Santanna promete grande show na abertura da Expoagro
Por Nill Júnior
O mestre Santanna, o Cantador, esteve hoje no programa Comando Geral, da Rádio Pajeú, com Michelli Martins e Aldo Vidal. Acompanhado da assessoria, mais o Secretário Edgar Santos e o vice Alessandro Palmeira, de quem é amigo, falou da carreira e expectativa de voltar à Expoagro. Logo mais às 21h, ele abre a programação.
Cearense de Juazeiro do Norte, radicado em Pernambuco, criou nos anos 80 amizade com Luiz Gonzaga, de quem se tornou amigo particular. Participou de vários shows seus, fazendo a abertura e em seguida, fazendo vocal.
Santanna é conhecido por preservar essa tradição e legado do forró autêntico, Cantor profissional desde 1992, hoje é considerado um dos músicos mais conhecido do Forró, e sua musica é curtida em varias regiões do Brasil.
Os prefeitos de Ouro Velho/PB, Augusto Valadares (União Brasil) e Evandro Valadares (PSB), de São José do Egito/PE, em companhia do Secretário de Planejamento de São José do Egito, Paulo Juca, estiveram reunidos com o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro na noite desta terça-feira (28) em busca de liberação de recursos para suas […]
Os prefeitos de Ouro Velho/PB, Augusto Valadares (União Brasil) e Evandro Valadares (PSB), de São José do Egito/PE, em companhia do Secretário de Planejamento de São José do Egito, Paulo Juca, estiveram reunidos com o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro na noite desta terça-feira (28) em busca de liberação de recursos para suas cidades.
O prefeito de São José do Egito solicitou liberação de quase 7 milhões de reais nas obras de estrada vicinais do município, que estão em plena execução.
Já o prefeito de Ouro Velho solicitou 5 milhões de reais em maquinários e equipamentos agrícolas.
O Secretário Paulo Juca, ainda, requereu recursos para Brejinho, Itapetim, Santa Terezinha e Tuparetama.
Diagnóstico atualizado sobre a destinação do lixo no estado será divulgado no final de novembro pelo TCE. Prefeitos e secretários de 12 municípios pernambucanos participaram, na última quarta-feira (09), de uma reunião com o presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Ranilson Ramos, sobre a eliminação dos lixões que ainda vêm recebendo o descarte de resíduos […]
Diagnóstico atualizado sobre a destinação do lixo no estado será divulgado no final de novembro pelo TCE.
Prefeitos e secretários de 12 municípios pernambucanos participaram, na última quarta-feira (09), de uma reunião com o presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Ranilson Ramos, sobre a eliminação dos lixões que ainda vêm recebendo o descarte de resíduos sólidos no Estado.
Na ocasião, o servidor Pedro Teixeira (Gerência de Estudos e Auditorias Temáticas) apresentou um diagnóstico recente sobre a situação do descarte do lixo pelas prefeituras. De acordo com o estudo, 93,5% dos municípios depositam os resíduos de forma adequada.
Apenas 12, dos 184 municípios pernambucanos, ainda não depositam seus resíduos sólidos de forma adequada. “Os municípios podem implantar os seus próprios aterros, depositar em aterros já licenciados em municípios vizinhos e fazer separação para reciclagem e recuperação energética”, explicou Pedro Teixeira.
O presidente do TCE fez um apelo aos prefeitos e suas equipes para que priorizem a utilização dos aterros sanitários, dando fim aos lixões que trazem vários danos ambientais e à saúde da população. “Pernambuco foi o Estado que mais avançou na questão ambiental, pois tivemos uma adesão muito grande nos últimos oito anos. Mas é preciso que essa questão seja resolvida de forma definitiva. Quero pedir a vocês que a gente possa pactuar um termo para acabar com os lixões no nosso Estado de uma vez”, afirmou Ranilson Ramos.
Os prefeitos também puderam expor as suas razões para ainda não terem aderido aos aterros sanitários, sendo a maioria delas, dificuldades burocráticas que impedem o descarte correto do lixo. No fim de novembro, o Tribunal de Contas vai divulgar o diagnóstico atualizado sobre a destinação do lixo no Estado. Esse levantamento é feito desde 2014 e, em 2021, 138 municípios de Pernambuco depositavam resíduos sólidos em aterros sanitários.
O governador Paulo Câmara recebeu, na manhã desta terça-feira (04), no Palácio do Campo das Princesas, a delegação do Sport Club do Recife – time vencedor do Campeonato Pernambucano de Futebol 2017. A competição, finalizada no dia 28 do ultimo mês, homenageou o Bicentenário da Revolução de 1817 com a criação de uma taça especialmente […]
O governador Paulo Câmara recebeu, na manhã desta terça-feira (04), no Palácio do Campo das Princesas, a delegação do Sport Club do Recife – time vencedor do Campeonato Pernambucano de Futebol 2017.
A competição, finalizada no dia 28 do ultimo mês, homenageou o Bicentenário da Revolução de 1817 com a criação de uma taça especialmente inspirada no movimento separatista, entregue ao campeão da edição. O chefe do Executivo estadual aproveitou a oportunidade para parabenizar toda a equipe rubro-negra pela conquista e pela representação do Estado em competições nacionais e internacionais.
“Um clube que tem feito bem ao futebol pernambucano, ao futebol brasileiro, e a gente só tem que parabenizá-lo e torcer para que ele continue dando alegrias para sua torcida”, declarou Paulo Câmara.
Com esta conquista, o Sport contabiliza 41 títulos do Estadual. Para o presidente do clube, Arnaldo Barros, a vitória representa a força do futebol pernambucano.
Participaram do encontro o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry; o secretário de Turismo, Esporte e Lazer, Felipe Carreras; o secretário executivo da Casa Civil, Marcelo Canuto; o Chefe de Gabinete do governador, João Campos; o deputado estadual e líder do Governo na Alepe, Isaltino Nascimento.
Estiveram presentes também o vice-presidente do Sport, Gustavo Dubeux; o executivo de futebol, Alexandre Faria; os diretores de futebol Aluísio Maluf e Rodrigo Barros; o técnico Vanderlei Luxemburgo; o auxiliar técnico do clube, Daniel Paulista; além dos jogadores Reinaldo Lenis, Juninho, Oswaldo Henriquéz, Diego Souza, Raul Prata, Rithely e Magrão.
do O Globo Terceira presidenciável sabatinada pelo GLOBO, Marina Silva (PSB) voltou a defender o fim da velha política e da reeleição e rebateu os ataques do PT quanto à suas posições sobre a exploração do pré-sal, reafirmando que vai explorar a camada, mesmo investindo em novas fontes energéticas. Para a candidata do PSB, as […]
Terceira presidenciável sabatinada pelo GLOBO, Marina Silva (PSB) voltou a defender o fim da velha política e da reeleição e rebateu os ataques do PT quanto à suas posições sobre a exploração do pré-sal, reafirmando que vai explorar a camada, mesmo investindo em novas fontes energéticas. Para a candidata do PSB, as críticas do PT são usadas como “cortina de fumaça” para esconder os problemas na área do petróleo, decorrentes do escândalo de corrupção na Petrobras.
“Nós vamos explorar os recursos do pré-sal. Vamos usar o dinheiro que está destinado para a Saúde e Educação para a Saúde e a Educação, e não para a corrupção, como a sociedade tem medo. O que está ameaçando o pré-sal é a corrupção [na Petrobras]. Existe uma cortina de fumaça que foi lançada para desviar o debate. Uma safra que só dá uma vez precisa ser muito bem utilizada, e não drenada”, argumentou Marina, durante a entrevista no Museu de Arte do Rio (MAR).
Depois de falar que “sonhava” que um partido como o PT, “que fez a distribuição de renda, pudesse se referenciar”, Marina criticou o esquema de desvio de dinheiro montado na Petrobras, descoberto pela operação Lava-Jato, da Polícia Federal.
“Não consigo acreditar num partido que coloca por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da Petrobras”.
Em outro momento, a ex-senadora comentou os ataques que tem sofrido. Segundo ela, PT e PSDB estão unidos em uma batalha de “Golias contra Davi”. Ela disse que vem sendo vítima, por parte do PSDB “de um trabalho de desconstrução” semelhante ao sofrido por Lula.
“É uma batalha de Golias contra Davi. Dois partidos se uniram temporariamente para fazer essa artilharia pesada. O que eu sinto na sociedade é um movimento, com esperaça de fazer as mudanças. Ele (o Aécio) se perfilou ao PT fazendo a mesma forma de desconstrução – ressaltou Marina – [O PSDB] vem usando os mesmos elementos usados contra o presidente Lula. Sabe por que é dito isso? Pela minha origem e pela forma como me porto. Eu fiz a escolha pelo debate e não pelo embate”, declarou Marina.
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores Por Amanda Rainheri/JC Online Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara […]
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores
Por Amanda Rainheri/JC Online
Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara anunciou às pompas um pacote de investimentos de mais de R$ 50 milhões para o Cabo. Entre as novidades, a construção de uma rodovia que daria a 20 mil estudantes o sonho de um futuro melhor.
Quase dois anos após a assinatura da ordem de execução, a PE-33, único acesso aos novos câmpus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) do município, virou sinônimo de abandono, descaso e desperdício de dinheiro público. Um pesadelo para alunos, moradores do entorno e para as instituições de ensino que deveriam ser beneficiadas.
A situação da Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho (UACSA) da UFRPE é a mais delicada. A ausência da rodovia resultou na suspensão por tempo indeterminado da obra, que está 60% concluída. E pior: a universidade corre o risco de perder a verba para execução do restante.
Sem a PE-33, o acesso ao canteiro de obras ficou inviabilizado. A empresa responsável pelo serviço enfrentava problemas financeiros desde 2017 e era sustentada pela obra no Cabo. Com a impossibilidade de prosseguir a construção, veio a falência e o distrato do contrato.
Os R$ 80 milhões que seriam usados para concluir o câmpus precisarão retornar aos cofres nacionais, enquanto um novo processo licitatório é aberto para contratação de outra empresa.
“O problema é que não temos garantia nenhuma de que esse dinheiro irá voltar. O Ministério da Educação (MEC) disse não ter como repassar, porque esse valor entra para o Tesouro Nacional e acaba diluído. Estamos em uma situação difícil, que poderia ser evitada se a rodovia tivesse sido construída”, argumenta a reitora da Rural, Maria José de Sena.
A obra tem custo total de R$ 250 milhões. Desses, aproximadamente R$ 120 milhões foram gastos. Não bastasse o valor já empenhado, a universidade ainda arca com o aluguel de cerca de R$ 200 mil mensais por um empresarial, onde estudam provisoriamente 3 mil alunos de cinco cursos de engenharia (mecânica, civil, elétrica, materiais e eletrônica).
“O prédio não tem estrutura de universidade. Funcionar em um lugar não destinado a esse fim é algo que traz prejuízo para os alunos”, pontua a presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe), Erika Suruagy.
A opinião é compartilhada por Lucas Martins, 27 anos, estudante do 10º período de engenharia elétrica. “Não temos restaurante universitário. Ou comemos no shopping (o local fica próximo ao Costa Dourada) ou em um restaurante privado, que é caro. Além disso, no novo câmpus, existe a promessa de ter uma Casa do Estudante e transporte até a universidade.”
O drama do IFPE também é grande. As obras foram finalizadas e o prédio, que ocupa área de 12.650 metros quadrados, entregue no fim do ano passado. Mas o investimento de R$ 35 milhões corre o risco de ter sido em vão. Isso porque, sem a rodovia, não é possível o acesso. A instituição tem 600 estudantes de ensino técnico e superior. “O acesso que existe é provisório, usado para a construção. Existem problemas como iluminação e transporte público, que são essenciais para o funcionamento do câmpus e esbarram na falta da rodovia”, defende o diretor-geral do câmpus do Cabo, Daniel Assunção.
Os estudantes ocupam hoje parte das instalações da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho (Fachuca). “A falta da rodovia nos traz grandes problemas. Aumentamos o número de vagas, porque tínhamos a expectativa de iniciar o semestre no novo prédio e agora temos que nos desdobrar em um espaço pequeno. Passamos a dar aulas aos sábados para organizarmos os horários. O problema é que muitos alunos dependem do transporte intermunicipal oferecido pela prefeitura, que não funciona no fim de semana. Assim, alguns não podem assistir às aulas por falta de dinheiro para o transporte”, conta Jane Miranda, professora do IFPE do Cabo e coordenadora-geral do Sindicato dos Servidores dos Institutos Federais em Pernambuco (Sinef-PE).
Os alunos do curso técnico em cozinha são obrigados a realizar as aulas práticas em ônibus adaptados. “Minha turma tem 13 pessoas e não cabem todos. A estrutura é quente e ruim e isso afeta o aprendizado. Não é culpa do instituto, porque o prédio está pronto, só não podemos ir pra lá”, desabafa Laís da Silva, 29 anos, aluna do 3º período do curso.
Licitada em 2014, a obra teve início em outubro de 2017. Em janeiro do ano seguinte, foi paralisada, após atraso no pagamento da empresa que realizava o serviço. A PE-33 tem 8,7 quilômetros de extensão e custo de R$ 32,7 milhões. O primeiro trecho, de dois quilômetros, da BR-101 até os câmpus, tem custo de R$ 10 milhões (R$ 7,5 milhões das obras e R$ 2,5 milhões de desapropriações) e deveria ter ficado pronto 120 dias após o início das obras.
Em nota, a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco (Seinfra) reforçou que as obras da PE-33 “são uma das prioridades da gestão estadual”. O governo disse ainda que está trabalhando para viabilizar junto ao Ministério da Educação (MEC) um repasse de R$ 15 milhões. O pleito só deverá ser formalizado no final do mês de abril.
Impacto ambiental
Outro problema decorrente da obra afeta moradores e obrigou a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho a notificar as empresas envolvidas nas obras da região. “Quando chove, a lama invade as casas dos moradores e dificulta o acesso. Além disso, temos vários prejuízos ambientais, como assoreamento de cursos-d’água”, destaca a secretária de Planejamento e Meio Ambiente do Cabo, Catarina Dourado.
O governo do Estado foi procurado pela reportagem para falar sobre os impactos ambientais, mas não deu retorno até o fechamento desta edição, na noite de sexta-feira (12).
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