunizaram com outras vacinas contra Covid.
A vacina Cominarty está registrada no Brasil desde 23 de fevereiro de 2021.
Reforço ou Terceira Dose?
A dose de reforço é uma aplicação adicional de uma vacina após a pessoa ter o esquema completo de imunização previsto na bula. No caso da vacina da Pfizer a imunização completa acontece com duas doses, com um intervalo maior ou igual a 21 dias após a primeira. A dose de reforço tem o objetivo de manter ou mesmo melhorar a imunidade gerada pelo esquema primário de vacinação, evitando que após um longo período a resposta imune no organismo comece a diminuir.
Terceira dose é o termo que se aplicaria aos casos em que o esquema completo de imunização fosse alcançado somente com três doses. Ou seja, seria o caso de um imunizante em que são necessárias três doses da vacina para que o indivíduo possa estar imunizado.
Na prática, não existem vacinas contra Covid no Brasil com esquema de três doses. As vacinas autorizadas pela Anvisa no Brasil são de dose única, caso da Janssen, ou de duas doses, casos das demais.
Termo de Compromisso
Para a autorização da inclusão da dose de reforço em bula, a Pfizer ainda deve firmar um termo de compromisso para a apresentação de dados complementares identificados como lacunas durante a avaliação técnica.
Os principais pontos do termo de compromisso são:
Dados clínicos adicionais sobre eficácia, imunogenicidade e segurança da dose de reforço; plano de gerenciamento de risco com inclusão da dose de reforço; e dados de efetividade e de segurança de “vida real”.
Em Brasília, a prefeita de Surubim e diretora da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) Ana Célia participou nesta quarta-feira, 09 de outubro, de mais uma reunião do Conselho Político da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Na pauta, assuntos de interesse municipalista, com ênfase na reforma tributária, RPPS e criação de consórcios nacionais. Para Ana Célia, […]
Em Brasília, a prefeita de Surubim e diretora da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) Ana Célia participou nesta quarta-feira, 09 de outubro, de mais uma reunião do Conselho Político da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Na pauta, assuntos de interesse municipalista, com ênfase na reforma tributária, RPPS e criação de consórcios nacionais.
Para Ana Célia, a força municipalista e a união dos prefeitos em prol do fortalecimento dos municípios são essenciais para a melhoria das condições de vida nas cidades. “O municipalismo brasileiro, com suas ações, reflete diretamente no dia a dia da população, e os prefeitos de Pernambuco lutam por isso, garantindo que os cidadãos recebam os serviços e investimentos necessários”, destacou a prefeita.
No tocante a criação de consórcios públicos, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski apresentou aos presentes os dois novos consórcios criados pela Confederação: um sobre Gestão Climatica e de Prevenção de Desastres e outro que trata de Gestão dos Regimes Próprios de Previdência (RPPS).
O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João, revelou nesta quinta-feira (01.02), durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que irá migrar para o Partido Socialista Brasileiro (PSB) durante a janela partidária que se abrirá em março. “Eu já havia sinalizado a minha saída do […]
O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João, revelou nesta quinta-feira (01.02), durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que irá migrar para o Partido Socialista Brasileiro (PSB) durante a janela partidária que se abrirá em março.
“Eu já havia sinalizado a minha saída do PSD em um outro momento. Agora, que o partido está na oposição municipal e eu sou da base de apoio do prefeito Sandrinho Palmeira, não tem como permanecer. O vereador Argemiro também vai para o PSB, já Douglas [Eletricista] e Erickson [Torres], não sei se também irão para o PSB”, informou Rubinho.
Questionado se a ida para o PSB seria uma preparação para uma possível formação de chapa majoritária em 2028, Rubinho esclareceu que não está pensando nisso, mas não descartou a possibilidade de voltar a tentar ocupar uma vaga no legislativo novamente. “O futuro a Deus pertence. Não tem como eu afirmar isso hoje, mas nada é impossível. Vai depender de como estarão os meus projetos quando chegar o momento”, destacou.
O presidente da Câmara também confirmou a sua decisão de não disputar a reeleição este ano. “Tenho compromissos de ordem pessoal. Foi uma decisão pensada, conversada com a família. Se alguém estiver pensando que foi uma decisão imposta, está completamente enganado. O prefeito Sandrinho não pediu, mesmo porque, se ele tivesse pedido, aí que seria mais um motivo para manter o nome”, afirmou.
Rubinho confirmou mais uma vez que estará apoiando a reeleição do prefeito Sandrinho Palmeira, mas quando questionado sobre apoiar a manutenção da chapa Sandrinho/Daniel, disse que não se comprometeu.
“Quando emiti a nota informando sobre a decisão de não mais disputar o pleito, deixei claro que continuaria apoiando o prefeito Sandrinho Palmeira, mas que não iria me manifestar com relação aos nomes que estão postos para a vice. Meu compromisso é com Sandrinho”, destacou o presidente da Câmara.
Durante a entrevista, Rubinho do São João também aproveitou para fazer um balanço de seu mandato e de sua gestão como presidente do Legislativo Municipal.
Do Uol Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso. Enquanto a bancada na Câmara […]
Segundo Carlo Siqueira, presidente do PSB, não há consenso na sigla sobre o tema
Do Uol
Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso.
Enquanto a bancada na Câmara apoia majoritariamente a petição de impedimento assinada pelos juristas Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo, a maioria dos governadores, senadores e dirigentes da legenda que atuam em movimentos sociais se posiciona contra a medida.
O PSB esteve na área de influência do PT até 2013, quando rompeu com a presidente Dilma Rousseff e lançou o então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como candidato à Presidência. Após a morte dele no ano passado em um acidente aéreo durante a campanha presidencial e, na sequência, a derrota da ex-ministra Marina Silva, sua sucessora, no 1º turno da disputa, a legenda deu apoio ao senador tucano Aécio Neves (MG) no 2º turno.
Mesmo sem uma liderança nacional, líderes do PSB afirmam que a legenda não quer mais ser linha auxiliar porque hoje o partido busca protagonismo como terceira via à polarização entre PT e PSDB.
Por isso, a legenda resiste em embarcar no discurso pró-impeachment capitaneado pelo PSDB de Aécio. A mesma razão faz com que parte do partido se negue também a apoiar o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em seu projeto presidencial. O tucano paulista recebeu a sinalização de que poderia contar com a sigla caso não consiga se lançar candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB.
Palavra final
Diante do impasse sobre o afastamento de Dilma, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, costurou um acordo pelo qual a palavra final sobre o impeachment será da direção nacional executiva do partido, que está dividida ao meio. “O debate está em suspenso. Fechamos o ano sem uma definição clara. Há uma certa simpatia na Câmara, mas no Senado (o impeachment) encontra resistência”, avaliou Siqueira.
Os quatro deputados indicados pelo PSB para a Comissão Especial que avaliará o impedimento após o recesso parlamentar, em fevereiro, se comprometeram a acatar a decisão do comando partidário. São eles Fernando Bezerra Filho (PE), Tadeu Alencar (PE), Danilo Fortes (CE) e Bebeto (BA).
Ponta do lápis
Segundo cálculo da cúpula pessebista, 28 dos 36 deputados apoiam o pedido de afastamento da presidente que tramita na Câmara.
Os que se posicionam contra – caso da deputada Luiza Erundina, por exemplo – integram a ala mais “à esquerda” do PSB.
Em caráter reservado, parlamentares pró-impeachment alegam que estão sendo pressionados por suas bases e temem não eleger seus aliados em 2016 ou renovar o próprio mandato em 2018.
O mesmo levantamento informal prevê que pelo menos 5 dos 7 sete senadores do PSB rechaçam a tese do impedimento de Dilma Rousseff. A bancada chegou a discutir pelo WhatsApp a ideia de lançar um documento com o argumento de que a impopularidade não justifica o impedimento.
Consenso. Já entre os três governadores do PSB – Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE) -, há consenso contra o impeachment. “Da maneira como o processo está sendo levado pelo Eduardo Cunha (presidente da Câmara dos Deputados), ele está fadado a não ter legitimidade”, disse ao Estado Paulo Câmara (mais informações na entrevista abaixo).
Crítico enfático do movimento pelo impeachment, Coutinho reconhece que o PSB vive hoje um dilema. “O PSB, como os demais partidos do Brasil, passa por uma crise de rumo”, afirmou o governador da Paraíba.
Câmara e Coutinho também criticam a estratégia da oposição na Câmara, sobretudo do PSDB, ao longo de 2015. “A oposição não construiu um norte. A população não reconhece a devida legitimidade na oposição”, declarou Coutinho em entrevista recente à TV Estadão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Aproveitando o clima de festa e alegria do carnaval, o prefeito de Calumbi, Joelson, fez um anúncio para a população: a pavimentação asfáltica de seis ruas na cidade. A novidade foi revelada em um vídeo gravado durante a segunda noite das festividades. “Estamos aqui junto com o povo, muita animação, e é sempre um prazer […]
Aproveitando o clima de festa e alegria do carnaval, o prefeito de Calumbi, Joelson, fez um anúncio para a população: a pavimentação asfáltica de seis ruas na cidade. A novidade foi revelada em um vídeo gravado durante a segunda noite das festividades.
“Estamos aqui junto com o povo, muita animação, e é sempre um prazer ver a alegria da nossa cidade curtindo um carnaval com muita paz”, declarou o prefeito.
Joelson destacou o compromisso da gestão em manter as tradições culturais do município e reforçou que, após o dia 10, será assinada a ordem de serviço para o início das obras.
“A pavimentação das seis ruas promete facilitar o acesso e garantir mais conforto e segurança para os cidadãos”, disse o prefeito.
Durante o anúncio, Joelson agradeceu a presença de todos no carnaval e reforçou a importância de celebrar com paz e alegria.
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