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Sandrinho assina ordem de serviço para “símbolo de pedra e cal” de sua gestão

Por Nill Júnior

O prefeito Alessandro Palmeira vai assinar hoje a ordem de serviço para dar início à obra da ponte sobre o Rio Pajeú, ligando os bairros São Francisco e São Cristóvão.

O valor contratual, R$ 3.875.126,82. Em extensão,  são  106,4 metros de extensão.

O evento deve contar com as participações dos deputados Estadual, José Patriota, e Federal, Pedro Campos, majoritários em Afogados.

A obra é uma espécie de símbolo de pedra e cal do ciclo. Prefeitos gostam de ficar marcados por obras com esse perfil.  Foi assim com Giza Simões,  ao concluir a ponte Hortêncio Bezerra, e com Totonho Valadares, na ponte alargada sobre o Rio Pajeú substituindo a “de um carro só” da linha férrea.

O blog teve acesso ao projeto da obra que começa a sair do papel hoje.

Sandrinho ainda tem como gargalos o concurso público,  o problema da coleta do lixo e fim dos depósitos clandestinos, além da municipalização do trânsito. Espera tocar os projetos para concluir a outra ponte: a que poderá pavimentar seu caminho à reeleição.

Outras Notícias

Câmara recebe nova denúncia contra Temer

G1 A Câmara dos Deputados recebeu nesta quinta-feira (21), do Supremo Tribunal Federal, a nova denúncia contra o presidente Michel Temer apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR). Com isso, Temer será notificado a apresentar a defesa sobre as acusações. O documento foi entregue por volta das 20h30, pelo diretor-geral do STF, Eduardo Toledo, à Secretaria Geral […]

G1

A Câmara dos Deputados recebeu nesta quinta-feira (21), do Supremo Tribunal Federal, a nova denúncia contra o presidente Michel Temer apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR). Com isso, Temer será notificado a apresentar a defesa sobre as acusações.

O documento foi entregue por volta das 20h30, pelo diretor-geral do STF, Eduardo Toledo, à Secretaria Geral da Mesa da Câmara.

Temer foi denunciado ao STF pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Mas a Corte só poderá analisar a acusação se a Câmara autorizar. A votação pode acontecer em outubro, segundo estimou o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Mais cedo, nesta quinta, o Supremo rejeitou, por 10 votos a 1, pedido da defesa de Temer para suspender o envio da denúncia à Câmara.

Os advogados do presidente queriam que a Corte aguardasse a conclusão das investigações sobre se executivos da J&F omitiram informações nas delações premiadas. As provas apresentadas por eles compõem parte da denúncia contra Temer.

Assim como na primeira denúncia oferecida contra Temer, por corrupção passiva, caberá à Câmara dos Deputados decidir se autoriza ou não a continuidade do processo ao Supremo.

Se a denúncia seguir para o STF e os ministros decidirem aceitá-la, Temer se tornará réu e será afastado do mandato por até 180 dias.

Mas, para a acusação da PGR contra o presidente seguir para a Corte, são necessários os votos de, no mínimo, 2/3 dos deputados, ou seja, 342 dos 513.

Se a Câmara não der aval ao prosseguimento do processo, a denúncia ficará parada até o fim do mandato de Temer, em 31 de dezembro de 2018.

Plenário do TSE confirma mandato de Lula Cabral

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou, há pouco, o recurso de Jefferson Timóteo de Lima contra o mandato do ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho e deputado estadual Lula Cabral (SD).  O TSE confirmou a decisão do relator, o ministro Ricardo Lewandovsky, proferida em dezembro passado, e manteve, por unanimidade, Lula Cabral no […]

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou, há pouco, o recurso de Jefferson Timóteo de Lima contra o mandato do ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho e deputado estadual Lula Cabral (SD). 

O TSE confirmou a decisão do relator, o ministro Ricardo Lewandovsky, proferida em dezembro passado, e manteve, por unanimidade, Lula Cabral no mandato. A informação é do Blog do Magno

Gilson Bento acompanha avanço das obras da Adutora do Pajeú

O objetivo é levar água do Rio São Francisco até o Povoado de Placas de Piedade. Por André Luis Nesta terça-feira (4), o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, acompanhado pelo vice-prefeito Naldo de Valdim, do secretário de Obras Manoel da Carne e os vereadores da base governista Rossinei Cordeiro, Felipe Rocha, Francisco de Vera e […]

O objetivo é levar água do Rio São Francisco até o Povoado de Placas de Piedade.

Por André Luis

Nesta terça-feira (4), o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, acompanhado pelo vice-prefeito Naldo de Valdim, do secretário de Obras Manoel da Carne e os vereadores da base governista Rossinei Cordeiro, Felipe Rocha, Francisco de Vera e Tony de Zerivan, visitaram as obras do ramal da Adutora do Pajeú, que está sendo construído em parceria com a Compesa. O objetivo é levar água do Rio São Francisco até o Povoado de Placas de Piedade.

A obra, que já está em estágio avançado, contempla a instalação da encanação necessária para levar água potável até a comunidade. “Em breve, os moradores de Placas de Piedade poderão contar com o abastecimento regular de água do Rio São Francisco diretamente em suas torneiras. Essa iniciativa faz parte do compromisso da Gestão Municipal em promover o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida dos habitantes de Brejinho”, destacou Gilson.

“Vale ressaltar que a zona urbana do município já desfruta de água de qualidade em suas residências, e agora é a vez da comunidade de Placas de Piedade ser beneficiada com esse importante recurso”, concluiu o prefeito.

Morre Carlos Ustra, ex-chefe de órgão de repressão na ditadura

Morreu na madrugada desta quinta-feira (15) o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, de 83 anos, que foi chefe de órgão de repressão política durante a ditadura militar. Ele havia sido internado no Hospital Santa Helena, em Brasília, para tratamento de um câncer. A família informou que ele fazia quimioterapia e estava com a imunidade baixa. […]

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Morreu na madrugada desta quinta-feira (15) o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, de 83 anos, que foi chefe de órgão de repressão política durante a ditadura militar. Ele havia sido internado no Hospital Santa Helena, em Brasília, para tratamento de um câncer. A família informou que ele fazia quimioterapia e estava com a imunidade baixa.

Em 23 de abril, ele foi encaminhado à UTI do Hospital das Forças Armadas (HFA) com suspeita de infarto, após um mal-estar.

De 29 de setembro de 1970 a 23 de janeiro de 1974, Ustra foi chefe do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), do II Exército, órgão utilizado para reprimir manifestações políticas contrárias à ditadura militar.

Polêmica: Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade em 2013, o coronel afirmou que a presidente Dilma Rousseff participou de “organizações terroristas” para implantar o comunismo no Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Segundo Ustra, se os militares não tivessem lutado, o Brasil estaria sob uma “ditadura do proletariado”.

Convocado para depor sobre supostos crimes contra os direitos humanos no DOI-Codi, Ustra conseguiu na Justiça o direito de permanecer calado. A defesa de Ustra sugeriu o envio de uma cópia do livro “Verdade sufocada”, em que o militar descreve sua atuação no órgão, mas o coronel aceitou comparecer e falar sobre o período.

Em dezembro, o relatório final da Comissão da Verdade incluiu o nome de Brilhante Ustra entre os377 responsabilizados por mortes na ditadura. Durante o comando do militar no DOI-Codi, o relatório cita registros de ao menos 45 mortes e desaparecimentos políticos. (G1)

Polícia confirma identidade de vítima de esquartejamento encontrado em Afogados 

O delegado Israel Rubis confirmou na tarde desta quarta-feira (17), que o corpo esquartejado encontrado no dia 6 de janeiro às margens da PE 320 em Afogados da Ingazeira é mesmo do jovem Afonso Douglas Siqueira da Silva, 27 anos. Ele tinha residência oficial no Sítio Riachão, município de Sumé, Paraíba. “Mediante confrontação do exame […]

O delegado Israel Rubis confirmou na tarde desta quarta-feira (17), que o corpo esquartejado encontrado no dia 6 de janeiro às margens da PE 320 em Afogados da Ingazeira é mesmo do jovem Afonso Douglas Siqueira da Silva, 27 anos. Ele tinha residência oficial no Sítio Riachão, município de Sumé, Paraíba.

“Mediante confrontação do exame de DNA da mãe da vítima com a confirmação do perfil genético de ambos, a Polícia Civil já tem formalizada a identidade da vítima. Já mandei, inclusive, já mandei editar o Boletim de Ocorrência e colocar o nome dele como vítima”, informou Rubis.

O quebra-cabeças que mobilizou a região para saber quem seria a vítima do crime bárbaro teve início com informações colhidas pelo blog, com colaboração do jornalista Edvaldo Urso, da Paraíba.

Em 11 de janeiro, a mãe de Afonso prestou queixa na Delegacia de Sumé por desaparecimento. Ele havia sido solto dia 1º de janeiro. Um dia antes foi preso por agredir a companheira, também de Sumé. A agressão ocorreu em São José do Egito.

Depois de solto, a mãe não teve mais contato com o filho. Segundo as fontes paraibanas, é praticamente certo dizer que ele foi morto quando veio a Afogados depois do crime.

A identidade,  antecipada pelo blog, já era dada como certa pelo confronto das tatuagens dos restos mortais cruzadas com fotos de Afonso.  O blog teve acesso a uma das imagens com exclusividade. 

O corpo de Afonso Douglas será sepultado nesta quarta-feira em Sumé-PB.