São José do Egito registra segundo homicídio do ano
Por André Luis
Na madrugada desta terça-feira (10), São José do Egito registrou o segundo homicídio de 2023.
Claucivam Mandú de Oliveira, 27 anos, o Bilunga, como era conhecido, foi morto na cama em sua casa com um tiro na cabeça. Ele estava ao lado das duas filhas e da companheira.
O crime aconteceu no Bairro Planalto. Bilunga morava ao lado do EREM Sebastião Rabelo.
A Polícia Militar e a Policia Civil foram ao local do crime, o IC-Instituto de Criminalística também esteve no local e o corpo será levado para o IML- Instituto de Medicina legal em Caruaru-PE.
São Jose do Egito registrou, em 2022, 14 assassinatos e ficou atrás apenas de Serra Talhada, onde ocorreram 20 registros do crime. As informações são do blog do Marcelo Patriota.
A sessão da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira desta terça-feira (23) teve mais um embate. Agora, entre os parlamentares Mário Martins e Edson do Cosmético. A discussão ganhou tom pessoal e exigiu a intervenção do presidente da Casa, Vicentinho, para tentar restabelecer a ordem. Durante sua fala, o vereador Mário Martins afirmou que […]
A sessão da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira desta terça-feira (23) teve mais um embate. Agora, entre os parlamentares Mário Martins e Edson do Cosmético. A discussão ganhou tom pessoal e exigiu a intervenção do presidente da Casa, Vicentinho, para tentar restabelecer a ordem.
Durante sua fala, o vereador Mário Martins afirmou que Edson “não é um bom exemplo como homem porque é desonesto”, associando o colega a um “estilo bolsonarista de político”. A declaração gerou reação imediata.
“Em nome do regimento, senhor presidente, pela ordem. O escroto vereador está tratando de assuntos pessoais. Isso aqui não diz respeito à população”, respondeu Edson do Cosmético.
Mário, por sua vez, reforçou que estava amparado pela imunidade parlamentar. O presidente Vicentinho interveio, determinando que a ordem dos pronunciamentos fosse respeitada e garantindo a Edson o direito de resposta.
Na tréplica, Edson voltou a criticar o colega: “Eu não vou me dirigir ao colega pelo nível baixo de discurso que ele utiliza-se dessa tribuna. Eu vou me dirigir à população de Afogados da Ingazeira que está assistindo. O vereador partiu para o ataque pessoal, logo ele que tem várias passagens pela polícia por agressão doméstica e tantas outras situações. Agora querer vir trazer um discurso desse contra a minha pessoa…”.
Blog do Magno Na composição da nova Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, a ser eleita consensualmente em 1 de fevereiro, a poderosa Primeira-Secretaria, hoje ocupada pelo pernambucano Luciano Bivar (UB), vai continuar sendo espaço do Estado. O sucessor de Bivar será o deputado Carlos Veras, indicado pela bancada do seu partido, o PT. Natural […]
Na composição da nova Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, a ser eleita consensualmente em 1 de fevereiro, a poderosa Primeira-Secretaria, hoje ocupada pelo pernambucano Luciano Bivar (UB), vai continuar sendo espaço do Estado.
O sucessor de Bivar será o deputado Carlos Veras, indicado pela bancada do seu partido, o PT. Natural de Tabira, no Sertão do Pajeú, Veras está no seu segundo mandato e integra o grupo petista liderado pelo senador Humberto Costa.
Pernambuco terá um segundo representante na Mesa Diretora: o deputado Lula da Fonte será o segundo-vice-presidente da Casa, indicado pela bancada do seu partido, o PP, que no Estado é presidido pelo seu pai, o deputado federal Eduardo da Fonte.
Como primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, Carlos Veras vai administrar um orçamento da ordem de R$ 8 bilhões. Na prática, o primeiro secretário é o prefeito da Casa. Por ele, passará o destino e controle dessa montanha de dinheiro a partir de fevereiro.
Nesta segunda-feira (17), o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, recebeu a visita da Secretária Executiva de Gestão Estratégica e Coordenação Geral, Bárbara Florêncio, da Diretora Geral de Gestão Estratégica, Ítala Gomes, além da sanitarista Mary Delanea, da X-GERES. Nesta quarta-feira (19), ao repórter Marcony Pereira falando para o programa A Tarde […]
Nesta segunda-feira (17), o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, recebeu a visita da Secretária Executiva de Gestão Estratégica e Coordenação Geral, Bárbara Florêncio, da Diretora Geral de Gestão Estratégica, Ítala Gomes, além da sanitarista Mary Delanea, da X-GERES.
Nesta quarta-feira (19), ao repórter Marcony Pereira falando para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, o diretor do HREC, Sebastião Duque, detalhou o que se conversou durante a visita.
Segundo ele, tratou-se de uma visita técnica com o intuito de conhecer as dependências físicas e a capacidade técnica da unidade hospitalar.
“A visita também foi uma forma do Governo de Pernambuco dizer que está junto e a disposição. Aproveitamos para apresentar alguns projetos, como a questão da compra do tomógrafo, mostramos o terreno que foi doado pelo prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira para a construção da unidade de diálise e aproveitamos para mostrar a importância, visto que temos quase 100 pacientes que são encaminhados para fazer o tratamento em Arcoverde”, destacou Duque.
Ainda segundo o diretor do HREC, também foi apresentado a necessidade de ampliação da emergência. “Apresentamos todas as nossas demandas e mostramos também as obras da UTI, almoxarifado e da farmácia, que estão em fase final”, disse.
Duque disse que a secretária-executiva, Bárbara Florêncio garantiu que as demandas seriam encaminhadas para a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti.
O diretor da unidade hospitalar aproveitou para lembrar que nesta quinta-feira (20), o hospital dará início as cirurgias por vídeo. Ainda sobre o aumento de pacientes na unidade, principalmente crianças, que estão dando entrada com síndrome gripal.
Por André Luis O cantor Jorge de Altinho, responsável por dar o nome de “A Capital do Forró” para Caruaru através da música de título homônimo, em 1979, usou as redes sociais nesta quarta-feira (6), para informar que não tem clima para cantar no São João de Caruaru. Em um vídeo publicado no seu Facebook, […]
O cantor Jorge de Altinho, responsável por dar o nome de “A Capital do Forró” para Caruaru através da música de título homônimo, em 1979, usou as redes sociais nesta quarta-feira (6), para informar que não tem clima para cantar no São João de Caruaru.
Em um vídeo publicado no seu Facebook, o cantor disse esperar contar com a compreensão dos fãs.
“Eu não tenho mais clima para cantar no São João esse ano. Depois dessa polêmica. Eu não me sinto à vontade pra gente fazer aquele show que sempre fizemos, aquele encontro leve Alegre e festivo”, disse Jorge (veja o vídeo no final da reportagem).
A polêmica envolvendo o cantor teve início na semana passada, quando a sua esposa e empresária, Juliana Souza Assunção, postou um vídeo nas redes sociais desabafando contra a ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra, que deixou o cantor fora da grade do São João de Caruaru deste ano.
“Ela tratou quem fez uma das músicas mais tocadas no São João, Caruaru, a capital do forró, de lixo. Isso não atingiu apenas meu marido, autor e intérprete da canção, mas a todos que cantam o mais genuíno forró. Numa festa de forró, ela deu preferência à outros ritmos musicais, como o pop e até o rock, o que é profundamente lamentável”, desabafou Juliana.
Ainda na semana passada o presidente da Fundação de Cultura de Caruaru, Rubens Júnior, responsável pela grade artística do São João, garantiu ao blog do Magno, que o cantor Jorge de Altinho seria incluído na programação, não para o palco principal, mas do Alto do Moura.
Mas Jorge não aceitou o convite, por isso, está fora definitivamente do São João de Caruaru deste ano.
O vídeo publicado pelo cantor nesta quarta-feira recebeu o apoio dos fãs. “Seu nome é forró. Você é o verdadeiro São João, toque onde for valorizado e nós iremos com você. Um abraço cheio de saudades”, disse uma fã.
“Jorge de Altinho, Você é topo de referência, um ícone do forró e da cultura pernambucana e nordestina. Se você acha que não tem mais clima para cantar no São João de Caruaru, o que está coberto de razão, suba nos demais palcos e dê seu show como sempre faz, e leve seu público e fãs ao verdadeiro forró. você é referência do melhor forró do Brasil”, disse outro.
Por Armando Monteiro Neto* Políticas de apoio às micro e pequenas empresas, fomentando o empreendedorismo, a formalização dos negócios e a produtividade, são fundamentais para reduzir desigualdades. Em 2022, 76% das vagas de empregos formais foram criados pelos pequenos negócios. Com elevadas taxas de desemprego e baixa capacidade de geração de postos de trabalho formais, […]
Políticas de apoio às micro e pequenas empresas, fomentando o empreendedorismo, a formalização dos negócios e a produtividade, são fundamentais para reduzir desigualdades. Em 2022, 76% das vagas de empregos formais foram criados pelos pequenos negócios.
Com elevadas taxas de desemprego e baixa capacidade de geração de postos de trabalho formais, Pernambuco carece de uma política ativa em favor dos pequenos que alcance as mais de 570 mil micro e pequenas empresas (MPEs) e os Microempreendedores Individuais (MEIs). Ao contrário do que prevê a Constituição, o nosso Estado adota uma política de ICMS alargando o alcance da substituição tributária (ST), obrigando os pequenos a pagar na frente, atribuindo margens arbitrárias e exageradas de lucratividade.
Assim, se anulam os benefícios do Simples, aumentando a carga tributária e impondo obrigações acessórias. O Senado, em 2018, aprovou o PLS 476/2017, sob nossa relatoria que buscava estabelecer limites ao uso ampliado desse instrumento. Devemos ainda estimular o empreendedorismo nato do pernambucano com capacitação, microcrédito orientado e inclusão produtiva. Temos que aproveitar o potencial do ecossistema de inovação em favor dos pequenos. As transformações da economia digital geram ganhos de produtividade e reduzem custos. Portanto, é fundamental uma política de estímulo governamental para integração dos atores da inovação em Pernambuco com as nossas MPEs. O nosso Porto Digital é um caso de sucesso no Brasil e que poderia se voltar mais para dentro do estado. Também é preciso desenvolver um programa de compras públicas que possa de fato estimular a participação das MPEs.
A redução da burocracia para formação de consórcios das MPEs nas licitações, desmembramento de contratos, adoção de cotas reservadas, possibilidade de subcontratação e apoio creditício são algumas das melhores práticas nessa área. Poderíamos ainda formar um fundo de aval com uma contribuição das MPEs que ganhassem as licitações. Finalmente, há espaço para se ampliar a escala e reproduzir em todo Estado a experiência do Brasil Mais Produtivo, que tive satisfação de lançar em 2016 quando Ministro. O programa, bem avaliado pela Cepal e o Ipea, oferece às MPEs apoio para adoção de intervenções simples na organização da produção com extraordinários ganhos de produtividade. Portanto, os pequenos negócios precisam efetivamente ter um espaço prioritário na agenda de desenvolvimento econômico de Pernambuco por meio de políticas públicas direcionadas e coordenadas dentro e fora do governo. A vez é dos pequenos.
*Armando Monteiro Neto, ex-senador e ex-Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
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