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Retomada da gestão de hospital por município já traz resultados, diz Diretora

Por Nill Júnior

A Diretora do Hospital Maria Rafael de Siqueira, Ana Cláudia Cândido, a Aninha, fez uma avaliação positiva da retomada da gestão pelo município de São José do Egito.

Essa semana, confirmando o que também havia dito ao Debate do Sábado, na Gazeta FM,  Secretário de Saúde, Paulo Jucá, e o vice-prefeito Ecleriston Ramos esclareceram que essa decisão foi tomada atendendo ao pedido da população.

Um dos destaques da retomada foi a transição no plantão das 7 horas, evitando hiatos no atendimento. A ideia é evitar que haja vácuos no atendimento dos plantonistas. “As pessoas e principalmente funcionários estão satisfeitos com a retomada”. A gestão foi entregue a uma OS, a João Paulo II, mas houve resistência e queixas ao modelo.

Ela destacou também a busca por obstetra e anestesista todos os dias. “Ainda não voltou como era mas já conseguiram de segunda a sexta ter esses profissionais. As cesarianas eletivas voltaram a ser agendadas e houve redução fila de cirurgia geral.

A direção busca ainda a retomada dos serviços de neurologia, mais três especialidades com mais demanda. Houve ainda manutenção sala vermelha e do centro cirúrgico, além da lavanderia.

Outras Notícias

Motta diz que há limites para protestos e que o respeito à Mesa é inegociável

“Nós vamos seguir com serenidade, com firmeza e diálogo”, diz presidente da Câmara O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abriu a sessão do Plenário às 22h24 desta quarta-feira (6), em meio a um protesto de deputados da oposição, que ocuparam a Mesa Diretora desde a terça-feira. Motta disse que abriu a sessão […]

“Nós vamos seguir com serenidade, com firmeza e diálogo”, diz presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abriu a sessão do Plenário às 22h24 desta quarta-feira (6), em meio a um protesto de deputados da oposição, que ocuparam a Mesa Diretora desde a terça-feira. Motta disse que abriu a sessão para garantir o respeito à Mesa Diretora, “que é inegociável”, e para que a Câmara possa se fortalecer. Não houve votações.

“Até quando ultrapassamos o nosso limite, tem limite. O que aconteceu não foi bom, não foi condizente com nossa história, e só reforça que temos de voltar ao obedecimento do nosso Regimento, da Constituição e do bom funcionamento desta Casa”, disse Motta.

Segundo ele, projetos individuais, pessoais e eleitorais não podem estar à frente do povo. “O compromisso que assumi com todas as lideranças neste dia foi o de seguirmos dialogando sem nenhum preconceito com qualquer pauta, sem inflexão”, disse.

Motta afirmou que um somatório de acontecimentos recentes trouxe sentimento de ebulição para dentro da Câmara. “É comum? Não. Estamos vivendo tempos normais? Também não. E é justamente nessa hora que não podemos negociar a nossa democracia, dialogar e deixar a maioria se estabelecer”, declarou.

Para Motta, a oposição tem todo o direito de se manifestar, mas isso tem de ser feito obedecendo o Regimento e a Constituição. “Não vamos permitir que atos como os de ontem e de hoje possam ser maiores do que o Plenário e a vontade desta Casa”, afirmou.

Protesto

A sessão havia sido convocada para as 20h30, depois de reunião do Colégio de Líderes.

Deputados da oposição protestam contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada na segunda-feira (4) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles pedem a votação do projeto de lei que anistia os envolvidos nos atos do 8 de janeiro de 2023 (PL 2858/22) e outros acusados de golpe de Estado, além da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com o foro privilegiado (PEC 333/17) para deputados, que deixariam de ser julgados pelo STF.

Sebastião Oliveira propõe emendas para saúde e quer apoio da gestão Márcia ao Distrito Industrial

Prefeito diz não ter mais como apontar emendas para investimento e quer que prefeitura aponte contrapartida Em conversa com o Farol de Notícias, nesse final de semana, o deputado federal, Sebastião Oliveira (Avante), analisou como ‘muito positivo’ o encontro com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, Carlito Godoy, na última sexta-feira (9). Godoy […]

Prefeito diz não ter mais como apontar emendas para investimento e quer que prefeitura aponte contrapartida

Em conversa com o Farol de Notícias, nesse final de semana, o deputado federal, Sebastião Oliveira (Avante), analisou como ‘muito positivo’ o encontro com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, Carlito Godoy, na última sexta-feira (9).

Godoy procurou o deputado serra-talhadense após aval da prefeita Márcia Conrado (PT), em busca de emendas para obras de infraestrutura no Distrito Industrial da capital do xaxado.

Durante a entrevista, ‘Sebá’, reforçou que está com muita disposição para alocar emendas para Serra Talhada, mas disse ser meio complicado no caso do distrito.

“Informei a Carlito que neste momento não tenho emendas para investimento, mas tenho para o custeio da saúde básica, média e alta complexidade. Pedi para ele [Carlito] para conversa com a prefeita qual o valor aportaria na saúde, para que ela, em contrapartida, possa fazer o investimento no parque industrial”, explicou.

Brincadeira após anúncio de investimento na feito na Cultura FM: Sebastião Oliveira fez uma ponderação, e até foi irônico. No último sábado (10) a prefeita Márcia Conrado e o ex-prefeito Luciano Duque, anunciaram, durante entrevista à revista da Cultura, que teriam conseguido R$ 48 milhões em emendas para Serra Talhada, junto a deputados aliados.

“Rapaz, ficamos de nos reunir, novamente, para fecharmos os números. Agora, após o anúncio do volume de recursos de outros parlamentares, acho difícil a prefeitura querer as minhas emendas”, disse Oliveira, caindo em risos.

Nill Júnior Podcast: quando Marília falar, Serra Talhada vai parar

Depois do encontro de Marília Arraes com Valdir Tenório, a expectativa aumenta para o anúncio do rumo que ela vai tomar: se apoia Márcia Conrado ou Luciano Duque. A primeira declaração pública de Marília Arraes vai parar Serra Talhada. Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política […]

Depois do encontro de Marília Arraes com Valdir Tenório, a expectativa aumenta para o anúncio do rumo que ela vai tomar: se apoia Márcia Conrado ou Luciano Duque.

A primeira declaração pública de Marília Arraes vai parar Serra Talhada.

Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias,  da Cultura FM.

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SBT, Jovem Pan e Uol promovem debate entre os presidenciáveis hoje

Na corrida do segundo turno, acontece hoje mais um debate entre os presidenciáveis Aécio Neves e Dilma Rousseff. Com início marcado para às 17h, o debate será promovido pela o SBT, Jovem Pan e o portal Uol. O jornalista Carlos Nascimento será o mediador entre os candidatos. Dividido em três blocos, o debate terá uma […]

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Na corrida do segundo turno, acontece hoje mais um debate entre os presidenciáveis Aécio Neves e Dilma Rousseff. Com início marcado para às 17h, o debate será promovido pela o SBT, Jovem Pan e o portal Uol.

O jornalista Carlos Nascimento será o mediador entre os candidatos. Dividido em três blocos, o debate terá uma duração de 1h20, com dois intervalos de 4 minutos cada.

O embate terá início com a seguinte pergunta, “Por que o senhor quer ser presidente?”. Eles terão 1min30s para responder. O primeiro a falar será Aécio Neves, a escolha foi através de sorteio.

Por 10 votos a 0, STF decide aceitar denúncia e Eduardo Cunha vira réu

G1 Por 10 votos a 0, o Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu nesta quinta-feira (3) denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de exigir e receber ao menos US$ 5 milhões em propina de um contrato do […]

Plenário-do-STF

G1

Por 10 votos a 0, o Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu nesta quinta-feira (3) denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Ele é acusado de exigir e receber ao menos US$ 5 milhões em propina de um contrato do estaleiro Samsung Heavy Industries com a Petrobras. Com a decisão, Cunha passa a ser réu na primeira ação penal no Supremo originada das investigações da Operação Lava Jato.

Os ministros não decidiram se Cunha deve se afastar do comando da Câmara. Um pedido de Janot para que ele seja afastado da presidência e do mandato de deputado será julgado pelo Supremo em data ainda indefinida. Antes mesmo de o Supremo concluir o julgamento, Cunha afirmou a jornalistas na Câmara que, ainda que virasse réu, ele pretendia permanecer na presidência da Casa.

“Efetivamente, eu tenho o exercício da função e continuarei exercendo”, enfatizou Cunha a repórteres ao deixar o plenário da Câmara no início da tarde desta quinta. O presidente da Câmara argumentou ainda que não há provas contra ele e que está “absolutamente tranquilo” em relação ao caso. O peemedebista tem repetido que a aceitação da denúncia contra ele não significa condenação.

Votaram a favor de aceitar a denúncia contra Cunha o relator do caso, Teori Zavascki, e os ministros Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso, Luiz Fachin, Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. Luiz Fux está fora do país e não partipou da análise.

Com um voto duro e enfático nesta quinta, Celso de Mello afirmou ainda que “falta de decoro parlamentar é falta de decência, capaz de desmerecer a Casa  e seus representantes”.

“Qualquer ato de ofensa, como aceitação de suborno, culmina por atingir injustamente a própria respeitabilidade institucional do Poder Legislativo, residindo neste ponto a legitimidade do procedimento constitucional da cassação do mandato parlamentar de quem se haja demonstrado indigno de representar o povo brasileiro”, disse.