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Romero Sales Filho, Danilo Simões e Edson Henrique tem agenda com Secretária de Saúde

Por Nill Júnior

Reunião também contou com o Diretor da unidade, Sebastião Duque Filho

O Deputado Estadual Romero Sales Filho, ao lado de Danilo Simões e Edson Henrique, hoje na Casa Civil do Estado, teve agenda com a Secretária de Saúde Zilda Cavalcanti e do Diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque.

Na pauta, a implantação de um centro de hemodiálise no município, além de uma unidade do Hemope.

Ainda a solicitação de recursos para a conclusão do ambulatório Orisvaldo Simões, pai de Danilo, em homenagem ao ex-prefeito do município.

“Reforçamos o apoio ao Hospital Emília Câmara, que já vem recebendo investimentos do Governo do Estado desde o início da gestão da governadora Raquel Lyra”, disse o Deputado em sua rede social.

Outras Notícias

Palanques de Miguel, Márcia e Luciano não se cruzarão em 2022

A visita de Miguel Coelho a Márcia Conrado foi um retribuição do gesto da prefeita, que que esteve com há alguns meses em Petrolina fazendo uma visita para conhecer as experiências exitosas do município. “Hoje tive a felicidade de receber em minha casa o amigo e prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que retribuiu a cortesia”. […]

A visita de Miguel Coelho a Márcia Conrado foi um retribuição do gesto da prefeita, que que esteve com há alguns meses em Petrolina fazendo uma visita para conhecer as experiências exitosas do município.

“Hoje tive a felicidade de receber em minha casa o amigo e prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que retribuiu a cortesia”. Márcia esteve com seu esposo, Breno Araújo, o deputado federal, Fernando Filho, o ex-prefeito, Luciano Duque, o vereador Zé Raimundo e o médico Waldir Tenório.

Como o blog já antecipou, não há discussões sobre a junção de palanques da oposição com a prefeita. Pelo contrário, Márcia e Luciano estarão em palanques opostos ao de Miguel.

“Foi um bom café da manhã, boa conversa sobre gestão, mas também sobre política. Márcia e Luciano são dois quadros da oposição de Pernambuco que têm muito o que contribuir com a política do nosso estado. Estamos trabalhando para que os nossos caminhos possam se cruzar quem sabe muito em breve, para que a gente possa de uma forma unida como eu disse juntar o que a política tem de melhor a ofertar em prol de um futuro melhor para o povo pernambucano”, afirmou Miguel para o blog, falando à jornalista Julian Lima.

Mas, apesar do desejo de Miguel, Márcia e Luciano devem estar unidos em torno do projeto majoritário do PT, mesmo sendo da ala contrária à junção com o PSB. Em 2018, Duque até se rebelou contra a decisão de apoio a Paulo Câmara que rifou Marília Arraes. Decidiu apoiar Armando Monteiro e até foi ameaçado de expulsão. Agora, mesmo que defenda a candidatura própria, em nome do alinhamento em torno de lula, ele e Márcia deverão seguir integralmente os rumos da legenda. A proximidade de Miguel com o palanque Bolsonarista cria um abismo ainda maior entre eles.

MPF anula concurso para professor substituto de informática em Floresta

O Ministério Público Federal (MPF) de Serra Talhada anulou o concurso para professor substituto de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertão-PE), no Campus em Floresta, no Sertão pernambucano. Segundo o MPF, não foram seguidas as regras para isenção no processo de seletivo. Os integrantes da banca examinadora tinham […]

O Ministério Público Federal (MPF) de Serra Talhada anulou o concurso para professor substituto de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertão-PE), no Campus em Floresta, no Sertão pernambucano.

Segundo o MPF, não foram seguidas as regras para isenção no processo de seletivo. Os integrantes da banca examinadora tinham vínculo acadêmico com um dos candidatos, o que comprometeu a imparcialidade no processo.

A reitoria do IFSertão-PE anulou todas as etapas do concurso, seguindo a orientação do MPF, e informou que os candidatos inscritos serão avisados sobre o cronograma da nova seleção.

No Congresso, 1 em cada 3 eleitos teve dinheiro da JBS

Estadão O dinheiro da JBS, principal conglomerado brasileiro do setor de carnes, ajudou a eleger um em cada três dos integrantes da Câmara e do Senado. O grupo foi o principal financiador privado de candidatos na eleição de 2014. Entre os documentos que os delatores da JBS entregaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) está uma […]

Estadão

O dinheiro da JBS, principal conglomerado brasileiro do setor de carnes, ajudou a eleger um em cada três dos integrantes da Câmara e do Senado. O grupo foi o principal financiador privado de candidatos na eleição de 2014.

Entre os documentos que os delatores da JBS entregaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) está uma lista de deputados eleitos em 2014 e beneficiados por doações do grupo empresarial. Nela, há 166 nomes – 32% do universo de 513 deputados eleitos.

No pacote de documentos também há uma relação dos atuais senadores, com um “ok” marcado ao lado do nome de cada parlamentar que recebeu recursos da JBS. A lista inclui 28 senadores, ou 35% do total de 81 parlamentares da Casa.

O grupo dos irmãos Joesley e Wesley Batista fazia lobby no Executivo, no Congresso e também em governos estaduais para obter vantagens e ganhar mercado. Em ao menos um caso, houve compra de votos na Câmara para aprovar legislação que dava à companhia benefícios tributários, segundo confissão dos delatores.

A existência dessa rede de influências pode provocar polêmicas futuras. Na hipótese de saída do presidente Michel Temer e eventual convocação de eleição indireta, um terço dos congressistas que elegerão o futuro presidente terá sido beneficiado por doações de campanha do causador da crise.

Proporção. Em números absolutos, o PP é o partido campeão de deputados eleitos conectados ao grupo empresarial: 27. Isso equivale a sete em cada dez eleitos. Em 2014, a legenda conquistou 38 vagas na Câmara. Em segundo lugar aparece o PT, com 20 financiados. O partido é seguido de perto pelo PR (19) e pelo PMDB (17).

O ranking muda quando se considera a proporção entre financiados e eleitos em cada bancada. No caso da Câmara, há cinco partidos que tiveram mais da metade de seus deputados eleitos financiados pela JBS: PCdoB (90%), PP (71%), PROS (64%), PDT (60%) e PR (56%). Além disso, o único deputado eleito pelo PTdoB recebeu recursos da mesma fonte.

Dos grandes partidos, o PT aparece em 10.º lugar, com 29% da bancada eleita financiada pelo grupo. O PMDB vem na posição seguinte, com 26%. Já o PSDB aparece no 19.º lugar – apenas 7% de seus deputados receberam contribuições da JBS em 2014.

Governismo. Naquele ano, o grupo empresarial ajudou a eleger bancadas majoritariamente alinhadas à então presidente Dilma Rousseff. Dos eleitos financiados pela JBS, 92% integravam partidos da base dilmista. Vários desses partidos migraram para a base do atual presidente. Hoje, 75% dos eleitos com o apoio da JBS estão em legendas da base de Temer.

Os nomes e os valores apresentados à PGR coincidem com os das prestações de contas entregues por partidos e candidatos à Justiça Eleitoral. Isso significa que, ao menos naquele documento específico, os valores citados são de “caixa 1”, ou seja, os formalizados de acordo com a legislação eleitoral.

Os deputados financiados não receberam contribuições diretamente da JBS. O dinheiro primeiro foi entregue às direções dos partidos e, depois, distribuído aos candidatos. Na delação não há elementos que indiquem se a empresa apontava ou não às cúpulas partidárias seus candidatos preferidos para disputar as eleições de 2014.

O vídeo que me emocionou

Recebi o vídeo, fruto da minha caminhada na Rádio, exibido na reunião de segunda-feira, na transição da Gerência Administrativa para o competente Alyson Nascimento. Confesso que me emocionei. E me surpreendi revendo imagens dessa história de quase 25 anos. Assumi a Gerência de Programação da Rádio Pajeú em fevereiro de 2002. Já a Gerência Administrativa […]

Recebi o vídeo, fruto da minha caminhada na Rádio, exibido na reunião de segunda-feira, na transição da Gerência Administrativa para o competente Alyson Nascimento.

Confesso que me emocionei. E me surpreendi revendo imagens dessa história de quase 25 anos. Assumi a Gerência de Programação da Rádio Pajeú em fevereiro de 2002. Já a Gerência Administrativa em agosto de 2010. São quase 25 anos a serviço desse projeto, tocado com muito zelo em nome dos que me confiaram. Confiança a gente busca para pagar honrando o trabalho.

O vídeo mostra momentos importantes da caminhada e muita gente querida que não está mais conosco, como Dom Francisco, o Monsenhor João Acioly, minha irmã Nívea Clea, e tanta gente boa que ficou pelo caminho. Mas também é um agradecimento por todos aqueles que apoiaram minha caminhada, como a equipe da emissora, o Colégio de Consultores e nomes como Padre Josenildo Nunes e os bispos Dom Luis Pepeu, Dom Egídio Bisol e Dom Limacêndo Antonio.

Com elas, a gratidão a cada um que ajudou nessa caminhada.

Tudo tem seu tempo.

Lei proíbe poder público estadual de realizar inaugurações de obras inacabadas

Por Marcos Moura Originada de Lei do então deputado estadual Daniel Coelho, a Lei N° 18.366, de 17 de Novembro de 2023 prevê a proibição caso o Poder Público Estadual faça inaugurações de obras inacabadas ou que não atendam o fim a que se destinam. Publicado no Diário Oficial do Estado de Pernambuco, neste sábado […]

Por Marcos Moura

Originada de Lei do então deputado estadual Daniel Coelho, a Lei N° 18.366, de 17 de Novembro de 2023 prevê a proibição caso o Poder Público Estadual faça inaugurações de obras inacabadas ou que não atendam o fim a que se destinam.

Publicado no Diário Oficial do Estado de Pernambuco, neste sábado (18), a lei entra em vigor e deixa claro o veto ao poder público estadual em realizar solenidade, cerimônia ou qualquer ato para inauguração de obras públicas incompletas ou que não atendam ao fim a que se destinam.

Ainda de acordo com a lei, o descumprimento ocasionado pelas instituições públicas acarretará na responsabilização administrativa de seus dirigentes, em conformidade com a legislação aplicável.

Vale ressaltar que Pernambuco possui diversas obras incompletas, que, em diversas vezes, pode ser utilizadas como “máscara” por instituições públicas ao realizar cerimônias para obter vantagens, enquanto na verdade, a obra não está concluída ou não atende a suas destinações pela qual foi projetada.