Salgueiro: Vereador diz que projeto de Clebel será “bomba para futuros gestores”
Por Nill Júnior
O Vereador Bruno Marreca (SD) denunciou em sua página no Facebook que o Prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro, está querendo aprovar um projeto de lei, de número 018/2017 em regime de urgência que envolve um montante de R$ 9 milhões.
Destes, solicita à Caixa Econômica Federal um empréstimo de R$ 6 milhões e 300 mil para modernização da Administração Tributária – PMAT, no prazo de 8 anos, com carência de 2 anos. “Vai deitar e rolar e jogar a bomba para os futuros prefeitos”, reclama.
Ele relembrou o Projeto de Lei nº 014/2017, que dispõe sobre o código tributário municipal atualizando conforme a Lei Complementar Federal 157/2016. “Resumindo, estava autorizando a prefeitura a cobrar e aumentar a arrecadação de impostos em nosso município. Alguns vereadores da situação disseram que não iria aumentar os impostos. E agora?” – questiona.
O vereador acusa a gestão de dar lucro a empresas indicadas do prefeito dos estados de Bahia e Ceará. “O prefeito vai cobrar mais de quem não pode pagar. A carga tributária é insuportável”. Ele cobra que a população busque os vereadores governistas para que não aprovem o projeto.
“É muito danoso ao município e vai quebrar o resto do microempresários, cabeleireiros, manicures, tatuadores e vários profissionais. Tenha respeito pela população, não prejudique a nossa cidade e não deixe o rombo para os dois próximos prefeitos de nossa município. Você esta quebrando com o nosso município”, disse em mensagem direta a Clebel.
Região do país onde o candidato Aécio Neves (PSDB) tem a menor intenção de voto segundo as pesquisas, o Nordeste terá uma artilharia pesada para evitar uma nova derrota com diferença de 10 milhões de votos, como em 2010, quando Dilma teve 18,4 milhões de voto, contra 7,6 milhões de Serra, no segundo turno da […]
Região do país onde o candidato Aécio Neves (PSDB) tem a menor intenção de voto segundo as pesquisas, o Nordeste terá uma artilharia pesada para evitar uma nova derrota com diferença de 10 milhões de votos, como em 2010, quando Dilma teve 18,4 milhões de voto, contra 7,6 milhões de Serra, no segundo turno da eleição.
Mas um dos nove Estados será exceção tucana: Pernambuco, reduto do candidato Eduardo Campos (PSB). No Estado, Dilma Rousseff (PT) teve 76% dos votos válidos, contra 24% de Serra, no segundo turno de 2010. Agora, com a presença do ex-governador pernambucano na disputa, a ideia é que a eleição no Estado será polarizada entre Dilma e Campos.
Na ótica tucana, Eduardo não deve ser tratado como adversário. Por isso, a estrategia da campanha é deixar que ele use sua força no Estado e assim tire voto da presidente. Assim, o PSDB acredita que a oposição terá mais chance de ter um representante no segundo turno da eleição –que os tucanos apostam ser Aécio.
“A orientação que recebi para Pernambuco, e já conversei sobre isso, é que torcemos por vitória expressiva, a mais possível de Eduardo. Vamos sempre ter uns votinhos lá, alguém que não se afina, mas a diretriz é: nada de hostilizar, nada de mexer”, disse ao UOL o vice-governador e Alagoas, José Thomaz Nonô, que coordena a campanha de Aécio no Nordeste.
Segundo Nonô, a postura não quer dizer que os tucanos não vão pedir votos no Estado, mas haverá uma postura menos atuante. “Lá temos o prefeito de Jaboatão dos Guararapes [região metropolitana do Recife], que prefere votar no Aécio, mas a grande maioria dos prefeitos está com Eduardo. A ideia é pedir voto, claro, mas a perspectiva é que ele não pode ter uma votação expressiva lá”, afirmou.
Segundo o Ibope divulgada nesta quinta-feira (30), Dilma lidera as intenções de voto em Pernambuco com 41%, ante 37% de Eduardo Campos. Aécio aparece com apenas 6% das intenções.
Como a chance de crescimento no Estado é mínima, a campanha aecista no Nordeste deve ser focada em outros Estados com maior potencial.
“Estou muito mais focado nas eleições no Ceará, no Maranhão, na Bahia do que em Pernambuco. Isso é natural. É o estado do Campos, que foi um excelente governador para Pernambuco, e é natural que votem nele. Estranho seria votar no Aécio”, apontou.
Ainda no tom amigo, o coordenador deixa claro que não enxerga Campos como o adversário da campanha.
“O Eduardo é parceiro, não tira nenhum voto do Aécio. Ele pode inibir um relativo crescimento, mas tira os votos é da Dilma, do PT. Ele tem um discuro de oposição ferrenha”, afirmou.
Meta é “desidratar” Dilma
Nonô não esconde que a principal meta da campanha no Nordeste é tirar votos de Dilma. Para isso, conta com candidatos fortes que disputam as eleições este ano.
“Estamos trabalhando para desidratar Dilma aqui na região, tirar os votos dela. A gente desidrata trazendo voto pra nós, ganhando para nós a eleição na Bahia, na Paraíba”, afirmou.
A principal aposta na redução da diferença é a Bahia, maior colégio eleitoral do Nordeste e quarto maior do país, Estado onde o DEM tem maior força política.
“Nós perdemos a eleição em alguns lugares por números constrangedores, como na Bahia, onde a vantagem foi de 2,7 milhões de votos, em 2010. Hoje quem ganha lá disparado é Paulo Souto, e temos o ACM Neto, em Salvador, que é o mais bem avaliado prefeito melhor do país. É absolutamente natural que o Aécio suba. Se lá perdermos por 1 milhão, tiramos 1,7 milhão”, afirmou.
A Comissão de Negócios Municipais ganhou destaque ao fazer uma mediação do acordo entre as prefeituras e a distribuidora de energia do Estado para resolver o impasse sobre a gestão de iluminação pública. Em nota, o deputado estadual Rogério Leão (PR) informa que colaborou para o entendimento entre a Celpe e a Associação Municipalista de Pernambuco […]
A Comissão de Negócios Municipais ganhou destaque ao fazer uma mediação do acordo entre as prefeituras e a distribuidora de energia do Estado para resolver o impasse sobre a gestão de iluminação pública.
Em nota, o deputado estadual Rogério Leão (PR) informa que colaborou para o entendimento entre a Celpe e a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Para as negociações participaram a Comissão de Justiça e do Ministério Público de Pernambuco, que designaram a transferência da responsabilidade pelos postes de iluminação pública para os municípios, com apoio da empresa de energia. A mudança obedece à determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Sobre as atividades desempenhadas na Comissão, Rogério Leão ressaltou o acompanhamento, pelos deputados, das transferências de recursos do Governo do Estado para o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM), e a participação no Congresso da Amupe. “Em Audiências Públicas, ainda discutimos a diminuição dos voos para Petrolina e as dificuldades do programa Minha Casa Minha Vida”, avaliou o presidente da Comissão.
APRECIAÇÃO – Nos seis primeiros meses do ano, a Comissão aprovou onze proposições. Todas as matérias, de autoria do Poder Executivo, autorizavam a permuta, cessão ou recebimento de imóveis pelo Estado. Dentre as propostas, constava o Projeto de Lei nº 281/2015, que permite a doação de terreno em Ipojuca, de 214 hectares, para ao Complexo Industrial e Portuário de Suape para expansão do empreendimento. Outras dezesseis proposições seguem em tramitação e aguardam parecer do colegiado.
A Prefeitura de Sumé abriu concurso público para o preenchimento de 70 vagas destinado ao provimento dos cargos do Poder Executivo Municipal. O concurso será feito pela Comissão Permanente de Concursos (CPCON), da Universidade Estadual da Paraíba. As inscrições serão feitas do dia 28 de agosto de 2017 a 17 de setembro de 2017, sendo […]
A Prefeitura de Sumé abriu concurso público para o preenchimento de 70 vagas destinado ao provimento dos cargos do Poder Executivo Municipal. O concurso será feito pela Comissão Permanente de Concursos (CPCON), da Universidade Estadual da Paraíba.
As inscrições serão feitas do dia 28 de agosto de 2017 a 17 de setembro de 2017, sendo realizadas exclusivamente pela internet, no site da CPCON, no endereço eletrônico: http://cpcon.uepb.edu.br. O valor da taxa de inscrição é de R$ 60,00 (sessenta reais) para os cargos de nível fundamental, R$ 80,00 (oitenta reais) para nível médio e intermediário e R$ 100,00 (cem reais) nível superior.
As provas objetivas serão aplicadas no dia 22 de outubro de 2017 para todos os cargos, sendo de caráter eliminatório e classificatório. Para os cargos do magistério de nível superior também haverá prova de títulos e para o cargo de motorista classe D e operador de máquinas pesadas, além da prova escrita, haverá prova prática.
Há vagas para cozinheiro, motorista classe D, operador de máquinas pesadas, assistente de administração, cuidador educacional, educador social, professor do Fundamental I, professor do fundamental II, assistente social, cirurgião dentista, enfermeiro, fisioterapeuta, médico – PSF, médico pediatra, médico psiquiatra, psicólogo, psicólogo infantil, técnico em enfermagem, técnico em radiologia, técnico em laboratório de análises clínicas e técnico em saúde bucal. No total das vagas oferecidas estão incluídas as de pessoas com necessidades especiais.
O edital com todas as informações do concurso podem ser encontradas no site da CPCON, no endereço eletrônico: http://cpcon.uepb.edu.br. Se preferir, clique no link a seguir: Edital Concurso de Sumé .
O líder da oposição na Câmara de Vereadores de Belo Jardim e presidente do PSB na cidade, o vereador Nilton Senhorinho, foi condenado por improbidade administrativa, por dano ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos. As informações são do Blog do Magno. A sentença foi publicada nesta […]
O líder da oposição na Câmara de Vereadores de Belo Jardim e presidente do PSB na cidade, o vereador Nilton Senhorinho, foi condenado por improbidade administrativa, por dano ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos. As informações são do Blog do Magno.
A sentença foi publicada nesta segunda-feira (03.08), no site da Justiça Federal de Pernambuco (JFPE), e prevê a suspensão dos direitos políticos do parlamentar pelo prazo de cinco anos, além do pagamento de R$ 20 mil reais pela gravidade das condutas e pelo prejuízo causado aos cofres da Prefeitura.
Esse valor vai ser atualizado desde 2015. Os crimes teriam sido cometidos quando o vereador Nilton Senhorinho era secretário de Educação do governo do ex-prefeito cassado e condenado João Mendonça, que também figura com réu neste processo.
Nilton e o ex-prefeito João Mendonça foram condenados pelo juiz federal Tiago Antunes de Aguiar, da 24ª Vara da Seção Judiciária do Estado de Pernambuco.
Entenda o caso – Enquanto secretário de Educação, Nilton contratou diretamente, com dispensa de licitação, uma empresa para transporte público escolar, no valor de R$ 368.928,84 pelo prazo de 20 dias.
A denúncia aponta que a contratação teria acontecido de forma relâmpago – em um único dia, obscura e sem amparo jurídico-legal, tendo em vista que o município não estaria em estado de calamidade pública ou emergência, para justificar a inviabilidade de competição, celeridade e reincidência dos mesmos trâmites de contratação da empresa para o transporte escolar da rede municipal de ensino.
Além disso, o Ministério Público Federal (MPF) apontou no inquérito civil que a empresa contratada não possuía sequer os veículos para prestar o serviço de transporte, tendo sublocado, de forma verbal, 141 veículos pertencentes a pessoas físicas, as quais também eram responsáveis por conduzir os alunos à escola. Os veículos, em sua maioria, também não atendiam às normas de segurança.
Como penalidade, a empresa de transportes também foi multada no mesmo valor e não poderá firmar contratos com o poder público ou receber benefícios creditícios por cinco anos.
Com a decisão, o ex-prefeito João Mendonça contabiliza 23 anos de direitos políticos cassados e 21 anos de inelegibilidade. Ele também teve uma condenação de 37 anos de prisão, de outro processo, por apropriação indébita de valores descontados de servidores municipais que fizeram empréstimo consignado.
Nilton Senhorinho (PSB) atualmente exerce o segundo mandato como vereador de Belo Jardim, na legislatura 2021 – 2024, e pode ficar inelegível por cinco anos para as próximas eleições. A Promotoria determinou ainda que os réus tenham os nomes incluídos no cadastro nacional dos condenados por ato de improbidade administrativa, disponível no portal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Uma ação coletiva promovida pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) em nome de 64 municípios suspendeu, por meio de liminar, a perda estimada de mais de R$ 374 milhões anuais para cidades que teriam queda no coeficiente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 2023, devido a dados preliminares divulgados pelo Censo do IBGE. […]
Uma ação coletiva promovida pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) em nome de 64 municípios suspendeu, por meio de liminar, a perda estimada de mais de R$ 374 milhões anuais para cidades que teriam queda no coeficiente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 2023, devido a dados preliminares divulgados pelo Censo do IBGE.
A decisão assinada pelo juiz federal Frederico Botelho de Barros Viana da 6ª vara de Brasília nesta quarta-feira (04/01) ordena a manutenção dos coeficientes aplicados em 2022 e tem validade jurídica até a publicação final Censo.
A medida se deu após o Tribunal de Contas da União (TCU) publicar a Decisão Normativa n°201 de 28/12/2022 e considerar dados populacionais preliminares do Censo, publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para a distribuição do FPM.
No entanto, os municípios são protegidos juridicamente pela Lei Complementar N° 165/2019 que impede a redução dos coeficientes até que seja finalizado um novo censo demográfico.
O presidente da Amupe, José Patriota, comemorou a decisão. “Fomos a primeira Associação de Municípios no Brasil a conseguir essa conquista. É a primeira batalha vencida. Os municípios sempre defenderam a realização do Censo pois é essencial para o planejamento adequado das políticas públicas. Por isso precisamos assegurar uma contagem que alcance a totalidade dos domicílios. Vamos continuar na defesa dos municípios”, concluiu.
O FPM é dividido entre os municípios por critério populacional. Estes 64, teriam queda de população e, consequentemente, queda de receita.
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