Afogados perde Angélica Alves, conhecida por uma vida ao lado de Giza e Orisvaldo
Morreu aos 66 anos Angélica Alves da Silva, no Hospital do Câncer, Recife.
“Ela já estava entubada. Os sinais vitais estavam muito fracos e ela teve uma parada cardíaca”, disse o sobrinho João Paulo. O óbito ocorreu às cinco da manhã.
Angélica teve uma fratura a uns dias e os médicos diagnosticaram um câncer ósseo, com quadro de metástase. O quadro foi se agravando e nas últimas horas, ela teve que ser intubada.
Natural do Sítio Queimadas, Iguaracy, Angélica teve a vida marcada pela presença ao lado do casal Giza Simões e Orisvaldo Inácio. O filho do casal, Danilo Simões, acompanha os desdobramentos após seu falecimento.
Velório e sepultamento
O velório de Angélica vai ser na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. A previsão de chegada é à 18 horas.
Amanhã as 13h segue para o sepultamento em Quitimbú, Custódia.
Mensagens
“Danilo Simões, que cresceu com Angélica, escreveu: “Sentiremos muito a sua falta. Esses momentos de despedida são muito difíceis, mas Deus nos dará o conforto. Que o nosso Senhor te receba na sua infinita misericórdia, na certeza que o reencontro com mamãe e papai será uma grande festa como você e eles gostavam”, disse.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, em nome de todos os que fazem a gestão municipal, vem expressar o seu pesar pelo falecimento de Angélica Alves. “Profissional dedicada e figura humana exemplar, Angélica trabalhou ao lado dos ex-prefeitos Orisvaldo Inácio e Gisa Simões.
Anos após o falecimento do casal, ela também chegou a atuar dois anos colaborando com o prefeito Sandrinho Palmeira e sua família, também fortalecendo os laços fraternos e de carinho”, disse.
“A sua partida deixa um grande rastro de saudade e tristeza em todos que puderam com ela partilhar a convivência. Que Deus possa confortar o coração de seus familiares e amigos nesse momento de tão grande dor”, concluiu.




A Polícia Militar atendeu, no sábado (26), uma ocorrência de abandono de incapaz no Bairro Jureminha, em Tabira, no Sertão do Pajeú. Ao chegar ao local, os policiais confirmaram que uma criança autista havia sido deixada sozinha em casa pela mãe.












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