Salgueiro: Clebel Cordeiro e lideranças da oposição declaram apoio a Bolsonaro
Por André Luis
Lideranças de oposição do município de Salgueiro, no Sertão Central, estiveram reunidas na tarde desta terça-feira (11), na sede estadual do Partido Liberal (PL), no Recife, para declarar apoio à campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).
O encontro contou com a presença do presidente da sigla no estado, Anderson Ferreira; do deputado estadual Alberto Feitosa (PL); e do prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros (PL).
Integraram a comitiva sertaneja o ex-prefeito Clebel Cordeiro (PL); o vereador André de Zé Esmeraldo (PL); George Sampaio, liderança bolsonarista na região; e Kleber, empresário e presidente municipal do PL. O grupo garantiu enveredar esforços e pôr a tropa em campo pela reeleição de Bolsonaro.
Durante a reunião, Anderson reforçou a importância do apoio de uma cidade-polo do Sertão e garantiu que a militância está nas ruas para garantir uma grande vitória ao presidente.
“Bolsonaro foi o presidente que mais fez por Pernambuco e essa crescente onda de apoios demonstra que a população entendeu a nossa mensagem. E vamos continuar virando votos para que, em 30 de outubro, tenhamos Bolsonaro reeleito”, pontuou.
Unidades do Pajeú estão aptas para atender cooperados e não cooperados de 17 a 24 de maio O Sicoob oferece 20% de desconto sobre taxa de administração em todos os segmentos do produto consórcio para cooperados. A ação funciona do dia 17 a 24 de maio e visa proporcionar ao consorciados taxas ainda menores. Com […]
Unidades do Pajeú estão aptas para atender cooperados e não cooperados de 17 a 24 de maio
O Sicoob oferece 20% de desconto sobre taxa de administração em todos os segmentos do produto consórcio para cooperados. A ação funciona do dia 17 a 24 de maio e visa proporcionar ao consorciados taxas ainda menores.
Com essa iniciativa o Sicoob quer se posicionar como a melhor taxa de administração do país, oferecendo para as comunidades em que atua um produto com alta aceitação e precificação imbatível.
Durante a campanha, as taxas de administração para cooperados será de 7,2% no consórcio para a compra de imóveis em até 240 meses, para motos será de 6% até 60 meses, veículos em até 86 meses e a taxa será de 6%; já para veículos pesados a taxa de administração será de 6,8% até 144 meses.
O consórcio pode ser contratado pelo Aplicativo Sicoob ou presencial em uma unidade física da cooperativa.
O Sicoob está presente em toda a região do Pajeú. Para ter informações sobre essa semana, você pode procurar qualquer unidade do Sicoob na região do Pajeú. Em Afogados, os fones são (87) 3838-1726 ou (87) 9-9904-5668.
A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve no Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) a suspensão de uma decisão provisória que proibia os frigoríficos de abater jumentos na Bahia. A liminar estava em vigor desde dezembro do ano passado e atendia ao pedido de entidades defensoras dos animais que denunciaram maus-tratos em um frigorífico de […]
A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve no Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) a suspensão de uma decisão provisória que proibia os frigoríficos de abater jumentos na Bahia. A liminar estava em vigor desde dezembro do ano passado e atendia ao pedido de entidades defensoras dos animais que denunciaram maus-tratos em um frigorífico de Itapetinga, sudoeste do estado.
Ao pedir a derrubada da liminar, a AGU argumentou que suspensão da atividade trouxe graves consequências para a economia da região, como o fechamento de 150 postos de trabalho diretos e 270 indiretos. Os advogados da União ressaltaram, ainda, que o abate segue normas rígidas do Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento (Mapa) e os frigoríficos são acompanhados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) em caráter permanente. Além disso, a AGU destacou que a atividade é regulamentada pela legislação brasileira.
A Advocacia-Geral ponderou, também, que não ficou comprovado em momento algum que as fotos e vídeos de jumentos sofrendo com os maus tratos, anexados ao processo pelos autores da ação, foram feitas em frigoríficos oficialmente autorizados e acompanhados pelo SIF.
“Nos estabelecimentos que são autorizados e regulamentados e têm fiscalização permanente, não há maus tratos. Os números comprovam que os três estabelecimentos autorizados do estado da Bahia cumprem rigorosamente as normas ambientais e de saúde pública. As imagens que mostram os maus tratos a animais são relativas a frigoríficos clandestinos e que, portanto, não são fiscalizados”, explica a advogada da União que atuou no caso, Julia Thiebaut.
Abate controlado
A AGU também rebateu o argumento das entidades defensoras dos animais de que o abate poderia levar a extinção da espécie no prazo de cinco anos, uma vez que o Brasil tem cerca de 900 mil cabeças de jumentos, sendo 445 mil só na Bahia. A União frisou que os autores não levaram em conta a procriação dos animais especificamente para o corte e que o abate é feito de forma controlada.
Acolhendo o pedido da AGU, o vice-presidente do TRF1, desembargador federal Kassio Marques, assinalou que o abate de jumentos segue os mesmos procedimentos de frigoríficos de bois, cabras e porcos e está amparado por normas legais. Ele reconheceu que a suspensão da atividade causava grave lesão à ordem e à economia pública e entendeu que a violação das regras por parte de uma empresa deve ser combatida pelos mecanismos legais e não pode prejudicar quem desempenha a atividade de forma correta.
Histórico
Símbolo do nordeste, os jumentos foram trazidos pelos portugueses durante a colonização do Brasil. Rústicos, os animais se adaptaram bem ao clima semiárido do sertão e durante muito tempo foram o principal meio de transporte da região. Com a popularização das motocicletas, os jumentos foram deixados de lado e até abandonados pelos seus donos. Eles viraram problema de segurança pública. Só no Ceará, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) já recolheu cerca de 4,5 mil animais que estavam soltos pelas ruas das cidades.
Exportação
O abate e a exportação da carne e do couro para a China e Vietnã foi a forma que o Brasil encontrou para dar um destino econômico para esses animais. Na Bahia, são três frigoríficos autorizados a fazer o abate. Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul também tem unidades autorizadas.
Segundo dados do Ministério da Agricultura, em 2016, quando os abates começaram, foram exportadas 24.918 toneladas desses animais. Em 2018, o número saltou para 226.432 toneladas. De acordo com o governo da Bahia, a atividade gerou cerca de 370 empregos diretos e mais de 1.300 indiretos. Aproximadamente 500 produtores passaram a ter renda com a atividade.
O feriado de Corpus-Christi ocorre nessa quinta-feira (11), em São José do Egito com proibição de abertura do comércio. A exceção fica com os postos de combustíveis, farmácias e unidades de saúde. Nenhum outro estabelecimento comercial poderá abrir, mas está autorizado às entregas no formato delivery. A medida tem por objetivo conter a disseminação do […]
O feriado de Corpus-Christi ocorre nessa quinta-feira (11), em São José do Egito com proibição de abertura do comércio.
A exceção fica com os postos de combustíveis, farmácias e unidades de saúde. Nenhum outro estabelecimento comercial poderá abrir, mas está autorizado às entregas no formato delivery.
A medida tem por objetivo conter a disseminação do coronavírus no município e também vale para padarias, supermercados e comércios de pequeno porte. Em caso de descumprimento o estabelecimento poderá ser autuado e o proprietário poderá ser multado.
Professores de Sertânia, no Sertão de Pernambuco e região, juntamente com os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), por meio do Projeto “Esperançar, o Menino lê o Mundo: aprender para transformar”, com apoio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe) e coordenação […]
Professores de Sertânia, no Sertão de Pernambuco e região, juntamente com os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), por meio do Projeto “Esperançar, o Menino lê o Mundo: aprender para transformar”, com apoio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe) e coordenação da UFRPE, em parceria com a UFPE, lançam a “Carta de Sertânia”.
O documento que nasceu a partir das demandas de professores da educação básica das regiões do Sertão do Moxotó, Ipanema e Pajeú do estado de Pernambuco, e do Cariri, no estado da Paraíba. Os professores participaram de uma formação, durante os meses de abril e maio, nas áreas de Linguagens e suas Tecnologias, Matemática, Ciências Naturais e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Durante a formação foram colhidas as demandas inseridas na Carta de Sertânia, documento que propõe medidas de médio e longo prazo e que será entregue a Facepe, reitores e pró-reitores das IES públicas de Pernambuco, Secretaria Estadual de Educação, secretarias municipais de Educação, órgãos de fomento à ciência e tecnologia.
Segundo a Professora Dourota Mariana Zerbone (UFRPE), coordenadora do Projeto Esperançar, “a Carta de Sertânia representa uma demanda histórica do interior de Pernambuco, principalmente pela formação continuada dos professores. Durante muitos anos as universidades públicas ficaram fincadas na região metropolitana e chegou a hora de atender aos acenos para as necessidades e riquezas da cultura do Sertão pernambucano”.Leia aqui a íntegra a Carta de Sertânia.
Com 147 curtidas, 32 compartilhamentos e mais de 50 comentários até o final da noite desta quinta-feira (14), a denúncia do vereador Luciano Pacheco (PSD) sobre o abandono e descaso do governo da prefeita Madalena Britto (PSB) para com a conservação e manutenção das avenidas e ruas de Arcoverde pela inoperância da famosa usina de […]
Com 147 curtidas, 32 compartilhamentos e mais de 50 comentários até o final da noite desta quinta-feira (14), a denúncia do vereador Luciano Pacheco (PSD) sobre o abandono e descaso do governo da prefeita Madalena Britto (PSB) para com a conservação e manutenção das avenidas e ruas de Arcoverde pela inoperância da famosa usina de asfalto, repercute na rede social (facebook).
Na postagem, o parlamentar que faz oposição solitária na Câmara de Vereadores, diz que “existe na verdade muita propaganda da tão falada usina e até exposição de maquinário vários dias em praça pública que só serviu para atrapalhar o trânsito”. Ele lembra que a tal usina custou aos cofres públicos municipais quase R$ 2 milhões e passou mais de dois anos parada, mas somente agora que começaram pelo menos a propaganda. Na postagem ele coloca várias fotos da Av. Conselheiro João Alfredo, entre a Boa Vista e Cohab I e demonstra que “é visível o abandono da pista em asfalto”. O problema é mais extenso, também existem buracos em Avenidas como a Cel. Antonio Japiassu e Severiano José Freire.
Nos comentários, populares condenam o descaso. “A nossa cidade está se acabando” (Dinha Barbosa), “Cade a usina??? Heim, prefeita?? Gente, a cidade está esfacelada” (Allan Figueiredo), “Só fachada não e prefeita Madalena Brito” (Cileide Carvalho), “Asfaltar ruas que já possuem, no mínimo, calçamento, é fácil. Difícil é pelo menos calçar as ruas que vivem atoladas na lama” (Laerte Lee), “Mas é assim, na hora de votar todos prometem o céu agora depois o inferno” (Vania Nunes), “Cadê o ministério público”? (Silvanete Pereira) são alguns dos comentários que podem ser vistos na postagem do vereador.
Histórico – Adquirida em dezembro de 2013, a usina passou quase dois anos paralisada, as margens da BR 424, em frente a nova casa da prefeita do município, na estrada que leva a cidade da Pedra. Por diversas vezes foi anunciada que ela entraria em operação na “próxima semana”, mas isso só veio acontecer em 2015, já no final do ano, quando fez asfaltos em algumas ruas e só. Desde sua aquisição e compra de novos equipamentos e material, a usina já consumiu mais de R$ 2 milhões e somente 7 ruas conseguiram ver a cor do asfalto.
Você precisa fazer login para comentar.