Santa Terezinha: decreto prorroga estado de calamidade pública devido à pandemia
Por André Luis
O prefeito Delson Lustosa (Podemos), de Santa Terezinha, no Sertão de Pernambuco, prorrogou pelo prazo de noventa dias o estado de calamidade pública no âmbito do município devido à pandemia.
Em decreto publicado nesta quarta-feira (30), o gestor considera a emergência em saúde pública decorrente do novo coronavírus e a situação anormal vivida, como também o ritmo lento na vacinação contra a Covid-19 e a necessidade de manutenção das medidas sanitárias e administrativas de enfrentamento a pandemia.
O Governo de Pernambuco também prorrogou o estado de calamidade por 180 dias e com ele, ficam suspensos os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal para despesas com pessoal, empenho e endividamento, além de atingimento dos resultados fiscais.
Blog do Magno Em entrevista para o Frente a Frente, programa ancorado pelo jornalista Magno Martins, pela Rede Nordeste de Rádio, que vai ao ar às 18 horas, tendo a Rádio Folha como cabeça de rede, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, classificou de traidores os 11 deputados que votaram a favor da reforma […]
Em entrevista para o Frente a Frente, programa ancorado pelo jornalista Magno Martins, pela Rede Nordeste de Rádio, que vai ao ar às 18 horas, tendo a Rádio Folha como cabeça de rede, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, classificou de traidores os 11 deputados que votaram a favor da reforma da Previdência. Revelou que já recebeu representações contra os onze que serão levadas para apreciação do Conselho de Ética do partido. A pena máxima será a expulsão.
Siqueira disse, ainda, que os deputados serão cobrados a restituir o dinheiro que o PSB investiu em suas campanhas vitoriosas. Citou que Felipe Carreras, o único pernambucano que desobedeceu a orientação do comando nacional, recebeu R$ 1,3 milhão e será obrigado a devolver.
Região do Pajeú registrou 175 milímetros nas últimas horas. Fotos: Farol de Notícias A cidade de Serra Talhada registrou a segunda maior chuva do ano na noite desta quinta (1º) e madrugada de hoje (02), segundo dados do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). Foram 70.8 milímetros em algumas horas, o maior volume desde o último dia 10 […]
Região do Pajeú registrou 175 milímetros nas últimas horas.
Fotos: Farol de Notícias
A cidade de Serra Talhada registrou a segunda maior chuva do ano na noite desta quinta (1º) e madrugada de hoje (02), segundo dados do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).
Foram 70.8 milímetros em algumas horas, o maior volume desde o último dia 10 de fevereiro, quando foram registrados 110,9 milímetros na capital do xaxado.
Até o momento foram contabilizados 967,5 milímetros no ano em Serra Talhada. O mês mais chuvoso na cidade foi março, com 203,9 milímetros, seguido por janeiro com 157,1 e fevereiro com 146 milímetros.
Na região do Pajeú foram registrados 175 milímetros nas últimas horas. Choveu em Afogados da Ingazeira (18 mm), Tabira (1,5 mm), Serra Talhada (70,8 mm), Brejinho (3,5 mm), Calumbi (38,2 mm), Carnaíba (2 mm), Quixaba (14 mm), Santa Cruz da Baixa Verde (12 mm) e Triunfo (15 mm).
Choveu também em outras cidades sertanejas: Arcoverde (4 mm), Salgueiro (13 mm), São José do Belmonte (45 mm), Betânia (5.8 mm) e Mirandiba (48 mm).
Itapetim confirmou o 38º óbito pela doença Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta sexta-feira (18), foram notificados 213 novos casos de Covid-19, 341 recuperados e 1 novo óbito na região nas últimas 24h. Itapetim confirmou o 38º óbito no município […]
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta sexta-feira (18), foram notificados 213 novos casos de Covid-19, 341 recuperados e 1 novo óbito na região nas últimas 24h.
Itapetim confirmou o 38º óbito no município por conta da doença. A Secretaria de Saúde não divulgou detalhes sobre o óbito.
Catorze das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram 25 em Afogados da Ingazeira, 3 em Calumbi, 20 em Carnaíba, 11 em Iguaracy, 3 em Ingazeira, 10 em Itapetim, 2 em Quixaba, 21 em Santa Cruz da Baixa Verde, 8 em São José do Egito, 93 em Serra Talhada, 4 em Solidão, 7 em Tabira, 5 em Triunfo e 1 Tuparetama.
Brejinho e Santa Terezinha não registram novos casos de Covid. Flores, não divulgou boletim.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 49.889 casos confirmados, 47.923 recuperados (96,05%), 698 óbitos e 1.268 casos ativos da doença.
Nota de Pesar O Diretório Municipal do PT de Tabira comunica com grande pesar o falecimento de José Naudo de Oliveira, sindicalista, filiado, e militante do PT, ocorrido na tarde de ontem, sábado, dia 19. Zé Naudo como era mais conhecido, foi diretor do Sindicato dos Trabalhadores(as) de Tabira e candidato a vice prefeito pelo […]
O Diretório Municipal do PT de Tabira comunica com grande pesar o falecimento de José Naudo de Oliveira, sindicalista, filiado, e militante do PT, ocorrido na tarde de ontem, sábado, dia 19.
Zé Naudo como era mais conhecido, foi diretor do Sindicato dos Trabalhadores(as) de Tabira e candidato a vice prefeito pelo PT no ano de 2008. Nunca se curvou diante a tantos embates e travou grandes lutas junto ao seu partido.
Neste momento de perda e de dor, nos solidarizamos com os familiares de Zé Naudo e com toda a Diretoria do Partido dos Trabalhadores (PT). Que Deus lhes conforte o coração e enxugue suas lágrimas.
Não podemos deixar de render grandes homenagens a Zé Naldo que faz parte da história de luta e conquistas do Movimento Sindical Rural e dos movimentos sociais em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.
Socorro Veras
Presidente do PT de Tabira
O vereador Aristóteles Monteiro também lamentou o falecimento de Zé Zaldo ocorrido na tarde deste sábado dia 19.
“Zé Naldo além de ser um sindicalista e militante do partido dos trabalhadores(PT) era um grande amigo e companheiro de grandes lutas. Sem dúvida Tabira e o partido dos trabalhadores(PT) perde um grande líder”.
“Deixo o meu abraço e o meu carinho aos familiares e rogo ao pai para que conforte seus corações neste momento de dor”, conclui.
Da Folha de São Paulo A administração petista expandiu programas sociais e investimentos no ano eleitoral de 2014, mas, entre as maiores despesas federais, a que mais cresceu foi o pagamento de juros da dívida. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30), o governo Dilma Rousseff entregou R$ 251,1 bilhões no ano passado aos credores da […]
A administração petista expandiu programas sociais e investimentos no ano eleitoral de 2014, mas, entre as maiores despesas federais, a que mais cresceu foi o pagamento de juros da dívida.
Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30), o governo Dilma Rousseff entregou R$ 251,1 bilhões no ano passado aos credores da União, numa expansão de 35,1% em relação aos R$ 185,8 bilhões do ano anterior.
O montante bastaria para quase uma década de benefícios do Bolsa Família, a principal marca das políticas oficiais de combate à miséria.
Da cifra, só os R$ 17,3 bilhões em despesas financeiras destinadas a conter a alta do dólar são praticamente equivalentes ao total destinado ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, outra vitrine do Executivo.
O aumento dos gastos com juros superou os dos investimentos em infraestrutura e dos programas mais tradicionais de transferência de renda, como os de previdência, assistência social e amparo ao trabalhador.
Desonerações
Entre as principais causas da piora das contas do Tesouro Nacional, há apenas um caso de elevação mais aguda, mas de dimensões bem menores: a perda de receita com as desonerações da folha de pagamento, que passou de R$ 12,3 bilhões, em 2013, para R$ 21,6 bilhões no ano passado, alta de 75,6%.
Enquanto a equipe econômica nomeada neste ano corta despesas de custeio e propõe restrições à seguridade social, os encargos da dívida pública tendem a acompanhar a elevação das taxas do Banco Central.
Trata-se de uma reviravolta na política de redução dos juros que chegou a ser adotada como trunfo político de Dilma -que, em 2012, cobrou a queda das taxas bancárias em pronunciamento na TV.
Naquele ano, a taxa Selic, do Banco Central, havia caído a 7,25% ao ano, menor patamar desde sua criação, em 1986. Os gastos do governo federal com sua dívida caíram de R$ 180,6 bilhões para R$ 147,3 bilhões.
Na época, a Fazenda defendia que, com o alívio das despesas financeiras, havia novo espaço no Orçamento para a queda de impostos e a expansão de programas sociais e investimentos, como forma de reduzir a pobreza e estimular a economia.
Efeito colateral
Posta em prática, a estratégia foi eficaz em reduzir o desemprego, mas com o efeito colateral de acelerar a inflação. Com o IPCA ameaçando ultrapassar o teto de 6,5% fixado na legislação, os juros voltaram a subir a partir de 2013 e hoje já estão em 12,25%.
A taxa é uma das mais elevadas do mundo. Em termos reais, ou seja, descontada a inflação, só perde para a da Rússia, que deverá enfrentar recessão aguda neste ano.
Além do impacto da alta dos juros, os encargos da dívida cresceram com a injeção de recursos do Tesouro -obtidos com a venda de títulos públicos- nos bancos oficiais e as intervenções do BC no mercado de câmbio.
Nessas operações, a instituição oferece ao mercado contratos vinculados à variação das cotações do dólar: se elas caem, o BC tem lucro; se elas sobem, como aconteceu em 2014, prejuízo.
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