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Sandrinho dá início a  uma nova maratona de inaugurações em Afogados 

Por André Luis

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, deu início, neste final de semana, a uma nova maratona de entregas e inaugurações de obras. A ação deve durar até o final do ano, com uma inauguração ou entrega por semana à população. 

O pontapé inicial da maratona foi a inauguração das obras de pavimentação das ruas Nelson João de Siqueira e Damião Alves dos Santos (trecho), no bairro São Braz. Foram instalados mais de cinco mil metros quadrados de novos pavimentos, libertando centenas de famílias da poeira e da lama. 

A Prefeitura investiu nas obras mais de R$ 500 mil, em parceria com a Caixa. As pavimentações foram realizadas com piso intertravado. 

“A maratona de inaugurações que realizamos em 2023 foi um sucesso. E estamos esse ano retomando a maratona diante do grande volume  de obras e ações que temos para entregar ao nosso povo. Ações que irão beneficiar moradores tanto dos nossos bairros quanto da nossa zona rural e que vai durar até o final do ano,” destacou Sandrinho Palmeira, Prefeito de Afogados da Ingazeira. 

A inauguração das ruas contou com as presenças dos moradores, de parentes e familiares dos homenageados, do vice-prefeito Daniel Valadares, Vereadores Raimundo Lima, Mário Martins, Douglas eletricista, além das vereadoras Lucineide do Sindicato, Simone da Feira e Gal Mariano.

Outras Notícias

Belmonte tem morte suspeita de Covid-19

São José do Belmonte registrou uma morte suspeita de Covid-19. Trata-se de um homem de 58 anos, morador da Vila Delmiro, que lutava contra um câncer de garganta e tinha complicações nos pulmões. Na quarta-feira, 29, ele deu entrada no Hospital Geral de Brejo Santo-CE passando mal e faleceu nessa quinta-feira, 30. A unidade hospitalar […]

São José do Belmonte registrou uma morte suspeita de Covid-19.

Trata-se de um homem de 58 anos, morador da Vila Delmiro, que lutava contra um câncer de garganta e tinha complicações nos pulmões.

Na quarta-feira, 29, ele deu entrada no Hospital Geral de Brejo Santo-CE passando mal e faleceu nessa quinta-feira, 30. A unidade hospitalar registrou a morte como suspeita do novo coronavírus.

A prefeitura divulgou esse caso suspeito nesta sexta-feira e deu mais detalhes.

“Os familiares informaram que o paciente viajava frequentemente para Barbalha-CE onde fazia o tratamento de câncer. As pessoas que tiveram contato direto com o homem já estão isoladas e em monitoramento pela vigilância de saúde”, diz a nota.

O governo municipal pede que a população continue praticando o isolamento social e reforce hábitos de higiene, como lavar as mãos frequentemente.

“Vamos cada um fazer a nossa parte, inclusive quem chegou de viagem esses dias”, recomenda.

País registra 10 estupros coletivos por dia; notificações dobram em 5 anos

Da Folha de São Paulo “Cala a boca, se alguém ouvir sua voz vai saber que é tu”, grita um. “Tapa o rosto da novinha”, diz o outro. Em vídeo que circulou nas redes sociais, quatro rapazes estupram uma menina de 12 anos em uma comunidade na Baixada Fluminense, no Rio. A 2.400 km dali, […]

Da Folha de São Paulo

“Cala a boca, se alguém ouvir sua voz vai saber que é tu”, grita um. “Tapa o rosto da novinha”, diz o outro. Em vídeo que circulou nas redes sociais, quatro rapazes estupram uma menina de 12 anos em uma comunidade na Baixada Fluminense, no Rio.

A 2.400 km dali, em Uruçuí (sul do Piauí), uma grávida de 15 anos foi estuprada por três adolescentes, e o namorado, morto na sua frente.

Retirada de sua casa em Presidente Epitácio, no interior paulista, uma mulher de 48 anos foi estuprada por quatro rapazes. Eram seus vizinhos.

Em Santo Antônio do Amparo, em Minas Gerais, uma dona de casa de 31 anos foi atacada, estuprada e morta a caminho de casa. Quatro homens confessaram os crimes.

Em cinco anos, mais do que dobrou o número de registros de estupros coletivos no país feitos por hospitais que atenderam as vítimas.

Dados inéditos do Ministério da Saúde obtidos pela Folha apontam que as notificações pularam de 1.570 em 2011 para 3.526, em 2016. São em média dez casos de estupro coletivo por dia.

Os números são os primeiros a captar a evolução desse tipo de violência sexual no país. Na polícia, os registros do crime praticado por mais de um agressor não são contabilizados em separado dos demais casos de estupro.

Desde 2011, dados sobre violência sexual se tornaram de notificação obrigatória pelos serviços públicos e privados de saúde e são agrupados em um sistema de informações do ministério, o Sinan.

Acre, Tocantins e Distrito Federal lideram as taxas de estupro coletivo por cem mil habitantes –com 4,41, 4,31 e 4,23, respectivamente. Esse tipo de crime representa hoje 15% dos casos de estupro atendidos pelos hospitais –total de 22.804 em 2016.

Os números da saúde, contudo, representam só uma parcela dos casos. Primeiro porque a violência sexual é historicamente subnotificada e nem todas as vítimas procuram hospitais ou a polícia e, em segundo lugar, porque 30% dos municípios ainda não fornecem dados ao Sinan.

“Infelizmente, é só a ponta do iceberg. A violência sexual contra a mulher é um crime invisível, há muito tabu por trás dessa falta de dados. Muitas mulheres estupradas não prestam queixa. Às vezes, nem falam em casa porque existe a cultura de culpá-las mesmo sendo as vítimas”, diz Daniel Cerqueira, pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

ESTADOS QUE MAIS PIORARAM

Variação de estupros coletivos entre 2011 e 2016, em %*

SUBNOTIFICAÇÃO

Estudos feitos pelo Ipea mostram que apenas 10% do total de estupros são notificados. Considerando que há 50 mil casos registrados por ano (na polícia e nos hospitais), o país teria 450 mil ocorrências ainda “escondidas”.

Segundo a socióloga Wânia Pasinato, assessora do USP Mulheres, os dados da saúde sobre estupro coletivo mostram que o problema existe há muito tempo, mas só agora está vindo à tona a partir de casos que ganharam destaque na imprensa nacional.

Entre eles está o de uma uma jovem de 16 anos do Rio, que foi estuprada por um grupo de homens e teve o vídeo do ataque postado em redes sociais, e outro ocorrido em Castelo do Piauí (PI), em que quatro meninas foram estupradas por quatro adolescentes e um adulto. Danielly, 17, uma das vítimas, morreu.

“O estupro coletivo é um problema muito maior e que permanecia invisível. Há uma dificuldade da polícia e da Justiça de responder a essa violência”, diz Wânia.

Para a antropóloga Debora Diniz, professora da Universidade de Brasília, o aumento de casos de estupro coletivo é impactante. “É um crime de bando, de um grupo de homens que violenta uma mulher. Essa característica coletiva denuncia o caráter cultural do estupro.”

“É a festa do machismo, de colocar a mulher como objeto. O interesse não é o ato sexual, mas sim ostentar o controle sobre o corpo da mulher”, diz Cerqueira, do Ipea.

O pesquisador é um dos autores de estudo sobre a evolução dos estupros nos registros de saúde. Nele, há breve menção ao crime cometido por dois ou mais homens. Crianças respondiam por 40% das vítimas, 24% eram adolescentes e 36%, adultas.

Em setembro de 2016, J.C., 19, de São Paulo, foi abordada por um homem armado em um ponto de ônibus na zona norte da capital.

Levada até uma favela, foi estuprada por cinco homens durante quatro horas. “Eu chorava e pedia pelo amor de Deus que parassem. Eles me batiam e mandavam eu calar a boca. Fizeram o que quiseram e depois me deixaram numa rua deserta”, contou em relato por e-mail à Folha.

Segundo a psicóloga Daniela Pedroso, do Hospital Pérola Byington (SP), o trauma emocional de uma mulher que sofre estupro coletivo é muito maior, especialmente quando a violência resulta em gravidez –o aborto é legal nessas situações.

“Nesses atos, os criminosos costumam ter práticas concomitantes. O sentimento de vergonha e de humilhação da mulher é muito maior, ela tem dificuldade de falar sobre isso. Às vezes, só relata quando engravida.”

Outro fato que tem chamado a atenção em algumas das ocorrências de estupros coletivos é a gravação e a divulgação de imagens do crime. A Folha pesquisou 51 casos noticiados pela imprensa nos últimos três anos. Em pelo menos 14 foram publicados vídeos em redes sociais.

O caso da menina de 12 anos estuprada no Rio só foi denunciado à polícia quando a tia recebeu as imagens no celular. A garota foi ameaçada para ficar em silêncio.

“É perturbadora essa necessidade que os agressores têm de filmar a violência. É como se fosse um souvenir da conquista”, diz Debora Diniz.

Para Wânia, do USP Mulheres, essa prática parece ter caráter ritualístico. “É o estupro sendo mostrado como troféu”, afirma.

Dois pesos, duas medidas

A Secretaria de Defesa Social se manifestou sobre as investigações da morte da pequena Ester, de 4 anos, encontrada em São Lourenço da Mata. “As forças de segurança pública foram acionadas, na segunda-feira (20), para apurar, inicialmente, o desaparecimento de uma criança, no município de São Lourenço da Mata”. Segue: “Durante as buscas realizadas nesta […]

A Secretaria de Defesa Social se manifestou sobre as investigações da morte da pequena Ester, de 4 anos, encontrada em São Lourenço da Mata.

“As forças de segurança pública foram acionadas, na segunda-feira (20), para apurar, inicialmente, o desaparecimento de uma criança, no município de São Lourenço da Mata”.

Segue: “Durante as buscas realizadas nesta terça-feira (21), o corpo da vítima foi localizado por populares dentro de um poço (cisterna) de uma residência. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar realizaram a retirada do corpo e uma varredura completa no local”.

A Polícia Militar de Pernambuco, por meio do 20º BPM, atuou no isolamento da área e conteve a ação de populares que tentaram invadir a residência e a delegacia do município, para onde suspeitos haviam sido conduzidos inicialmente.

A Polícia Civil de Pernambuco conclui informando que encaminhou dois suspeitos, de 28 e 31 anos, ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestam depoimento. As investigações seguem sob a responsabilidade da 10ª Delegacia de Polícia de Homicídios de São Lourenço da Mata.

Tratamento muito diferente do caso envolvendo a pequena Yasmin Pereira,  de 5 anos, morta dia 5 em Ibitiranga. Sobre o caso, nenhuma nota. Ao contrário,  segundo o advogado Cláudio Soares,  a ordem de silenciar e não passar informações sobre o caso. Claro,  as investigações estão em etapas diferentes,  com o caso sertanejo mais complexo e dependente de perícias técnicas. Mas a sociedade sertaneja tem o mesmo direito de ser informada sobre o andamento das investigações que e sociedade da Região Metropolitana. Prestar contas à sociedade não pode ter dois pesos e duas medidas.

Zeinha discute disciplinamento do trânsito em Iguaracy

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, participou de uma reunião na  Secretaria das Cidades, com o Secretário Francisco Papaléo, o diretor-presidente do Detran, Charles Ribeiro e o ex-presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Gabriel Maciel. O prefeito  agradeceu o suporte que o Detran Itinerante, vem dando ao município, com cronograma periódico. O programa  funciona […]

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, participou de uma reunião na  Secretaria das Cidades, com o Secretário Francisco Papaléo, o diretor-presidente do Detran, Charles Ribeiro e o ex-presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Gabriel Maciel.

O prefeito  agradeceu o suporte que o Detran Itinerante, vem dando ao município, com cronograma periódico. O programa  funciona através de um caminhão adaptado pelo Departamento de Trânsito do Estado que tem como objetivo diminuir a distância entre o órgão e o cidadão que necessita dos serviços.

A unidade oferece à população serviços de procedimentos de transferência de propriedade, primeiro emplacamento, emissão de taxas, IPVA e multas, comunicação de venda, consultas e pontos, atualização de dados, vistoria, identificação de condutor, recurso de infração, ordem de placa e informações gerais.

Zeinha aproveitou para  solicitar suporte para a organização do trânsito no município. O município tem hoje 12 175 habitantes e uma frota de 2.348 veículos segundo o DETRAN. Destes, 1.099 são motocicletas, 49 motonetas e 19 ciclomotores.

São José do Egito registra sétimo homicídio do ano

Por André Luis São José do Egito registrou na noite desta quinta-feira (6), o sétimo homicídio do ano. A vítima foi uma mulher. Segundo o blogueiro Marcello Patriota, falando ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, Andressa Karoline Wanderley Cavalcante, 33 anos, foi assassinada com um tiro na cabeça. Marcelo informou que o […]

Por André Luis

São José do Egito registrou na noite desta quinta-feira (6), o sétimo homicídio do ano. A vítima foi uma mulher.

Segundo o blogueiro Marcello Patriota, falando ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, Andressa Karoline Wanderley Cavalcante, 33 anos, foi assassinada com um tiro na cabeça.

Marcelo informou que o crime aconteceu por volta das 23h, no Alto do Cemitério, nas proximidades da Caixa Econômica Federal. 

“Dois indivíduos chegaram em uma moto e dispararam quatro tiros em direção a Andressa e seu companheiro, um dos projéteis atingiu a região da cabeça e Andressa veio a óbito no local”, informou Marcello.

Ainda segundo Marcello, o alvo era o companheiro de Andressa. “Os relatos são de que o casal era envolvido com drogas”, disse.

Marcello informou ainda que a Polícia Militar foi chamada e isolou o local até a chegada do IC – Instituto de Criminalística, que fez a perícia da cena do crime. 

“O corpo de Andressa foi encaminhado ao IML de Caruaru. O caso está  sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de São José do Egito.

Este foi o sétimo homicídio do ano em São José do Egito que está com a média de um homicídio por mês em 2023.

Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.